Seleção fez uma partida discreta, abusando das bolas aéreas e deu muitos espaços na defesa. Neymar foi o destaque do jogo.
Assim que terminou o jogo, torcedores invadiram a Pelinca para comemorar a vitória brasileira.
Em São Francisco de Itabapoana, muita gente comemorou a vitória da Seleção Brasileira.
Nós não poderíamos ficar de fora
“Foi sofrido, mas foi gostoso. A gente tá que sempre querendo mais da nossa seleção. O importante é que vencemos”, disse o vendedor Cláudio dos Santos.
“Acertei o placar. Disse a meu namorado que venceríamos de 3 a 1. Ele só ficou com ciúmes porque eu elogiei muito o Davi Luís. Sempre comemorei as vitórias da seleção aqui na Pelinca”, disse a comerciária Elisângela Nunes.
O jogo
A Seleção, na realidade, fez uma partida discreta, abusando das bolas aéreas, na ausência de criatividade, e falhou repetidas ocasiões atrás, oferecendo oportunidades à equipe europeia.
O Brasil começou sem saber como superar o esquema defensivo da Croácia, e essa executando com perfeição os contra-ataques, deixando a zaga quase sempre atrapalhada, daí o gol de Marcelo, contra, logo aos 10 minutos. Mas a equipe quadriculada recuou excessivamente, permitindo que o Brasil tivesse a posse da bola, e encontrasse até, por isso, espaços na área.
Apesar disso, as melhores oportunidades surgiram de fato com chutes longos, o primeiro de Oscar, para bela defesa de Pletikosa, e o segundo de Neymar, que entrou no cantinho direito, graças também à falha do goleiro. Daí em diante, o Brasil avançou a marcação, e passou a ter efetivamente o controle da partida, dado que os croatas já não ousavam sair da toca. Na realidade, e essa era a expectativa para a etapa final, se teimassem em jogar apenas na retaguarda, como time pequeno, acabariam perdendo.
No entanto, mudaram ligeiramente a postura, ora tentando tocar trocar passes, ora tentando surpreender com saídas em velocidade. A prioridade, porém, era gastar o tempo, considerando, assim, que o empatezinho um ótimo resultado, principalmente depois dos 15 minutos. Luiz Felipe Scolari substituiu Paulinho e Hulk por respectivamente Hernanes e Bernard, mas a principal dificuldade do time – penetrar na área adversária – seguia aparente.
Aos 24, Fred disputou uma bola com Lovren, e o árbitro japonêsYuchi Nishimura assinalou pênalti equivocadamente, alegando que o zagueiro havia puxado o atacante. Os croatas, é claro, reclamaram muito, e com razão, mas sem efeito. Neymar cobrou à direita. Pletikosa acertou o canto, e Pletikosa ainda tocou na bola, mas essa entrou: 2 a 1.
A Croácia também fez mudanças. E ainda buscou o empate. Aos 38, o árbitro deu falta de Olic em Júlio César num lance que acabou em gol. Dessa vez, porém, a marcação foi correta. Aos 45, Oscar, com um chute certeiro de fora da área, fez 3 a 1. Seria um exagero afirmar que a vitória foi injusta, mas não convenceu. Quem sabe o time pode melhorar para a próxima.
Fonte: Campos 24 Horas/Show Francisco






















































