A categoria vai participar de uma assembleia hoje de onde deve sair em estado de greve

Os professores da rede municipal de ensino podem entrar em greve a partir do próximo mês. Nesta terça-feira (11), a categoria participará de uma assembleia junto ao Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) de onde deve sair em estado de greve. O objetivo da paralisação é pressionar a prefeitura a conceder a revisão anual dos vencimentos dos servidores. A assembleia vai acontecer a partir das 17h30 na sede do Sindicato da Cedae, na Rua do Ouvidor.
Segundo uma das organizadoras do movimento, a professora Luciana Eccard, a assembleia será aberta ao público. Como Sepe é o sindicato apenas dos profissionais de educação, as demais categorias de servidores devem promover outra reunião com o Siprosep para também entrarem em estado de greve. “Para que a greve aconteça legalmente, com os nossos direitos preservados, um sindicato que represente a categoria deve fazer essa mediação entre os profissionais e o poder público. Além disso, precisamos entrar em estado de greve antes de interromper o serviço. Por isso vamos promover essa assembleia. Estamos orientando outras categorias a também se reunirem para discutir quais serão suas ações”, explicou.
A Prefeitura de Campos tem até o final de maio para conceder a revisão anual dos vencimentos dos servidores municipais. Caso a reivindicação não seja atendida até o dia 30, os professores devem cruzar os braços.
Desde que a maioria dos vereadores aprovou a implantação do Plano de Cargos e Salários - em detrimento da revisão anual dos vencimentos -, os servidores municipais vêm fazendo uma série de manifestações. A aprovação na Câmara Municipal aconteceu após o secretário de Governo, Anthony Garotinho, e o secretário de Administração e Gestão de Pessoas, Fábio Ribeiro, alegarem que a prefeitura não teria recursos para conceder o reajuste e a implantação do Plano, ambos direitos constitucionais consagrados.
Colocado contra a parede, o Siprosep optou pela implantação do Plano de Cargos e Salários sob a justificativa de que a opção seria mais vantajosa para os profissionais. No entanto, na avaliação do advogado José Paes, o Governo Municipal foi o maior beneficiado pela escolha.
Na tentativa de calar os professores, na semana passada o secretário de Educação chegou a oferecer à categoria e ao Sepe um aumento salarial de 10% com a criação de uma nova regência, mas a proposta não foi aceita porque apenas alguns profissionais seriam contemplados. Na última sexta-feira (8), lideranças dos professores, técnicos administrativos, guardas civis, profissionais da saúde e de outras áreas participaram de uma reunião na sede do Sepe - localizada no edifício Ninho das Águias - e constataram que a maneira mais eficaz de ter as reivindicações atendidas seria promovendo a greve.
Os professores da rede municipal de ensino podem entrar em greve a partir do próximo mês. Nesta terça-feira (11), a categoria participará de uma assembleia junto ao Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) de onde deve sair em estado de greve. O objetivo da paralisação é pressionar a prefeitura a conceder a revisão anual dos vencimentos dos servidores. A assembleia vai acontecer a partir das 17h30 na sede do Sindicato da Cedae, na Rua do Ouvidor.
Segundo uma das organizadoras do movimento, a professora Luciana Eccard, a assembleia será aberta ao público. Como Sepe é o sindicato apenas dos profissionais de educação, as demais categorias de servidores devem promover outra reunião com o Siprosep para também entrarem em estado de greve. “Para que a greve aconteça legalmente, com os nossos direitos preservados, um sindicato que represente a categoria deve fazer essa mediação entre os profissionais e o poder público. Além disso, precisamos entrar em estado de greve antes de interromper o serviço. Por isso vamos promover essa assembleia. Estamos orientando outras categorias a também se reunirem para discutir quais serão suas ações”, explicou.
A Prefeitura de Campos tem até o final de maio para conceder a revisão anual dos vencimentos dos servidores municipais. Caso a reivindicação não seja atendida até o dia 30, os professores devem cruzar os braços.
Desde que a maioria dos vereadores aprovou a implantação do Plano de Cargos e Salários - em detrimento da revisão anual dos vencimentos -, os servidores municipais vêm fazendo uma série de manifestações. A aprovação na Câmara Municipal aconteceu após o secretário de Governo, Anthony Garotinho, e o secretário de Administração e Gestão de Pessoas, Fábio Ribeiro, alegarem que a prefeitura não teria recursos para conceder o reajuste e a implantação do Plano, ambos direitos constitucionais consagrados.
Colocado contra a parede, o Siprosep optou pela implantação do Plano de Cargos e Salários sob a justificativa de que a opção seria mais vantajosa para os profissionais. No entanto, na avaliação do advogado José Paes, o Governo Municipal foi o maior beneficiado pela escolha.
Na tentativa de calar os professores, na semana passada o secretário de Educação chegou a oferecer à categoria e ao Sepe um aumento salarial de 10% com a criação de uma nova regência, mas a proposta não foi aceita porque apenas alguns profissionais seriam contemplados. Na última sexta-feira (8), lideranças dos professores, técnicos administrativos, guardas civis, profissionais da saúde e de outras áreas participaram de uma reunião na sede do Sepe - localizada no edifício Ninho das Águias - e constataram que a maneira mais eficaz de ter as reivindicações atendidas seria promovendo a greve.
Terceira Via/Show Francisco



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