domingo, 26 de abril de 2026

Mais de 10kg de Haxixe são apreendidos durante ação policial e prejuízo ao tráfico é estimado em R$ 1 milhão

Apreensão foi realizada em ação integrada da Polícia Civil e PRF



Uma ação integrada entre a Polícia Civil e a Polícia Rodoviária Federal resultou na apreensão de cerca de 11 quilos de haxixe e na prisão de dois suspeitos de tráfico de drogas, na tarde de sexta-feira (24), no município de Casimiro de Abreu. O prejuízo estimado ao crime organizado ultrapassa R$ 1 milhão.

A ação teve início após informações de inteligência repassadas pela Polícia Civil do Espírito Santo, que indicavam o transporte de uma grande quantidade de entorpecentes em uma van modelo Renault Master, de cor prata, com destino àquele estado.

Com base nas informações, foi montado um cerco tático entra a Polícia Civil e a PRF. O veículo foi interceptado em um posto policial, onde os agentes realizaram a abordagem e revista. Durante a inspeção, foi encontrada uma bolsa escondida sob um colchão, contendo diversos invólucros da substância, que totalizaram aproximadamente 11 quilos de haxixe.

Os dois ocupantes do veículo, identificados pelas iniciais E.F.M. e W.B.A., foram presos em flagrante e encaminhados à 123ª DP.

Eles foram autuados pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, permanecendo à disposição da Justiça.
Mancheterj

Talento de Campos, Yasmin Queiroz é convocada para o Sul-Americano Sub-17

Divulgação
A técnica Rilany Silva definiu a lista final da Seleção Brasileira para a disputa do Sul-Americano Feminino Sub-17. Entre as convocadas está a campista Yasmin Queiroz, de 16 anos, que atualmente defende a Ferroviária e foi novamente convocada. A equipe estava concentrada na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), desde o dia 6 de abril, em fase de preparação que contou com 28 atletas.

Para o torneio, o Brasil contará com 22 jogadoras, conforme o regulamento. A equipe integra o Grupo B, ao lado de Equador, Peru, Venezuela e Uruguai. A estreia acontece neste sábado (25), contra a Venezuela.
Na primeira fase, as dez seleções foram divididas em dois grupos. As três melhores de cada chave avançam para a fase final. As duas primeiras colocadas disputam as semifinais, e as vencedoras garantem vaga na final e também na Copa do Mundo Feminina Sub-17.

Confira a lista da final:
Goleiras: Nathalia Cardoso (Corinthians) e Yasmin Loren (São Paulo).
Defensoras: Andreyna (Ferroviária); Elo Feijó (São Paulo); Kaillany Ranifah (Corinthians); Sofie Lottermann (Benfica-POR); Yasmin Queiroz (Ferroviária); Mari Martins (São Paulo) e Isadora Rech (Internacional).
Meio-campistas: Carol Melo (Corinthians); Gigi Pires (São Paulo); Helena Rodrigues (São Paulo); Mariana Candido (Grêmio); Pepê Souza (Corinthians); Pietra Lucci (São Paulo); Sarah Coelho (São Paulo) e Indy Kolster (FC Nordsjælland-DIN).
Atacantes: Leticia Pinho (Flamengo); Marcela Bontorim (Ferroviária); Nicolly Manuel (Flamengo); Sofia Gamonal (São Paulo) e Isabela Kotait (Flamengo).
Com informações da CBF

Dr. Herbert Sidney Neves recebe na quinta-feira a Medalha Tiradentes

Por Coluna do Balbi

Foto: Josh

O presidente e fundador do Grupo IMNE, o maior grupo de medicina privada da região, Dr. Herbert Sidney Neves, recebe na próxima quinta-feira (30), às 18h, no auditório anexo ao hospital Dr. Beda, a Medalha Tiradentes, a maior comenda da Assembleia Legislativa do Estado. A medalha foi proposta pela deputada Carla Machado.

Até o final do ano Campos terá 4 mals, sendo um com 40 lojas
Foto: César Ferreira

Até o final deste ano, Campos vai contar com quatro prédios que irão agrupar lojas comerciais e de prestação de serviços. Três destas ilhas de consumo estarão na área da BR-101 no seu perímetro urbano, e uma outra na Avenida Alberto Lamego, na proximidade da Uenf. Uma delas vai agrupar 40 lojas. Na verdade, serão quatro mals. Todos já estão viabilizados economicamente falando.

Município é área preferencial para indústria de energia e grande projeto está a caminho

Muito se fala em atrair indústrias para Campos, o que realmente é de suma importância. O que se pode adiantar é que, na área de energia, existe um grande projeto a caminho. Campos, por conta do gás natural, é a cidade que reúne as melhores condições para receber esses investimentos. Uma boa notícia sobre isso está a caminho.
Campos já tem laboratório de IA e grupo de pesquisa no IFF
Foto: Silvana Rust

O Instituto Federal Fluminense (IFF), com dois campi em Campos, embora não tenha um curso específico de Inteligência Artificial (IA), já conta com um laboratório específico nessa área, inclusive com um grupo de pesquisa formado por 12 professores. A IA, em suas diversas versões, está na pauta da academia em Campos e isso é bastante animador.

CDL realiza mais um Encontro Empresarial, desta vez para discutir registro de marcas


A Câmara de Dirigentes Lojistas de Campos (CDL) realiza nesta segunda-feira (27), em seu auditório, mais um Encontro Empresarial. O tema desta vez será o Registro de Marcas, que é considerado o ativo mais valioso das empresas. O tema será abordado pela advogada Ludimilla Vaz, especialista nessa área.

Cambuci terá a 11º edição do Festival Caminho do Açúcar


Cambuci será o próximo município a receber o Festival Caminhos do Açúcar, que chega à 11ª edição consolidado como uma vitrine da cultura, do turismo, da gastronomia e do artesanato do Norte e Noroeste Fluminense. O evento é realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Regional do Interior, pela Emater-Rio e pela FIPERJ, com correalização do Consórcio Público Intermunicipal de Desenvolvimento do Norte e Noroeste Fluminense. A 11ª edição será realizada na Praça da Matriz, em Cambuci, nos dias 16 e 17 de maio, com entrada gratuita.

Firjan promove encontro para debater reforma tributária


A Firjan Norte Fluminense promove no dia 29 deste mês o “Workshop Reforma Tributária na prática, impactos e como se preparar”. Um evento para esclarecer as principais mudanças da Reforma Tributária. Em Macaé, o workshop será ministrado no dia 30 de abril, às 9h, na Firjan Senai. O objetivo é traduzir o tema para a prática do negócio e orientar empresas sobre os próximos passos no regime de transição. O evento é gratuito e uma oportunidade de entender os impactos no negócio, tirar dúvidas com especialistas e estar preparado para as alterações previstas para este ano.

A valorização das terras em Campos


A quantidade de fazendas que foram vendidas ou arrendadas valorizou o preço das terras no município. Hoje quase não existem mais terras disponíveis e dois grandes negócios estão em andamento para mais plantios de eucalipto. Pode ser que tudo isso venha a resultar em investimento na área da indústria em médio prazo. Existem apostas dobradas neste sentido.

Atividade petrolífera atingiu pesca na região e Campos não exporta mais pargo para a Itália


Tem gente que afirma que os municípios produtores de petróleo não tiveram impacto algum com a atividade de extração de óleo e gás. Além do impacto social, que é imenso, existem muitos outros, como o da pesca. As primeiras plataformas de petróleo da Bacia de Campos tinham nomes de peixe, como Namorado, Anchova, Badejo entre outros. Só que por conta da atividade os peixes desapareceram na costa, minguando a pesca. Até 20 anos atrás, Campos exportava o peixe pargo para a Itália. Isso acabou.

Instituto Histórico com nova direção e velhos desafios

A históriadora Graziela Escocard assumiu a presidência do Instituto Histórico e Geográfico de Campos em março

Por Yan Tavares
Expectativa|Diretoria foi empossada no fim de março (Fotos: Divulgação)

Ser uma instituição mais ativa, acessível e conectada com a sociedade. Esse é o lema da nova gestão para o futuro do Instituto Histórico e Geográfico de Campos Goytacazes (IHGCG). A atual diretoria, empossada no fim do mês de março deste ano, tem a historiadora e pós-doutoranda em museologia, Graziela Escocard, na presidência, com Neila Ferraz como vice-presidente.

“Queremos ampliar o acesso ao conhecimento histórico, aproximando o Instituto das escolas, universidades e da população em geral, por meio de ações educativas, eventos abertos, produção de conteúdo e fortalecimento da presença institucional nos meios de comunicação e nas redes sociais”, pontua Graziela Escocard.

E acrescenta: “Também vamos investir na valorização dos nossos confrades, que são pesquisadores regionais atuantes, incentivando a produção e a difusão de estudos sobre Campos e sua região”, complementa.

Em seus primeiros dias como presidente do IHGCG, Graziela, que também é diretora do Museu Histórico de Campos desde 2013, comenta ainda sobre a falta de investimento na área da cultura e especialmente na preservação do patrimônio histórico da cidade:

“Sabemos que estamos encarando uma missão desafiadora. Assumimos o Instituto em um contexto de limitações, marcado pela falta de investimentos e pela pouca atenção histórica dedicada à preservação do patrimônio local. Isso impacta diretamente em instituições como a nossa, que desempenham um papel fundamental na construção da identidade e memória coletiva”, enfatiza.
Graziela Escocard

Apesar do panorama crítico permanente, a nova presidente do Instituto Histórico e Geográfico da cidade afirma que não vê a situação como impeditivo para avançar:

“Entendemos que esse cenário não nos paralisa. Ao contrário, nos convoca. Nosso compromisso é buscar parcerias, ampliar o diálogo com o poder público e a iniciativa privada, e mobilizar a sociedade para reconhecer a importância da memória e da cultura como pilares do desenvolvimento. Eu e a minha vice-presidente acreditamos que preservar a história de Campos é também projetar o seu futuro. E é com esse entendimento que iniciamos nossa gestão: responsabilidade, consciência dos desafios e, sobretudo, disposição para construir caminhos possíveis”, conclui Grazi Escocard.

Hoje, o Instituto Histórico e Geográfico de Campos não tem sede própria. O planejamento da nova gestão é alinhar uma parceria com a Casa de Cultura Villa Maria (Casa de Cultura da Uenf), para realização das reuniões da entidade.

A história
O Instituto Histórico e Geográfico de Campos dos Goytacazes (IHGCG) foi fundado em 19 de junho de 1980, por um grupo de estudiosos de história do município. De acordo com o historiador Genilson Soares, a história começa tendo à frente o jornalista Nilo Terra Arêas e o médico Almeida Gusmão, primeiro presidente da entidade. “A sede provisória era na Academia Pedralva Letras e Artes, no Palácio da Cultura”, relembra Genilson. Ele destaca ainda passagens importantes da entidade, resgatando a primeira paralisação nas atividades por quase 10 anos, e a mais longa, de quase duas décadas:

“Em 19 de julho de 1982, Nilo Terra Arêas foi eleito como segundo presidente da Instituição, mas faleceu em 13 de outubro do mesmo ano e o Instituto interrompeu suas atividades. Incentivado pelo campista João Rodrigues de Oliveira, o escritor e memorialista Waldir Pinto de Carvalho, que fez parte da diretoria do primeiro Instituto, reabriu a Instituição em 19 de julho de 1991, com sede no antigo espaço onde funcionou a Biblioteca Municipal na praça do Santíssimo Salvador, hoje Museu Histórico. A iniciativa de Waldir de Carvalho também teve vida curta e só funcionou por três anos”, diz.

E pontua: “Em 19 de julho de 2013, uma assembleia realizada no Museu Histórico restabeleceu a Instituição com a denominação de Instituto Histórico e Geográfico de Campos dos Goytacazes”, conclui.
J3News

Professor da Uenf ganha destaque internacional

Marcelo Souza identificou uma trajetória que reduz o tempo total da missão a Marte em quase um terço das estimativas atuais

Por Nelson Nuffer
Marcelo de Oliveira Souza (Foto: Josh)

Uma ideia simples, alimentada pela curiosidade de um professor de física mostrou para o mundo a importância da ciência produzida em Campos dos Goytacazes. Marcelo de Oliveira Souza, doutor em Cosmologia, professor e pesquisador da Universidade Estadual Norte Fluminense (Uenf) e diretor do Clube de Astronomia Louis Cruls, teve um artigo aceito pela revista Acta Astronautica, uma das mais prestigiadas publicações científicas da área espacial. O trabalho propõe um novo método para traçar rotas interplanetárias usando asteroides como referência e, como consequência, identificou uma trajetória que reduz o tempo total da missão a Marte em quase um terço das estimativas atuais.

Na última semana, a rotina do professor Marcelo teve uma reviravolta com a repercussão do artigo na mídia nacional. Para além dos cálculos orbitais, Marcelo vê nessa atenção ao artigo uma vitória para a ciência feita no interior do Estado. A visibilidade, segundo ele, tem um poder transformador sobre as novas gerações: “Imagina um garoto pensando: será que eu também consigo ter essa repercussão com ciência? Não precisa ser jogador de futebol. Ele pode conseguir isso fazendo pesquisa, descobrindo coisas novas.”

No dia 14 de abril, ele esteve em dois programas da J3TV, o Manhã J3 e o Vox PopCast, detalhando e tirando dúvidas sobre essa pesquisa que teve início de forma casual, em 2015, enquanto analisava catálogos de asteroides com risco de aproximação da Terra. Foi quando identificou o CA21, asteroide cuja trajetória em 2020 passava próximo à Terra e depois à Marte em pouco mais de 30 dias. “Eu comecei a imaginar: a gente dava oito meses para fazer essa viagem. Será que não é possível usar essa trajetória como referência?”, conta.
Planeta vermelho|Estudo diminui em até 1/3 o tempo de viagem (Foto: Freepik)

Janela de 2031
Viagens a Marte só são viáveis durante as oposições, alinhamento que ocorre a cada 26 meses. Marcelo testou as janelas de 2027, 2029 e 2031, mas só a última apresentou resultados compatíveis com a tecnologia atual. “Para 27 e 29, eu até conseguia trajetórias rápidas, mas exigiam velocidades que ainda não temos. Em 31, deu certo: 56 dias para ir, 35 dias de estadia e 135 dias para voltar”, afirma.

O motivo é geométrico, pois as órbitas elípticas fazem com que cada oposição seja única. A configuração de 2031 é a que mais se assemelha à do asteroide CA21 em 2020. “A geometria desses encontros se aproxima. Por isso consegui um bom resultado”, explica. Um detalhe curioso: a versão da órbita usada no estudo já não está mais disponível nos bancos da Nasa, foi substituída por observações mais refinadas. “Se eu não tivesse guardado aqueles dados há dez anos, não conseguiria repetir o trabalho hoje”, comenta.

Avaliação e desafios
O caminho até a aceitação do artigo passou pelo crivo rigoroso da Acta Astronautica. Foram seis meses de avaliação por dois revisores anônimos, especialistas na área. “Não houve questionamento sobre os resultados, mas precisei ajustar a forma de apresentação. A ciência funciona assim: você publica para ser julgado pelos pares”, ressalta.

Marcelo reforça que o ineditismo do trabalho está no método, não apenas na rota encontrada. “Para publicar em qualquer revista científica, precisa ter novidades. E essa é a novidade: usar órbitas de asteroides para fazer viagens rápidas. A solução para 2031 é uma consequência disso”, afirma.
Fonte:J3News

212 mil campistas em programas sociais

Apesar de saldo positivo da empregabilidade, município mantém dependência social

Março de 2026|O J3News flagrou longas filas durante mutirões de recadastramento de CadÚnico em Campos (Fotos: Silvana Rust)

Às vésperas do Dia do Trabalhador, celebrado em 1º de maio, Campos apresenta um retrato complexo do mercado de trabalho e da realidade social. De um lado, o município mantém saldo positivo na geração de vagas, puxada principalmente pelo setor de serviços. De outro, quase metade da população está no Cadastro Único (CadÚnico), principal porta de acesso a programas sociais no país.

Em dezembro de 2023, Campos atingiu o recorde de 237,7 mil pessoas inscritas no CadÚnico. Em março deste ano, o número era de 212,1 mil campistas, o equivalente a 40,9% da população, segundo estimativa do IBGE de 2025, que 519 mil habitantes no município. Hoje, Campos ocupa a 6ª posição no Estado do Rio em número absoluto de cadastrados.
Multidão|Prefeitura realizou o recadastramento do CadÚnico em março

Os dados mostram que mais de 93 mil famílias estão inscritas no Cadastro Único em Campos. Desse total, 55,3% recebem o Bolsa Família, beneficiando cerca de 132 mil pessoas, com valor médio de R$ 685,29. O número de famílias atendidas pelo programa no município cresceu de forma expressiva nos últimos anos: eram 38.883 em 2020 e passaram para 51.640 em 2026, um aumento de 32,8%. Além disso, quase um quarto das famílias cadastradas possui algum integrante que recebe aposentadoria, pensão ou o Benefício de Prestação Continuada (BPC), com sobreposição de diferentes formas de renda para garantir a subsistência.

Ao mesmo tempo, o cadastro revela que 46,9 mil pessoas trabalham, sendo 22,7 mil com carteira assinada e 20,1 mil por conta própria, o que desmonta a ideia de que estar no CadÚnico significa, necessariamente, estar fora do mercado de trabalho.

Onde estão as vagas
Segundo o painel Retratos Regionais, elaborado pela Firjan, o setor de serviços foi o que mais gerou empregos em Campos em 2025, com saldo positivo de 1,8 mil vagas. O segmento de alimentação liderou, com 595 postos criados, seguido pelo comércio, com 307 vagas.
Jonathas Goulart (Foto: Vinícios Magalhães)

De acordo com Jonathas Goulart, gerente de Estudos Econômicos da Firjan, o mercado local mantém dinamismo próprio. “De forma geral, o mercado de trabalho brasileiro apresentou uma desaceleração nos últimos meses. Em Campos, no entanto, o cenário mantém características próprias: o setor de serviços segue como protagonista, impulsionado justamente por sua alta demanda por mão de obra. Apesar do ritmo mais moderado, o mercado local ainda se mostra aquecido — tendência que deve persistir nos próximos meses. A expectativa é de continuidade na geração de oportunidades, sobretudo em atividades mais intensivas em trabalho, que exigem maior contingente de profissionais e sustentam a dinâmica econômica da região”, afirmou.

Além do desemprego, especialistas chamam atenção para o crescimento do número de pessoas em situação de desalento, aquelas que estão fora do mercado e deixaram de procurar trabalho. Segundo o IBGE, só é considerado desempregado quem não trabalha e está em busca ativa de emprego. Quem não procura, por diferentes razões, fica fora dessa estatística, embora permaneça em condição de vulnerabilidade.

Novíssima informalidade
A presença de trabalhadores no CadÚnico também dialoga com estudos acadêmicos que analisam as mudanças recentes no mundo do trabalho. Pesquisas desenvolvidas pela Universidade de São Paulo (USP) apontam que a chamada “novíssima informalidade”, marcada pela plataformização e pela gestão por aplicativos, tem ampliado vínculos instáveis e reduzido a proteção social, aumentando a vulnerabilidade de parte dos trabalhadores.
Valter Martins (Foto: Arquivo Pessoal)

Para o doutor em Serviço Social e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Valter Martins, o crescimento do CadÚnico não pode ser interpretado apenas como ampliação da vulnerabilidade social. “Esse número não reflete apenas aumento da pobreza, embora ele também expresse o agravamento das condições de vida de parte da população, sobretudo após os efeitos sociais e econômicos da pandemia. É preciso considerar que o cadastro passou por um processo de ampliação muito significativo. Portanto, o crescimento do número de cadastrados também está relacionado à ampliação do acesso a direitos, à entrada de novos públicos, aos processos de recadastramento e revisão cadastral. No caso de Campos, esse recorde revela, ao mesmo tempo, a persistência de desigualdades e vulnerabilidades sociais, mas também a centralidade que o Cadastro Único assumiu como porta de entrada para políticas públicas e direitos sociais para a população”, explicou.
Marcos Pedlowski (Foto: Divulgação)

Problemas estruturais
Na avaliação do geógrafo e professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) Marcos Pedlowski, os números do CadÚnico refletem problemas estruturais históricos do município. “Um primeiro aspecto que me parece necessário de abordar é o fato de que não se tocou na estrutura agrária concentrada que foi geral pelo processo colonial, mantendo-se inalterada assim a estrutura social na qual o modelo escravagista se apoiou. Em segundo lugar, há que se constatar o fato de que os diferentes ciclos de riqueza não resultaram em processos efetivos de distribuição da renda e da criação de oportunidades. Por último, eu diria que o município não possui oportunidades reais de emprego para largos segmentos da população. Os empregos que aparecem são muitas vezes temporários, de baixa qualidade e insuficientes. Nesse sentido, os números do CAdÚnico são apenas um espelho dessa ordem. Mas, pior, da sua cristalização e perpetuação”, afirmou.

Conforme Pedlowski, o perfil dos cadastrados, com maioria de pessoas pretas, mulheres como responsáveis familiares e baixa escolaridade, não é casual. “Sem enfrentar a estrutura histórica da desigualdade racial e social, como esperar que algo seja diferente? Enquanto não se alterar a estrutura social não há como se pensar em uma diminuição da dependência das parcas formas de mitigação da pobreza que o Estado brasileiro desenvolveu para, grosso modo, diminuir as tensões que o modelo socialmente segregado gera”, analisou.

Entrada x saída
Fazendo o recorte somente do Bolsa Família no país, um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) de 2025, aponta que, entre 2014 e 2025, houve um saldo positivo de saída, com mais beneficiários deixando o programa do que entrando. A pesquisa destaca que mais de 60% dos beneficiários de 2014 deixaram o Bolsa Família até 2025, com taxas maiores (até 71,25%) entre jovens de 15 a 17 anos.

Ações e desafios
A reportagem também procurou a Prefeitura de Campos. Em nota, A Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania avalia que o elevado número de famílias atendidas pelo Cadastro Único reflete a diversidade de perfis em situação de vulnerabilidade em Campos, muitas vezes com diferentes fontes de renda, como benefícios sociais, aposentadorias, pensões e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Segundo a pasta, o principal desafio é o acompanhamento contínuo dessas famílias, a atualização cadastral e a ampliação do acesso aos serviços socioassistenciais, especialmente nos territórios com maior demanda.

A Secretaria destaca que o Cadastro Único cumpre hoje um papel ampliado, funcionando como principal porta de entrada para políticas públicas e direitos sociais, e não apenas como instrumento de enfrentamento à pobreza extrema. A presença de pessoas com vínculo formal de trabalho no cadastro, segundo o órgão, não representa distorção, mas o reconhecimento de diferentes faixas de renda dentro dos critérios federais.

Em relação ao Bolsa Família, a pasta ressalta a existência de mecanismos de proteção para famílias que ingressam no mercado de trabalho, permitindo a permanência temporária no programa com parte do benefício, favorecendo uma transição mais segura até a estabilização da renda. No âmbito municipal, o Cartão Goitacá, que tem 20 mil beneficiários, é apontado como estratégia complementar para a segurança alimentar, integrada às políticas federais. A Secretaria afirma ainda que o crescimento no número de inscritos desde 2020 está associado tanto aos impactos da pandemia quanto à ampliação do acesso da população às políticas públicas, reforçando o papel do Cadastro Único como instrumento de inclusão social e garantia de direitos.

Em março, o J3News flagrou longas filas de jovens e idosos durante mutirões de recadastramento, cenário comum em ações do tipo, muitas vezes marcadas por pessoas que passam a noite em busca de atendimento. O episódio evidenciou a dimensão da demanda por acesso a benefícios e atualização cadastral.

Pouco mais de cinco anos após a reportagem “Campos tem 45 mil famílias na extrema pobreza”, publicada em outubro de 2020 pelo J3News, os números do CadÚnico indicam crescimento do contingente em situação de vulnerabilidade. A análise dos especialistas sobre o retrato de Campos revela um desafio central: crescer em vagas não significa, necessariamente, reduzir a pobreza.

Entidades produtivas do RJ entregam manifesto em defesa do pacto federativo ao Congresso Nacional ao deputado federal Marcelo Queiroz

 

 Os presidentes Vinicius Mesquita (SISCOOP/RJ), Robson Carneiro (FACERJ) e Guilherme Abreu (FC&VB-RJ) em ato de entrega do manifesto ao deputado federal Marcelo Queiroz (de azul). Assessoria FACERJ/ ACIC

Representantes de diversas entidades dos setores produtivos do Estado do Rio de Janeiro entregaram, na última quarta-feira (22), na sede da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Rio de Janeiro (FACERJ), o manifesto “Em Defesa do Rio de Janeiro e do Pacto Federativo” ao deputado federal Marcelo Queiroz (PSDB), presidente da Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados. Segundo as entidades, a eventual mudança nas regras pode resultar em perdas estimadas em cerca de R$ 7 bilhões por ano para o estado e seus municípios produtores, acumulando até R$ 70 bilhões em uma década. 

O documento foi assinado pela Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Rio de Janeiro (FACERJ), pela Organização Nacional da Indústria do Petróleo (OMPETRO), pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ), pela Associação Brasileira das Empresas da Economia do Mar (ABEEMAR), pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado do Rio de Janeiro (SESCOOP/RJ) e pela Federação de Convention & Visitors Bureaux do Estado do Rio de Janeiro (FC&VB-RJ). O presidente da ACIC, Maurício Cabral, que é vice-presidente regional do Norte Fluminense da FACERJ, foi o responsável pela sugestão da promoção desta agenda. 

O manifesto alerta para os impactos do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4917, previsto para ser discutido no próximo dia 6 de maio no Supremo Tribunal Federal (STF), quando vão tratar da redistribuição dos royalties do petróleo. A mudança nas regras pode resultar em perdas estimadas em cerca de R$ 7 bilhões por ano para o estado e seus municípios produtores, acumulando até R$ 70 bilhões em uma década. 

Para o presidente da FACERJ, Robson Carneiro, a mobilização é uma resposta à gravidade do tema. “Não estamos tratando de uma disputa técnica ou jurídica isolada. Estamos falando de uma decisão que impacta diretamente a capacidade do Estado de investir em áreas essenciais. Retirar esses recursos é comprometer o futuro de milhões de cidadãos fluminenses”, afirmou. 

O deputado federal Marcelo Queiroz (PSDB-RJ) reforçou a preocupação com os impactos da redistribuição. “O Estado do Rio de Janeiro é responsável por 90% da produção de petróleo do país e, nada mais justo, que os repasses dos royalties fiquem no estado produtor de origem, com o objetivo de compensar financeiramente os impactos da exploração. A aprovação da Lei 12.734/12 gera uma perda exorbitante para o RJ, podendo afetar profundamente áreas como a educação e saúde, além de prejudicar o pacto federativo”, destacou. 

O Secretário Executivo da OMPETRO, Marcelo Neves, ressaltou a importância da mobilização conjunta. “É muito importante, neste momento, o apoio de todas as instituições representativas do Estado do Rio de Janeiro”, declarou. 

O documento destaca que a discussão ultrapassa o campo jurídico e envolve consequências diretas sobre serviços essenciais, como saúde, educação e segurança pública, além de investimentos estruturantes. As entidades defendem que os royalties têm caráter indenizatório, destinados a compensar impactos ambientais, sociais e econômicos decorrentes da exploração de petróleo. 

Representando o Sistema OCB/RJ, Vinícius de Oliveira Mesquita, enfatizou a articulação institucional em torno da pauta. “Destaco principalmente a iniciativa do presidente da FACERJ, Robson Carneiro, pela capacidade de, com brevidade, movimentar uma série de instituições na defesa dos interesses do Rio junto à exploração de petróleo e seus impactos. Saímos todos imbuídos de garantir que as compensações da exploração desta riqueza não sejam retiradas, o que prejudicaria imensamente a economia de nossa terra. Agradeço também ao empenho do deputado Marcelo Queiroz pelo compromisso com a pauta e a defesa dos interesses do Rio. Contem com o apoio do Sistema OCB/RJ nesta caminhada”, afirmou. 

Outro ponto central do documento é o argumento de que a Lei nº 12.734/2012 contraria a Constituição Federal ao alterar a distribuição desses recursos, desconsiderando o direito dos estados produtores à compensação financeira. O texto também ressalta que o Rio de Janeiro já enfrenta perdas históricas na arrecadação de ICMS sobre combustíveis, o que agrava ainda mais o cenário fiscal, comentou o presidente da Associação Comercial e Industrial de Campos (ACIC), Maurício Cabral, que também é vice-presidente regional do Norte Fluminense da FACERJ, que destacou a importância desta mobilização das entidades em prol ao desenvolvimento dos municípios produtores. 

Na avaliação do presidente da FC&VB-RJ, Guilherme Abreu, os reflexos também atingem o setor de turismo e eventos. “Menos recursos significam menor capacidade de investimento em infraestrutura e promoção do destino. Isso compromete a competitividade do estado e impacta diretamente a atração de eventos, negócios e visitantes”, afirmou. 

As instituições signatárias solicitam o apoio do parlamentar junto aos ministros do STF para que seja reafirmado o pacto federativo e reconhecida a inconstitucionalidade da legislação em debate. O manifesto também propõe uma análise mais ampla das distorções fiscais enfrentadas pelo estado ao longo das últimas décadas. 

Fonte:Jô Siqueira


sábado, 25 de abril de 2026

Esporte em São Francisco segue avançando e sendo valorizado

O esporte está ganhando cada vez mais espaço em São Francisco de Itabapoana. Com investimentos e parcerias importantes, a prefeitura vem fortalecendo tanto a realização de competições quanto a melhoria da estrutura esportiva, criando um ambiente mais digno para atletas e incentivando a participação da população em diferentes modalidades.


Eventos como o Tour São Francisco, a corrida ciclística, a Guaxi Run e a tradicional Copa Verão mostram que o município está em movimento. Além disso, o campeonato de futebol amador segue valorizando talentos locais e movimentando comunidades inteiras. Durante o verão, as praias também viram palco de diversas atividades esportivas, muitas delas realizadas em parceria com o Sesc Verão, ampliando o acesso ao esporte e ao lazer.


Na parte estrutural, os avanços também são visíveis. O campo de futebol de Barra do Itabapoana recebeu melhorias, assim como a implantação de campo de grama sintética e quadra, ampliando as opções para prática esportiva. Outro destaque é a reforma do Estádio Nelson Silva, o conhecido Campo do Fiinho, em Guaxindiba, que vem sendo revitalizado para melhor atender atletas e torcedores. O município também investe na recuperação de espaços importantes, como o Ginásio Poliesportivo Florecilda Cerqueira Azevedo, em Volta Redonda, que já teve a reforma dos vestiários concluída e segue com obras na área externa.


Para o secretário de Esporte, Luiz Eduardo Pereira, o município já avançou bastante e segue olhando para frente. “A expectativa é que este ano seja ainda melhor, mesmo com as dificuldades. Seguimos trabalhando para fortalecer o esporte, ampliar as oportunidades e levar mais qualidade de vida para a população”, destacou.


AsCom

Quando a amizade começa a te fazer mal: sinais e como se proteger

A amizade é uma das formas mais bonitas de afeto que podemos viver. Estar ao lado de alguém que nos entende, nos apoia e celebra nossas conquistas é um privilégio. No entanto, nem todas as amizades são saudáveis — e, às vezes, aquela pessoa que sempre esteve por perto começa a nos causar mais dor do que alegria.

Perceber que uma amizade está te fazendo mal pode ser confuso e doloroso. Mas ignorar os sinais pode custar sua saúde emocional, sua paz e até sua autoestima.

O que caracteriza uma amizade tóxica?
Uma amizade se torna prejudicial quando deixa de ser um espaço de apoio mútuo e passa a ser fonte constante de desgaste, manipulação, inveja ou competição. Nessas relações, o equilíbrio se perde: um lado se doa demais, enquanto o outro só consome.

Alguns comportamentos típicos de amizades que te fazem mal:

Competição disfarçada: a pessoa não celebra suas conquistas, tenta te diminuir ou sempre quer “provar” que está melhor que você.

Críticas frequentes: ela faz piadas cruéis, te julga constantemente ou ridiculariza suas escolhas — tudo “em nome da sinceridade”.

Desvalorização emocional: quando você precisa de apoio, ela some ou minimiza sua dor.

Manipulação e chantagem emocional: te faz sentir culpada por dizer “não” ou ter outros amigos, como se você devesse lealdade absoluta.

Inveja camuflada: ela diz estar feliz por você, mas age com frieza, ironia ou distância quando algo bom acontece na sua vida.

Dependência emocional: exige sua atenção o tempo todo, te suga emocionalmente e não respeita seus limites.

Sinais de que a amizade está te prejudicando

Você se sente cansada ou esgotada depois de conversar com ela.

Fica ansiosa e tensa antes de encontrar essa pessoa.

Sai dos encontros se sentindo diminuída, confusa ou culpada.

Sente que precisa “pisar em ovos” para evitar conflito.

Percebe que está sempre se desculpando ou se explicando.

Tem medo de se afastar, mesmo sabendo que está sendo machucada.

Esses são indícios claros de que a relação está desequilibrada — e te afetando mais do que ajudando.

Por que é tão difícil se afastar?
A dificuldade de se afastar de uma amizade que faz mal vem, muitas vezes, do apego à história construída, do medo de magoar o outro ou da culpa por “abandonar” alguém. Às vezes, essa amizade foi importante em algum momento, e é doloroso admitir que ela deixou de ser saudável.

Mas é importante lembrar: relacionamentos mudam — e algumas conexões perdem o sentido quando deixam de respeitar quem você é hoje.
Como lidar com uma amizade que te faz mal

Reconheça seus sentimentos
Permita-se aceitar que aquela amizade não está mais te fazendo bem. Validar sua dor é o primeiro passo.

Estabeleça limites
Você não precisa romper imediatamente. Às vezes, reduzir o contato, dizer “não” com mais firmeza ou evitar certos assuntos já ajuda.

Converse, se possível
Se houver abertura, exponha com clareza e respeito como você se sente. Às vezes, a pessoa nem percebe o impacto das atitudes dela.

Cuide da sua saúde emocional
Cerque-se de pessoas que te valorizem, te ouçam, torçam por você. A presença certa cura o que a presença errada adoeceu.

Considere o afastamento definitivo
Se nada muda, ou se a amizade só gera desgaste, se afastar pode ser necessário — e libertador. Cortar laços não é maldade, é maturidade.

Conclusão
Você merece estar rodeada de pessoas que te fortaleçam, não que te esvaziem. Amizade é troca, é leveza, é cuidado com Photoacompanhantes. Quando deixa de ser isso, é sinal de que algo precisa mudar. Dizer adeus a uma amizade que te faz mal pode ser doloroso no começo, mas abrirá espaço para relações mais saudáveis, sinceras e recíprocas. E você merece esse tipo de conexão.

Fonte: Izabelly Mendes.

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Aneel define que maio terá bandeira tarifária amarela

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou hoje (24) que a bandeira tarifária em maio será amarela, com um acréscimo nas contas de luz para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

Segundo a Aneel, a decisão foi tomada devido à redução de chuvas na transição do período chuvoso para o seco, o que leva a uma geração hidrelétrica menor e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado.

“Em consequência, os consumidores de energia elétrica terão custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos”, explicou a agência reguladora.

A conta de luz está com bandeira verde, sem acréscimo, desde janeiro, definida devido às condições favoráveis de geração de energia, com os reservatórios das usinas hidrelétricas em níveis satisfatórios.

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica.

Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

A cada mês, as condições de operação do sistema de geração de energia elétrica são reavaliadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que define a melhor estratégia de geração de energia para atendimento da demanda e traça uma previsão de custos a serem cobertos pelas bandeiras.

As cores das bandeiras tarifárias são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta tem acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido.

Os valores cobrados são os seguintes:bandeira amarela, com condições de geração menos favoráveis, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumido;
bandeira vermelha, no Patamar 1, com condições mais custosas de geração, a tarifa sofre acréscimo de R$ 4,46 para 100 quilowatt-hora kWh consumido;
bandeira vermelha, no Patamar 2, as condições de geração são ainda mais custosas, com acréscimo na tarifa de R$ 7,87 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido.
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