Apollo cantou a música que mais marcou a história de Oswaldão e, com aplausos, a cerimônia foi encerrada

Corpo de Dom Américo é enterrado (Foto:Carlos Grevi)
O corpo de Osvaldo Américo Ribeiro, o Dom Américo, foi enterrado às 17h desta segunda-feira (25), no cemitério Campo da Paz, local que ele trabalhou por anos, como paisagista. Mesmo com medidas de isolamento social, impostas por conta da pandemia do coronavírus, a cerimônia foi marcada pela presença de familiares, amigos e fãs de Dom Américo. Todos utilizavam máscaras.
A cerimônia foi encerrada com palavras do filho de Dom Américo, Apollo, que agradeceu pela vida do pai, pelo carinho dos fãs e cantou a música que mais marcou a história de Dom, Butterfly. “Venha como um arco-íris me cobrir depois da tempestade”, diz um trecho da canção. O corpo foi enterrado sob aplausos, como ao final de um show.
“Meu pai era muito especial. A mesma pessoa que era no palco, era em casa e deixa um legado de carinho, respeito e amor ao próximo. A alegria era sua marca registrada, por isso estava sempre com um sorriso no rosto. E é dessa forma que ele gostaria de ser lembrado. Meu pai se preocupou em preparar a família para sua morte”, disse seu filho Apollo, que herdou o dom de cantar do pai.

Cortejo

Família de Dom Américo


Apollo, filho de Dom Américo (Foto: Carlos Grevi)

Corpo de Dom Américo é enterrado (Foto:Carlos Grevi)
O corpo de Osvaldo Américo Ribeiro, o Dom Américo, foi enterrado às 17h desta segunda-feira (25), no cemitério Campo da Paz, local que ele trabalhou por anos, como paisagista. Mesmo com medidas de isolamento social, impostas por conta da pandemia do coronavírus, a cerimônia foi marcada pela presença de familiares, amigos e fãs de Dom Américo. Todos utilizavam máscaras.
A cerimônia foi encerrada com palavras do filho de Dom Américo, Apollo, que agradeceu pela vida do pai, pelo carinho dos fãs e cantou a música que mais marcou a história de Dom, Butterfly. “Venha como um arco-íris me cobrir depois da tempestade”, diz um trecho da canção. O corpo foi enterrado sob aplausos, como ao final de um show.
“Meu pai era muito especial. A mesma pessoa que era no palco, era em casa e deixa um legado de carinho, respeito e amor ao próximo. A alegria era sua marca registrada, por isso estava sempre com um sorriso no rosto. E é dessa forma que ele gostaria de ser lembrado. Meu pai se preocupou em preparar a família para sua morte”, disse seu filho Apollo, que herdou o dom de cantar do pai.

Cortejo

Família de Dom Américo


Apollo, filho de Dom Américo (Foto: Carlos Grevi)





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