segunda-feira, 13 de julho de 2020

Confira o balanço da Covid-19 em todos os municípios das regiões Norte e Noroeste Fluminense

Números foram atualizados pelas prefeituras neste domingo e também durante a manhã desta segunda-feira

Casos da Covid-19 crescem a cada dia no Estado do Rio de Janeiro, considerado o estado com a maior taxa de letalidade de todo o país, com mais de 10.698 mortos. Nas regiões Norte e Noroeste Fluminense, os números também assustam, sendo Macaé, Campos e Itaperuna, respectivamente, as cidades com o maior número de casos.

Nessa atualização, Macaé ultrapassou a marca dos quatro mil casos positivos no município, que possui ao todo, 4.526 casos confirmados. Campos ultrapassou os dois mil casos e agora tem 2.316 confirmados e 138 óbitos confirmados. Os números da cidade de Itaperuna também assustam. Até o momento, o município registrou 1200 casos de coronavírus e 31 óbitos confirmados da doença.

Confira o balanço feito nesta segunda-feira (13 de julho), de acordo com dados fornecidos pelas prefeituras desses municípios:
NORTE FLUMINENSE
Campos dos Goytacazes

Confirmados – 2.316

Descartados – 12.119

Óbitos – 155 (138 confirmados e 17 em investigação)

Número de pacientes recuperados – 1.577

Síndrome Gripal (SG) – 7.124

Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) – 225

São João da Barra

Confirmados – 357
Descartado – 467
Óbitos –14 (confirmados)
Casos Suspeitos – 80
Internados – 13
Recuperados – 283
São Fidélis

Confirmados – 435
Suspeitos – 04
Óbitos – 17 (confirmados)
Recuperados – 384
Quissamã

Confirmados –235

Suspeitos – 39
Óbitos – 8
Recuperados – 170
Macaé

Confirmados –4.526
Óbitos – 94
Recuperados – 3428
Cardoso Moreira

Confirmados – 141
Suspeitos – 14
Descartados – 121
Óbitos- 5
São Francisco de Itabapoana

Confirmados- 297

Óbitos-18 (confirmados)

Carapebus

Confirmados – 162
Suspeitos – 01
Descartados – 58
Óbitos – 06
Recuperados – 93
Conceição de Macabu

Confirmados – 301

Internados- 5

Suspeitos- 98

Monitorados- 228

Descartados- 969

Óbitos- 4 (confirmado)
NOROESTE FLUMINENSE
Bom Jesus do Itabapoana

Confirmados – 375
Monitorados – 220
Óbitos – 7 (confirmados)
Recuperados – 148
Laje do Muriaé

Confirmados – 386
Suspeitos – 57
Óbitos – 3
Miracema

Confirmados – 195
Suspeitos – 548
Descartados – 409
Óbitos – 13 (7 confirmados e 6 em investigação)
Internados – 06
Recuperados – 124
Varre-Sai

Confirmados –94
Óbitos – 0

Suspeitos – 30
Descartados – 233
Porciúncula

Confirmados – 187
Suspeitos – 39

Descartados: 1100
Itaocara

Confirmados – 170
Suspeitos – 19
Isolamento domiciliar – 65
Óbitos – 10 (confirmados)
Internados –10
Italva

Confirmados – 169

Óbitos- 04

Recuperados- 158

Suspeitos- 02

Negativos-18
Natividade

Confirmados – 226
Óbitos – 04 (confirmados)

suspeitos – 11
Itaperuna

Confirmados – 1200
Casos Suspeitos- 69

Mortes- 31 ( confirmados)
Aperibé*

Confirmados – 98

óbitos- 3
*Número foi apontado pelo Governo do Estado; prefeitura ainda divulgou dados oficiais.
Santo Antônio de Pádua

Confirmados – 496
Óbitos – 06

suspeitos- 327
Cambuci

Confirmados –71

Recuperados- 68
São José de Ubá*

Confirmados – 110
*Número foi apontado pelo Governo do Estado; prefeitura ainda divulgou dados oficiais.

Os materiais para análise dos casos suspeitos da Covid-19 nesses municípios são encaminhados ao Laboratório Central Noel Nutels — LACEN/RJ, seguindo os protocolos orientados pelo Ministério da Saúde.

NOTA DE ESCLARECIMENTO:




Assaltante é detido por populares após roubar uma mulher em Macaé

Um homem foi detido por populares, após assaltar uma mulher, nas imediações entre os bairros Campo do Oeste e Novo Visconde, na Rua Venezuela, em Macaé, na manhã desta segunda-feira (13).

Ele foi capturado enquanto tentava fugir, levando o relógio da vítima. Segundo informações, o criminoso teria abordado a mulher, – que reside no bairro-, e lhe perguntado a hora.

Com a visibilidade do relógio, o bandido puxou o objeto do pulso da vítima e tentou fugir,porém a mulher teria pedido socorro aos moradores, que de imediato fecharam o cerco contra o criminoso.

Em seguida, comerciantes acionaram a Polícia Militar que, ao chegar no local, encontrou o bandido detido por moradores da localidade.
O suspeito e a vítima foram encaminhados para à 123ª DP de Macaé, onde o caso foi registrado.

Ainda de acordo com os moradores, esse tipo de delito tem sido comum na região e a população pede policiamento ostensivo nas imediações.
Fonte O Diário Costa do Sol


Grupo da região quer comprar SESC de Grussaí e Fazenda Boa Vista vai a leilão

Coluna do Balbi traz outras novidades nesta edição


Grupo quer comprar Sesc de Grussaí

Um forte grupo empresarial da região iniciou negociações com o SESC Mineiro para comprar a unidade hoteleira da praia de Grussaí, em São João da Barra. O SESC de Minas Gerais já sinalizou que não prioriza mais a questão do turismo, e que focará agora na Educação. Vai ser uma negociação delicada e morosa, mas que tem tudo para ser consumada. O Grupo teria como ideia inicial manter a parte hoteleira temática, e transformar as demais áreas em condomínios de luxo. Soma-se a isso todas as expectativas geradas pelo Porto do Açu.

Boa vista vai a leilão

A fazenda Boa Vista, de 201 alqueires, localizada em São Martinho, na Baixada Campista, irá a leilão com lance inicial de R$ 47 milhões. Tem gente fazendo fila. O leilão, que vai ocorrer ainda esse ano, poderá ser virtual, e acontecerá na cidade do Rio de Janeiro. Trata-se de uma das boas fazendas da Região.

Bombando

O mercado imobiliário urbano sente o peso da crise provocada pela Covid-19, mas no segmento rural a procura por terras, mais precisamente de propriedades com mais de 20 alqueires, surpreende. Isso porque para muitos, o chamado novo normal será focado no agronegócio. No caso de Campos, cana-de-açúcar e pecuária de corte. Uma arroba de um bezerro fechou a semana cotada a R$ 300. Um filé para os dias atuais.

Apoio a Bolsonaro

Na semana passada um grupo de empresários campistas que apóia o presidente Jair Bolsonaro, se reuniu e decidiu colocar a cara na reta. Já seriam mais de 80 empresários que querem investir em ações midiáticas favoráveis ao presidente. O primeiro passo seria espalhar outdoor por toda cidade.

Ele é o máximo

O advogado, professor e cronista, Fernando da Silveira, que com mais de nove décadas de vida e com uma cabeça de estante, está cumprindo à rica a quarentena, mas sem deixar de se exercitar. Todos os dias é possível vê-lo na sacada do seu apartamento na Gilberto Siqueira. Com o inseparável chapéu, sem camisa, ele toma sol e se exercita. Grande mestre. (Foto)

Fechou

Como essa coluna anunciou em sua versão online na sexta-feira, a Loja da Ricardo Eletro em Campos, no Calçadão, fechou. Não abre mais. Na sexta-feira passada uma auditoria interna foi feita na loja e todos os produtos do estoque foram levados para o Rio. Todas as lojas da rede estão encerrando suas atividades. Bom deixar claro que os atuais donos nada têm a ver com o empresário Ricardo Nunes, fundador da rede, que foi preso por sonegação fiscal de R$ 400 milhões. Isso apenas apressou uma decisão dos investidores atuais de encerrar esse tipo de atividade de varejo. (foto)

Definidos

Paulo Cassiano Júnior, será o delegado da Polícia Federal nas eleições municipais deste ano. Também já está decidido que Ralph Manhães, será o juiz eleitoral, mais uma vez. No que diz respeito ao Ministério Público, todos os promotores neste período absorvem responsabilidades eleitorais, o que significa que cada um deles irá atuar no processo, como em pleitos anteriores.

Nomeação

Rosana Juncá – a manda-chuva das escolas particulares de Campos – foi nomeada semana passada para o cargo de diretora executiva da Superintendência de Trabalho e Renda, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico. Quando a pandemia chegar ao fim haverá muito trabalho a ser feito para reverter o desemprego e a crise econômica.
Fonte Terceira Via

Estatuto da Criança e do Adolescente completa 30 anos

Para pesquisadores, país deu um passo importante com publicação do ECA


(Foto: Tânia Rego/Agência Brasil)

No Brasil de 1990, uma em cada cinco crianças e adolescentes estava fora da escola, e uma em cada dez, entre 10 e 18 anos, não estava alfabetizada. A cada mil bebês nascidos vivos no país naquele ano, quase 50 não chegavam a completar um ano, e quase 8 milhões de crianças e adolescentes de até 15 anos eram submetidas ao trabalho infantil.

Para pesquisadores e defensores dos direitos dessa população, o país deu um passo importante para mudar esse cenário naquele ano, quando foi publicado o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que completa 30 anos hoje (13).

Passadas três décadas, o percentual de crianças e adolescentes fora da escola caiu de 20% para 4,2%, a mortalidade infantil chegou a 12,4 por mil, e o trabalho infantil deixou de ser uma realidade para 5,7 milhões de crianças e adolescentes.

O estatuto considerado parte desses avanços é fruto de um tempo em que a concepção sobre os direitos das crianças e adolescentes mudou no país e no mundo. O coordenador do Programa de Cidadania dos Adolescentes do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Mario Volpi, conta que o Brasil participou ativamente das discussões internacionais que culminaram, em 1989, na Convenção Sobre os Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU), assinada por 196 países.

Mesmo antes de esse acordo ter sido ratificado no Brasil, em 1990, os conceitos debatidos na ONU contribuíram para a inclusão do Artigo 227 na Constituição Federal de 1988. A partir dele, tornou-se “dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”.


A partir do ECA tornou-se dever da família, da sociedade e do Estado assegurar com “absoluta prioridade” direitos essenciais. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Aprovado dois anos depois da Constituição, o ECA parte do Artigo 227 e consolida todo o debate que o antecedeu, declarando crianças e adolescentes sujeitos de direito, aos quais devem ser garantidas a proteção integral e as oportunidades de desenvolvimento em condições de liberdade e de dignidade.

“Foi um processo muito complementar. Em 1988, a Constituição. Em 1989, a Convenção sobre os Direitos da Criança da ONU. E, em 1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente. Existe um alinhamento conceitual bastante coerente nesses três documentos jurídicos que estabeleceram essa mudança bastante radical na forma como a infância passa a ser vista pelo país”, explica Volpi. “O ECA é considerado uma das melhores leis nacionais que traduzem a Convenção sobre os Direitos da Criança, e foi usado como referência para a maioria dos países latino americanos, uma referência histórica”.

A mudança conceitual destacada pelo coordenador do Unicef se dá em relação ao Código de Menores, de 1979. Volpi explica que o texto anterior, revogado pelo ECA, estava inteiramente concentrado na repressão a crianças e adolescentes em situações irregulares, como crianças órfãs, pobres, em situação de rua ou em conflito com a lei.

“Existia uma visão de que, para toda a situação de irregularidade nas pessoas menores de idade, deveria haver uma ação repressiva do Estado para proteger a sociedade”, resgata Volpi. “Criou-se essa divisão entre as pessoas com menos de 18 anos conhecidas como crianças e adolescentes, porque estavam em situação de normalidade, e as que eram chamadas de menores, que era como se referiam a uma criança pobre, desvalida. Ninguém dizia que tinha em casa dois menores, dizia que tinha duas crianças ou dois filhos. Mas, quando se referiam às famílias das crianças mais pobres, diziam que a família tinha dois menores”.
Medidas socioeducativas

Ao substituir o Código de Menores na legislação brasileira, o Estatuto da Criança e do Adolescente mudou a Doutrina da Situação Irregular para a Doutrina da Proteção Integral, que distribui a toda a sociedade a responsabilidade por assegurar os direitos das crianças e adolescentes com prioridade absoluta, citando explicitamente que esse é um “dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público”.

A mudança produziu transformações, mas não apagou a mentalidade enraizada no Código de Menores. “Não fizemos ainda uma total mudança das práticas sociais. A lei veio trazendo novas visões, mas a prática social demora muito mais para mudar do que a lei. Nesses 30 anos, houve um grande trabalho de divulgação da lei, de conhecimento, de aplicação, de mudanças positivas, mas existe uma parcela da sociedade que resiste em entender esse conceito de infância como um sujeito de direito”, avalia Volpi, que usa como exemplo o sistema de medidas socioeducativas para crianças e adolescentes em conflito com a lei, apesar de ponderar que há boas experiências no país.

“O país não fez ainda um investimento significativo para transformar o que era esse sistema penal de crianças e adolescentes em um sistema educativo”, afirma ele, que lembra que o objetivo das medidas socioeducativas é afastar das práticas criminais os cerca de 26 mil adolescentes que cumprem medidas socioeducativas atualmente no país, e que, para isso, precisam melhorar sua escolaridade, capacitação profissional e seu modo de se relacionar e respeitar outras pessoas. “O sistema socioeducativo está muito focado em punir os adolescentes pelo ato cometido, mas essa é só uma dimensão”.

Para o coordenador da Infância e Juventude da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, Rodrigo Azambuja, o ECA sofreu duas crises, ao longo de seus 30 anos: uma de implementação de suas políticas por parte dos governos e outra de interpretação de suas regras por parte dos juristas e da Justiça, de modo a sonegar direitos.

Azambuja também é coordenador da Comissão Especializada de Promoção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Conselho Nacional dos Defensores Públicos-Gerais (Condege) e contesta a ideia de que as medidas socioeducativas são insuficientes porque têm menor duração temporal.


Adolescentes em unidade de internação em Brasília. (Foto: José Cruz/Arquivo Agência Brasil)

“Nas questões policiais, o ECA muitas vezes é visto como sinômimo de impunidade. Mas as pessoas que falam isso são adultas, e não se lembram de como o tempo é relativo e passa de maneira diferente para as crianças e adolescentes. Se você se imaginar com 12, 13 ou 14 anos, longe da sua mãe e preso, o quão infernal isso poderia ser? Esses meninos são bem responsabilizados, mas isso adequado à realidade e idade deles”.

Apesar das dificuldades, o ECA também serviu de instrumento para reivindicar direitos para esses adolescentes, lembra ele, citando a decisão do Supremo Tribunal Federal que obrigou, no ano passado, o estado do Rio de Janeiro a soltar adolescentes apreendidos em unidades superlotadas, até que se atingisse a lotação máxima de 119% da capacidade de internos. Azambuja também cita que, durante a pandemia de covid-19, a Defensoria Pública do Rio de Janeiro cobrou que o governo do estado garantisse educação à distância aos adolescentes apreendidos e videochamadas com as famílias.

“As unidades deveriam se assemelhar a escolas, mas ainda vemos esses espaços como pequenas prisões, com todos os malefícios que isso gera, como uma subcultura criminal, incutindo neles o ideal de que são perigosos, prisioneiros, e moldando a personalidade deles de acordo com essa ideia, o que contraria toda a lógica do Estatuto da Criança e do Adolescente”, analisa o defensor.

Fonte: Agência Brasil

Campos tem mais duas mortes por covid-19 e chega a 138 óbitos confirmados

Vítimas são dois homens, sendo um de 47 anos sem comorbidades, e um de 59, com comorbidades


Centro de Controle e Combate ao Coronavírus (Foto: Carlos Grevi)

De acordo com o Departamento de Vigilância em Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde, mais dois óbitos por Covid-19 foram registrados neste domingo (12), no município. As vítimas são dois homens, sendo um de 47 anos sem comorbidades, e um de 59, com comorbidades. Agora, são 138 óbitos confirmados e 17 em investigação. Ao todo, o município registrou 2.316 casos confirmados da doença e 1.577 recuperados.

O Departamento de Vigilância em Saúde também investiga 7.124 casos de Síndrome Gripal (SG) e 225 de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Campos conta 1.556 recuperados da doença e 2.119 casos foram descartados.

As pessoas que apresentarem sintomas do novo coronavírus — tosse, febre, cansaço e dificuldade para respirar (em casos graves) — devem buscar orientação junto à Central de Informações da Covid, através do 192.

BOLETIM CORONAVÍRUS (12/07/2020)

Confirmados: 2.316

Recuperados: 1.577

Descartados: 2.119

Óbitos: 155 (138 confirmados e 17 em investigação)

Síndrome Gripal (SG): 7.124

Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG): 225
Fonte Covid-19

Um homem é morto e outro, baleado, no Jardim Bela Vista


A Polícia Militar fez buscas pela região, mas ninguém foi preso

(Foto: Divulgação)

Um homem foi morto a tiros e outro, baleado, neste domingo (12), no Jardim Bela Vista, em Guarus, subdistrito de Campos.

O crime aconteceu por volta das 12h. O baleado foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado para o Hospital Ferreira Machado (HFM).

Já o corpo da vítima fatal será removido e levado para o Instituto Médico Legal (IML), em Campos.

A Polícia Militar (PM) fez buscas pela região, mas ninguém havia sido preso até a última atualização desta reportagem.

A autoria e a motivação dos crimes permanecem desconhecidas.

A ocorrência será registrada na 146ª Delegacia Policial (DP), em Guarus.

Fonte Terceira Via

As novas caras da política de Campos

Insatisfeitos com os rumos do Poder, pessoas que nunca se candidataram podem disputar Prefeitura

O cansaço de parte do eleitorado em relação a velhas práticas políticas, o fisiologismo e a corrupção tem favorecido, nas últimas eleições, o surgimento de candidaturas dos chamados outsiders: pessoas que estão fora do universo do poder e nunca tiveram vida pública. Em 2018, a ascensão de um discurso antissistema e pela renovação foi o motor de uma mudança de titularidade em 52% das cadeiras da Câmara dos Deputados e 85% no Senado. O fenômeno pode se repetir na esfera municipal, em novembro, quando serão eleitos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. Em Campos, pelo menos quatro nomes se propõem a disputar, pela primeira vez, um cargo eletivo e miram o comando do Executivo. São empresários, profissionais liberais e até um juiz aposentado.

De forma geral, o discurso que embala as pré-candidaturas de outsiders apela a esse mal-estar, que se manifesta na urna como um apoio numericamente importante à ideia de injeção de sangue e práticas novas na arena partidária. Apontada como um fator negativo, a falta de experiência é parte daquilo que move o voto de quem aposta na oxigenação da representação política e na vontade de “fazer diferente”.


Edmar Ptak | Oposição a Rafael nas redes

Marinheiros de 1ª viagem

Em Campos, quatro possíveis candidatos a prefeito preenchem o perfil de outsiders. Filiados a partidos relativamente novos e que ainda buscam uma posição no cenário nacional, dois deles trabalham ativamente em suas pré-campanhas. Os outros dois, integram, desde abril, grupo político encabeçado pelo deputado estadual Rodrigo Bacellar e esperam definição dos partidos antes de pisarem de vez na arena eleitoral.

Mineiro de Mantena, o advogado e empresário Edmar Ptak é pré-candidato em Campos pelo Partido Republicano da Ordem Social (PROS). Apresentador de um programa sobre a política regional transmitido pela internet, faz oposição ao Governo e busca, na polarização com o prefeito Rafael Diniz, conquistar o voto do eleitorado insatisfeito.


Jonathan Paes | Contra política hereditária

Filiado ao Partido da Mulher Brasileira (PMB), o construtor civil Jonathan Paes defende a melhoria dos serviços e das políticas públicas ofertadas pelo município. Nascido em Campos, se apresenta como alternativa a uma política hereditária e cíclica, encabeçada por poucos grupos familiares, que se sucedem no poder mutuamente no comando da cidade.

O juiz aposentado Pedro Henrique Alves assinou em abril sua filiação ao Solidariedade, de Bacellar. Natural de Campos, ele atuou por longo período na Vara da Infância do município e se aposentou como magistrado da 1ª Vara da Infância, Juventude e do Idoso da capital. Na cerimônia, esteve presente a médica obstetra campista Cândida Barcelos, do Democratas (DEM).


Pedro Henrique | Juiz aposentado se filiou em abril

Estreantes na política, os dois compõem uma lista de três possíveis nomes que os partidos da base de Bacellar vão apoiar na corrida pela Prefeitura de Campos — o terceiro é o ex-deputado federal pastor Éber Silva, também demista.

“Cidadão comum”

O jornal Terceira Via tentou contato com os pré-candidatos e pediu que falassem sobre o que os levou até a política, mas, até o fechamento desta reportagem, somente Jonathan Paes havia respondido ao pedido de entrevista.

Com perfil tipicamente outsider, o construtor civil descreve sua pré-candidatura como fruto da “insatisfação com as administrações anteriores”.


Candida Barcelos | Médica está no DEM

“Ao longo dos últimos vinte anos, perdemos a grande oportunidade de figurarmos como cidade modelo do nosso país, quando foi deixado de investir R$ 25.345.836.868,26 royalties e participações especiais do petróleo em obras de infraestrutura, desenvolvimento, tecnologia e sustentabilidade. Além disso, perdemos o que já tínhamos como referência a indústria sucroalcooleira e no agronegócio”, avalia Jonathan.

Sua fala vai de encontro ao discurso de candidatos que vêm de fora do Sistema quando defende o corte de benefícios e o uso da coisa pública pela classe política.

“(Os políticos) não vivem a mesma realidade que nós vivemos em nossa cidade. Por exemplo, minha família e eu, quando precisamos de saúde, é no sistema público que buscamos amparo. E é lá que vejo a dura realidade que os separa do cidadão comum”, encerra.
Fonte Terceira Via

Caixa credita saque emergencial do FGTS para nascidos em março

Quem quiser sacar, terá de esperar até 22 de agosto


(Foto: Marcell Casal Jr./Agência Brasil)

A Caixa credita nesta segunda-feira (13) saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para trabalhadores nascidos em março.

O novo saque tem como objetivo enfrentar o estado de calamidade pública em razão da pandemia de covid-19. No total, serão liberados, de acordo com todo o calendário, mais de R$ 37,8 bilhões para aproximadamente 60 milhões de trabalhadores.

O pagamento do saque emergencial será realizado por meio de crédito na Conta Poupança Social Digital, aberta automaticamente pela Caixa em nome dos trabalhadores. O valor do saque emergencial é de até R$ 1.045, considerando a soma dos saldos de todas as contas ativas ou inativas com saldo no FGTS.

Para sacar os recursos, o trabalhadores nascidos em março terão que esperar até o dia 22 de agosto.

O crédito dos recursos na poupança social começou no dia 29 de junho para trabalhadores nascidos em janeiro. Nesse caso, o saque será liberado no próximo dia 25.

Confira o calendário de pagamento:



Caso não haja movimentação na conta digital até 30 de novembro deste ano, o valor será devolvido à conta do FGTS com a devida remuneração do período, sem prejuízo para o trabalhador. Se após esse prazo, o trabalhador decidir fazer o saque emergencial, poderá solicitar pelo Aplicativo FGTS até 31 de dezembro de 2020.

A Caixa disponibiliza os seguintes canais de atendimento para informações sobre o saque emergencial do FGTS: site fgts.caixa.gov.br, Telefone 111 – opção 2, Internet Banking Caixa e APP FGTS.

Fonte: Agência Brasil

domingo, 12 de julho de 2020

PRF apreende mais de 6 mil pinos de cocaína que estavam sendo levados para Quissamã


Divulgação PRF
Dentro do veículo Ônix, os policiais também encontraram R$ 3.251,00 em espécie.

Mais de 6 mil pinos de cocaína foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na manhã deste sábado (11/07), no Km 203 da BR-101, em Casimiro de Abreu. A droga estava em um carro de aplicativo.Dentro do veículo Ônix, os policiais também encontraram R$ 3.251,00 em espécie.

Segundo a PRF, o motorista ficou muito nervoso durante a abordagem. 6.616 pinos de cocaína foram encontrados no porta-malas.A droga estava dividida em 44 sacos com 150 pinos de cocaína cada, além de mais 16 pinos de cocaína acondicionados em um saco menor.

Já sob o console central do carro foi apreendida a quantia de R$ 3.251,00. O condutor informou aos policiais que pegou a droga em um posto de combustíveis na Avenida Brasil e que a levaria para a cidade de Quissamã.

A foi registrada na 128ª Delegacia de Polícia de Rio das Ostras para registro da ocorrência

Fonte: Ascom/Redação

Covid-19: Campos registra 136 óbitos e outros 17 estão em investigação


Divulgação

São investigados também 7.094 casos de Síndrome Gripal (SG) e 224

Vinte e um novos casos de Covid-19 foram confirmados em Campos neste sábado (11), quando mais dois óbitos também foram registrados: dois homens (47 e 49 anos, com comorbidades). Segundo o Departamento de Vigilância em Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde, ao todo, o município contabiliza 2.301 casos confirmados da doença, sendo 136 óbitos.

Outros 17 óbitos estão em investigação. São investigados também 7.094 casos de Síndrome Gripal (SG) e 224 de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Campos conta 1.556 recuperados da doença e 2.119 casos foram descartados.

As pessoas que apresentarem sintomas do novo coronavírus - tosse, febre, cansaço e dificuldade para respirar (em casos graves) - devem buscar orientação junto à Central de Informações da Covid, através do 192.

BOLETIM CORONAVÍRUS - 11/07/2020

Confirmados – 2.301
Recuperados - 1.556
Descartados - 2.119
Óbitos: 153 (136 confirmados e 17 em investigação)
Síndrome Gripal (SG) – 7.094
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) - 224
Fonte: Supcom

Carro fica completamente destruído ao capotar e pegar fogo na 28 de Março

Apesar da gravidade do acidente, o motorista sofreu apenas ferimentos leves


(Foto: Divulgação)

Um carro capotou e pegou fogo na madrugada deste domingo (12), na avenida 28 de Março, no Parque Tamandaré, em Campos. Apesar da gravidade do acidente, o motorista sofreu apenas ferimentos leves.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o motorista perdeu o controle da direção próximo ao antigo campo do Americano Futebol Clube. O veículo capotou e invadiu a Ciclovia Patesko.

O motorista conseguiu sair do automóvel antes que ele começasse a pegar fogo. O carro ficou completamente destruído.

Os socorristas prestaram atendimento ao motorista no local e o encaminharam para o Hospital Ferreira Machado (HFM).
Fonte Terceira Via

Comércio de rua volta e se adapta aos novos tempos

Shoppings da cidade investem em segurança sanitária mas ainda permanecem fechados


Michelle Oliveira | Salões de beleza com atendimento individualizado

Por Priscilla Alves e Thiago Gomes

A pandemia do novo coronavírus mudou radicalmente a rotina da população e com o comércio e o setor de serviços não foi diferente. Houve um impacto direto nas relações de consumo. Parte das lojas em Campos voltou a funcionar no dia 1º de julho e, desde então, tanto comerciantes quanto comerciários e consumidores têm tentado se adequar ao “novo normal”. As adaptações exigidas para que os lojistas voltassem a operar demandaram do segmento varejista um custo a mais, no entanto os empresários sequer têm a certeza de que vão continuar de portas abertas nas semanas seguintes, já que isso vai depender da evolução da Covid-19 no município. Por enquanto, a cidade segue no nível três de risco (fase amarela), de acordo o plano de retomada das atividades econômicas fixado em decreto pela prefeitura. Enquanto o comércio de rua opera, os shoppings aguardam autorização para também dar boas-vindas aos clientes afastados desde o dia 22 de março.

O segmento do vestuário, por exemplo, demandou várias adaptações para o retorno às atividades, conforme detalhou a empresária Fátima Vasconcelos. “Nós do setor de vestuário estamos tendo que nos adaptar ao ‘novo normal’. Tomamos todas as medidas de biossegurança, como desinfecção das roupas com o uso de steamer (ferro a vapor), intensificamos o utilização do álcool em gel, facilitando seu uso através de totens colocados nas entradas de todas as nossas lojas juntamente com tapete higienizador. Todas essas medidas nos geraram custos que não serão repassados para nossos clientes”.

A empresária disse que, nesta primeira semana de reabertura do comércio de rua, percebeu um certo receio dos consumidores em irem até a loja. Mas aí entra outra adaptação imposta pela pandemia: Fátima se preocupou em reforçar o serviço de delivery. “Precisamos de nossas lojas abertas, mas de uma maneira responsável, diminuindo o risco, se fazendo necessário a conscientização da população”, pontuou.

Se para os comerciantes a adaptação não está sendo fácil, para os clientes o sentimento é o mesmo. A professora Hermínia Nogueira disse que precisou furar a quarentena, na última quarta-feira (8), para comprar roupa de frio para o filho de 8 anos. “Não foi possível entrar na loja de imediato. Tive que aguardar do lado de fora por cerca de meia hora até conseguir atendimento. A gente entende que é uma medida necessária, mas é algo inconveniente”, comentou.

Ainda sem análise

A Prefeitura de Campos informou que ainda não houve tempo suficiente para avaliar o impacto dessa maior flexibilização em relação aos indicadores que compõem o sistema de pontuação utilizado na avaliação de risco para a COVID-19 na cidade. “Logo, a Vigilância em Saúde segue em atenção para a identificação de mudanças significativas nesses indicadores que podem apontar para o aumento do risco para a doença sobre a população”.

No entanto, segundo dados da Prefeitura, no dia 1º, a cidade registrava 1.941 casos, 114 óbitos confirmados e 860 pacientes recuperados. Uma semana depois (dados do dia 8), eram 2.253 casos, 131 óbitos e 1.448 pacientes recuperados.


Lanchonete | Clientes são atendidos do lado de fora do estabelecimento

Mudanças também nos setores de alimentação e de beleza

O “novo normal” também chegou aos salões de beleza. Não é mais possível fazer cabelo ou as unhas da mesma forma que antes. Proprietária de um espaço no bairro Turf Club, Michelle Oliveira relatou que de uma hora para outra se viu obrigada a rever todos os protocolos de atendimentos às clientes. Ela diminuiu o número de funcionários; montou uma espécie de lounge do lado de fora, para maior conforto de quem espera pelo atendimento; implantou marcação por todo o salão para que as pessoas mantenham o distanciamento, colocou tapete higienizador logo na entrada, entre muitas outras ações.

“Não tem jeito. A gente precisou se adaptar às normas impostas pelos órgãos competentes. Estamos pedindo, inclusive, que as clientes não venham acompanhadas, e elas entram no salão apenas na hora do atendimento”, detalhou Michelle.

E aquele salgado, hambúrguer ou fatia de torta que muita gente não abre mão? Também não estão sendo degustados da mesma forma. As lanchonetes adotaram novos protocolos que impedem que os clientes saboreiem os itens no local. Proprietário de uma lanchonete no Centro, Pedro José da Silva Moço lamenta ter perdido entre 50% e 60% de suas vendas.

“Instalamos uma fita de isolamento logo na entrada e os consumidores sequer entram na lanchonete. São atendidos do lado de fora mesmo. Acho que isso atrapalhou bastante as vendas”, comentou.


Vestuário | roupas desinfetadas

Expectativa para a reabertura dos shoppings

Segundo a Prefeitura, a Diretoria de Vigilância em Saúde está concluindo processo de análise dos protocolos apresentados pelos shoppings e galerias fechadas, e vai apresentar sugestões de maneira que possa ser avaliada a abertura, com rigor e critério, ainda dentro da fase amarela.

Campos Shopping

Situado no Centro da cidade, em área de grande movimento, o Campos Shopping sente o impacto econômico provocado pelo novo coronavírus. São cerca de 130 lojas e, deste total, quase 20% fecharam as portas em definitivo. Ainda assim, segundo o sócio-executivo Maurício Vasconcellos, a expectativa pela reabertura é grande e todas as adequações já foram feitas para receber os funcionários e clientes. Ainda segundo ele, mesmo com tantas restrições, vale à pena manter as lojas abertas.

“Nós já enviamos nosso protocolo de funcionamento para a prefeitura e já fizemos o necessário para reabrir. Infelizmente, tivemos algumas lojas que fecharam neste período, principalmente as do setor de vestuário”, informou Maurício Vasconcellos.

Parquecentro

A administração do Parquecentro Shopping informou que, para a possível reabertura, a prefeitura exigiu que cada shopping e galeria elaborasse seus próprios protocolos de segurança que têm o objetivo de reduzir os riscos de contágio pelo novo coronavírus. Entre os lojistas do local, a expectativa de reabertura é grande.

A administração disse ainda que já elaborou e encaminhou seus protocolos de segurança e também já implementou todas as medidas sugeridas, como disponibilização de álcool em gel nos espaços comuns (já que as lojas são responsáveis pela higienização em seus espaços), instalação de placas deixando claro a obrigatoriedade do uso de máscaras, aferição de temperatura corporal dos clientes, entre outras. Por contar com boa parte dos espaços ao ar livre, os administradores acreditam que isso vai ajudar nas medidas de segurança.

Vips Center

A presidente da Associação dos Lojistas do Vips Center, Maria Cristina Azevedo dos Santos, disse que, apesar dos investimentos necessários para a adaptação às exigências de reabertura impostas pela prefeitura, os comerciantes do local estão contando os dias para voltarem a atender o público. Afinal, todos estão parados desde o dia 20 de março. No local são 35 lojas, além de salas comerciais e escritórios e, segundo Maria Cristina, apenas uma loja fechou as portas neste período de pandemia.

“As exigências para a reabertura impostas aos shoppings são muito maiores que as atribuídas ao comércio de rua. Por isso, os investimentos que fizemos não foram poucos. Ainda assim, acreditamos que valerá a pena abrir. Já estamos preparados para voltar a funcionar”, destacou a presidente da associação.

Guarus Plaza

Já a administração do Guarus Plaza Shopping, destacou que as medidas de prevenção ao coronavírus já foram adotadas. O empreendimento está preparado para reabrir, atendendo as orientações da Associação Nacional dos Shoppings e Ministério da Saúde.

“Já realizamos um trabalho de higienização em todo o shopping. Também já colocamos adesivos em locais estratégicos para orientar os nossos clientes, dicas como o distanciamento recomendado, uso de máscara e higienização das mãos, entre outras medidas” afirmou o empresário Joilson Barcelos, proprietário do Guarus Plaza.


Shoppings | Empresários na expectativa pela reabertura ao público

Boulevard

O Boulevard Shopping é o maior de Campos, com cerca de 200 empreendimentos, informou, por meio de nota, que vem implementando uma série de medidas de suporte ao varejo – como isenção na cobrança do aluguel e do fundo de promoção, além de descontos progressivos nas taxas condominiais. A assessoria do shopping informou ainda que não registrou impacto relevante em rescisões contratuais.

“O empreendimento permanecerá temporariamente fechado, até que seu funcionamento seja liberado pelos órgãos competentes. O shopping está se preparando para o momento de retomada de suas atividades, adotando um rigoroso protocolo para garantir uma operação zelosa, segura e adequada, de forma a preservar o bem-estar de todos”, informou trecho da nota.

Avenida 28

O CEO da MetroMalls, Talles Barreto, que administra o Shopping Avenida 28 disse, que o empreendimento já está preparado para receber clientes e lojistas e que o local já dispõe de todas as medidas de segurança exigidas pelas autoridades de saúde. “Tivemos, sim, lojas que encerraram atividades devido à crise sanitária/financeira, mais especificamente três lojas das 144 que possuímos, porém, mesmo em meio à crise, estamos com duas novas lojas a inaugurarem em breve”, ressaltou.

Talles acreditam que valerá a pena manter as lojas abertas mesmo com tantas restrições. “Faremos esse processo com muita segurança, temos hoje muitos lojistas que precisam de fato reabrir para honrar seus compromissos financeiros com fornecedores. Entendemos que as restrições impostas nos fizeram repensar nossos processos, estamos muito mais criteriosos no acesso e controle do fluxo, priorizaremos qualidade a quantidade, queremos acima de tudo, antes de nos preocuparmos com venda, estarmos convictos que todos voltarão a viver essa experiência mágica de ir ao Shopping, porém de forma segura.

CDL vê crescimento de vendas com cautela

Para a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Campos, foi notório o aumento de 15% nas vendas após a flexibilização maior para o funcionamento do comércio. Porém, ainda não é possível afirmar que esse índice permanecerá. Segundo o presidente José Francisco Rodrigues, como o comércio estava com o funcionamento interrompido há cerca de 100 dias, houve uma demanda reprimida da população – o que pode ter causado esse aumento nas vendas nesta reabertura.

A CDL estima que muitos não vão reabrir. “Estes números ainda estão sendo compilados. Na CDL temos 1.200 associados, mas Campos tem mais de 4 mil comércios. E essa estimativa de 20 a 25% abrange todo o comércio”.

E para os empreendimentos que reabriram, o presidente da CDL garante que está valendo a pena, mesmo com tantas restrições impostas em prol da diminuição dos casos de coronavírus. “A maioria dos clientes gosta do contato presencial, gosta de ir às lojas. Então está havendo essa procura. Apesar disso, um ponto a ser destacado é que o delivery tem aumentado muito e acredito que vai se sustentar. É um contexto novo para todo mundo”, ponderou José Francisco.

Assim como a CDL, a Associação Comercial e Industrial de Campos (Acic) destaca a necessidade da reabertura do comércio como um todo. A entidade tem 700 associados em média e relatou o fechamento de várias lojas. Porém, também ainda não há um número ou porcentagem de fechamentos.
“Os comerciantes necessitam que suas lojas estejam abertas, pois mesmo com as restrições, somente o delivery não é o suficiente. O retorno gradativo se faz necessário e nós esperamos que todos possam colaborar mais seguindo os protocolos. Caso isso não ocorra, o comércio volta a fechar e outros segmentos também seriam comprometidos, o que causaria o aumento do caos, principalmente com mais desemprego”, afirmou Leonardo Castro de Abreu, presidente da ACIC.
Fonte Terceira Via