quinta-feira, 11 de junho de 2015

Apreensões de drogas, armas e bombas

Os casos foram registros na 134ª e 147ª DPs

Duas apreensões de drogas foram registradas entre a tarde e a noite desta quarta-feira (10/06) em Campos e São Francisco de Itabapoana. Nas duas ocorrências nenhum suspeito foi detido.

O primeiro caso aconteceu por volta das 17h, na Rua Bom Jardim, no Parque Guarus, em Campos. Segundo informações de policiais militares do Grupamento de Ações Táticas (GAT I), a Polícia Militar teria recebido uma denúncia anônima de tráfico de drogas no local.

Ao chegarem ao local indicado, os policiais militares encontraram um revólver calibre 32, com cinco munições intactas, 34 sacolés de cocaína e sete pedras de crack. No local os policiais receberam a informação de que o comando do tráfico de drogas pertenceria a uma mulher.

O material foi encaminhado para a 146ª Delegacia Legal de Guarus.

Já no município de São Francisco de Itabapoana, no bairro Barra Velha, na praia de Gargaú, por volta das 23h, policiais militares receberam uma denúncia de que um matagal estaria sendo usado local de preparo de drogas.

Ao chegarem ao local, encontraram dentro de sacolas plásticas315 sacolés de cocaína e duas bombas de fabricação caseira. O material foi levado para a 147ª Delegacia Legal de SFI.


Ururau/Show Francisco
Carlos Grevi



Prumo apresenta a empresários oportunidades no Porto do Açu

Cerca de 100 micro e pequenos empresários cariocas participaram de uma reunião, nesta quarta-feira (10), na sede da Firjan, no Rio de Janeiro, onde foram apresentados os últimos resultados do Programa de Desenvolvimento de Fornecedores para o Complexo Industrial do Porto do Açu. O evento teve como objetivo mostrar as oportunidades no Porto do Açu e captar novos fornecedores para a cadeia de suprimentos das empresas que atuam no Complexo Industrial.

“O foco deste evento foi a apresentação da Prumo Logística para as empresas sediadas no Rio de Janeiro. Pretendemos prospectar novos fornecedores que possam suprir as lacunas de produtos e serviços que as empresas sediadas em Campos e São João da Barra não conseguem atender. E também despertar o interesse dos empresários em instalar seus empreendimentos na região, aproveitando as demandas do Complexo do Açu. O resultado foi muito positivo e algumas empresas já demonstraram interesse em criar um relacionamento com a Prumo”, afirmou Gilberto Soares, coordenador regional do Sebrae/RJ no Norte Fluminense.

O gerente de PMO da Prumo, José Carlos Maia, explicou como as empresas podem se tornar fornecedoras das unidades baseadas no Porto, além de destacar os potenciais segmentos de empresas que podem se tornar um fornecedor, prazos de entrega, valores praticados, entre outros.

“Estou muito satisfeito. Conseguimos reunir um número significativo de empresários que conheceram as nossas demandas de contratação no curto prazo para empresas de micro, pequeno e médio porte. Desde o início do programa em 2014, já realizamos reuniões com empresas em Campos e São João da Barra, oferecemos cursos de capacitação para fornecedores locais, ministramos palestras, além de rodada de negócios com potenciais fornecedores. Somente na última rodada, recebemos 185 empresas e realizamos cerca de 400 reuniões em apenas dois dias de evento”, contou Maia.

Programa

O Programa de Desenvolvimento de Fornecedores do Complexo Industrial do Porto do Açu é desenvolvido através de parceria do Sebrae/RJ com a Prumo Logística. O objetivo é promover eventos – palestras, seminários, rodadas de negócios – cursos e consultorias de capacitação para as micro e pequenas empresas da região, preparando-as para atender as demandas das grandes empresas instaladas no Complexo Industrial do Açu, fortalecendo a economia local.

As demandas das empresas contratantes são as mais variadas possíveis: EPI (equipamento de proteção individual), material de escritório, material elétrico, manutenção de equipamentos, abrasivos, caldeiraria, usinagem, sinalização, material de limpeza, refeições, água mineral, etc. Como as demandas são múltiplas, empresas de todos os setores podem se tornar fornecedoras nesta cadeia.
Show Francisco






Campanha de Vacinação a contra Gripe termina nesta sexta

A Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe termina nesta sexta-feira (12). O prazo foi prorrogado pela segunda vez, em razão da baixa adesão da população em todo o país. Em Campos, cerca de 60% do público alvo foi vacinado. A abertura da campanha aconteceu em 4 de maio e o Dia D em 9 de maio.

De acordo com o diretor de Vigilância em Saúde, Charbell Kury, a baixa cobertura acontece principalmente nos grupos de crianças e idosos. “Todas as nossas Unidades Básicas de Saúde (UBS) estão fazendo trabalho de conscientização com nossos usuários para fortalecer a necessidade de estarmos imunizados, evitando assim, a propagação do vírus influenza”, disse.

Para aumentar a adesão dos campistas, a Direção de Vigilância em Saúde continua levando a vacina para a população acamada, em suas próprias residências. O agendamento deve ser feito pelos telefones 27261378, 27332820 e 27220805 ou na sede da secretaria, na Rua Voluntários da Pátria, esquina com a Rua Gil de Góis, no Centro.

Secom/Show Francisco



Porte de armas brancas será proibido no Estado do Rio

Medida não se aplicará a pessoas que estejam transportando facas por motivo de trabalho ou lazer

A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou nesta quarta-feira (10) a proibição do porte de armas brancas, como facas e punhais, em todo o Estado. Quem for flagrado com um algum instrumento que tenha lâmina maior que dez centímetros estará sujeito a multa, que vai de R$ 2,4 mil a R$ 24 mil. A medida não se aplicará a pessoas que estejam transportando facas por motivo de trabalho ou lazer. Ficará a cargo da polícia fazer a distinção.

Autor do projeto de lei 435/15, o deputado Geraldo Pudim (PR) explica que a Alerj não está criando um novo tipo penal, o que seria de competência da Câmara Federal. "O que estamos criando é uma sanção administrativa, uma medida preventiva que vai dar à polícia um instrumento para ajudar a coibir os assaltos com facas, que têm crescido no Rio", explica.

Segundo o deputado, caso seja sancionada, a lei não vai punir injustamente pessoas que transportam facas sem a intenção de cometer crimes. "Quem estiver transportando uma faca dentro de uma bolsa, na mala do carro, com uma justificativa, não será multado. É diferente de um sujeito que está andando na Lagoa com uma faca na cintura", afirma.

O projeto será enviado ao governador Luiz Fernando Pezão, que tem 15 dias úteis para decidir pela sanção ou veto.

Terceira Via/Show Francisco

  
 



Relatório interno da Petrobras revela causas de explosão em navio no ES


Acidente aconteceu há 4 meses e deixou nove mortos e 26 feridos.
Estatal foi procurada e disse que não comentaria o tema.


Uma sucessão de erros que envolveu falhas técnicas, de procedimentos e de tomada de decisões é o que resume a explosão na casa de bombas do navio-plataforma Cidade de São Mateus, da norueguesa BW Offshore e afretado à Petrobras, que deixou nove mortos e 26 feridos, há quatro meses no Espírito Santo. A reportagem teve acesso a um documento da estatal que aponta quais foram as causas do acidente.

De acordo com o relatório interno, a instalação de uma peça fora dos padrões necessários para o sistema, a falta de planejamento e de análise de riscos durante a troca de linhas que faziam a transferência de fluidos de um tanque para o outro, o envio de equipes para a casa de bombas mesmo com o alarme acionado e a ausência de simulações anteriores que preparassem os profissionais para esse tipo de situação de risco comprometeram a realização de procedimentos usuais no FPSO.


Navio-plataforma que teve explosão no ES
(Foto: Juirana Nobres/ G1 ES)

Apesar de o boletim ser divulgado entre equipes operacionais pela própria Petrobras para evitar que situações como essa se repitam, ao ser procurada, a estatal disse que não comentaria o tema. Já a BW não deu retorno.

O pior acidente da história do Espírito Santo no setor de petróleo e gás e o mais grave do país dos últimos 14 anos aconteceu no dia 11 de fevereiro. O navio está posicionado a cerca de 40 quilômetros da costa, na altura de Aracruz, na região Norte do estado.

Ao todo, nove trabalhadores morreram no acidente. Três corpos foram encontrados no mesmo dia em que ocorreu a explosão. Outros dois foram achados no dia seguinte, 12 de fevereiro. A sexta vítima só foi localizada cinco dias depois, no dia 17. Já o corpo da sétima vítima foi encontrado no dia 26. A oitava vítima foi localizada no dia 28 e a nona no dia 2 de março, 19 dias após a explosão. Segundo a ANP, 74 pessoas estavam embarcadas, 26 ficaram feridas.


Relatório interno da Petrobras revela causas de
explosão em navio. Documento está em inglês.
Estatal não quis comentar (Foto: A Gazeta)

Relatório
O jornal A Gazeta teve acesso a um documento da estatal que aponta quais foram as causas da explosão.

Uma fonte ligada à Petrobras detalhou que meses antes do acidente, um terminal cego (flange) foi instalado no circuito que fazia a transferência de água e óleo condensado, mas a resistência à pressão dessa peça era inferior à demandada pelo sistema.

Ainda de acordo com a fonte, a incompatibilidade do equipamento só veio à tona no dia da explosão, quando, por um erro na abertura e fechamento das válvulas, a pressão em uma das linhas aumentou fazendo com que o flange se abrisse antes mesmo de o sistema de segurança desligar a bomba. Como consequência, houve vazamento de gás e, posteriormente, a explosão.

Outro erro grave apontado pelo boletim da Petrobras foi o fato de equipes terem sido enviadas à sala de bombas. “A resposta da emergência que analisou o ocorrido fez um retrato equivocado da gravidade do cenário, permitindo que a equipe, mesmo com os alarmes de gás, adentrassem a sala das bombas por três vezes”, reconhece o documento apresentado em inglês.

No item do documento “o que fazer para evitar o acidente”, a primeira orientação é: proibir a entrada de pessoas em áreas com atmosfera inflamável. Recomendação que não foi seguida.

Investigações
Aliás, os esclarecimentos sobre as causas do acidente e a situação da plataforma no litoral de Aracruz não vêm sendo detalhados nem pela Petrobras nem pela BW. Questões como quando o navio vai deixar o litoral capixaba e o tempo sem operar não foram reveladas, apesar de informações não oficiais indicarem que o FPSO pode levar 1,5 ano para ser consertado em estaleiro.

Até o momento, somente a Marinha confirmou oficialmente a conclusão das investigações: “Um vazamento de substância inflamável na casa de bombas foi a causa da explosão. Fatores materiais e operacionais contribuíram para o acidente”, informou por nota ao citar que o relatório será encaminhado ao Tribunal Marítimo.

Outros órgãos federais que avaliam as causas da explosão explicam que estão finalizando as análises. O Ministério do Trabalho deve terminar o relatório ainda neste mês. Já a Agência Nacional do Petróleo explica que deve levar ainda mais dois meses. O Ibama também está na etapa final de conclusões.

Segurança
Números de ocorrências englobam casos leves e graves desde 2006 no Espírito Santo. Acidentes graves, muitas vezes fatais, no setor de petróleo têm crescido nos últimos anos. Dados do INSS mostram mais de mil ocorrências no Espírito Santo desde 2006: cerca de 230 tiraram os trabalhadores por mais de 15 dias das atividades laborais.

Segundo o Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro), nos primeiros três meses deste ano foram registrados 35 incidentes com maior gravidade no Espírito Santo. Todos aconteceram com trabalhadores terceirizados. O número, aliás, é maior do que o ano passado, quando sete prestadores de serviços foram vítimas de erros no trabalho.

Para o presidente do Sindipetro, Paulo Rony, a explosão no FPSO Cidade de São Mateus precisa de apurações mais detalhadas. “Em relatório sobre o acidente, a BW e a Petrobras culpam os funcionários. Não aceitamos assinar o documento. O maior erro, ao nosso ver, foi de gestão. É preciso que a Polícia Federal encontre o verdadeiro culpado pela tragédia, já que mudanças de projetos e procedimentos requerem treinamentos”, disse Rony. 


Família de Tiarles Corrêa, morto na explosão no
navio (Foto: Guilherme Ferrari/ Arquivo A Gazeta)

Famílias
Em meio ao sofrimento, famílias das vítimas do acidente no FPSO buscam na Justiça indenizações e o direito de receber seguros pela morte dos trabalhadores. Já tramitam ações com pedidos milionários de reparação financeira. Há casos de parentes que pedem R$ 2 milhões em compensação.

Muitos familiares, dos nove trabalhadores mortos na explosão, alegam que a BW e a Petrobras não têm dado assistência financeira nem psicológica. É o caso dos parentes de Tiarles Correa, uma das vítimas.

“Minha mãe ficou com depressão e, há uma semana, morreu. Acredito que o acidente abalou a saúde dela”, diz Thiago Correa. Ele, o irmão Abel Correa e a mulher de Tiarles, Mayara Lima, estão com ações na Justiça.

Outros familiares das vítimas questionam a ausência de transparência: “Até hoje não sabemos o motivo do acidente. Ninguém das empresas nos procurou para esclarecer como tudo aconteceu”, explica Ayres de Oliveira Junior, cunhado de outro trabalhador morto, o Alexsandro de Souza Ribeiro.

Segundo Ayres, a família de Alexsandro ainda não recebeu o seguro DPEM, benefício semelhante ao DPVAT, pago em casos de acidentes no mar. “A empresa não havia nos alertados sobre esse direito. Descobrimos por acaso com a Marinha. Demos entrada na seguradora, no entanto, até agora não recebemos nada”, acrescenta.

* Com colaboração de Beatriz Seixas e Mikaella Campos, do Jornal A Gazeta


G1 ES, com informações de A Gazeta/Show Francisco



Mega-Sena, concurso 1.712: ninguém acerta e prêmio acumula em R$ 65 milhões

Veja as dezenas do concurso 1.712: 02 - 12 - 19 - 29 - 50 - 59.

Quina teve 169 apostas ganhadoras; cada uma levou R$ 31.683,66.

mega-sena
concurso 1712

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.712 da Mega-Sena, realizado nesta quarta-feira (10) na cidade de Osasco (SP). O próximo sorteio da loteria, que acontece no sábado (13), terá prêmio acumulado em R$ 65 milhões, aproximadamente.

A quina teve 169 apostas ganhadoras, que levaram prêmio de R$ 31.683,66 cada uma. Outros 9.443 bilhetes acertam a quadra e levaram R$ 810,05.

Para apostar
A Caixa Econômica Federal faz os sorteios da Mega-Sena duas vezes por semana, às quartas-feiras e aos sábados. As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa
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G1/Show Francisco



Grupo invade hospital e agride homem em Ururaí

Pelo menos 15 suspeitos invadiram o hospital com pedaços de madeira para agredir a vítima

Um grupo de homens invadiu o Hospital de Ururaí para agredir um paciente na manhã desta quarta-feira (10) em Campos. O tumulto causou pânico aos funcionários e pacientes.

De acordo com informações da polícia, há suspeita de que o paciente estaria sendo procurado pelo grupo que supostamente, faz parte de uma facção criminosa no bairro.

A vítima estava no hospital com uma criança de dois anos para receber atendimento. O grupo, de pelo menos 15 homens, agrediram fisicamente o homem que sofreu ferimentos no nariz.

Ainda de acordo com informações da polícia, os suspeitos estavam com pedaços de madeira para agressão.

O segurança do hospital acionou a Polícia Militar que esteve no local. O homem foi encaminhado para o Hospital Ferreira Machado (HFM).

Até o momento, nenhum suspeito foi localizado. O caso será investigado na 134ª DP/Centro.
Foto: Filipe Lemos/Campos 24 Horas/Show Francisco



Homem com uniforme de gari assalta loja no Caju

Criminoso fugiu levando joias, celulares e dinheiro


Na manhã desta quarta-feira (10), uma confecção que fica na Rua Conselheiro Tomás Coelho, no bairro Caju, foi alvo de assalto.

As primeiras informações dão conta que um homem trajando roupa de gari, teria deixado a motocicleta Biz, de cor vermelha, parada há aproximadamente cinco metro do local. Seguiu até o estabelecimento, onde armado, anunciou o assalto. Foram levados pelo criminoso celulares. joias e dinheiro, quantia ainda não divulgada.

De acordo com populares, após o crime, a moto que o suspeito usava não ligava. Ele teria ficado cerca de cinco minutos tentando ligar o veículo, até que ao conseguir fugiu em direção a BR-101, sentido Shopping Boulevard.
 Foto: Filipe Lemos/Campos 24 Horas/Show Francisco



Professora é agredida por mãe de aluna no Liceu; fotos

Agressora estaria indignada porque sua filha teria sido impedida de ir ao banheiro

Uma professora do Liceu de Humanidades de Campos foi agredida dentro da sala de aula, na manhã desta quarta-feira (10). A agressora seria a mãe de uma aluna.

A professora, identificada pelas iniciais A.C.M.B., de 36 anos, disse ao Campos 24 Horas que, ontem, durante a troca de professores, ela teria falado que nenhum aluno iria sair da sala e pediu que eles se acalmassem. “Ninguém vai sair para ir ao banheiro ou beber água nesse momento. Vamos sentar e acalmar, e depois nós vamos. Foi isso que eu disse”, declarou a professora.

Ainda segundo a professora, mesmo depois de determinar que ninguém saísse, duas meninas e um menino saíram da sala de aula. Ela então pegou a carteira de identificação estudantil de cada um deles e entregou aos responsáveis da escola. Nesta manhã, ao ser convocada para ir à escola, a mãe da aluna do 6º ano(5ª série), disse que estava indignada, já que sua filha estava menstruada e foi impedida de ir ao banheiro.

“Ela me chamou de mentirosa e começou a me bater. Não satisfeita, ela se jogou no chão, dizendo que toma remédio controlado”, relatou a professora.

Após a agressão a mãe da aluna deixou a escola. A ocorrência foi registrada na 134ª DP/Centro, onde uma representante do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) acompanha o caso.
 Foto: Filipe Lemos/ Campos 24 Horas/Show Francisco