domingo, 10 de fevereiro de 2019

Homem é atropelado enquanto tentava ajudar vítimas de acidente

As setes vítimas foram encaminhadas para o Hospital


Foto: Reprodução

Na madrugada domingo (10), por volta das 5h, no km 295 da BR-101, trecho de Itaboraí, ocorreu um acidente tipo capotamento de um Corsa Sedan, que seguia sentido Rio de janeiro, com seis vítimas.

Uma van, que transitava na BR-101, no sentido norte, parou no acostamento e o motorista atravessou as pistas para ajudar no socorro, mas durante a travessia foi atropelado por um Siena, de cor prata, no sentido sul do acidente anterior.

Todas as sete vítimas foram encaminhadas para o Hospital Alberto Torres em São Gonçalo.

Fonte: Ascom PRF

Acidente entre van e carro deixa 17 pessoas feridas em Búzios

Colisão ocorreu na entrada da bairro José Gonçalves, quando integrantes de uma van se dirigiam a um evento religioso.
Por Cecília Isaurralde


Van que transportava passageiros- Fotos reprodução

A colisão entre uma van e um carro deixou 17 pessoas feridas na tarde deste sábado (09), no 116 km da Rodovia RJ-102, na entrada do bairro José Gonçalves, em Armação dos Búzios. Segundo informações dos bombeiros, os ocupantes da van se dirigiam para um evento religioso quando um carro em alta velocidade os atingiu, e o motorista do carro estava alcoolizado.

As 16 vítimas que estavam na van foram encaminhadas para o Hospital Municipal Dr. Rodolpho Perrisé e nenhuma delas apresentou ferimentos graves. O motorista do veículo que atingiu a van, que é um morador de Cem Braças, também se encontra no hospital e após ser liberado será encaminhado para a 127 DP em Búzios. Os bombeiros revelaram ter encontrado latas de cerveja dentro do seu carro.

O trânsito no trecho do acidente ficou congestionado, e a Guarda Civil de Búzios precisou interromper parcialmente o tráfego para conseguir retirar os veículos que colidiram.

G1

Mulher fica ferida após colidiu carro em muro e poste na descida da ponte Leonel Brizola

Colisão aconteceu na madrugada deste domingo. Vítima foi levada para o HFM.

Uma mulher ficou ferida após bater o carro que conduzia em um poste na descida da ponte Leonel Brizola, em Guarus, na madrugada deste domingo (10).

De acordo com informações cedidas pelo Corpo de Bombeiros, a vítima teria perdido o controle do veículo e colidiu em um muro e no poste ao lado.

Ela foi socorrida e encaminhada ao Hospital Ferreira Machado (HFM). Ainda não há informações sobre o estado de saúde da vítima.

Fonte:Terceira Via

Traficante quebra o fêmur após cair em barranco fugindo da polícia

Ação aconteceu no sábado. Policiais encontraram buchas e pedaços de maconha prensada com o homem.


(Foto: Divulgação PM)

Um criminoso teria tentado fugir de policiais militares que o perseguiam e caiu em um barranco na tarde de sábado (9), na Rua 4, no parque Aldeia, em Guarus. O homem quebrou o fêmur e foi preso.

Segundo a PM, com ele, os agentes encontraram 25 buchas de maconha que estariam sendo comercializados por R$ 10 cada. Próximo ao local onde o suspeito caiu, os policiais ainda encontraram três grandes pedaços de maconha enterradas em um pote de sorvete.

Outro homem foi encontrado ali com uma bucha de maconha. Ele alegou ser consumidor de drogas, mas também foi levado à delegacia.

O traficante que quebrou o fêmur foi encaminhado ao Hospital Ferreira Machado (HFM) e deve ser autuado após receber alta médica.
Fonte:Redação

BPRV do Posto 15 em Imburi São Francisco de Itabapoana, faz apreensão de carga de calçados sem nota fiscal e com suspeita de falsificação


  Policiais do BPRV Posto 15 de Imburi de Cacimbas em São Francisco de Itabapoana apreendeu nesta sexta-feira, 08, em Blitz realizada na RJ-224, uma carga de tênis e sandálias sem nota fiscal. Os produtos estavam em uma carroceria de caminhonete sendo transportados e também em um reboque.

Ao ser abordado, o motorista do veículo disse que os produtos foram comprados na cidade de Nova Serrana, em Minas Gerais, e tinha com destino uma feira na Praia de Santa Clara.

A guarnição do Posto 15 registrou o caso na 147ª Delegacia Legal do centro. Como havia fortes indícios de que todo o material era falsificado, os investigadores enviaram os calçados para o Posto Regional da Polícia Técnica Científica, onde os peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli farão uma perícia.

Ao todo foram apreendidos 96 tênis Nike, 411 sandálias Havaianas, 120 sandálias Cartago, 144 sandálias Melissa, 60 sandálias Fé e 12 sandálias de dedo da marca Coca Cola.

Feita a ocorrência como crime de ordem tributária, pelo fato de a mercadoria não ter nota fiscal. O outro crime em investigação está previsto no Artigo 190 da Lei Nº 9.279 de 1996, que regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial.

O crime é de menor potencial ofensivo, o jovem foi ouvido, assinou um termo circunstanciado e responderá em liberdade. 


Foto VNotícia/Fonte:Redação

Elemento preso pela guarnição da 3ª Cia de São Francisco de Itabapoana, neste sábado em Barra Velha Gargaú com envolvimento ao tráfico de drogas

No sábado 09, por volta das 17 horas, Quando em patrulhamento a guarnição do setor Gat da 3ª Cia do 8º BPM, foi informada pelo seu comandante da 3ª Cia (Ten. Tavares), sobre situação de tráfico de drogas no local, restinga próximo ao loteamento do “Glauçar” na Barra Velha em Praia de Gargaú São Francisco de Itabapoana.

De imediato a guarnição procedeu em buscas, onde em incursão a referida restinga um elemento de iniciais G.S.P vulgo “Chocolate”, 22 anos ao avistar a guarnição empreendeu fuga com arma em punho, vindo a se esconder em matagal, sendo alcançado pela guarnição, que logrou êxito em encontrar com o mesmo um revólver calibre 38 municiado com seis munições intactas, em seu bolso 11 pinos de cocaína e 79 reais em espécie. O elemento informou que cada pino seria vendido por 30 reais. Na residência do acusado ainda foram encontrados dois cadernos com anotações do tráfico.
Diante dos fatos a guarnição procedeu a 134ª DP do centro para apresentação dos fatos, sendo o acusado autuado e preso conforme Art. 33 da lei 11.343/06 e art. 14 da lei 10.826/03. Tráfico e porte de arma.

Com ele ainda constava de acordo com informações das ocorrências do setor policial, antecedentes criminais como diversas passagens por crimes de ameaça, associação para o tráfico, dano, incêndio, lesão corporal, receptação, roubo a transeunte, tráfico e outros. 
Fonte: Show Francisco

Escola Técnica Agrícola: gigante, histórica e quase esquecida

Passado glorioso e futuro incerto para a Escola Técnica Agrícola Antônio Sarlo, em Campos

POR OCINEI TRINDADE

Na primeira metade do século XX, a cidade de Campos viveu o apogeu da produção de açúcar, tornando-se, inclusive, o maior exportador do produto da América Latina. Com a economia pulsante, um grupo de educadores, usineiros e políticos da época consideravam oportuna a criação de uma escola técnica que formasse mão de obra para atuar nas plantações e engenhos da região. Foi assim que um projeto começou a tomar forma nos anos 1950, com a criação do Colégio Agrícola, mais tarde chamado de Escola Técnica Estadual Agrícola Antônio Sarlo. A instituição tornou-se referência nacional. Porém, nas últimas décadas, entrou em franco declínio, com várias especulações de fechamento, além de um projeto de anexação por parte da Universidade Estadual do Norte Fluminense, em 2018. Será o fim?

Parte da história da criação do Agrícola de Campos transformou-se em literatura, em 2017. A autora Dayane Altoé dedicou-se a pesquisar a instituição durante seu curso de Mestrado em Políticas Sociais pela Uenf, entre 2010 e 2012. A dissertação foi transformada no livro “Políticas para a educação profissional: trajetória histórica da Escola Técnica Estadual Agrícola Antônio Sarlo”. Formada em História pelo Uniflu-Fafic, Dayane conta que sempre teve curiosidade em conhecer a trajetória da escola, da qual muitas pessoas até já ouviram falar, mas poucas, de fato, estiveram ali, na imensa área com mais de 35 alqueires, no Parque Aldeia, em Guarus.

“Quis investigar as mudanças de gestão ao longo de sua trajetória. O Agrícola, primeiro passou pela Secretaria Estadual de Agricultura. Nos anos 1970, quem assumiu foi a Secretaria de Educação. Desde 1999, o colégio passou a ser de responsabilidade da Secretaria de Ciência e Tecnologia vinculada à Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec). Tinha interesse em saber dos impactos sobre essas mudanças na educação e formação escolar. Deparei com um declínio de demandas e perda de alunos”, lembra.

O Colégio Agrícola completará em 21 de setembro, 64 anos de fundação. Atualmente, é dirigido por Marcelo Barbosa e Victoria Carógio que estão há um ano na função. O Curso Técnico em Agropecuária conta com 40 alunos matriculados no primeiro ano do Ensino Médio, 20 no segundo ano, e apenas 8 no último ano de ensino. Há mais de 20 anos, o ensino fundamental também é oferecido na escola. Atualmente, há 250 alunos distribuídos em uma turma do 6º ao 9º ano cada. A estrutura física da escola poderia abrigar mais de 1000 alunos nos ensinos fundamental e médio, segundo a direção. Marcelo e Victória informaram que houve aprovação para a criação de três novos cursos técnicos (Informática, Recursos Humanos e Logística Portuária), mas que não colocaram em prática ainda por falta de financiamento e apoio da Faetec.

Crises


Dayane Altoé (centro) escreveu sobre o Agrícola (Reprodução)

De acordo com a pesquisa de Dayane Altoé, em alguns momentos, no início da gestão da Faetec, a escola chegou a ter 260 alunos matriculados no Curso Técnico em Agropecuária. Em 2010, esse número foi reduzido para 60 alunos. Em 2007, o menor número, com 49 alunos matriculados. “Em outras gestões, a escola recebia alunos de outros municípios, estados e países. Era de grande referência, e isso me intrigava bastante, sobre o seu declínio. Essa escola foi muito importante para formação de grandes profissionais de todo o país. Na década dos anos 2000, foi um período bastante representativo para o ensino profissional no Brasil, com surgimento e expansão dos institutos federais. O ensino técnico estava em evidência, mas o Colégio Agrícola na contramão, passando por grande desprestígio”, afirma.

Em 2011, Victória Carágio conta que uma comissão de professores foi até a presidência da Faetec para questionar a falta de investimentos na escola. “Foi nos dito que não havia sentido em investir com poucos alunos. Fecharam o alojamento ou internato, e isto provocou muita evasão. A única saída para a escola não fechar seria a incorporação pela Uenf. O tempo passou e as dificuldades se somaram. Precisamos manter a instituição. Não esperamos apenas pelo governo do Rio para resolver os problemas da escola. Doações e colaborações individuais e por parte da iniciativa privada auxiliam a manter o colégio funcionando. Com ou sem incorporação do Agrícola pela Uenf, não admitimos o fechamento da escola”, frisa.

Uenf e parcerias


Reitor da Uenf, Luis Passoni: projetos de incorporação do Agrícola (Foto:Arquivo)

As especulações sobre o fechamento do Agrícola ou sobre sua incorporação por parte da Universidade Estadual do Norte Fluminense não foram confirmadas pela presidência da Faetec, apesar de vários pedidos de entrevista. O reitor da Uenf, Luis Passoni, voltou a manifestar o interesse em incorporar o colégio que, há mais de 20 anos, é utilizado em atividades dos cursos de Agronomia e Zootecnia do Centro de Ciências e Tecnologias Agropecuárias (CCTA).

De acordo com o professor Raul Palácios, assessor da Reitoria, é fundamental a parceria entre as duas instituições. “Sem o Colégio Agrícola, não teria como desenvolver a prática dos cursos com qualidade. Há pesquisas de extrema importância em Mestrado e Doutorado realizadas no colégio, como produção de sementes, investigações com animais, peixes e outras culturas também acompanhadas por alunos do Colégio Agrícola”, explica.



Em 2018, a Reitoria da Uenf percebeu a possibilidade real de fechamento do Colégio Agrícola e da escola de ensino fundamental mantidas pela Faetec. Para evitar isto, consideraram-se: a importância do Agrícola para a Uenf durante as pesquisas; a interação com os alunos da instituição que poderiam ingressar futuramente nos cursos da universidade; a importância do desenvolvimento da agricultura no município e região. “Daí, iniciou-se um processo de incorporação do Agrícola pela Uenf, mas não como um colégio de aplicação, e sim, como um colégio tecnológico que estaria dentro da universidade para se trabalhar com estudantes do ensino médio que poderiam desenvolver atividades práticas junto aos professores e pesquisadores. Esses jovens poderiam ter um curso de alta qualidade, uma vez que os estudantes de Mestrado e Doutorado, além de seus professores, poderiam colaborar com a grade curricular no processo de desenvolvimento. Por outro lado, é preciso uma infra-estrutura que hoje não é utilizada no Agrícola. Há interesses da universidade desenvolver outros tipos de pesquisa ali”, disse Palácios.

Segundo a Reitoria da Uenf, o processo de incorporação do Agrícola foi aprovado pelo Conselho Universitário. A comunidade acadêmica entendeu a necessidade de anexação do colégio para que este seja preservado. “Ainda estão sendo realizados trâmites burocráticos necessários para a conclusão da incorporação. Toda documentação referente à parte jurídica e formação de conselho foram entregues à Secretaria Estadual de Planejamento e ao Setor de Patrimônio. Esse processo quase foi encerrado no fim do governo passado, mas não aconteceu. Com o novo governo aí, pensamos que já adiantamos o bastante, cabendo ao governador assinar a transferência. Gostaríamos de concretizá-la antes do fim do primeiro semestre”, informou.

Victoria Carágio disse que, se a incorporação for a melhor saída para o Agrícola no momento, os servidores e estudantes estão abertos. “Não acredito no fechamento porque os servidores e a comunidade do entorno não querem e não vão deixar que a escola pare. Estamos dispostos a brigar e a lutar pela preservação do Agrícola. O nosso aluno vale muito”, defende.

Comoção


Dom Américo foi aluno e professor do Colégio Agrícola (Foto: Stefany Magalhães)

Antes de Dom Américo se tornar famoso como cantor e performer, o artista campista foi professor. Entre 1964 e 1970, foi aluno do Colégio Agrícola Antônio Sarlo; e de 1973 a 1995, lecionou na escola como Osvaldo Américo Freitas. “Foi de importância enorme em função da produção canavieira. Grandes mestres formaram profissionais de diferentes áreas espalhados pelo Brasil e pelo mundo. Muitos agrônomos, veterinários, técnicos agrícolas e afins saíram daquela casa de ensino”, destaca. Para ele, enquanto o colégio pertenceu à Secretaria de Agricultura do Estado Rio de Janeiro, na década de 1960, viveu sua melhor fase. “Depois que passou para a Educação começou o declínio. Fala-se em crise do Agrícola, mas é geral no país. Na década de 1990, a gente era praticamente obrigado a aprovar o aluno, mesmo sem ele ter capacidade. Houve um desestímulo muito grande”, diz.

Recordar sobre o Colégio Agrícola leva o ex-professor Osvaldo Américo às lágrimas. “Conheci cada pedaço dos 35 alqueires daquela sede. Morei ali. Em épocas de férias, continuei na escola trabalhando na cozinha e na faxina, o que muito me honra. Há placas com o meu nome, fui paraninfo de muitas turmas. Minha formação musical começou na banda marcial. Fui tubista, corneteiro-mor e instrutor por muitos anos. No apagar das luzes, a banda passou a se chamar Banda Marcial Professor Oswaldo Américo. Tive colegas como Paulinho Rezende, um dos maiores poetas e compositores do Brasil. A música “Butterfly” é dele. Foi um grande marco da minha vida”

O Hino do Colégio Agrícola é cantado ainda pelo ex-aluno e ex-professor, como o trecho “À procura incessante do sucesso, os nossos corações vibram com ardor, caminhamos em par com o progresso, na trilha abençoada do labor…”
Fonte:Terceira Via

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Programação do seu sábado e domingo em São Francisco de Itabapoana -RJ




Foragido da justiça é preso com materiais roubados em Campos

O caso está sendo investigado na Delegacia de Guarus (146ª)


Foto: Divulgação

Um homem foi preso na noite da última sexta-feira (08) no Parque Alvorada, em Campos. Segundo informações da Polícia Militar, contra o acusado havia um mandado de prisão em aberto.

Ainda de acordo com a PM, na residência do acusado foram encontrados cinco aparelhos celulares, uma bateria de celular, tablete e uma máquina de cartão de crédito.

O homem foi encaminhado para a Delegacia de Guarus (146ª), juntamente com todo o material apreendido, onde foi autuado e permaneceu preso.

Fonte: Redação

CDL São Francisco na briga por boa decisão com respeito ao cartão alimentação


 Muitos perguntam, ao presidente Gérson Wellinghton como ficou o caso do Cartão alimentação, que passou de 4%, para 8% e sendo oferecido para alguns comerciantes a 12%? - Muitos Servidores Municipais, perguntam: Os Mercados, ao qual estão acostumados a comprar, já estão recebendo o Cartão? - O que posso informar é que estou aguardando uma reunião, solicitada, com a Prefeita e com os Vereadores, para solucionar a questão e com isto evitar um aumento de preços nos mercados e/ou evitar uma inflação na área alimentícia dentro do município.

Fui recebido pelo Presidente da Câmara Municipal, vereador Cocoia Maxsuel Cerqueira, para conversarmos e encontrarmos uma solução para o problema que vem criando o Cartão Alimentação, destinado a compra pelos Servidores Municipais, no comércio do Município. Bem, ele entendeu e ficou de se reunir com o Secretário de Fazenda e o Procurador, se possível também pretende ter presente a Prefeita Francimara Azeredo, para solucionar, o que a Cdl S. Francisco de Itabapoana está interagindo para Comércio de São Francisco de Itabapoana e para os Servidores Municipais. 

Agora vamos aguardar os próximos capítulos.

Fonte:Redação

MP é provocado a investigar denúncias de vereador de Campos

Se o MPRJ aceitar o pedido, a temperatura vai subir no Norte Fluminense.


Foto: Reprodução / Redes Sociais

Depois de mandar torpedos nas redes sociais a um certo "vereador em Campos que precisa definir se é político ou empresário", o edil Jorginho Virgílio (PRP) pode acabar sendo obrigado a cumprir a própria ameaça e dar nome aos bois.

Um seguidor do moço nas redes sociais representou o Ministério Público para intimar o tagarela a dizer, de uma vez por todas, de quem está falando — incluindo um "vereador que anda tendo 'relações próximas' com a atividade de empreiteiros na Prefeitura de Campos".



Afinal, como diz o documento, é preciso descobrir quem "são os vereadores citados nas suas postagens, além de saber quem são os parentes e amigos, pessoas essas que estão lesando o erário público, com tráfico de influência".

Se o MPRJ aceitar o pedido, a temperatura vai subir no Norte Fluminense.

Fonte: Extra Globo

Ex-prefeito de Cabo Frio é investigado por desvio de dinheiro

O texto diz que o ex-prefeito desviou um total de R$ 25.410,00 dos cofres da entidade


Foto: Divulgação

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (GAECC/MPRJ), denunciou o ex-prefeito de Cabo Frio Alair Francisco Côrrea pelo crime de peculato. De acordo com a denúncia, entre 2015 e 2016, o político desviou recursos referentes às contribuições dos integrantes da Associação dos Fiscais do Município, que deveriam ter sido depositados na conta da entidade, para o pagamento de servidores do município.

O texto diz que o ex-prefeito desviou um total de R$ 25.410,00 dos cofres da entidade, agindo em conjunto com o ex-secretário municipal de Fazenda, Axiles Francisco Correa. Os valores eram descontados diretamente do pagamento dos fiscais municipais, conforme prévia autorização, para posterior repasse aos cofres da Associação. Ocorre que não era feita a destinação das verbas à entidade em questão.

De acordo com as provas colhidas ao longo da investigação, na qualidade de prefeito da cidade, Alair possuía a decisão final sobre os pagamentos efetuados pela municipalidade. Disso resulta a sua responsabilidade decisória sobre o desvio detectado, cabendo, desta forma, a sua condenação pelo crime de peculato, ao não repassar os valores devidos e sujeitos às regras dos artigos 87 e 89 da Lei Orgânica Municipal.

De acordo com o artigo 312 do Código Penal, “apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio” configura o delito cometido pelo político, com pena prevista de reclusão de dois a doze anos, além de pagamento de multa no valor desviado. Para garantir que o denunciado responda às acusações sem risco de fuga, requer o MPRJ o recolhimento do passaporte do político até a decisão final da Justiça, seguindo o que determinam os artigos 319, IV, e 320 do Código de Processo Penal.

Fonte: Ascom MPRJ