domingo, 20 de setembro de 2026

Transporte público: crise no Setor C segue sem solução

Após nova paralisação e tentativa de taxa ilegal, passageiros temem outros desdobramentos da crise

POR YAN TAVARES
Ao contornar pedágio|Micro-ônibus atolou em estrada vicinal

A população da região Norte de Campos, que reside em localidades em que o transporte coletivo precisa passar pela praça do pedágio na BR-101, continua vivendo um cenário de preocupação e incerteza no dia a dia sobre o serviço. Vans e micro-ônibus seguem circulando, mas depois de paralisações e até aumento irregular da passagem por parte dos permissionários, quem mora na região vive um dia após o outro desde a última quarta-feira (16), sem saber se terá condução para voltar para casa.

Os relatos de veículos passando pela estrada vicinal da localidade de Guandu, impondo riscos aos passageiros, permanecem. O Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) afirma que segue buscando uma solução junto à concessionária que administra a rodovia federal. “O IMTT tem mantido contato direto com a equipe técnica da concessionária em busca da melhor solução de interesse dos usuários das linhas que atendem a região Norte do município, o que deve acontecer em breve”, diz o órgão municipal em nota. O Instituto já disse anteriormente que tenta a liberação de um número de viagens determinadas por dia para os veículos.

A última crise
A nova crise no Setor C do transporte público da cidade começou no dia 9 de setembro, quando também teve início a nova tarifa do pedágio na BR-101, com o aumento no valor para R$ 10,80. No mesmo dia, permissionários decidiram por conta própria aumentar o valor da passagem em R$ 2, nas linhas de Conselheiro Josino, Vila Nova, Murundu, Palmares, Santa Maria, Mutuca/Divisa, Morro do Coco e Santo Eduardo.

O IMTT reforçou que a medida era ilegal e poderia acarretar em multa e apreensão dos veículos. Os permissionários decidiram paralisar o serviço. A situação levou horas, à espera de uma resposta do município. O serviço voltou, com a cobrança irregular. O IMTT foi para as ruas e intensificou a fiscalização. Motoristas então decidiram utilizar o caminho alternativo passando pela localidade de Guandu, desde o último sábado (12).

Na segunda-feira (14), um micro-ônibus chegou a atolar na lama. Na terça-feira (15), o IMTT foi até o local e barrou a passagem. O serviço voltou a ser paralisado na quarta-feira (16). Horas depois, os veículos voltaram a circular. Alguns, ainda se arriscando por Guandu. A indefinição segue.
J3News

Natália Pessanha disputa título de Miss Eco Brasil

Eleita Miss Eco Norte Fluminense, ela tem experiência na moda e na defesa ambiental

POR OCINEI TRINDADE

Foto: Divulgação

A campista Natália Pessanha foi eleita, recentemente, Miss Eco Norte Fluminense. Ela vai disputar o título de Miss Eco Brasil, em novembro, na cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A bombeira civil e socorrista, de 34 anos, tem no currículo várias participações em concursos de beleza. Desta vez, o intuito é defender, também, o meio ambiente. Natália destaca a profissão e a independência feminina.

“A participação no Miss Eco Brasil surgiu como oportunidade de unir duas coisas que fazem parte da minha história: a paixão pelos concursos de beleza e o desejo de representar uma causa que considero extremamente importante, que é a preservação do meio ambiente. Existe uma responsabilidade ao representar pessoas, uma região e, neste caso, também transmitir uma mensagem de consciência ambiental e de valorização da natureza”, afirma.

Para Natália Pessanha, quando uma mulher entra em um concurso, ela não leva apenas o próprio nome. “Tem a história, a cultura e os valores daquele lugar. Sou muito ligada às minhas raízes e tenho orgulho da minha trajetória. Quero que minha representação seja lembrada não apenas pela imagem de uma miss, mas também pela mulher que existe por trás da faixa: uma profissional da área de emergência, bombeira civil, socorrista, modelo e alguém que acredita que podemos usar nossa visibilidade para fazer o bem.”

A preparação para a disputa envolve muito mais do que estética, segundo a Miss Eco Norte Fluminense. Há uma rotina de cuidados com o corpo, alimentação, exercícios físicos, postura, passarela, fotografia, comunicação e preparação para lidar com a exposição.

“A preparação emocional é uma das partes mais importantes. Aprendi que precisamos estar preparadas não apenas para aplausos, mas também para lidar com críticas, inseguranças, cobranças e momentos difíceis. Minha experiência como bombeira civil e socorrista também contribuiu muito para minha formação. Elas me ensinaram responsabilidade, disciplina, agilidade, trabalho em equipe e, principalmente, a manter a calma quando outras pessoas precisam de nós”, revela.

Natália Pessanha começou muito cedo no mundo da moda e dos concursos, aos 16 anos. Desde então, a passarela passou a fazer parte da sua vida. “Um momento muito importante foi ter conquistado o título de Top Model Brasil 2022. Isso confirmou que a minha história com a moda e os concursos ainda tinha muito a oferecer. Chegar até aqui representa justamente isso: experiência, recomeços e perseverança.”

O Miss Eco Brasil está diretamente ligado à preservação ambiental. “Quero falar sobre sustentabilidade de forma acessível, destacando o reaproveitamento de materiais, o descarte correto e o consumo consciente. Pretendo continuar trabalhando com moda, fotografia, passarela e concursos, além de buscar oportunidades em eventos e comunicação. Também quero seguir me desenvolvendo como bombeira civil e socorrista. Espero que essa experiência também contribua para novos projetos sociais e ambientais”, finaliza Natália.
J3News





Governo interino do Rio completa seis meses

A Alerj elegeu Douglas Ruas para a presidência, mas ele não assumiu o governo estadual, e uma nova eleição não foi definida

POR OCINEI TRINDADE
Interino?|Ricardo Couto assumiu de forma interina o Governo do Rio e segue no cargo até hoje (Foto: Reprodução/Internet)

No dia 23 de setembro, completam-se seis meses que o desembargador e presidente do Tribunal de Justiça, Ricardo Couto, governa interinamente o Rio de Janeiro. Ele assumiu o cargo após a renúncia do ex-governador Cláudio Castro e do vice-governador Thiago Pampolha, além da prisão do então presidente da Assembleia Legislativa do Estado do rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar. A Alerj elegeu Douglas Ruas para a presidência, mas ele não assumiu o governo estadual, e uma nova eleição não foi definida. Por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Couto permaneceu no cargo. Advogados e cientistas políticos questionam a decisão com base na Constituição Federal e na Constituição do Estado do Rio de Janeiro.

O advogado José Paes Neto é mestre e doutor em Direito da Cidade, além de especialista em Direito Eleitoral:

“Há uma regra de sucessão clara, no sentido de que, na vacância dos cargos de governador e vice-governador, assume o presidente da Alerj e, na impossibilidade do presidente da Alerj, aí sim o presidente do Tribunal de Justiça. Mas, a partir do momento em que há a definição de um novo presidente da Alerj, e essa eleição não foi questionada, e o Douglas Ruas exerce normalmente o cargo de presidente da Alerj, ele deveria estar exercendo também a interinidade como governador em exercício. Eventuais questões, como problemas ligados à segurança pública, não deveriam ser levadas em consideração pelo Supremo para a definição da linha sucessória, porque isso já é definido pela própria Constituição”, afirma.

Ainda de acordo com Paes Neto, o atual presidente da Alerj deveria estar no posto de governador, mesmo interinamente. “Na minha visão, independentemente do bom governo que o desembargador Ricardo Couto tem feito, há uma violação do texto constitucional, e quem deveria estar exercendo o cargo é o presidente da Alerj, que foi eleito para isso”, diz.
Hamilton Garcia (Foto: J3News)

O cientista político Hamilton Garcia considera preocupante a decisão do STF sobre o governo provisório do Rio.

“O STF retirou da pauta o julgamento sobre o mandato-tampão, onde já havia 4 votos a 1 pela eleição indireta do novo governo, depois do pedido de vista de Flávio Dino, e não parece interessado em resolvê-lo. Infelizmente, como o tribunal se transformou num poder político como os outros, só que com o poder final moderador, aliado ao Governo Lula, não se pretende cumprir a Lei, pois esta beneficiaria as oligarquias estaduais que sustentam a candidatura de seu adversário nas eleições”, afirma.

De acordo com Garcia, a corrupção da norma legal, tornada regra pela Corte Suprema, tem no Rio de Janeiro um aspecto curioso. “Enquanto, na esfera nacional, ela tem tido um papel protetor/propulsor da corrupção institucionalizada, na esfera estadual ela tem desempenhado um papel diametralmente oposto, de saneamento e racionalização institucional, o que tem permitido certa aprovação da opinião pública em relação à flagrante ilegalidade. Na esfera nacional, tudo pode ser facilmente revertido a depender da vontade de muitos poucos. O parlamento regional, na prática, ficou relegado a um segundo plano junto com o eleitorado que o elegeu. Nada disso, como se sabe, é bom para o sistema democrático.”

Governo Ricardo Couto
Ricardo Couto de Castro, nascido no Rio de Janeiro em 7 de junho de 1964, é magistrado e professor universitário. Presidente licenciado do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), assumiu o governo interino do estado em 23 de março de 2026.

À frente do Governo do Rio, Couto exonerou 4.033 servidores comissionados, com economia estimada em mais de R$ 230 milhões até o fim do ano. Auditorias nas secretarias e entidades estaduais ainda podem resultar em novos desligamentos. A gestão também formalizou a adesão do Estado ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (PROPAG), em substituição ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF). O programa permite renegociar a dívida com a União, estimada em R$ 203,3 bilhões, em até 30 anos, com redução dos encargos e expectativa de diminuir as parcelas e ampliar a capacidade de investimento do Estado.
J3News

Andréa Morais vence o Cozinhando com Você

Quilombola de Lagoa Feia, campeã superou desafios e levou para a final uma trajetória marcada pela gastronomia

POR NELSON NUFFER
Fotos: Silvana Rust

Com mais uma temporada recheada de desafios, receitas e histórias, a oitava edição do Cozinhando com Você chegou à decisão final, entre duas finalistas de trajetórias e estilos bem diferentes. O maior reality culinário da região, que em 2026 teve o tema “Lá na Casa da Vovó”, consagrou Andréa Morais como a grande campeã, com uma trajetória marcada por desafios dentro e fora da cozinha. O resultado final foi revelado durante a festa de encerramento do programa, realizada na última quinta-feira (17), no Barril Cheio.

Quilombola de Lagoa Fea, Andréa trabalhou durante oito anos como faxineira para conseguir pagar o curso de gastronomia. Hoje, prepara quentinhas em casa e trabalha como cozinheira em festas. Ela disputou o título com a nutricionista Letícia Araújo. Na última prova, as duas finalistas tiveram de preparar entrada, prato principal e sobremesa com inspiração nas ceias de Natal ou de Ano Novo, levando para a cozinha referências familiares que acompanharam toda a proposta desta edição.

“Foram duas cozinheiras bem distintas que ficaram para a final, porque Letícia é uma nutricionista, então ela tem um tempero mais suave, mas ainda marcado pelo sabor, e a Andréa é quilombola. Então, ela tem aquela pegada de mesas enormes, família grande, muita fartura. Foram muito diferentes, mas as duas extremamente marcantes”, avaliou a produtora do programa, Patrícia Abud.
Patrícia Abud

Até a decisão final

A temporada foi construída com apresentação do time de cozinheiros, semifinal, repescagem e final. Desta vez, alguns dos participantes, além de já ligado à gastronomia, também já participaram de outras edições. “Foi uma edição em que as pessoas entraram realmente, não foi só para brincar, foi para competir. Praticamente todo mundo tem alguma relação com cozinha”, afirmou Patrícia.

O apresentador do programa, Fábio Abud, também destaca o crescimento das duas finalistas ao longo da competição. “Foi um crescimento gradativo de ambas. As duas chegaram bem de mansinho na temporada e foram crescendo de acordo com cada batalha. No começo achamos até que íamos perdê-las, porque na verdade tinham outros competidores que estavam muito maiores do que elas e elas foram crescendo, foram galgando”, contou.

Para Fábio, a edição também permitiu revelar diferentes talentos e histórias. “Aqui passaram pessoas incríveis e talentos foram desvendados. Estou muito satisfeito”, afirmou.
Grande campeã|Fábio Abud entrega prêmio a Andrea Morais

Campeã – das novas experiências à vitória
Para Andréa, a participação no reality começou cercada de insegurança. “Quando tudo começou veio muita insegurança. Era uma experiência completamente nova, estar em uma competição, ser avaliada, receber críticas não é fácil, mesmo sabendo que fazem parte do nosso crescimento. No início foi difícil”, contou.

A confiança, porém, aumentou conforme as etapas eram superadas. “A cada etapa superada me sentia mais segura e preparada. Passei a confiar mais na profissional que sou e percebi o quanto ainda posso crescer com tudo que essa experiência tem me proporcionado”, disse.

A vitória de Andréa ganha um significado ainda maior diante de sua trajetória. Trabalhou desde a infância e levou para o programa o orgulho da origem quilombola e de sua relação com a cozinha.

“A gastronomia sempre foi meu sonho. Venho de uma origem simples, do Quilombo de Lagoa Fea. Sempre me orgulhei e tive a história dela como espelho. Hoje estou aqui, sem palavras para a emoção que estou sentindo. Trabalhei por oito anos como faxineira para pagar meu curso de gastronomia”, declarou Andréa, após a vitória.

“Hoje, trabalho em casa fazendo quentinhas e também em festas como cozinheira. Esse prêmio está sendo uma alegria muito grande para mim”, completou.
DJ Rafa Carneiro
Nycolas e Fabyane

Memórias na cozinha
Participante da edição do ano passado, Letícia Araújo encontrou nesta edição a oportunidade de sair da rotina profissional, e dessa vez chegou na final. Como nutricionista, estava acostumada a pensar a alimentação de forma mais saudável e, muitas vezes, direcionada a pessoas com necessidades ou restrições específicas. No reality culinário, precisou explorar outros caminhos da gastronomia. “O desafio era explorar uma gastronomia de uma forma mais ampla e refinada. Isso foi muito importante para mim porque eu pude aprender sobre uma gastronomia que não conhecia, e acrescentou muito à minha trajetória, não apenas como nutricionista, mas também como pessoa”, relatou.

O tema “Na Casa da Vovó” também aproximou a competição de sua história familiar. Na prova decisiva, Letícia preparou uma ceia de Natal inspirada nas comemorações vividas durante anos na casa da avó.

“Para mim, cozinhar é exatamente isso: amor, cuidado e, principalmente, memória afetiva. E poder encerrar essa trajetória como finalista, justamente em um tema tão conectado com a minha história, tornou essa experiência ainda mais especial”, afirmou.

Crescimento a cada edição
Para Patrícia Abud, a temporada também representa mais um passo no crescimento do Cozinhando com Você. “De lá do primeiro até agora caminhamos muito. A família aumentou e, com os recursos que a gente tem, a gente consegue entregar um show, um excelente grupo de network, porque isso acontece: um vira parceiro do outro”, afirmou.

E o Cozinhando com Você já começa a preparar o próximo capítulo. Após a finalização da oitava temporada em um evento mais do que especial, Fábio Abud já deixa o recado para a próxima. “Vai ter que cozinhar no verão, primavera, outono e inverno. A próxima edição é Nas Quatro Estações, e serão cinco inscritos e cinco convidados”, antecipou.

Vegetação ameaça rede elétrica em vários bairros

Quando o assunto é resolver o problema, Prefeitura de Campos e Enel não se entendem sobre de quem é a responsabilidade

POR YAN TAVARES
Fotos: Josh

Galhos de árvores e vegetação em contato com a rede elétrica podem provocar falhas no fornecimento e até interrupções de energia. Em Campos, há registros de situações que envolvem esse tipo de risco, além de casos em que a demora na adoção de medidas acabou trazendo transtornos à população.

Durante a semana, a reportagem do J3News flagrou e registrou alguns pontos. Na esquina entre as ruas 13 de Maio e Dr. Oliveira Botelho, o cenário é preocupante. Um emaranhado de fios tomado por vegetação. Comerciantes próximos relatam que a situação perdura há meses. Fios cada vez mais embolados e vegetação cada vez maior.

Outro ponto em que a situação chama atenção é esquina da Rua Tenente Coronel Cardoso com a Rua do Ouvidor. Na calçada, uma árvore sem poda já toma conta da fiação da rede elétrica e está invadindo a rua. Nas proximidades da Praça do Sossego, na região da Pelinca, um relato que evidencia o que casos como esses podem ocasionar.

“Meus pais moram na Rua Álvaro Tâmega, próximo à rotatória da pracinha. Ali, tem uma árvore enorme, que além de estar cobrindo a fiação, está levantando a calçada. Além do risco que tem de cair os galhos nos carros e nas pessoas, tem ainda a questão da calçada irregular e da escuridão que fica à noite. Inclusive, já faltou energia ali por conta dessa situação”, conta o servidor público Raphael Machado.
Risco|Quem deve ser acionado quando a vegetação toma a rede elétrica? As autoridades também não sabem

Prefeitura e Enel divergem sobre responsabilidade do serviço
A reportagem fez contato com a Prefeitura, para questionar se a responsabilidade é da gestão municipal ou da Enel, concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica na cidade. Em nota, a Secretaria Municipal de Serviços Públicos disse que nos casos em que galhos de árvores estão em contato com a rede de distribuição de energia elétrica, a poda deve ser realizada pela Enel.

“Nessas situações, a Enel realiza a chamada poda em “V”, para liberar a rede elétrica. Após essa intervenção, caso seja necessário, a Prefeitura atua por meio da Defesa Civil e da Secretaria de Meio Ambiente, inclusive na avaliação e emissão de laudo técnico”, explicou o município.

A Prefeitura explicou ainda como a população deve fazer em caso de flagrantes. “Para o encaminhamento da demanda, é necessário identificar os pontos e registrar, por meio de fotos, o contato da arborização com a rede elétrica, além da localização do poste da concessionária. O número da Defesa Civil é o 22 98175-2512 e o contato da Enel pode ser encontrado na conta de energia”, complementou a nota. O município não comentou sobre a situação da Praça do Sossego.

Em resposta ao J3News, a Enel Distribuição Rio declarou que uma equipe será enviada aos locais mencionados para avaliar as situações. Ao contrário do que disse a Prefeitura, a concessionária afirmou que quando a vegetação está em contato ou oferece risco de interferência na rede elétrica, atua apenas no desligamento da rede, para que o governo municipal possa executar o serviço com segurança.

“Como parte da estratégia de manutenção da companhia, a Enel mantém um plano contínuo de podas preventivas. Somente neste ano, já foram realizadas mais de 34 mil podas preventivas na região de Campos, em pontos selecionados com base em critérios técnicos e potencial impacto à rede elétrica. Em situações pontuais, a Enel também atua em conjunto com a Defesa Civil, que realiza a avaliação das condições das árvores e define se há necessidade de apoio da distribuidora para a execução das ações cabíveis”, pontuou a empresa.
J3News

Seguidas ressacas aumentam a erosão em Atafona e mar avança mais que se esperava

POR COLUNA DO BALBI



A sequência de ressacas no litoral fluminense vem castigando vários balneários, mas São João da Barra é um dos municípios mais castigados. O avanço do mar se intensifica principalmente nas praias de Atafona e do Açu. Em Atafona, o mar avança em média um metro e meio metros por ano em alguns trechos. O fenômeno transformou a praia de SJB em referência mundial quando o assunto é erosão costeira e avanço do mar. Atafona aparece entre os termos mais pesquisados em sites de busca na internet. A situação chama a atenção de pesquisadores e veículos de comunicação de diferentes países. O desafio segue sendo encontrar soluções para conter os impactos sobre a faixa costeira.

Com 33 mil empresas, Macaé ganha Movimento Sebrae


De 24 a 27 de setembro, Macaé recebe o Movimento Sebrae, iniciativa voltada para a estruturação e o fortalecimento dos pequenos negócios. O evento técnico será realizado no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho. Macaé possui atualmente cerca de 33 mil empresas ativas. A programação deve reunir empresários, empreendedores e profissionais interessados em gestão e desenvolvimento. A proposta é oferecer orientação e conhecimento para melhorar os negócios. O movimento também cria espaço para troca de experiências entre empreendedores. A iniciativa chega em um momento de expansão das atividades empresariais no município.

Projeto Você Viu? abre exposição coletiva de artistas de Campos


Beatriz Murad, Carla Anidi e Sylvia Paes abriram uma exposição coletiva dentro do Projeto Você Viu?! A mostra acontece no Clube Cultural 3meia8 e reúne diferentes linguagens e propostas artísticas. Participam da exposição Ana Maria Barcelos, Luciana Corone, Luviane Gomes e Simone Teixeira. O projeto cria um espaço para apresentação e circulação da produção artística. A iniciativa também aproxima o público de diferentes trajetórias e formas de expressão. O Clube Cultural 3meia8 vem recebendo atividades que movimentam a agenda cultural. A exposição segue como uma opção para quem acompanha as artes visuais na região.

Expectativas para a economia de Campos ficam para 2027

Definitivamente, 2026 não apresentou o desempenho econômico esperado no início do ano. Muitas expectativas foram adiadas e investimentos aguardados acabaram ficando para outro momento. A perspectiva agora começa a mudar com projetos que podem ganhar ritmo em 2027. Entre eles está uma presença maior da Petrobras nas atividades relacionadas ao desmonte de plataformas. O setor pode movimentar empresas especializadas, fornecedores e serviços. A atividade também abre possibilidades para novos negócios ligados à cadeia de petróleo e gás. O próximo ano chega com projetos que podem alterar o ritmo da economia regional.

Expansão residencial da Baixada Campista em alta

Um grande projeto habitacional começa a ganhar espaço nas discussões sobre o futuro da Baixada Campista. A proposta prevê a implantação de um novo núcleo residencial em uma área com potencial de crescimento. Empreendimentos desse porte movimentam diretamente a construção civil e uma extensa cadeia de fornecedores. Também geram demanda por comércio, transporte, serviços e equipamentos urbanos. A expansão habitacional pode acompanhar o crescimento de novas áreas da cidade. O projeto reforça a necessidade de planejamento para infraestrutura e mobilidade. A expectativa é de que novos detalhes sejam conhecidos à medida que os estudos avancem.

Com 32 lojas, maior rede de supermercado do Noroeste Fluminense pede recuperação judicial


A Rede de Supermercados Fluminense, com sede em Itaperuna, entrou com pedido de recuperação judicial nesta semana. O grupo possui 32 lojas distribuídas por municípios do Noroeste Fluminense, entre eles Itaperuna, Bom Jesus, Porciúncula, Natividade, Laje do Muriaé e Miracema. A rede mantém cerca de 2.200 empregos diretos e está entre as maiores empregadoras da região. Segundo a empresa, não houve demissões nem fechamento de unidades até o momento. As lojas continuam funcionando normalmente e os salários seguem sendo pagos em dia. O pedido busca renegociar dívidas com fornecedores e bancos. A medida tem como objetivo garantir a continuidade das operações.

Campos tem cerca de 350 lojas franquiadas


Dados da ABF apontam 202.444 operações de franquia no Brasil em 3.828 municípios em 2025. Levantamentos cruzados com informações da Abrasce e da CDL Campos estimam 350 lojas franqueadas ativas no município. Um shopping da cidade concentra uma parcela importante, com quase 40 franquias entre suas aproximadamente 140 lojas. Alimentação, saúde, farmácias, óticas, moda e beleza estão entre os principais segmentos. A estimativa coloca Campos entre os municípios fluminenses com maior presença de franquias fora da capital.

Nova loja no Centro de Campos vai vender bike elétrica

No Centro de Campos, enquanto algumas lojas encerram atividades, novos negócios continuam ocupando os espaços comerciais. O movimento mostra que o varejo passa por uma renovação de segmentos e formatos.

Um dos exemplos é a chegada de uma loja especializada em bicicletas elétricas e acessórios. A abertura acompanha a expansão do mercado de mobilidade elétrica, que vem ganhando espaço entre consumidores em busca de alternativas de transporte.

A nova loja também contribui para movimentar o comércio da região central e mostra como o cenário varejista está em constante transformação, com novos negócios surgindo enquanto outros deixam de funcionar.


Números mostram eleitor campista mais conservador

J3News ouviu cientistas políticos sobre o voto em Campos nas últimas eleições

POR LEONARDO PEDROSA
Análise|A partir de 2018, voto campista passou a acompanhar mais a direita (Foto: Silvana Rust)

Os números das últimas eleições mostram uma mudança no comportamento eleitoral dos campistas. Entre 2010 e 2024, Campos passou por diferentes ciclos políticos, com alternância de partidos e lideranças locais. No voto para presidente, a mudança ficou mais nítida a partir de 2018, quando candidatos identificados com a direita passaram a dominar a disputa. Ainda assim, os resultados para outros cargos mostram que reduzir o eleitor campista a “direita” ou “esquerda” simplificaria uma realidade marcada também por nomes, famílias políticas e avaliações de governo.

Em 2010, Dilma Rousseff (PT) foi a mais votada no primeiro turno, com 91.973 votos, seguida por José Serra (PSDB), com 76.991, e Marina Silva (PV), com 69.099. No segundo turno, Serra passou à frente e venceu por 124.141 a 110.731.

Em 2014, Dilma liderou novamente o primeiro turno, com 87.767 votos, contra 76.892 de Marina Silva (PSB) e 66.909 de Aécio Neves (PSDB). No segundo turno, venceu por 129.689 a 107.652.

A mudança mais clara ocorreu em 2018. Jair Bolsonaro (PSL) teve 131.431 votos, contra 40.355 de Fernando Haddad (PT). Em 2022, Bolsonaro chegou a 159.381 votos, enquanto Lula teve 93.871. No segundo turno, foram 171.999 votos para Bolsonaro e 100.427 para Lula.
Rodrigo Lira (Foto: Arquivo J3News)

Segundo os dados do TSE, houve uma mudança para a direita no voto presidencial campista a partir de 2018. Para o cientista político Rodrigo Lira, porém, isso não basta para definir todo o eleitorado.

“O que os números apresentados permitem afirmar com bastante segurança é que houve uma mudança muito expressiva no voto presidencial a partir de 2018 e que esse movimento permaneceu forte em 2022. Mas ainda seria precipitado transformar isso na definição de uma identidade política única do eleitor campista. Quando observamos as eleições municipais, a composição da Câmara e mesmo a votação de candidatos de diferentes campos políticos, aparece uma realidade muito mais plural”, afirma.

Lula ou Flávio?|Segundo os dados do TSE, houve uma mudança para a direita no voto presidencial campista a partir de 2018 (Fotos: Facebook)

Mudança também para outros cargos
Para governador, a mudança também aparece. Em 2010, Sérgio Cabral (PMDB) liderou em Campos, com 122.778 votos. Em 2014, Anthony Garotinho (PR) foi o mais votado, com 96.584. Em 2018, Wilson Witzel (PSC) liderou com 76.432 e, em 2022, Cláudio Castro (PL) chegou a 192.042, contra 40.383 de Marcelo Freixo (PSB).

No Senado, houve maior alternância. Lindbergh Farias (PT) liderou em 2010, com 124.798 votos. Em 2014, Romário (PSD) foi o mais votado. Em 2018, Flávio Bolsonaro (PSL) liderou, com 106.436, e, em 2022, Clarissa Garotinho (União) ficou em primeiro, com 107.239, seguida por Romário (PL) e Alessandro Molon (PSB).

Entre os deputados, o peso de nomes e grupos locais fica mais evidente. Anthony Garotinho (PR) liderou a disputa para deputado federal em 2010, Clarissa Garotinho (PR) em 2014 e Wladimir Garotinho (PRP) em 2018. Em 2022, Caio Vianna (PSD) esteve à frente.

Para deputado estadual, nomes ligados à política local também dominaram as primeiras posições. Roberto Henriques (PR) e Geraldo Pudim (PR) lideraram em 2010; Bruno Dauaire (PR) e Geraldo Pudim, em 2014; Abu (PPS) e Gil Vianna (PSL), em 2018. Em 2022, Rodrigo Bacellar (PL), seguido por Bruno Dauaire (União), e Thiago Rangel (Podemos).

O voto que muda
A ciência política recomenda cautela ao classificar os partidos brasileiros em uma única régua ideológica. Estudo de Bruno Bolognesi, Ednaldo Ribeiro e Adriano Codato, publicado na revista Dados, a partir de levantamento com 500 integrantes da Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP), identificou mudanças na posição ideológica de diferentes legendas e apontou movimento de parte do sistema partidário em direção à direita. A pesquisa também chama atenção para siglas cuja atuação é mais orientada pela conquista de votos e cargos do que por programas ideológicos definidos.

Na prática, isso aparece em Campos. Em 2018, Wladimir foi o deputado federal mais votado, seguido por Marcão Gomes (PR) e Caio Vianna (PDT). Em 2022, Caio passou à liderança, seguido por Juninho Virgílio (União), e Luis Carlos Gomes (Republicanos

Grupo local pode alterar o mapa eleitoral
A eleição municipal reforça essa diferença. Em 2020, Wladimir Garotinho, então no PSD, venceu a Prefeitura no segundo turno com 121.174 votos, contra 110.094 de Caio Vianna (PDT). Em 2024, já pelo PP, foi reeleito com 192.232 votos. Delegada Madeleine (União) ficou em segundo, com 67.354, e Professor Jefferson (PT) teve 13.222.

Entre os vereadores mais votados também aparecem diferentes campos políticos. Em 2024, lideraram Kassiano Tavares (PP), Thamires Rangel (PMB) e Marquinho Bacellar (União). Em 2020, Abdu Neme (Avante), Anderson de Matos (Republicanos) e Marquinhos Bacellar (Solidariedade) ficaram entre os primeiros. Em 2016, Marcão Gomes (Rede), Pastor Vanderly Mello (PRB) e Jorge Rangel (PTB) foram os mais votados.

Para Rodrigo Lira, o eleitor pode utilizar critérios diferentes conforme o cargo. “Na eleição presidencial entram com muita força temas nacionais, identidade política, economia, segurança, valores e avaliação dos grandes campos políticos. Na eleição municipal, a proximidade aumenta muito”, explica. Nesse caso, entram avaliação da administração, conhecimento pessoal do candidato, atuação nos bairros e distritos e vínculos com grupos políticos.
George Coutinho (Foto: J3News)

Eleitor pendular

A possibilidade de escolhas diferentes conforme o contexto também aparece na análise do cientista político George Coutinho. “Nesse sentido, não é incomum que um mesmo eleitor transite entre os dois lados do espectro político. No contexto contemporâneo, esse fenômeno também aparece na figura do chamado eleitor pendular: aquele que, em diferentes momentos, mostrou-se capaz de votar tanto em Lula quanto em Bolsonaro”, disse.

A história política de Campos traz exemplos. Em 2012, Rosinha Garotinho (PR) venceu a eleição para prefeita, enquanto Dr. Makhoul (PT) ficou em segundo. Em 2016, Rafael Diniz (PPS) venceu contra Dr. Chicão (PR), candidato da ex-prefeita Rosinha.

A trajetória da família Garotinho também ajuda a entender o cenário. Anthony Garotinho disputou a Presidência em 2002 pelo PSB e, após o primeiro turno, declarou apoio a Lula. Em 2014, como candidato ao governo do Rio pelo PR, esteve aliado nacionalmente à candidatura de Dilma Rousseff. A trajetória posterior aproximou o grupo do campo associado à direita, com apoio a Jair Bolsonaro e a Cláudio Castro em 2022.

“Garotinho transitou pelos dois lados do espectro político em sua biografia política e é, sem dúvida, um ator de indiscutível popularidade e uma espécie de arquiteto dos termos em que a cultura política local se organizou. Isso, evidentemente, revela uma dimensão de personalismo: um eleitorado que, a despeito das mudanças partidárias e programáticas de Garotinho, permanece, em alguma medida, fiel à sua figura”, afirma George.

Wladimir percorreu parte desse caminho em diferentes siglas. Foi eleito deputado federal em 2018 pelo PRP, passou pelo PSD e disputou as eleições municipais de 2020 e 2024 pela legenda. Em 2026, deixou a Prefeitura e se filiou ao PL para disputar novamente uma vaga na Câmara dos Deputados.

O eleitor campista tem lado?
O comportamento eleitoral também encontra respaldo em pesquisa do Núcleo Norte Fluminense do Observatório das Metrópoles. Em levantamento realizado em 392 domicílios da área urbana de Campos, em fevereiro e março de 2022, entre os entrevistados que declararam uma posição ideológica, 39,7% se identificaram com a direita, 31,6% com o centro e 28,7% com a esquerda. Ao mesmo tempo, 66,7% disseram não ter interesse por política e 21,7% não souberam ou não quiseram responder à questão ideológica.

A pesquisa identificou ainda elementos de conservadorismo na cultura política local, mas ressaltou o peso de fatores sociais, políticos e institucionais nessa formação.

Para George Coutinho, é necessário um levantamento específico e atualizado para definir com precisão um perfil do eleitor de Campos.

“É possível sustentar a existência de um comportamento pendular nas eleições majoritárias para a Presidência da República. A partir desse trabalho, realizado por meus colegas, podemos identificar uma tonalidade mais conservadora predominante no que diz respeito às escolhas valorativas e morais de parcela da população”, disse.

“É importante, contudo, não transformar essa constatação em uma caracterização definitiva do eleitor campista. O estudo nos oferece uma indicação relevante sobre determinados traços da cultura política local, mas não permite, por si só, estabelecer um perfil completo do comportamento eleitoral do município”, completa.

Os dados e as análises dos cientistas apontam, assim, para um eleitorado que pode escolher candidatos de diferentes campos conforme a eleição e o contexto. “Em vez de afirmar simplesmente que ‘Campos é de direita’ ou ‘Campos é de esquerda’, considero mais interessante dizer que Campos passou por uma clara mudança no seu padrão de voto presidencial a partir de 2018, sem que isso tenha eliminado a pluralidade e a lógica própria que historicamente caracterizam a política local”, resume Rodrigo Lira.


Três ex-prefeitos na disputa deste ano
A eleição de 2026 acrescenta outro elemento a essa história: três ex-prefeitos conhecidos da região tentam levar para o Legislativo a força política construída em seus municípios.

Carla Machado, ex-prefeita de São João da Barra por quatro mandatos, chegou à Alerj pelo PT em 2022, deixou a legenda em abril de 2026, ingressou no PSD e concorre novamente. Francimara Azeredo, ex-prefeita de São Francisco de Itabapoana, disputa uma vaga de deputada estadual pelo Solidariedade. Wladimir Garotinho, ex-prefeito de Campos, disputa uma vaga de deputado federal pelo PL, após deixar o cargo em abril deste ano.

Os partidos mencionados na reportagem correspondem às legendas pelas quais os candidatos disputaram as respectivas eleições.
J3News


Ranch Sorting une velocidade e estratégia na 41ª Expoagro

Competição reúne mais de 300 duplas em Praça João Pessoa

Concentração, estratégia e uma verdadeira corrida contra o tempo. Assim pode ser definida a disputa do Ranch Sorting, realizada neste sábado (19/09), durante a 41ª Exposição Agropecuária de São Francisco de Itabapoana, em Praça João Pessoa. A modalidade, que reúne habilidade e sintonia entre cavaleiro, cavalo e gado, traz sempre muita emoção para a programação.

A competição é disputada em duplas. Os participantes precisam separar e conduzir para dentro de uma espécie de curral os animais de acordo com a sequência numérica determinada pelo narrador. A prova começa a partir de um número definido aleatoriamente e, a partir dele, os competidores precisam buscar os demais animais em ordem crescente, no menor tempo possível.

Moradora de Porciúncula, Natália Duarte participa da modalidade há quatro anos e destaca que o Ranch Sorting representa muito mais do que uma competição.

“É um esporte que une a família e nos faz esquecer dos problemas. Quando monto no meu cavalo, esqueço que o mundo existe. É uma terapia”, contou.

De Italva, Manoel Victor Correia também encontrou no esporte uma nova paixão. Há dois anos, deixou a carreira como treinador de Tambor para se dedicar ao Ranch Sorting. Hoje, compartilha a experiência com o filho, que também compete.

“É a competição do momento e eu me encontrei. Estamos todos em família, sempre buscando a melhor colocação, mas nos divertindo, antes de tudo”, explicou.

Ao todo, 366 duplas participam da competição, sendo que 60 avançam para a final. A dupla que concluir o percurso no menor tempo fica com a vitória. A competição termina no final da tarde, com a divulgação dos vencedores.


A disputa também movimenta uma premiação de mais de R$ 36 mil, distribuída entre as categorias 1D, 2D, 3D e 4D, além das categorias Feminina e Infantil, contemplando competidores de diferentes níveis.

O Ranch Sorting é um esporte equestre de estilo western que teve origem nas fazendas dos Estados Unidos, onde os cowboys separavam o gado para procedimentos como medicação, marcação e outros manejos. Atualmente, a modalidade é realizada em uma pista no formato do número oito, conhecida como “dois redondéis juntos”.

A 41ª ExpoAgro é uma realização da Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico, em parceria com a Multti Entretenimento, com apoio da Águas do Rio, TurisRio, Secretaria de Estado de Turismo, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Ministério do Turismo, por meio do Sesc e do Senac.
AsCom

Espaço Kids garante diversão da criançada na 41ª ExpoAgro

Programação especial neste sábado (19/09) contou com brincadeiras, concurso de laçar boizinhos e Mini Fazendinha no Parque de Exposições
A tarde deste sábado (19/09) foi de muita diversão para a criançada na 41ª ExpoAgro de São Francisco de Itabapoana. Pais e responsáveis levaram os filhos para aproveitar o Espaço Kids, montado no Parque de Exposições de Praça João Pessoa, com programação especial preparada pela equipe de recreação da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Tecnologia (Smect).

A garotada participou do concurso de laçar boizinhos, que arrancou aplausos do público e revelou novos talentos do laço. Além da brincadeira que já é tradição, a programação contou com danças, brincadeiras lúdicas e visita à Mini Fazendinha, onde as crianças puderam ter contato direto com os animais.

Entre as famílias que curtiram o espaço estava Kenia Figueiredo, que levou a filha para aproveitar as atividades. “Achei muito legal essa programação para as crianças. O espaço foi muito bem aproveitado. Elas merecem essa estrutura. Isso mostra que a festa tem espaço para todo mundo, da criança ao adulto”, destacou.

Gisele Marques, que estava acompanhada do filho, também elogiou a iniciativa. “Vim hoje à tarde justamente por conta da área kids que vi na programação. A cada ano a prefeitura tem me surpreendido mais com toda essa estrutura. Isso enaltece muito o nosso município. A prefeitura está de parabéns, os secretários, todo mundo”, afirmou.

A programação no Espaço Kids continua neste domingo (20/09), com recreação e o show das Guerreiras do K-Pop, às 17h.

A 41ª ExpoAgro é uma realização da Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, em parceria com a Multti Entretenimento, com apoio da Águas do Rio, TurisRio, Secretaria de Estado de Turismo, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Ministério do Turismo, por meio do Sesc e do Senac.
AsCom