A ação foi realizada por ocasião do dia da luta antimanicomial (18 de maio) que celebra a substituição gradativa dos manicômios por clínicas psiquiátricas com tratamentos especializados.
Na praça principal da Igreja Matriz, foram realizadas dinâmicas com os pacientes, palestras, além de instruções e folhetos chamando a atenção para a importância da inclusão social dos portadores de doenças mentais.
A Assistente social do Caps (Centro de Assistência e Promoção Social) Hélia Simões comentou sobre a luta antimanicomial. “Esta é uma data importante, pois é tempo de nos conscientizarmos sobre o valor dos trabalhos terapêuticos e a inclusão social”, declarou.
Na oportunidade, o secretário de Saúde, Jaime Tinoco, ratificou o comprometimento da secretaria em oferecer o acesso à saúde a toda a população.
Dia da Luta antimanicomial
A Reforma Psiquiátrica, definida pela Lei 10216 de 2001 (Lei Paulo Delgado), tem como diretriz a reformulação do modelo de Atenção à Saúde Mental, transferindo o foco do tratamento que se concentrava na instituição hospitalar para uma rede de atenção psicossocial, estruturada em unidades de serviços comunitários e abertos.
As condições da saúde mental no Brasil evoluíram, porém, a Luta Antimanicomial não parou. Ainda são feitas manifestações em todo o país no dia 18 de maio para que se mantenha vivo o cuidado com os doentes. E para que fique claro que eles não devem ser excluídos da sociedade e maltratados como eram antigamente mas sim orientados e acompanhados para que possam encontrar seu lugar no mundo.
Dia da Luta antimanicomial
A Reforma Psiquiátrica, definida pela Lei 10216 de 2001 (Lei Paulo Delgado), tem como diretriz a reformulação do modelo de Atenção à Saúde Mental, transferindo o foco do tratamento que se concentrava na instituição hospitalar para uma rede de atenção psicossocial, estruturada em unidades de serviços comunitários e abertos.
As condições da saúde mental no Brasil evoluíram, porém, a Luta Antimanicomial não parou. Ainda são feitas manifestações em todo o país no dia 18 de maio para que se mantenha vivo o cuidado com os doentes. E para que fique claro que eles não devem ser excluídos da sociedade e maltratados como eram antigamente mas sim orientados e acompanhados para que possam encontrar seu lugar no mundo.





















