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terça-feira, 12 de maio de 2020
Polícia investiga quadrilha formada por servidores de Rio das Ostras por crimes digitais

A Câmara de Vereadores de Rio das Ostras abriu uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar uma denúncia de um servidor municipal, contra uma suposta quadrilha, formada por funcionários públicos de Rio das Ostras, que estaria usando um perfil fake na internet para censurar pessoas que criticam o atual governo municipal. Um inquérito policial também foi instaurado na Delegacia de Crimes Digitais, no Rio de Janeiro para investigar a suposta quadrilha.
Segundo um denunciante, que é servidor, o grupo estaria usando a estrutura da própria administração pública para cometer os delitos. Ainda segundo relato, conforme comprova a Ata Notarial registrada em Cartório e juntada no Inquérito Policial, a quadrilha usa perfis no Facebook e contas no aplicativo WhatsApp, com CPF de pessoas falecidas.
Ainda na denúncia, o servidor afirma que a organização criminosa troca páginas de Processos Administrativos com o objetivo de incriminar, através de denúncias anônimas encaminhadas ao Ministério Público, a Polícia e ao TCE, o ex-prefeito, Carlos Augusto Carvalho Balthazar, o ex-prefeito e atual presidente da Câmara, Carlos Alberto Afonso Fernandes, membros da antiga administração e qualquer um que critique a atual gestão.
O servidor ainda denuncia que o grupo montou uma base, liderada por pessoas ligadas a Secretaria de Segurança Pública, na casa de uma servidora pública, também lotada na pasta de segurança, onde lá, processos administrativos são fraudados para fundamentar denúncias anônimas contra o ex-prefeito, Carlos Augusto Carvalho Balthazar, o ex-Prefeito interino, Carlos Alberto Afonso Fernandes (hoje presidente da Câmara de Vereadores) e ex-integrantes da administração anterior.
Ao todo 11 pessoas, incluindo o atual prefeito, dois secretários de governo, servidores, e familiares de Marcelino, foram citadas no processo, e devem ser investigadas no inquérito. Entramos em contato com a prefeitura de Rio das Ostras, onde informou que, até o momento, não foi notificada sobre esse assunto.
Fonte: O Diário Lagos
Prefeita Francimara inaugura praça em Floresta e visita obras em Morro Alegre e Gargaú
Na tarde desta segunda (11), a prefeita Francimara Azeredo da Silva Barbosa Lemos, acompanhada do secretário municipal de Planejamento Tininho Cerqueira e sub secretário Alex, fizeram a inauguração da Praça Amarino Batista Alves, em Floresta, num ato simbólico e sem presença de público, respeitando as medidas restritivas de combate ao novo coronavírus.
O espaço público, que tem playground, bancos, paisagismo, pavimentação de piso intertravado e iluminação especial, está situado ao lado da Unidade Básica de Saúde (UBS), importante obra entregue pelo nosso Governo, no ano passado.
Em seguida, foram até a reforma da Escola Municipal Manoel Gomes da Silva Lemos, em Morro Alegre, e foram também apreciar a construção do novo Píer e da nova Praça do Pescador, em Gargaú, que em breve também estará sendo entregue à nossa população. Além de visitar o trabalho da Barreira Sanitária em Imburi.
O espaço público, que tem playground, bancos, paisagismo, pavimentação de piso intertravado e iluminação especial, está situado ao lado da Unidade Básica de Saúde (UBS), importante obra entregue pelo nosso Governo, no ano passado.
Em seguida, foram até a reforma da Escola Municipal Manoel Gomes da Silva Lemos, em Morro Alegre, e foram também apreciar a construção do novo Píer e da nova Praça do Pescador, em Gargaú, que em breve também estará sendo entregue à nossa população. Além de visitar o trabalho da Barreira Sanitária em Imburi.
Briga de ex-casal termina com 2 mortos e 2 esfaqueados em Goitacazes

Tragédia ocorreu na noite desta segunda-feira, no bairro Linha do Limão
Foto: Campos 24 Horas.
Dois assassinados e dois esfaqueados. Este foi o saldo de uma briga envolvendo um ex-casal e outras duas pessoas, na noite desta segunda-feira (11), por volta das 20h, na Travessa Souza Rodrigues, no bairro Linha do Limão, em Goytacazes, na Baixada Campista. Segundo a polícia, um homem matou sua ex-mulher e o atual marido dela a tiros. Na briga, o autor e sua irmã foram esfaqueados.
De acordo com a polícia, a confusão ocorreu porque uma mulher pediu dinheiro emprestado ao ex-marido. A mulher foi até a casa da irmã do ex-marido, onde ele estava nesta noite, acompanhada do seu atual marido.
Durante a confusão, o homem acabou matando a tiros a ex-mulher e mãe de seu filho de 11 anos, Michelle Luzia Clacino Linhares, de 28 anos e o marido dela, identificado apenas como Felipe. O autor do duplo homicídio levou golpes de faca, assim como a irmã dele que tentou apartar a briga.
Segundo o Corpo de Bombeiros. os feridos a faca levados para o Hospital Ferreira Machado foram: a mulher de iniciais J.D.O. de 31 anos, e o homem também J.D., de 42 anos. O hospital não informou o estado de saúde deles.
Um revólver, uma faca e um canivete foram apreendidos pela PM dentro da casa onde ocorreram os crimes. Equipes do BPRv e do DPO de Goitacazes estão no local.

Com dívidas Cândido Mendes pede recuperação judicial
Pandemia fez faturamento da universidade cair 30%
Uma das universidades privadas mais tradicionais do país, a Candido Mendes, teve o caixa afetado pela crise do novo coronavírus. Fundada há 118 anos, a instituição de ensino superior entrou nesta segunda com pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) após ver seu faturamento cair 30% já em março e a inadimplência chegar a
A recuperação judicial é uma tentativa de manter de pé a instituição, pioneira no curso de Economia no país há 101 anos.
Hoje, a universidade acumula dívidas de R$ 400 milhões, formadas por demandas civis e trabalhistas, segundo Cristiano Tebaldi, Pró-Reitor Comunitário da Universidade Candido Mendes. O processo de recuperação judicial substituiu a antiga Lei de Falências
Tebaldi explica que a Covid-19 prejudicou ainda mais as finanças da instituição que já vinham perdendo fôlego desde o fim de 2014.
Em março deste ano, a receita somou R$ 7 milhões, número 30% menor que os R$ 10 milhões do mesmo mês do ano passado. A redução veio acompanhada da queda no número de alunos, que passou de 12 mil no fim de 2019 para os atuais 10 mil.
- A pandemia trouxe uma dificuldade para concretizar nossa receita, pois os alunos não conseguem pagar suas mensalidades. O cenário se agravou em um período muito curto. Com isso, estamos esses últimos 50 dias trabalhando para ingressar com uma ação de recuperação judicial — destaca Tebaldi, lembrando que a Associação Sociedad Brasileira de Instrução (Asbi) é a mantenedora da Universidade Candido Mendes.
Ele lembra que a Candido Mendes começou a enfrentar problemas a partir do fim de 2014, quando chegou ao recorde de 24 mil alunos inscritos.
Mas depois disso houve uma estagnação na economia, agravada com a crise política gerada pelo processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff.
- Temos feito esforços com os alunos, flexibilizando os pagamentos, mas o cenário se agravou. Hoje, 100% dos alunos têm bolsas, seja de 20% ou integral. Da nossa arrecadação, 47% é revertido em bolsas aos alunos — afirma.
A Candido Mendes tem hoje 13 unidades, das quais 10 na cidade do Rio e as outras três em Friburgo, Araruama e Campos dos Goytacazes, todas no Estado do Rio. São 1.376 colaboradores, dos quais 750 professores.
A Universidade é representada pelo escritório PCPC Advogados e pela consultoria Deloitte, como assessora financeira.
O Site Ururau aguarda um posicionamento na universidade em Campos.

Reprodução
A recuperação judicial é uma tentativa de manter de pé a instituição, pioneira no curso de Economia no país há 101 anos.
Uma das universidades privadas mais tradicionais do país, a Candido Mendes, teve o caixa afetado pela crise do novo coronavírus. Fundada há 118 anos, a instituição de ensino superior entrou nesta segunda com pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) após ver seu faturamento cair 30% já em março e a inadimplência chegar a
A recuperação judicial é uma tentativa de manter de pé a instituição, pioneira no curso de Economia no país há 101 anos.
Hoje, a universidade acumula dívidas de R$ 400 milhões, formadas por demandas civis e trabalhistas, segundo Cristiano Tebaldi, Pró-Reitor Comunitário da Universidade Candido Mendes. O processo de recuperação judicial substituiu a antiga Lei de Falências
Tebaldi explica que a Covid-19 prejudicou ainda mais as finanças da instituição que já vinham perdendo fôlego desde o fim de 2014.
Em março deste ano, a receita somou R$ 7 milhões, número 30% menor que os R$ 10 milhões do mesmo mês do ano passado. A redução veio acompanhada da queda no número de alunos, que passou de 12 mil no fim de 2019 para os atuais 10 mil.
- A pandemia trouxe uma dificuldade para concretizar nossa receita, pois os alunos não conseguem pagar suas mensalidades. O cenário se agravou em um período muito curto. Com isso, estamos esses últimos 50 dias trabalhando para ingressar com uma ação de recuperação judicial — destaca Tebaldi, lembrando que a Associação Sociedad Brasileira de Instrução (Asbi) é a mantenedora da Universidade Candido Mendes.
Ele lembra que a Candido Mendes começou a enfrentar problemas a partir do fim de 2014, quando chegou ao recorde de 24 mil alunos inscritos.
Mas depois disso houve uma estagnação na economia, agravada com a crise política gerada pelo processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff.
- Temos feito esforços com os alunos, flexibilizando os pagamentos, mas o cenário se agravou. Hoje, 100% dos alunos têm bolsas, seja de 20% ou integral. Da nossa arrecadação, 47% é revertido em bolsas aos alunos — afirma.
A Candido Mendes tem hoje 13 unidades, das quais 10 na cidade do Rio e as outras três em Friburgo, Araruama e Campos dos Goytacazes, todas no Estado do Rio. São 1.376 colaboradores, dos quais 750 professores.
A Universidade é representada pelo escritório PCPC Advogados e pela consultoria Deloitte, como assessora financeira.
O Site Ururau aguarda um posicionamento na universidade em Campos.
Fonte: O Globo
Petrobras suspende contratos de manutenção de plataformas e atinge 4,5 mil trabalhadores
Segundo estatal, medidas são motivadas pela pandemia do novo coronavírus e da queda do preço do petróleo

(Foto: Divulgação)
O efeito dominó detonado pela pandemia do coronavírus está derrubando, peça a peça, os personagens do setor de óleo e gás. Desta vez, quem sofreu o tombo – e severo, por sinal – foi o segmento de manutenção multidisciplinar de plataformas. A Petrobras decidiu desmobilizar as atividades de manutenção destas unidades e suspender os contratos relacionados, já como reflexo da queda do preço do barril de petróleo e da pandemia da Covid-19. Com a medida, fontes consultadas pelo Petronotícias contabilizaram que pelo menos 4.500 funcionários foram desmobilizados de seus postos de trabalho.
A nossa reportagem apurou que a estatal pediu que cada uma das empresas que prestam os serviços de manutenção mantivessem embarcado apenas um pequeno grupo, formado entre 10 e 15 profissionais, para atender às necessidades emergenciais das plataformas. Sob esta determinação da Petrobras, as companhias de manutenção desmobilizaram, ao longo das duas últimas semanas de abril, um grande contingente de profissionais que estava trabalhando nas embarcações.
A paralisação desses contratos afetou uma série de prestadoras de serviços, sendo algumas das principais listadas a seguir:
1 – Estrutural – 300 trabalhadores
2 – CSE/Aker – 350 trabalhadores
3 – Cobra – 500 trabalhadores
4 – MotaEngil – 700 trabalhadores
5 – Vince/Actemium – 900 trabalhadores
6 – Imetame – 700 trabalhadores
Além destes, a Petrobras também paralisou os contratos com as embarcações de apoio envolvidas nas atividades de manutenção, as chamadas Unidades de Manutenção e Segurança (UMS). Em tempos de corte de gastos para sobreviver aos tempos hostis, a Petrobras estaria pagando somente o combustível para a mínima manutenção dessas UMS, além de manter uma equipe de preservação.
Segundo dados disponibilizados pela própria Petrobras, cada UMS tem uma força de trabalho por turma que pode variar, em média, entre 500 e 600 profissionais. Ainda segundo informações disponibilizadas pela estatal, cada unidade do tipo pode gerar entre mil e 1,5 mil empregos diretos, considerando que os profissionais trabalham em regime de escala de embarque. As embarcações abrigam profissionais de diferentes áreas – como mecânica, elétrica, manutenção de peças e equipamentos, hotelaria, movimentação de cargas, caldeiraria e pintura industrial.
Fontes de mercado ouvidas pelo Petronotícias manifestaram preocupação com a decisão adotada pela Petrobras. Apesar de concordarem com a necessidade de enfrentamento da pandemia, principalmente no ambiente offshore, os profissionais consultados pela nossa reportagem ressaltaram que a suspensão dos contratos não é a melhor conduta. A alegação é que uma medida deste tipo deveria ser ajustada de acordo com os protocolos de segurança.
Pessoas que convivem com o segmento de manutenção classificaram a decisão da Petrobras como “radical” e afirmam que a postura adotada pela petroleira contraria as orientações de não afetar as atividades produtivas com medidas radicais, sem um planejamento de conciliação com os critérios requeridos pelas autoridades de saúde. Além do receio com a integridade das operações das plataformas, existe ainda o temor em relação à economia do país e de municípios produtores, como Macaé (RJ), no norte fluminense.
A Petrobras disse que seu consumo de caixa poderia chegar a US$ 1 bilhão em meses de maior volatilidade dentro de um “cenário de estresse”. Como se sabe, a companhia teve de adotar ações de resiliência para poder passar por esse período turbulento causado pelo coronavírus. Uma dessas ações foi o desembolso de US$ 8 bilhões em linhas de crédito compromissadas para reforçar o caixa da estatal, anunciado no final de março.
O Petronotícias pediu um posicionamento da Petrobras na noite de sexta-feira (8) sobre a decisão de suspender os contratos de manutenção. Porém, até o fechamento desta matéria, a empresa ainda não havia respondido nossos contatos.
Fonte: Petronotícias

(Foto: Divulgação)
O efeito dominó detonado pela pandemia do coronavírus está derrubando, peça a peça, os personagens do setor de óleo e gás. Desta vez, quem sofreu o tombo – e severo, por sinal – foi o segmento de manutenção multidisciplinar de plataformas. A Petrobras decidiu desmobilizar as atividades de manutenção destas unidades e suspender os contratos relacionados, já como reflexo da queda do preço do barril de petróleo e da pandemia da Covid-19. Com a medida, fontes consultadas pelo Petronotícias contabilizaram que pelo menos 4.500 funcionários foram desmobilizados de seus postos de trabalho.
A nossa reportagem apurou que a estatal pediu que cada uma das empresas que prestam os serviços de manutenção mantivessem embarcado apenas um pequeno grupo, formado entre 10 e 15 profissionais, para atender às necessidades emergenciais das plataformas. Sob esta determinação da Petrobras, as companhias de manutenção desmobilizaram, ao longo das duas últimas semanas de abril, um grande contingente de profissionais que estava trabalhando nas embarcações.
A paralisação desses contratos afetou uma série de prestadoras de serviços, sendo algumas das principais listadas a seguir:
1 – Estrutural – 300 trabalhadores
2 – CSE/Aker – 350 trabalhadores
3 – Cobra – 500 trabalhadores
4 – MotaEngil – 700 trabalhadores
5 – Vince/Actemium – 900 trabalhadores
6 – Imetame – 700 trabalhadores
Além destes, a Petrobras também paralisou os contratos com as embarcações de apoio envolvidas nas atividades de manutenção, as chamadas Unidades de Manutenção e Segurança (UMS). Em tempos de corte de gastos para sobreviver aos tempos hostis, a Petrobras estaria pagando somente o combustível para a mínima manutenção dessas UMS, além de manter uma equipe de preservação.
Segundo dados disponibilizados pela própria Petrobras, cada UMS tem uma força de trabalho por turma que pode variar, em média, entre 500 e 600 profissionais. Ainda segundo informações disponibilizadas pela estatal, cada unidade do tipo pode gerar entre mil e 1,5 mil empregos diretos, considerando que os profissionais trabalham em regime de escala de embarque. As embarcações abrigam profissionais de diferentes áreas – como mecânica, elétrica, manutenção de peças e equipamentos, hotelaria, movimentação de cargas, caldeiraria e pintura industrial.
Fontes de mercado ouvidas pelo Petronotícias manifestaram preocupação com a decisão adotada pela Petrobras. Apesar de concordarem com a necessidade de enfrentamento da pandemia, principalmente no ambiente offshore, os profissionais consultados pela nossa reportagem ressaltaram que a suspensão dos contratos não é a melhor conduta. A alegação é que uma medida deste tipo deveria ser ajustada de acordo com os protocolos de segurança.
Pessoas que convivem com o segmento de manutenção classificaram a decisão da Petrobras como “radical” e afirmam que a postura adotada pela petroleira contraria as orientações de não afetar as atividades produtivas com medidas radicais, sem um planejamento de conciliação com os critérios requeridos pelas autoridades de saúde. Além do receio com a integridade das operações das plataformas, existe ainda o temor em relação à economia do país e de municípios produtores, como Macaé (RJ), no norte fluminense.
A Petrobras disse que seu consumo de caixa poderia chegar a US$ 1 bilhão em meses de maior volatilidade dentro de um “cenário de estresse”. Como se sabe, a companhia teve de adotar ações de resiliência para poder passar por esse período turbulento causado pelo coronavírus. Uma dessas ações foi o desembolso de US$ 8 bilhões em linhas de crédito compromissadas para reforçar o caixa da estatal, anunciado no final de março.
O Petronotícias pediu um posicionamento da Petrobras na noite de sexta-feira (8) sobre a decisão de suspender os contratos de manutenção. Porém, até o fechamento desta matéria, a empresa ainda não havia respondido nossos contatos.
Fonte: Petronotícias
Um casal é morto e irmãos são esfaqueados em briga de família em Goitacazes
Confusão terminou em tragédia na área conhecida como Linha do Limão

Duas pessoas foram mortas e outras duas esfaqueadas em uma briga de família na noite da última segunda-feira (11), em Campos. O caso foi na área da Linha do Limão, em Goitacazes, na baixada de Campos.
Segundo informações da polícia, uma mulher e o atual marido foram até a casa do ex-companheiro dela. No local, houve um desentendimento entre eles e o ex-marido foi esfaqueado. Na casa, também estava a irmã da vítima. Ela também foi ferida por facadas ao tentar separar a briga entre o irmão e o casal. Mesmo ferido pelas facadas, o homem sacou uma arma e atirou no casal, que morreu na hora.
Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Campos. A mulher foi identificada apenas como Michelle Luzia e o homem ainda não foi identificado. Já o ex-marido e a irmã, que foram esfaqueados, foram levados para o Hospital Ferreira Machado. Por enquanto, não há informações sobre o estado de saúde deles.
Segundo informações da polícia, uma mulher e o atual marido foram até a casa do ex-companheiro dela. No local, houve um desentendimento entre eles e o ex-marido foi esfaqueado. Na casa, também estava a irmã da vítima. Ela também foi ferida por facadas ao tentar separar a briga entre o irmão e o casal. Mesmo ferido pelas facadas, o homem sacou uma arma e atirou no casal, que morreu na hora.
Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Campos. A mulher foi identificada apenas como Michelle Luzia e o homem ainda não foi identificado. Já o ex-marido e a irmã, que foram esfaqueados, foram levados para o Hospital Ferreira Machado. Por enquanto, não há informações sobre o estado de saúde deles.
Fonte:Terceira Via
Novo Informe Epidemiológico da Covid-19 em Campos mostra Jóquei Clube como segundo bairro com mais casos
Entre os casos de Síndrome Gripal Aguda Grave, 70,4% tem 40 anos ou mais
O quarto Informe Epidemiológico da Covid-19 de Campos foi publicado nesta terça-feira (12). O levantamento traz a análise de 155 casos confirmados até o último sábado (8). Na mostragem por bairros, o Centro continua com o maior número de casos, 36, seguido do Jóquei Clube (11); Parque Tamandaré (10); Flamboyant, Parque Califórnia e Turf-Club (7, cada); Parque Nova Brasília (6) e Parque Leopoldina (5). Outros 41 bairros aparecem na análise, sendo 11 de Guarus. Confira AQUI o informe.
Entre os 545 casos notificados, naquele período em Campos, de Síndrome Gripal (SG) e Síndrome Gripal Aguda Grave (SRAG), 53% são mulheres .A maior parte dos casos está entre 20 e 69 anos de idade. Levando em consideração os casos confirmados da doença por faixa etária, foram mais acometidos (74,9%) aqueles entre 20 e 59 anos. Essa faixa etária apresenta a maior concentração de pessoas economicamente ativas.
Entre os casos de SRAG que internaram até 8 de maio, 95 (70,4 %) têm idade igual ou mais de 40 anos. A ocorrência de comorbidades é maior nos casos que evoluem para a forma grave da doença, Síndrome Gripal Aguda Grave, (média de 48%) em relação àqueles com Síndrome Gripal (média de 32%).
Ao avaliar a comorbidade de acordo com a faixa-etária, observa-se que nos mais jovens (até 39 anos de idade) os agravos não transmissíveis mais prevalentes são: asma, seguida de doença cardiovascular e obesidade. Nos mais velhos (40 anos ou mais), observa-se maior prevalência de doença cardiovascular, diabetes e obesidade.
Sintomas – Quanto a sintomatologia, observa-se que os sintomas mais frequentes nos casos notificados de SG são: tosse (69%) e febre (66%). Já em relação à SRAG, desconforto respiratório (21%). Todos os casos notificados como assintomáticos foram aqueles que apresentaram resultado de carga viral detectável para coronavírus e, de acordo com a literatura, também podem ser fontes potenciais de infecção.
Os 12 casos de coronavírus identificados, naquele período, a partir dos testes rápidos disponibilizados pela Secretaria de Saúde em parceria com o Ministério da Saúde, serão inseridos no informe epidemiológico a partir da 5 edição na próxima semana.
Fonte: SupCom Campos
O quarto Informe Epidemiológico da Covid-19 de Campos foi publicado nesta terça-feira (12). O levantamento traz a análise de 155 casos confirmados até o último sábado (8). Na mostragem por bairros, o Centro continua com o maior número de casos, 36, seguido do Jóquei Clube (11); Parque Tamandaré (10); Flamboyant, Parque Califórnia e Turf-Club (7, cada); Parque Nova Brasília (6) e Parque Leopoldina (5). Outros 41 bairros aparecem na análise, sendo 11 de Guarus. Confira AQUI o informe.Entre os 545 casos notificados, naquele período em Campos, de Síndrome Gripal (SG) e Síndrome Gripal Aguda Grave (SRAG), 53% são mulheres .A maior parte dos casos está entre 20 e 69 anos de idade. Levando em consideração os casos confirmados da doença por faixa etária, foram mais acometidos (74,9%) aqueles entre 20 e 59 anos. Essa faixa etária apresenta a maior concentração de pessoas economicamente ativas.
Entre os casos de SRAG que internaram até 8 de maio, 95 (70,4 %) têm idade igual ou mais de 40 anos. A ocorrência de comorbidades é maior nos casos que evoluem para a forma grave da doença, Síndrome Gripal Aguda Grave, (média de 48%) em relação àqueles com Síndrome Gripal (média de 32%).
Ao avaliar a comorbidade de acordo com a faixa-etária, observa-se que nos mais jovens (até 39 anos de idade) os agravos não transmissíveis mais prevalentes são: asma, seguida de doença cardiovascular e obesidade. Nos mais velhos (40 anos ou mais), observa-se maior prevalência de doença cardiovascular, diabetes e obesidade.
Sintomas – Quanto a sintomatologia, observa-se que os sintomas mais frequentes nos casos notificados de SG são: tosse (69%) e febre (66%). Já em relação à SRAG, desconforto respiratório (21%). Todos os casos notificados como assintomáticos foram aqueles que apresentaram resultado de carga viral detectável para coronavírus e, de acordo com a literatura, também podem ser fontes potenciais de infecção.
Os 12 casos de coronavírus identificados, naquele período, a partir dos testes rápidos disponibilizados pela Secretaria de Saúde em parceria com o Ministério da Saúde, serão inseridos no informe epidemiológico a partir da 5 edição na próxima semana.
Fonte: SupCom Campos
MPF pede exclusão de vídeo de Valdemiro Santiago vendendo “cura” da covid-19
Mariana Menezes

Pastor Valdemiro Santiago. Foto: reprodução internet
O Ministério Público Federal, por meio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, em São Paulo, solicitou ao presidente do Google no Brasil, responsável pelo site de vídeos Youtube, a remoção de vídeos nos quais Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, anuncia sementes de feijões como cura para o novo coronavírus.
Nas imagens, o pastor diz que as sementes vendidas pela instituição religiosa são milagrosas e afirma que um fiel se curou da doença após plantar o feijão, que custa entre R$ 100,00 e R$ 1.000,00.
De acordo com o MPF, a empresa também deve guardar o material para si, pois ele pode ser usado futuramente pela justiça. O Google tem cinco dias para responder se tomou as providências necessárias.
O Ministério Público Federal também apura uma possível prática de estelionato por Valdemiro Santiago por uso de influência religiosa.
O Ministério Público Federal, por meio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, em São Paulo, solicitou ao presidente do Google no Brasil, responsável pelo site de vídeos Youtube, a remoção de vídeos nos quais Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, anuncia sementes de feijões como cura para o novo coronavírus.
Nas imagens, o pastor diz que as sementes vendidas pela instituição religiosa são milagrosas e afirma que um fiel se curou da doença após plantar o feijão, que custa entre R$ 100,00 e R$ 1.000,00.
De acordo com o MPF, a empresa também deve guardar o material para si, pois ele pode ser usado futuramente pela justiça. O Google tem cinco dias para responder se tomou as providências necessárias.
O Ministério Público Federal também apura uma possível prática de estelionato por Valdemiro Santiago por uso de influência religiosa.
Fonte:93FM
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