Local, que fica em Conselheiro Josino, recebe diariamente 400 toneladas de lixo
POR CLÍCIA CRUZ
(Fotos: Silvana Rust)
Em meio à crescente preocupação com a preservação do meio ambiente e a busca por soluções sustentáveis, os aterros sanitários emergem como peças-chave na gestão de resíduos sólidos urbanos. Estes locais, longe de serem apenas depósitos de lixo, desempenham um papel vital na preservação dos ecossistemas e na redução dos impactos negativos associados ao descarte inadequado de resíduos. Em Campos, o aterro, que funciona no distrito de Conselheiro Josino, recebe por dia 400 toneladas de resíduos coletados somente no município, além de receber também o lixo recolhido em municípios vizinhos. No interior de um aterro, os resíduos são dispostos em células e compactados regularmente para otimizar o espaço. Uma camada de material inerte, como solo, é então aplicada sobre os resíduos no final de cada dia operacional, reduzindo os odores e prevenindo a proliferação de vetores, como insetos e roedores.
Diferentemente dos antigos lixões a céu aberto, os aterros sanitários são projetados com base em princípios de engenharia e tecnologia que minimizam os riscos ambientais. Uma característica fundamental do aterro é a presença de sistemas de impermeabilização e drenagem para evitar a contaminação do solo e das águas subterrâneas. Revestimentos de argila e geomembranas de alta densidade formam barreiras que impedem a infiltração de substâncias tóxicas nos solos e lençóis freáticos.

Em meio à crescente preocupação com a preservação do meio ambiente e a busca por soluções sustentáveis, os aterros sanitários emergem como peças-chave na gestão de resíduos sólidos urbanos. Estes locais, longe de serem apenas depósitos de lixo, desempenham um papel vital na preservação dos ecossistemas e na redução dos impactos negativos associados ao descarte inadequado de resíduos. Em Campos, o aterro, que funciona no distrito de Conselheiro Josino, recebe por dia 400 toneladas de resíduos coletados somente no município, além de receber também o lixo recolhido em municípios vizinhos. No interior de um aterro, os resíduos são dispostos em células e compactados regularmente para otimizar o espaço. Uma camada de material inerte, como solo, é então aplicada sobre os resíduos no final de cada dia operacional, reduzindo os odores e prevenindo a proliferação de vetores, como insetos e roedores.
Diferentemente dos antigos lixões a céu aberto, os aterros sanitários são projetados com base em princípios de engenharia e tecnologia que minimizam os riscos ambientais. Uma característica fundamental do aterro é a presença de sistemas de impermeabilização e drenagem para evitar a contaminação do solo e das águas subterrâneas. Revestimentos de argila e geomembranas de alta densidade formam barreiras que impedem a infiltração de substâncias tóxicas nos solos e lençóis freáticos.

Engenheiro Paulo Henrique
Tratamento do chorume
Os sistemas de drenagem coletam os líquidos percolados, conhecidos como chorume, que são gerados pela decomposição dos resíduos orgânicos. Esse chorume é encaminhado para tratamento, prevenindo a contaminação da água e permitindo a sua recuperação para fins como a geração de biogás, que é utilizado como fonte de energia.
O biogás é gerado por meio da decomposição anaeróbica dos resíduos orgânicos, composto principalmente por metano, um potente gás de efeito estufa. Ao capturar e utilizar o biogás como fonte de energia, o aterro contribui para a redução das emissões desses gases nocivos na atmosfera. O metano gerado no aterro de Campos gera energia que pode atender em média 15 mil pessoas.
A água de reuso, cristalina, extraída após o tratamento do chorume, vai para um reservatório, e de lá é utilizada principalmente para irrigação da área do entorno do aterro.

Centro de Educação Ambiental (CEA)
No Centro de Educação Ambiental, que funciona dentro da área do aterro, estudantes e pessoas em geral podem adquirir conhecimento sobre sustentabilidade. No local há um auditório, onde são feitas palestras e apresentação de materiais para grupos, que podem fazer o agendamento da visitação.
A água que abastece o Centro é de reuso de chuva. Também há um pomar, que foi plantado por alunos que visitaram o local ao longo dos anos. No local também há orientação com relação à destinação correta do lixo. O CEA utiliza energia solar e, em breve, todas as dependências do aterro passarão a utilizar energia solar. O projeto já está em fase de implantação.
O engenheiro sanitarista ambiental da empresa responsável pelo Aterro, Paulo Henrique de Souza, explica que a destinação correta do lixo começa em casa: “É importante começar dentro de casa, com a coleta seletiva, porque um aterro sanitário é a destinação final para rejeito, material inservível, material que não tenha utilidade”, diz. O engenheiro destaca que a principal função do aterro é a diminuição do impacto ambiental e que o local segue rígidos controles de órgãos ambientais. “Só no aterro nós temos 43 condicionantes que nós precisamos cumprir e somos monitorados por órgãos ambientais, como, por exemplo, o INEA, que, além de receber nossos relatórios, faz visitas periódicas, para checagem do local”, explica.





Tratamento do chorume
Os sistemas de drenagem coletam os líquidos percolados, conhecidos como chorume, que são gerados pela decomposição dos resíduos orgânicos. Esse chorume é encaminhado para tratamento, prevenindo a contaminação da água e permitindo a sua recuperação para fins como a geração de biogás, que é utilizado como fonte de energia.
O biogás é gerado por meio da decomposição anaeróbica dos resíduos orgânicos, composto principalmente por metano, um potente gás de efeito estufa. Ao capturar e utilizar o biogás como fonte de energia, o aterro contribui para a redução das emissões desses gases nocivos na atmosfera. O metano gerado no aterro de Campos gera energia que pode atender em média 15 mil pessoas.
A água de reuso, cristalina, extraída após o tratamento do chorume, vai para um reservatório, e de lá é utilizada principalmente para irrigação da área do entorno do aterro.

Centro de Educação Ambiental (CEA)
No Centro de Educação Ambiental, que funciona dentro da área do aterro, estudantes e pessoas em geral podem adquirir conhecimento sobre sustentabilidade. No local há um auditório, onde são feitas palestras e apresentação de materiais para grupos, que podem fazer o agendamento da visitação.
A água que abastece o Centro é de reuso de chuva. Também há um pomar, que foi plantado por alunos que visitaram o local ao longo dos anos. No local também há orientação com relação à destinação correta do lixo. O CEA utiliza energia solar e, em breve, todas as dependências do aterro passarão a utilizar energia solar. O projeto já está em fase de implantação.
O engenheiro sanitarista ambiental da empresa responsável pelo Aterro, Paulo Henrique de Souza, explica que a destinação correta do lixo começa em casa: “É importante começar dentro de casa, com a coleta seletiva, porque um aterro sanitário é a destinação final para rejeito, material inservível, material que não tenha utilidade”, diz. O engenheiro destaca que a principal função do aterro é a diminuição do impacto ambiental e que o local segue rígidos controles de órgãos ambientais. “Só no aterro nós temos 43 condicionantes que nós precisamos cumprir e somos monitorados por órgãos ambientais, como, por exemplo, o INEA, que, além de receber nossos relatórios, faz visitas periódicas, para checagem do local”, explica.






Fonte: J3News


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