quarta-feira, 19 de março de 2014

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Audiência Pública debate a questão das queimadas da cana

Preocupação. As queimadas na região preocupam o procurador Eduardo Santos de Oliveira
                                         Fernanda Moraes

Acontece nesta quarta-feira, a partir das 13h, no auditório da Universidade Candido Mendes (Ucam), a audiência pública "Repensando as queimadas: a cana como fator de desenvolvimento humano". O evento, promovido pelo Ministério Público Federal (MPF), pretende debater os efeitos das queimadas à saúde e ao meio ambiente. Na opinião do MPF, a cana, que tem grande importância na economia local, deve contribuir para uma melhor qualidade de vida dos produtores e população em geral.

Foram convidados representantes do Ministério Público do Trabalho, Ibama, Ministério do Trabalho e Emprego, Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), Hospital Ferreira Machado (HFM), Cooperativa Agroindustrial do Estado do Rio de Janeiro (Coagro) e da Associação Fluminense dos Plantadores de Cana (Asflucan).

O presidente da Coagro, Frederico Paes, disse que há muitos anos esperava pela audiência. "Será a oportunidade de debater o tema com órgãos competentes e a população", disse ele, destacando que tem trabalhado intensamente para acabar com as queimadas.

Coagro avança no cronograma

Ainda segundo Frederico Paes, a Coagro é a que mais tem avançado nas exigências feitas pela Lei estadual 5.990, que prevê a eliminação gradativa da queimada. "Um exemplo é o projeto de reabertura da Usina Sapucaia, onde toda cana plantada será colhida sem a queima". 

A audiência foi convocada pelo procurador da República, Eduardo Santos de Oliveira, responsável pelo procedimento que investiga possíveis danos à atmosfera, incidência de doenças cardiovasculares e respiratórias, além de prejuízos ao ecossistema e ao solo, como consequência da queima de cana na região.

Declínio - Importante centro sucroalcooleiro na segunda metade do século passado, o Norte Fluminense viu a atividade entrar em declínio em meados da década de 1970, quando diversos fatores contribuíram.

Entre os principais estariam a baixa produtividade, a competição entre as próprias usinas, que passaram a competir cada vez mais por menos cana, e o sucateamento da indústria, que não acompanhou a evolução observada nos novos centros produtores, como o interior de São Paulo e a região Centro Oeste. O estado do Rio de Janeiro produz hoje menos de 1% da cana-de-açúcar do país.

Fonte: O Diario
Foto: Carlos Emir e Arquivo