quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Ladrões roubam R$ 60 mil do Sindicato dos Bancários

O dinheiro seria usado para pagar funcionários e custos da obra da sede

Assaltantes armados roubaram R$ 60 mil, na manhã desta quarta-feira (28), o Sindicato dos Bancários de Campos, localizada na Rua Marechal Floriano, no Centro. Dois funcionários e uma diretora foram feitos reféns do bando, que fugiu levando ainda computadores integrados ao sistema de monitoramento de câmeras.

Segundo o presidente da entidade, Hugo Diniz, o crime aconteceu por volta das 8h, quando quatro homens armados invadiram a sede do sindicato e anunciaram o assalto. “Ainda não temos todas as informações, justamente porque levaram os computadores. Eles teriam chegado de carro. Chamamos a Polícia Militar para registrar o crime”.

O sindicalista informou ainda que o dinheiro seria utilizado para pagar funcionários e contas referentes à obra da sede, que passa por reformas. A perícia da Polícia Civil está sendo aguardada.

Terceira Via/Show Francisco



Utilidade Pública





                                                        Eu tenho dono hem?



terça-feira, 27 de outubro de 2015

Carro da Prefeitura de São João da Barra apreendido com maconha

Postado por: Leonardo Ferreira


Um carro da Prefeitura de São João da Barra foi apreendido nesta terça-feira (27) com maconha em seu interior.

De acordo com informações da Polícia - BPRv, o veículo foi abordado na localidade de Donana, em Campos dos Goytacazes. Três pessoas estavam no veículo e pelo menos duas delas são funcionários da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito de São João da Barra, cujo Secretário é o Mários dos Santos Rocha Filho - Rochinha -, que ainda não se pronunciou.

Os três ocupantes mais o veículo oficial foram encaminhados para a 134ª Delegacia de Polícia de Campos dos Goytacazes (Centro), onde o caso foi registrado. A droga foi encaminhada para o Instituto Médico Legal (IML) de Campos para perícia. Foram quase 100 de maconha. 





Atenção para o curso da Colônia de Pescadores

Curso de Radio Operador.
As inscrições já estão acontecendo no núcleo e nas sedes da Colônia !

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Vegetarianos veem luta legitimada após OMS ligar carne a câncer

OMS colocou produtos como salsicha e salame na lista de carcinogênicos.
Já carne vermelha é fator de risco 'provável' para o câncer.

Salsicha e bacon, entre outros embutidos, foram classificados como produtos carcinogênicos pela OMS (Foto: Joe Raedle/Getty Images North America/AFP)

Associações vegetarianas e veganas afirmaram nesta segunda-feira (26) que a publicação de umrelatório que relaciona o consumo de carne vermelha e embutidos ao risco de câncer legitima sua luta em favor de dietas alternativas à alimentação com carnes.
saiba mais
OMS coloca bacon, linguiça e salsicha na lista de alimentos cancerígenos
Carne processada pode causar câncer: tire suas dúvidas

"Quantas crises alimentares nós devemos enfrentar antes que as pessoas se deem conta de que as proteínas animais não são boas para nós", reagiu Jasmijn de Boo, presidente da Vegan Society, organização criada em 1944 com sede na Grã-Bretanha.

"A salmonela nos anos 1980, a 'vaca louca' nos anos 1990, a febre aftosa nos anos 2000, a carne de cavalo há dois anos e agora isso: não adianta passar de uma carne para outra. É mais saudável e melhor para o meio ambiente e para os animais ser vegano", disse à AFP o líder da associação que prega a exclusão total de todos os produtos de origem animal da alimentação, mesmo o leite e o queijo.

"Mais do que reduzir nosso consumo (de produtos à base de carne), nós devemos retirá-los completamente da nossa dieta. Existem muitas alternativas", defendeu.

Em nome da União Europeia dos Vegetarianos, que aceitam os produtos à base de leite, Renato Pichler declarou estar "contente que a OMS tenha aceito a conexão entre o consumo de carnes e certos cânceres".

Para Brigitte Gothière, pota-voz da organização L214, que também prega a ausência total de produtos de origem animal da alimentação em nome do respeito aos seres vivos, "o estudo da OMS é mais um argumento em favor de uma alimentação que exclui os produtos à base de carne".

"As dietas veganas são normalmente criticadas pelos médicos, mas este estudo mostra que ser vegano também nos protege de algumas doenças", alfinetou.

Diante da pecuária extensiva, "a questão da ética face aos animais se impõe cada vez mais, talvez até mais do que a questão da saúde", acrescentou Brigitte Gothière.

A Agência Internacional para a Pesquisa sobre o Câncer (IARC), uma agência da Organização Mundial da Saúde (OMS), colocou o consumo excessivo de carnes processadas, como embutidos ou frios, no Grupo 1 de risco de levar ao desenvolvimento de câncer, principalmente o colorretal.

Entre os cânceres mais frequentemente associados à carne, aparecem o câncer colorretal e em quantidade menor, os cânceres de próstata e do pâncreas, segundo o estudo.

Tire suas dúvidas sobre o consumo desse tipo de alimento e o risco de câncer:


Foto de arquivo mostra carne bovina a venda em mercado nos Estados Unidos (Foto: AP Photo/J. Scott Applewhite, File)

As carnes processadas foram colocadas na lista do grupo 1 de carcinogênicos, que já inclui tabaco, amianto e fumaça de diesel. Porém, segundo os especialistas, isso não significa que esse produto é tão perigoso quanto o cigarro, por exemplo.

A carne processada foi incluída nessa categoria, pois existem evidências claras de sua relação com o câncer. Porém o aumento de risco do câncer ocasionado pelo tabaco é muito mais significativo.

“Ao colocar a carne processada no grupo de carcinogênicos, ela fica no mesmo patamar que o fumo, por exemplo, em que a recomendação é não consumir”, diz o cirurgião oncologista Samuel Aguiar Junior, diretor do Departamento de Tumores Colorretais do A.C.Camargo Cancer Center.

“Porém, o consumo esporádico e em pequenas quantidades de carne processada não leva a um aumento do risco de câncer comparável ao tabaco”, afirma.

Segundo o Cancer Research UK, enquanto 86% dos casos de câncer de pulmão estão ligados ao uso de tabaco, 21% dos casos de câncer de intestino estão ligados ao consumo de carne processada e vermelha.

A classificação não significa que as pessoas devem parar de comer carne. Aguiar Junior observa que a carne vermelha fresca, não processada, é um componente importante da alimentação e o consumo adequado traz benefícios para a saúde.

Segundo o oncologista, uma quantidade considerada segura é 70 gramas por dia para homens e 55 gramas por dia para mulheres.

Para o médico Gilberto Lopes, oncologista clínico do Grupo Oncoclínicas do Brasil e membro da Sociedade de Oncologia Clínica Americana (Asco), a dieta do brasileiro é caracterizada por ser rica em carne vermelha: o ideal seria reduzir o consumo a no máximo três vezes por semana.

Já em relação à carne processada, não se sabe qual seria uma quantidade segura. O que a revisão de estudos provida pelo IARC concluiu foi que o consumo de uma porção de 50 gramas por dia de carne processada aumenta o risco de câncer colorretal em 18%.

Para se ter uma ideia, uma única salsicha pesa 50 gramas, três fatias finas de presunto pesam 40 gramas, sete fatias de salame pesam 40 gramas e uma linguiça pode chegar a 100 gramas.

Segundo a classificação da IARC, carne vermelha são todos os tipos de carne de mamíferos como vaca, porco, cordeiro, carneiro, cavalo e cabra.

Já as carnes processadas, também conhecidas como embutidos, são aquelas com adição de sal ou outros produtos para realçar o sabor e aumentar o tempo de conservação, ou que tenham sido fermentadas ou defumadas.

Esses produtos geralmente contêm carne de vaca ou de porco, mas também incluem os produzidos com carnes de aves e outros produtos relacionados à carne, como sangue. Entre eles estão bacon, toucinho, presunto, salsicha, linguiça e salame.

Não. Segundo o oncologista Aguiar Junior, a carne vermelha não é o único vilão do câncer de intestino.

Para se prevenir a doença, além de moderar o consumo de carnes vermelhas e processadas, é indicado adotar uma dieta mais rica em verduras, frutas e cereais, além de aumentar as atividades físicas.

VÍDEO: o oncologista Fernando Maluf, consultor do BEM ESTAR, explica como a carne processada se associa com o câncer de intestino e estômago.
G1/Show Francisco



Moradores de Santo Eduardo vivem em um "mar de esgoto"


Sem saneamento básico, a comunidade improvisou o serviço que já não está atendendo à demanda

Os moradores de Santo Eduardo afirmam que estão vivendo em um “mar de esgoto”. Sem saneamento básico, a comunidade improvisou o serviço. Ainda assim, a água sem tratamento acumula nas vias públicas, provocando muitos transtornos. Cansados de esperar as providências da prefeitura, a comunidade interditou uma das ruas.

De acordo com o representante comercial, Valter Werneck, as ruas do distrito estão repletas de uma água fedorenta e prejudicial à saúde da comunidade. A falta de coleta e tratamento de esgoto obriga os moradores a conviver com seus próprios dejetos e lançá-los ao ar livre - ou diretamente em um valão. Essa prática acontece há mais de vinte anos no distrito. Mas, de acordo com Valter, o “sistema improvisado” já não estaria funcionando.

Quem mora na rua Taurino Manoel Sales cansou de lavar a calçada ou mesmo o quintal para se livrar da água fedorenta que os carros jogavam ao trafegar pela via. “Os motoristas até passavam devagar. Mas é tanta água acumulada que formava uma onda para dentro das residências”, destaca Valter.

“As crianças já não podem brincar na rua. As mães temem que o contato com o esgoto agrave o risco de inúmeras doenças. Além do dano à saúde, queremos saber para onde está indo o dinheiro do IPTU, por exemplo. Nossos impostos não são revertidos em benfeitorias à comunidade e isso que nos causa indignação”, ressalta Valter.

Ainda de acordo com o representante comercial, vários pedidos já foram feitos à Prefeitura de Campos para que instale uma rede coletora de esgoto no distrito. “Não recebemos nenhuma resposta às solicitações enviadas. Enquanto isso, vamos vivendo em um mar de esgoto”, finaliza Valter.

Sempre respeitando o princípio do contraditório e buscando as diferentes versões para um mesmo fato, o jornal Terceira Via tentou contato com a assessoria de comunicação da prefeitura, sem obter respostas. Ainda assim, o jornal aguarda e publicará as versões para este fato.












Terceira Via/Show Francisco



Traficante tenta fugir da prisão disfarçado de velhinha


Segundo o delegado, a máscara usada por Clodoaldo custa entre R$ 4 mil e R$ 5 mil

O traficante Clodoaldo Antônio Felipe, de 44 anos, tentou escapar da Penitenciária Coronel Odenir Guimarães (POG), no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, em Goiás, no último domingo (25), disfarçado de mulher. Ele usava um vestido longo estampado, uma peruca grisalha e uma máscara de silicone que tinha até expressões faciais como rugas. Um agente penitenciário desconfiou da senhora após reparar que ela não tinha entrado no presídio com as outras visitas.

Segundo o delegado de Aparecida de Goiânia, André Veloso, a máscara usada por Clodoaldo - também conhecido como "Gasolina" - custa mais de R$ 4 mil. “O guarda não reconheceu a idosa, por isso a abordou, mas não imaginava que podia ser um preso tentando escapar. Pesquisamos o preço da máscara na internet e ela custa entre R$ 4 mil e R$ 5 mil”, explica o delegado.

Clodoaldo está preso desde 2009 e foi condenado a 36 anos de prisão por tráfico de drogas. Ele fazia parte da quadrilha do traficante Leonardo Dias Mendonça, que tinha envolvimento com Fernandinho Beira-Mar. Ainda de acordo com o delegado, o preso não recebeu visitas neste domingo.

“Ninguém o visitou. Ainda não sabemos como esse material foi parar nas mãos dele. Abrimos uma sindicância para averiguar esse caso. Também vamos analisar punições internas para o preso”, destaca o delegado André.
Terceira Via/Show Francisco



Bancários conquistam reajuste e voltam ao trabalho hoje

Além do reajuste de 10% os trabalhadores receberão 14% de reajuste nos vales alimentação e refeição

Durante assembleia, na noite desta segunda-feira, no Sindicato dos Bancários, trabalhadores de Campos e região decidiram pelo fim da greve. Os bancários aceitaram a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que ofereceu um reajuste de 10% sobre salários, Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e piso, e 14% para vales refeição e alimentação.

O presidente do Sindicato dos Bancários do Norte e Noroeste Fluminense, Hugo Diniz, disse que a crise econômica brasileira dificultou as negociações durante os 21 dias de greve. “Apesar das dificuldades, a categoria se manteve firme e unida. Pelo décimo segundo ano consecutivo conseguimos um reajuste real com acumulado de 20%”.

Deflagrada no dia 6 desse mês, a greve tinha como reivindicações reajuste de 16%, com aumento real de 5,6%, piso salarial de R$ 3.229,66, PLR de três salários-base, parcela adicional fixa de R$ 7.246,82, vale-refeição e vale-alimentação no valor de R$ 788, além de melhores condições de trabalho e fim das metas.
Show Francisco



Projetos logísticos podem gerar ganhos de R$ 9 bi ao Sudeste Economia viria de investimentos em 86 obras até 2020, diz CNI

RIO - Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com a consultoria Macrologística identificou 86 projetos prioritários de infraestrutura no Sudeste que totalizam R$ 63,2 bilhões de investimentos. Se concluídos até 2020, esses projetos proporcionarão economia de R$ 8,9 bilhões por ano com a redução de custos logísticos para o setor produtivo, ampliando a competitividade da região e do país. O estudo, o último de uma série que abordou as prioridades da malha de transportes de cada região brasileira, será lançado hoje, em evento em Belo Horizonte, Minas Gerais.

Os projetos estão distribuídos em oito eixos logísticos, rotas que integram o Sudeste com outros estados e que seriam capazes de assegurar movimentação ágil e eficiente de insumos e mercadorias. Três desses eixos beneficiam diretamente a economia do Estado do Rio. Os investimentos em território fluminense vão desde obras na Via Dutra (BR-116) até construção de ferrovias, como a EF 118 (Ferrovia Rio-Vitória), passando pela ampliação do Porto do Açu, em São João da Barra, no Norte Fluminense.

Segundo o estudo, batizado de “Sudeste Competitivo”, apenas 16 das 86 obras prioritárias estão em execução. Em valores, 70% estão na fase de planejamento ou na categoria idealizadas. Mais da metade não têm fonte de financiamento clara. Os recursos privados são 30% do total.

— O importante é termos planejamento para quando o país voltar a crescer — diz Wagner Cardoso, gerente de Infraestrutura da CNI, reconhecendo que dificilmente as obras estarão prontas até 2020.

O levantamento será entregue ao governo com o objetivo de contribuir para a definição de prioridades das políticas públicas de transportes. O Sudeste representa mais da metade do PIB brasileiro e abriga o mais denso parque industrial do país. Em 2012, a produção industrial da região somou R$ 1,08 trilhão.

Duas ferrovias-chave para o aumento da competitividade da região, a EF 118, que liga o Porto do Rio ao Porto de Vitória, e a EF 354, Anápolis (GO) ao Porto do Açu, passando por Ipatinga (MG), são exemplos de projetos que não saíram do papel. A EF 118 foi incluída na segunda versão do Programa de Investimento em Logística (PIL), junto com a MRS, ferrovia em operação. Os investimentos previstos neste eixo montam R$ 5 bilhões.

Segundo a Secretaria Estadual de Transportes fluminense, os governos de Rio e Espírito Santo estão elaborando modelo econômico-financeiro e de concessão para a ferrovia, sem data para a licitação.

— É uma ferrovia essencial para o desenvolvimento da região. Ligará o Porto do Rio a outros 17 terminais — avalia Rodrigo Villaça, presidente da sessão ferroviária da Confederação Nacional do Transporte.

Já a EF 354 sequer foi incluída no programa de concessões. Seu traçado compreende a parte inicial da ferrovia transcontinental, que conectará o Atlântico ao Pacífico. No PIL 2, foi incorporado o trecho de Campinorte (GO) a Rio Branco (AC), deixando a ligação de Anápolis a Porto do Açu de fora. De acordo com o Ministério dos Transportes, há estudos para a inclusão desse trecho numa fase posterior.

Os investimentos nesse eixo, que compreendem a ferrovia e obras no Açu, somam R$ 26,4 bilhões. Ao contrário do que ocorre com a ferrovia, muitas obras no porto estão em andamento e todas devem terminar até 2020, segundo a Prumo, empresa que comprou o controle do complexo portuário do empresário Eike Batista.

Ferrovias: 48% dos recursos

Dos 86 projetos, 32 são do modal ferroviário. Em valores, as ferrovias concentram 48% do total (R$ 30,6 bilhões), seguidas de portos (R$ 16,6 bilhões em 22 projetos) e rodovias (R$ 14,7 bilhões para 41 projetos). O modal dutoviário (dutos) tem apenas um projeto, orçado em R$ 1,2 bilhão.


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— É preciso ter uma visão sistêmica, integrando a malha de transportes e identificando onde é possível obter os melhores benefícios com os menores custos — afirma Olivier Girard, diretor do projeto e sócio da Macrologística.

Entre as rodovias, a maior parte das intervenções é na malha existente, para superar gargalos. No Rio, o trecho da BR 116 (Barra Mansa-Volta Redonda), por exemplo, recebe 43% mais carga do que a rodovia comporta em horários de pico.

Segundo a CCR, concessionária responsável pela Via Dutra, há projeto executivo para a construção de uma pista de descida na Serra de Araras, em negociação com o governo. A questão é o retorno do investimento, já que a receita com pedágio não prevê gastos com esses projetos.
POR DANIELLE NOGUEIRA/O globo/Show Francisco