
Foto: divulgação
Além da perda de vidas, há ainda a derrocada da economia, que tende a parar nas próximas semanas, não apenas no Espírito Santo, mas em todo o mundo. Governos fazem um esforço extra para oferecer aos trabalhadores e empregadores uma forma de passar pelo período de quarentena sem fechar as portas. Segundo o presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), Léo de Castro, o Governo do Estado e o Governo Federal já tomaram algumas medidas importantes para abrandar a crise.
“No Espírito Santo, Bandes e Banestes já anunciaram uma linha de crédito emergencial para as empresas, de todos os portes, pequenas, médias e grandes. O Banco do Brasil também terá uma linha especial. O Governo Federal anunciou mudanças legislativas para facilitar às empresas tomarem medidas para reduzir o custo com empregados. Entre elas está a permissão para que as empresas cortem pela metade os salários e a jornada de trabalho. O Governo do Estado estuda a prorrogação do recolhimento do ICMS e, para isso, está consultando o Confaz, o Conselho Nacional de Política Fazendária, que reúne os secretários de Fazenda de todo o país. Tudo isso é importante, mas ainda é insuficiente”, relata.
O presidente da Findes salienta ainda que a CNI, com o apoio das Federações Estaduais, encaminhou na última quarta-feira uma série de sugestões ao presidente Bolsonaro e ao ministro da Economia. “Elas incluem o adiamento, por 90 dias, do pagamento de todos os tributos federais, incluindo as contribuições previdenciárias, a prorrogação, por 90 dias, do prazo para apresentação das obrigações acessórias das empresas e a redução temporária das tarifas de energia elétrica, através da redução de encargos setoriais e da utilização de bandeiras tarifárias mínimas. Precisamos da união de todos, governo, sociedade, setor produtivo, todos precisamos nos unir neste momento para prevenir a disseminação do vírus e para atenuar os impactos na economia e nos empregos”.
Além da perda de vidas, há ainda a derrocada da economia, que tende a parar nas próximas semanas, não apenas no Espírito Santo, mas em todo o mundo. Governos fazem um esforço extra para oferecer aos trabalhadores e empregadores uma forma de passar pelo período de quarentena sem fechar as portas. Segundo o presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), Léo de Castro, o Governo do Estado e o Governo Federal já tomaram algumas medidas importantes para abrandar a crise.
“No Espírito Santo, Bandes e Banestes já anunciaram uma linha de crédito emergencial para as empresas, de todos os portes, pequenas, médias e grandes. O Banco do Brasil também terá uma linha especial. O Governo Federal anunciou mudanças legislativas para facilitar às empresas tomarem medidas para reduzir o custo com empregados. Entre elas está a permissão para que as empresas cortem pela metade os salários e a jornada de trabalho. O Governo do Estado estuda a prorrogação do recolhimento do ICMS e, para isso, está consultando o Confaz, o Conselho Nacional de Política Fazendária, que reúne os secretários de Fazenda de todo o país. Tudo isso é importante, mas ainda é insuficiente”, relata.
O presidente da Findes salienta ainda que a CNI, com o apoio das Federações Estaduais, encaminhou na última quarta-feira uma série de sugestões ao presidente Bolsonaro e ao ministro da Economia. “Elas incluem o adiamento, por 90 dias, do pagamento de todos os tributos federais, incluindo as contribuições previdenciárias, a prorrogação, por 90 dias, do prazo para apresentação das obrigações acessórias das empresas e a redução temporária das tarifas de energia elétrica, através da redução de encargos setoriais e da utilização de bandeiras tarifárias mínimas. Precisamos da união de todos, governo, sociedade, setor produtivo, todos precisamos nos unir neste momento para prevenir a disseminação do vírus e para atenuar os impactos na economia e nos empregos”.
Fonte:Aqui Notícia














































