domingo, 29 de março de 2020

Mãe e filho testam positivo para o coronavírus em Rio das Ostras


Reprodução

A confirmação foi divulgada na noite deste sábado (28/03).

Na noite deste sábado, dia 28 de março, Rio das Ostras confirmou os dois primeiros casos de coronavírus no município, registrados por vínculo epidemiológico. As duas pessoas, mãe e filho, já estão em isolamento domiciliar e receberam a visita de uma equipe da Vigilância Epidemiológica que prestou as orientações necessárias e os cuidados que devem ser tomados a partir de agora.

A confirmação veio por conta de um resultado positivo de uma senhora de 70 anos, moradora de Itaboraí e mãe e avó das duas pessoas infectadas, que veio visitar a filha e o neto moradores de Rio das Ostras e permaneceu em contato com a família por um período de uma semana. Essa senhora deu entrada no Pronto-Socorro no último dia 23 de março com sintomas gripais e foi encaminhada para o Hospital de Araruama. Em seguida, ela foi transferida para o Rio de Janeiro, onde foi confirmada a contaminação.

É importante frisar a importância do isolamento social. As pessoas devem ficar em casa e evitar a circulação na rua. Saiam de casa somente se necessário.

MEDIDAS PREVENTIVAS – A atual Administração Municipal tem decretado medidas preventivas contra a pandemia do coronavírus para garantir a qualidade de vida da população. Dentre essas medidas estão o controle de circulação da população e, em parceria com o Poder Legislativo, a redução de despesas de custeio dos dois Poderes. O objetivo dessas ações é dispor recursos, respeitando a Lei de Responsabilidade Fiscal, para mais investimentos nessa área. Está previsto a contratação emergencial de profissionais que vão atuar nas ações contra o COVID-19 e nas barreiras sanitárias que serão implantadas nas entradas do município para procurar conter ainda mais a circulação do vírus no município.

RECOMENDAÇÃO – Profissionais da Saúde de Rio das Ostras continuam atentos e seguindo com o Plano de Contingência ao Coronavírus, no intuito de acolher e identificar, precocemente, os casos suspeitos que possam surgir no Município.
É importante que a população fique em casa e saia somente se necessário. Além disso devem ficar atentos aos dados oficiais dos órgãos competentes, a Secretaria de Estado e Ministério da Saúde. Os dados do município estão sendo disponibilizados no portal oficial. www.riodasostras.rj.gov.br

Fonte: Ascom

Primeiros moradores de rua chegam ao abrigo no Manoel Cartucho

CAMILLA SILVA

Moradores de rua chegam ao abrigo Hospital Manoel Cartucho / Genilson Pessanha

Os primeiros moradores do abrigo para população em situação de rua chegaram, no sábado (28), no Hospital Manoel Cartucho, que fica no parque Rosário. Segundo a secretaria de Desenvolvimento Humano e Social serão 62 vagas disponibilizadas. A medida foi realizada como medida de combate ao coronavírus na cidade de Campos. A cidade possui outros três abrigos com capacidade total de 60 vagas, que estão ocupadas.
— Eu já morei em abrigo assim. É bom. Ajuda a gente a melhorar, conseguir trabalho, se estabilizar. Lá fora está muito complicado, tem gente que aproveita que está deserto para fazer algum tipo de maldade. Me parece que as coisas aqui vão ficar muito melhores — afirmou Jonas Antunes, pedreiro de 51 anos que está desempregado.

A secretária de Desenvolvimento Humano e Social de Campos, Pryscila Marins, conta que o projeto surgiu como resposta à pandemia de coronavírus, já que existe a recomendação de que a população permaneça em suas residências. "Nós estamos desenhando um abrigo provisório em um momento de crise. É tudo muito rápido. O nosso objetivo é trazer o máximo de pessoas em situação de rua que a gente conseguir. Aqui temos disponibilizando 62 vagas, mas existe espaço para ampliá-las", explica.

O Centro de Referência para População em Situação de Rua (Centro Pop) tem realizado conversas com a população de rua que se encontra em diversas áreas do município, mas o órgão ressalta que a participação só ocorre em caso de concordância do abrigado.

Anne Caroline Cardoso, responsável pela Proteção Social Especial do município, informou que equipes formadas por técnicos de enfermagem, assistente social e responsáveis pela segurança e limpeza, trabalharão 24 horas na unidade. "Nossa equipe de abordagem conta com um enfermeiro para verificar se algum dos interessados apresenta sintomas de coronavírus para que a pessoa seja encaminhada para atendimento de saúde se for o caso. Nós também temos um espaço reservado para uma situação em que o isolamento seja necessário", afirmou.



Moradores de rua chegam ao abrigo Hospital Manoel Cartucho
Fonte:Fmanhã

RIOCAP: MESMO PARADOS ESTAMOS JUNTOS!



SAÚDE É PRIMORDIAL EM SÃO FRANCISCO DE ITABAPOANA RJ




Isolamento social precisa durar ao menos dois meses


Por Estadão

Pelo menos 70% dos brasileiros precisam estar imunizados para que possamos começar a falar em fim da epidemia de covid-19 no País. Chegar a esse porcentual só será possível depois que a maioria da população tiver sido infectada e curada. A alternativa é ter uma vacina, que dificilmente chegará ao mercado antes do fim do ano.

Prever como ou quando atingiremos esse patamar é um exercício de futurologia. Não há precedentes na história recente da humanidade para a crise atual. Por isso, não se pode mirar eventos passados em busca de respostas. Alguns estudos, porém, tentam olhar para o futuro e apontar caminhos possíveis.

Uma unanimidade entre especialistas é a adoção do distanciamento social de forma prolongada para retardar o aumento de casos. “Não há ainda meios de avaliar se as medidas que estão sendo implementadas surtirão os efeitos necessários”, afirma o especialista em modelagem epidemiológica da Universidade Estadual Paulista (Unesp) Roberto Kraenkel. “Mas projeções feitas para outros países indicam a necessidade de lockdown (isolamento total das cidades, com manutenção apenas de serviços essenciais) por, ao menos, dois meses.”

Estimativas feitas por especialistas da Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio) e da Fiocruz apontam que, até amanhã, o País deve registrar 6.375 casos – número que pode variar entre 3.555 (cenário otimista) e 11.548 (cenário pessimista). A expectativa é de que, na próxima semana, o total de casos comece a aumentar exponencialmente até que os efeitos das medidas de distanciamento social comecem a ser sentidos.

Caso medidas mais drásticas não sejam cumpridas – ou sejam suspensas, como sugeriu o presidente Jair Bolsonaro -, a epidemia no Brasil pode seguir o mesmo caminho trilhado pela infecção na Itália e na Espanha, que já somam 14,2 mil mortes. Nesses países, o número de casos cresceu mais rápido do que a capacidade do sistema de saúde de absorver pacientes.

A ideia de reduzir o impacto econômico das estratégias de mitigação e isolar só os mais vulneráveis (idosos e doentes crônicos, por exemplo), como propôs Bolsonaro, foi aventada por outros líderes mundiais. A própria Itália contemplou a estratégia no início da epidemia. Rapidamente, diante da explosão de casos e mortes, mudou de ideia. O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, também. O que fez o líder britânico recuar foi um estudo do Imperial College de Londres, de 16 de março. O trabalho projetou 250 mil mortes no país, se apenas medidas de isolamento mais brandas fossem adotadas.

Para o Brasil, os pesquisadores do Imperial College, liderados por Neil Fergunson, indicam que uma estratégia de isolamento social de manter só idosos em casa poderia levar à morte mais de 529 mil pessoas. O número é metade do que se projeta para um cenário em que nada fosse feito para conter o coronavírus (1,15 milhão de óbitos). Mas é bem mais alto do que a estimativa para um isolamento social rápido e amplo. Mesmo com essa restrição drástica, haveria ao menos 44 mil mortes.

“Se medidas de isolamento e contenção propostas pelos Estados forem respeitadas, podemos considerar um crescimento similar ao da França (o país confirmou o 1.º caso em janeiro. Hoje, tem 33,54 mil pacientes e 1,9 mil mortes)”, afirmou Silvio Hamacher, da PUC-RJ, integrante do Núcleo de Operações e Inteligência em Saúde (Nois).

Segundo pesquisadores do Imperial College, para surtir efeito sustentável, a estratégia teria de continuar por muitos meses. Idealmente, até o desenvolvimento da vacina ou a chamada imunização de rebanho, quando a maioria da população já foi contaminada. Pelos cálculos do grupo, até seria possível suspender o isolamento de tempos em tempos, mas muito brevemente, para não abrir caminho para novos surtos.

China. Com a pandemia ainda em curso, quem já passou pela fase aguda traz mais ensinamentos. Após cerca de três meses do início oficial da epidemia, só agora a China começa a reabrir a província de Hubei, onde fica Wuhan, mas a cidade que é epicentro do novo coronavírus ainda deve ficar fechada por mais duas semanas.

O biólogo Fernando Reinach, colunista do Estado, afirma que acompanhar os desdobramentos da reabertura de Wuhan será fundamental para entender como a epidemia vai se comportar. Para ele, por enquanto, o único caminho que parece seguro para evitar muitas mortes é mesmo conter a população. O outro caminho, diz, seria fazer como a Coreia do Sul, que está testando em massa a população e agindo rapidamente para conter quando há infectados e rastrear seus contatos, a fim de evitar a dispersão.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Prefeitáveis de Campos analisam discurso de Bolsonaro sobre Covid-19


Página 2 da Folha da Manhã de hoje (29)

Na terça-feira (24) pouco depois de ouvir os conselhos (confira aqui) do seu filho Carlos Bolsonaro (Republicanos) e dos assessores do chamado “gabinete do ódio”, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fez um pronunciamento em cadeia nacional sobre a pandemia do novo coronavírus. Ele pediu a reabertura de comércios e escolas no Brasil, pregando o fim do “confinamento em massa” como maneira de enfrentar a Covid-19. Que voltou a chamar de “gripezinha”, além de “resfriadinho”. Foi recebido com panelaços enquanto falava na terça, em várias cidades do país, inclusive Campos. Mas também gerou carreatas nacionais na sexta (27), inclusive em Campos, pedindo a reabertura do comércio e o fim do isolamento social.

Já que Campos não está fora da divisão entre os que aprovam e desaprovam a maneira de Bolsonaro em lidar com a crise do novo coronavírus, como os pré-candidatos a prefeito do município reagiram à posição do maior mandatário do país? Até as 13h de ontem, o que ele chamou “gripezinha” já tinha infectado 621.636 pessoas em todo o mundo, causando 28.658 mortes. No Brasil e em Campos, o pico da doença é esperado por volta de 20 de abril, com projeção de queda só em agosto ou setembro. E já é considerada a maior crise mundial de saúde desde a pandemia da gripe espanhola entre 1918 e 1920, causada pelo vírus Influenza H1N1 e que se estima ter matado até 100 milhões de pessoas, incluindo no Brasil e
em Campos. Um século depois, e a Covid-19?

Rafael Diniz.
— Em Campos seguimos e continuaremos a seguir as orientações das autoridades em saúde, também em nível municipal, estadual, federal e mundial. E a recomendação para este momento é o isolamento social. É ficar em casa. Vimos o que aconteceu em outros países, que não fizeram o isolamento, pensando apenas na questão econômica. O posicionamento não é exclusivo da Prefeitura. Envolve, além das autoridades em saúde, incluindo o Cremerj, a Polícia Civil, a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros e o Ministério Público Estadual. Nosso decreto estabelece quarentena até 5 de abril. Dependendo da evolução da doença em Campos, vamos fazendo adequações. Ele poderá ser estendido ou abreviado. Estamos sensíveis à questão econômica. Mas por mais importante que ela seja, nossa prioridade é a vida do cidadão — pontuou o prefeito Rafael Diniz (Cidadania), pré-candidato à reeleição em outubro.

Wladimir Garotinho
— Todos temos preocupação com a economia, entendo a fala do presidente, mas não pode o líder máximo na nação contrariar todas as autoridades de saúde, inclusive as do seu próprio governo. A nossa curva de contaminação deve atingir seu ápice perto de 20 de abril. Até lá o recomendado é o isolamento social total. Após esse período, deve-se rever os protocolos e aí sim poderemos implantar o isolamento vertical. Os países que não respeitaram o período necessário do isolamento total, pagam preços muito alto em vidas, o que vai refletir também em um sério problema econômico mais adiante. Neste momento de incerteza, o governo federal deve implementar medidas de compensação aos trabalhadores e empregadores, através de medidas de subsídio total e parcial. É verdade que começou a se caminhar nesse sentido, mas demorou muito — observou o deputado federal Wladimir Garotinho (PSD).

Caio Viana
— Em um momento como esse, o mais importante e prudente a se fazer é ouvir as orientações das autoridades sanitárias e da área de saúde, além de seguir os exemplos dos países que estão efetivamente combatendo o coronavírus e apresentando resultados reais. O objetivo de qualquer ação de combate à essa doença deve ser sempre o que coloca a segurança, a saúde e a vida das pessoas em primeiro lugar — criterizou Caio Vianna (PDT), também pré-candidato a prefeito de Campos.Gil Vianna

Gil Viana
— Os posicionamentos do presidente Jair Bolsonaro, sempre autênticos, causam muitas reações. Isso desde quando ele era deputado. Nesse discurso sobre o novo coronavírus, ele recomendou a flexibilização das medidas de isolamento social, para que a economia não pare. A pandemia é preocupante e o isolamento deve sim ser adotado, ainda mais por quem faz parte do grupo de risco ou tem contato direto com eles. Respeito o entendimento do presidente e ele tem direito a expor sua opinião. No entanto, sei da importância do isolamento orientado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Neste momento, são essas recomendações que devem ser seguidas pela população, até passar o período previsto para o pico da Covid-19 no Brasil — ponderou o deputado estadual Gil Vianna (PSL), ainda ligado ao senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) e 
“pré-candidatíssimo” a prefeito de Campos.

Roberto Henrique

— O presidente foi na contramão da Organização Mundial da Saúde. Todos os que não adotaram restrições a tempo, acabaram se curvando, como fizeram só tardiamente os Estados Unidos e a Itália. O administrador de uma crise não pode ser um falastrão que se orienta por seus desejos. Já passou da hora do presidente Bolsonaro abandonar o Twitter e ser o que a nação precisa: coordenar o Gabinete Nacional da Crise, ser o ponto catalizador de iniciativas conjuntas para o controle do Covid-19, solucionar o abastecimento, garantir renda mínima aos mais pobres, promover um plano de recuperação econômica nos moldes do “New Deal” do presidente Franklin D. Roosevelt (nos EUA, após a Grande Depressão de 1929), inverter a lógica da supremacia do capital financeiro e dar soberania ao capital comercial e industrial — aconselhou Roberto Henriques (PPL), ex-prefeito e 
pré-candidato a prefeito de Campos.

Marcelo Mérida
— É um momento muito grave para o país e essa decisão depende do diálogo e consenso entre governos e autoridades da saúde pública. A população, os trabalhadores, as pequenas empresas, em todo o Brasil, estão sofrendo com as restrições. Se a paralisação persistir, é preciso já, agora, de um novo Brasil no socorro a estados e cidades, com apoio direto, com liberação imediata de recursos ao trabalhador e ao empreendedor, sem restrições administrativas. No enfrentamento da pandemia da Covid-19, proteger a vida, preservar o emprego e a atividade dos micros e pequenos empreendedores, é assegurar ao Brasil e ao Estado do Rio condições de sobreviver à crise atual e também após ela — pregou o empresário Marcelo Mérida, presidente e pré-candidato a prefeito do PSC em Campos.

Lesley Beethoven
— Temos imediatamente de encontrar alternativas para o confinamento geral. Porém, as decisões não podem ser oriundas de um cabo de guerra institucional. Liberar tudo parece ser contra as recomendações médicas e científicas. Está provado que o sistema de saúde não suportará um aumento acelerado de atendimentos. O povo brasileiro está dando um show de comportamento, apesar do confinamento total, como o de agora, e das terríveis dificuldades que inúmeras famílias já estão passando. Espero que as forças políticas brasileiras, principalmente o presidente da República, consigam chegar a um consenso sobre a reabertura das atividades econômicas nas cidades. Não podemos deixar a fome vencer a quarentena. Não é um dilema entre saúde e economia. As vidas também precisam sobreviver — opinou Lesley Beethoven, presidente e pré-candidato a prefeito do PSDB em Campos.

José Maria Rangel
— A temporalidade do período de confinamento deve considerar, antes de mais nada, a capacidade de atendimento do sistema de saúde no Brasil e ter como meta o alongamento da fase de pico da epidemia no Brasil. Caso contrário, poderemos ser acometidos por um estrangulamento do sistema de saúde que não será capaz de lidar não só com os casos da Covid-19, como também com outras doenças. O governo deveria se preocupar em criar medidas para proteger a vida dos trabalhadores, preservando seus empregos e renda. O apoio ao empresariado deve ter cláusulas de não demissão e pagamento dos salários. A flexibilização da quarentena precisa ser analisada no âmbito da saúde pública. Não ser usada como instrumento de disputa política-ideológica do governo federal — ressalvou o petroleiro José Maria Rangel, um dos três pré-
candidatos do PT a prefeito de Campos.

Odisséia Carvalho
— A gravidade do quadro em que vivemos hoje no Brasil, tem como ponto de partida a falta de liderança do governo Bolsonaro e sua oposição ao isolamento social. Mas principalmente da política econômica neoliberal de Guedes, que precarizou o SUS. Em 2019, foram cortados R$13,5 bilhões da Saúde. E, neste ano, mais R$ 4,5 bilhões. O Brasil tem que parar. O presidente Bolsonaro não vai parar, ele está alucinado, tem que ser detido, ou promoverá genocídio. Quem vai sair mais uma vez perdendo é o povo brasileiro, principalmente os mais pobres, os moradores de rua, de cortiços e favelas. É momento de ações extremas para minimizar o sofrimento da população e questionar o modelo econômico. O PT propõe duas medidas urgentes: taxar as grandes fortunas e o “seguro quarentena” durante a pandemia — expôs a ex-vereadora Odisséia Carvalho, também 
pré-candidata a prefeita do PT

Hélio Anomal
— Diante do atual cenário não só no Brasil, mas mundial, com a Covid-19, além de todos os cuidados preventivos, entendo também ser necessário que tenhamos também equilíbrio. Lamentavelmente, é uma característica dissociada da liderança do nosso país. O presidente não colabora e se faz constantemente contraditório. Afinal, a solução mais inteligente seria ignorar recomendações de especialistas da área de saúde e os fatos ocorridos em outros países? Tudo isso, essas milhares de mortes mundo afora, é simplesmente irrelevante? Na minha opinião, ainda há aqueles que merecem ser ouvidos. Cabe discernimento e sabedoria para que possamos vencer esse inimigo invisível. Cuide-se e, se possível, fique em casa — aconselhou o sindicalista Hélio Anomal, outro pré-candidato do PT a prefeito de Campos.
Fonte: Fmanhã

NOTA OFICIAL


A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana vem a público informar que após analisar o cenário epidemiológico do Município e dialogar com diversos segmentos do comércio, sociedade civil e Câmara de Vereadores, decidiu pela manutenção da recomendação de isolamento social da sua população, seguindo o posicionamento do Governo do Estado e do Ministério da Saúde.

Ficará mantida a proibição de toda e qualquer atividade que resulte em aglomeração de pessoas e potencial transmissão do novo Coronavírus – COVID-19.

Estarão autorizados o funcionamento dos serviços essenciais e de alguns serviços não essenciais, condicionados ao cumprimento de restrições que garantam a prevenção de contágio ao novo Coronavírus – COVID – 19

São Francisco de Itabapoana, 28 de Março de 2020.

FRANCIMARA AZEREDO DA SILVA BARBOSA LEMOS
Prefeita de São Francisco de Itabapoana.

Veja a lista de municípios do Espírito Santo que confirmaram casos de covid-19


Por Rafaela Thompson

O Espírito Santo tem 60 casos confirmados do novo Coronavírus (Covid-19) até este sábado (28). Um novo caso, que totalizaria 61, pertence a um paciente morador do Rio de Janeiro que possui empresa em solo capixaba e procurou serviço de saúde local.

Dos casos confirmados, 12 pacientes já estão curados, 42 estão em isolamento residencial e seis estão internados, sendo três em Unidades de Terapia Intensiva (UTI).
Veja a lista




Fonte: Aqui Notícia

Idoso com suspeita de coronavírus morre em Cabo Frio

Um paciente com suspeita de coronavírus morreu neste sábado (28) em Cabo Frio. O homem de 87 anos estava internado em um hospital particular da cidade.

Segundo a Secretaria de Saúde, ele possuía histórico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica e foi internado com pneumonia.

A Secretaria de Saúde aguarda o resultado do teste para Covid-19.

Até este sábado, foram registrados 22 casos suspeitos da doença no município, sendo que oito já foram descartados. Os demais aguardam os resultados dos exames, que são realizados no Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (LACEN-RJ).
Fonte: O Diário Costa do Sol


Sobe para 16 o número de casos suspeitos de novo coronavírus em Campos

Informação foi divulgada pela Prefeitura neste sábado; somente um caso foi confirmado no município até o momento


(Foto: Agência Brasil)

O número de casos suspeitos de infecção pelo novo coronavírus em Campos subiu para 16, segundo boletim divulgado neste sábado (28) pela Prefeitura. Até a publicação desta reportagem, somente um havia sido confirmado.

Na tarde desta sexta-feira, autoridades do município concederam entrevista coletiva para defender a importância da manutenção das medidas sanitárias e de isolamento social no combate à propagação do novo coronavírus e ressaltar as implicações legais do descumprimento de decretos municipais, estaduais e federais.

A coletiva foi convocada poucas horas após um grupo de empresários promover uma carreata para pedir a reabertura do comércio. De acordo com o prefeito Rafael Diniz (CDN), os promotores de Justiça Marcelo Lessa e Fabiano Rangel e o delegado Pedro Emílio Braga, da 146ª Delegacia Policial (Guarus), desobediência às normas de isolamento social poderão resultar em prisão.

As medidas são baseadas em parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério de Saúde e permanecem em vigor pelo menos até o dia 5 de abril, podendo ser prorrogadas.

*Última atualização dos dados do Departamento de Vigilância em Saúde às 18h45
Fonte:Terceira Via

Coronavírus já está confirmado em pelo menos quatro favelas do rio



RIO DE JANEIRO, RJ, BRASIL, 06.11.2013: IBGE/FAVELAS/RJ - Vista da favela da Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro. (Foto: Daniel Marenco/Folhapress)/Por Estadão

O coronavírus continua se espalhando por favelas do Rio de Janeiro. Depois do caso confirmado pela prefeitura na Cidade de Deus (zona oeste), no balanço atualizado pela administração municipal até as 18h de sexta-feira (27) foram anunciados dois casos em Manguinhos, um em Parada de Lucas (ambas comunidades da zona norte) e um no Vidigal (favela da zona sul).

Ao todo, existem 431 casos confirmados de covid-19 no município do Rio, a maioria deles na Barra da Tijuca (60), seguida por Leblon (42), Ipanema (33) e Copacabana (31), todos na zona sul. Ao todo, 63 bairros têm casos registrados de covid-19. De quinta para sexta-feira, foram confirmados 63 novos casos. A média de idade dos pacientes com a doença confirmada é de 47,9 anos. Estão internados em UTI da rede municipal 22 pacientes.

Considerando que não estão sendo feitos testes em massa e muitas vítimas do coronavírus não apresentam sintomas graves e por isso não procuram a rede de saúde, a prefeitura estima que o número real de casos até o dia 24 seja de 4.471. O número de casos em favelas, nesse caso, também seria muito maior.

Fábio Grellet/Estadao Conteudo