domingo, 22 de agosto de 2021

Pesquisa da FGV coloca Campos como o 12º mais rico do Estado

Por outro lado, dados federais apontam 45 mil famílias em extrema pobreza

CAMPOS
POR GIRLANE RODRIGUES(
Foto: Leon Jr.)

Campos dos Goytacazes ocupa a 12ª posição entre os 92 municípios do Estado do Rio de Janeiro em relação à renda média mensal per capita. Este dado foi revelado em uma ampla pesquisa nacional do economista e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), Marcelo Neri, que mapeou o percurso da riqueza com base nos registros de declaração de Imposto de Renda Pessoa Física gerados pela Receita Federal e no número de habitantes de cada cidade. A conclusão é que a renda média mensal do campista é de R$ 1.095,96. Apesar disso, Campos pendula também no outro extremo, o da pobreza, com cerca de 45 mil famílias vivendo com até R$ 89 por pessoa. Os números escancaram a desigualdade social no maior município do interior do Estado do Rio de Janeiro.

Com base na mesma pesquisa da FGV, divulgada em junho, quando se leva em conta as quase 6 mil cidades do país, Campos cai para a 463ª colocação. As informações são do ano de 2018 – antes da pandemia do novo coronavírus – e estão oito anos à frente do último Censo realizado no Brasil. O estudo calculou os valores declarados no imposto divididos pelo número de habitantes de cada cidade.


“Neste aspecto, Campos está entre os 500 municípios do país com maior renda. São Paulo também figura neste grupo que representa 10% dos municípios e isso mostra que há riqueza na cidade de Campos e está concentrada em poucas pessoas”, afirmou Neri.

O estudo mostra que 13,72% da população campista declaram imposto de renda. Neste quesito, o município ocupa a 914ª posição no ranking nacional. Se fosse um estado, Campos estaria bem perto da média de riquezas do Espírito Santo, uma região promissora economicamente e que tem crescido nos últimos anos. “O fato de Campos se comparar aos estados de Minas Gerais e Espírito Santo faz o município pertencer ao que chamamos de Sudeste Maravilha”, diz Neri.

Comunidade carente e condomínio de luxo na mesta região mostram o abismo social (Foto: Leon Jr.)

Segundo uma observação de Marcelo Neri, Campos não está entre as cidades mais ricas do Estado do Rio, mas está bem acima das cidades consideradas mais pobres. “A renda de um cidadão campista é cerca de quatro vezes maior que a renda de Japeri, que é a que tem menor renda no território fluminense. A renda média de Campos é três vezes maior que a da cidade vizinha de São Francisco de Itabapoana, por exemplo. Isso reflete a desigualdade social no estado, que ultrapassou a média nacional”, lamenta.

Marcelo Neri, da FGV, fez o levantamento (Foto: divulgação)

Ranking estadual
Em uma análise mais profunda, a renda média per capita de Campos contribuiu o suficiente para colocar o Estado do Rio de Janeiro na terceira posição do ranking nacional, abaixo apenas de Brasília e São Paulo. Porém, entre as cidades com maior renda, Campos aparece em 12º lugar. Niterói, Cidade do Rio, Macaé, Petrópolis, Resende, Teresópolis e Volta Redonda, encabeçam a lista.

A pesquisa revela informações até então desconhecidas, visto que o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) aconteceu em 2010.


“Os dados do Imposto de Renda Pessoa Física gerados pela Receita Federal do Brasil nos permitem captar a renda dos mais ricos brasileiros com mais propriedade que os dados de pesquisas domiciliares tradicionalmente usados em estudos sobre pobreza e desigualdade. Assim, podemos pensar os critérios para declaração do imposto de renda como uma espécie de linha de riqueza que permite identificar os residentes no país com maior poder de compra, seguindo as regras tributárias vigentes. Este tipo de análise também pode ser útil para captarmos novas fontes potenciais de financiamento das ações do Estado brasileiro, aí incluindo aquelas relacionadas à Educação, Saúde, Segurança e ao próprio alívio da pobreza”, explicou Neri.

Acesso restrito de famílias de baixa renda ao ensino superior é apontado como fator que aumenta a desigualdade social (Foto: Silvana Rust)

O outro lado: a pobreza
De acordo com a Prefeitura de Campos, atualmente 187.900 pessoas constam no Cadastro Único, referência para estudos e implantação de políticas públicas e sociais. Este número representa 37% da população.

Em agosto de 2020, estavam inscritas no CadÚnico 70.629 segundo dados da Secretaria do Desenvolvimento Social do Ministério da Cidadania. Sendo: mais de 45 mil famílias em situação de extrema pobreza, com renda de zero a R$ 89 por mês, o que representava 20% da população.

Já o número de famílias em situação de pobreza era de 3.637, além de 10.537 famílias em situação de baixa renda. A gerente da Vigilância Socioassistencial da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social, Fernanda Cordeiro, informou que o poder público entende que historicamente, pela própria formação, o município possui desigualdades sociais acirradas expressas na concentração de renda e um quantitativo expressivo de famílias em extrema pobreza.


“As crises econômica e sanitária nacional intensificam esse processo em todo o país. A Prefeitura monitora estes indicadores para o planejamento das ações. Especificamente pela Secretaria, os indicadores do Cadastro Único são gerados de forma contínua e produzidos diagnósticos socioterritoriais. Cabe mencionar que atualmente temos 187.900 pessoas referenciadas nessa base de dados, o que representa 37% da população estimada do município. Outras bases de dados e estudos também são acompanhados para subsídio ao planejamento de ações e fortalecimento da proteção social ofertada a essas famílias”, pontua a gerente.

Especialista
Para o economista Ranulfo Vidigal, que estuda o desenvolvimento do município de Campos há décadas, esta discrepância na renda da população não é novidade. Ele explica que a cidade reproduz semelhantemente os dados nacionais com relação à concentração de riqueza e da renda. Ele também mostra como se aplica a circulação do dinheiro e apresenta uma possível solução para o problema.


“Temos a renda urbana e a renda rural. A urbana vira aluguéis e a rural se transforma em rendimentos associados às produções canavieira e pecuária. Estes dois itens confirmam a tendência da concentração de renda em Campos. A discrepância entre ricos e pobres só se resolve em médio e longo prazos com a desconcentração das rendas urbana e rural e com um amplo programa de acesso à educação básica e ensino superior para todos”, conclui.

Vidigal detalhou que, embora Campos tenha 20 mil universitários, o acesso às famílias de baixa renda a este ensino é inexpressivo. “Quando as pessoas fazem o ensino superior e passam em concursos públicos, por exemplo, acabam indo para uma posição de renda mais alta do que a renda média praticada na cidade. O que vemos é uma desigualdade no acesso ao saber que qualifica e diferencia as rendas salariais”.
Segundo Ranulfo, na prática, o salário médio no setor privado de Campos, segundo dados do Ministério do Trabalho, é de R$ 2.100. Já o salário médio de quem ensino superior e passou em concurso público salta para até quase três vezes mais.

Entre as capitais
Segundo a pesquisa da FGV, a capital brasileira com a maior renda mensal por habitante é Florianópolis, com R$ 3.998, seguida por Porto Alegre e Vitória. Apenas depois vem São Paulo (4º), Curitiba (5º), Brasília (6º) e o Rio de Janeiro (7º). Quando é analisada cada uma das 27 unidades da Federação, o eixo Distrito Federal – São Paulo – Rio de Janeiro assume o topo do ranking, nesta ordem.

A renda média de Brasília é R$ 2.981, mas o cálculo inclui todos os habitantes, não só quem declara o Imposto de Renda. “Agora, calculando entre os que pagam o imposto de renda de pessoa física (IRPF), a renda pula para R$ 11.994. No Lago Sul, região nobre da cidade, a renda média vai a R$ 38.460, quando olhamos apenas os declarantes, e chega a R$ 23.020 quando analisamos a população total. Não tem nenhum município no Brasil que chega nesse patamar de renda”, diz Marcelo Neri, autor da pesquisa.

CINCO CIDADES MAIS RICAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Niterói – R$ 4 186,51
Rio de Janeiro – R$ 2 898,46
Macaé – R$ 1 584,43
Petrópolis – R$ 1 492,37
Teresópolis – R$ 1 431,36

CINCO CIDADES MAIS POBRES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Japeri – R$ 259,93
Tanguá – R$ 292,57
São Francisco de Itabapoana – R$ 314,32
Sumidouro – R$ 321,31
Varre-Sai – R$ 353,22

RANKING DO NORTE FLUMINENSE
Macaé – R$ 1.584,43
Campos dos Goytacazes – R$ 1.095,96
São Fidélis – R$ 773,69
Conceição de Macabu – R$ 667,56
Quissamã – R$ 557,26
São João da Barra – R$ 541,76
Carapebus – R$ 464,36
Cardoso Moreira – R$ 442,95
São Francisco de Itabapoana – R$ 314,32.
Fonte: Terceira Via

SuperaRJ: R$ 50 milhões em créditos destinados a micro e pequenos empresários

Por Carolina Perez

Janaína Rosa foi mais uma das milhares de pessoas que precisaram se reinventar no Rio durante a pandemia da Covid-19. Ela, que trabalhava com produção de eventos, acabou ficando sem renda em virtude da paralisação das atividades sociais. A esperança da moradora de Jacarepaguá, na Zona Oeste da capital, veio com o Programa SuperaRJ, do Governo do Estado, cujas linhas de crédito alcançaram cerca de R$ 50 milhões concedidos a micro e pequenos empresários em todo o estado. Ao todo, são mais de 4.400 microempreendedores individuais, autônomos e profissionais informais, além de micro e pequenas empresas, beneficiados com empréstimos da Agência Estadual de Fomento do Rio de Janeiro (AgeRio).

- Fiquei perdida e sem saber como agir, porque os eventos eram minha única e principal fonte de renda. Precisei me reinventar, só que precisava de um investimento. Foi aí que soube do SuperaRJ. Já tinha a ideia de abrir a hamburgueria, mas necessitava de dinheiro para dar início à compra dos equipamentos - contou Janaína, que, como MEI, conseguiu o crédito de R$ 5 mil:

- Com esse valor, eu adquiri os utensílios como fritadeira, moedor de carne, chapa e embalagens. Além disso, outra parte investi na confecção da logomarca da lanchonete, que vai funcionar com entregas em domicílio, e nos materiais de divulgação, como panfletos. Todo o processo junto à AgeRio foi muito rápido. Em cerca de dois meses, o dinheiro já estava na conta - afirmou.

O governador Cláudio Castro esclareceu que os créditos do SuperaRJ estão ajudando a movimentar a economia de mais de 80 municípios fluminenses.

- É um passo importante para a retomada do desenvolvimento pós-pandemia. Chegar aos R$ 50 milhões em concessão de linhas de financiamento é um marco para o programa, que vai oferecer, até o fim do ano, R$ 300 milhões para manter pequenas empresas e fomentar novos negócios – disse o chefe do Executivo fluminense.

Em todo o estado: 83 cidades com beneficiados

Entre os principais segmentos já beneficiados pelas linhas de crédito estão o comércio varejista de artigos do vestuário, lanchonetes, restaurantes, manicure/pedicure, cabeleireiro (a), costureiro (a), serviços de organização de feiras e congressos.

O projeto chegou a todas as regiões do estado, atendendo 83 municípios. As cidades fluminenses que mais tiveram contratos aprovados foram Rio de Janeiro, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São Gonçalo, Belford Roxo, Nova Friburgo, Niterói, Magé, São João de Meriti e Petrópolis.

- Apoiar o pequeno empreendedor é importante para retomar o crescimento econômico e recuperar a capacidade de desenvolvimento do Rio de Janeiro. Mas, principalmente, é uma forma de resgatar, via empreendedorismo, a autoestima, o brilho e a dignidade de uma imensa parcela da população fluminense que foi fragilizada pela falta de emprego e renda causada pela pandemia - afirmou o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais, Vinicius Farah.

Ainda segundo Janaína Rosa, o atendimento na AgeRio foi fundamental para que o processo fosse rápido. A lanchonete deve iniciar a operação em outubro, quando toda a documentação, como alvará de funcionamento, estará disponível. Para quem está prestes a recomeçar, a agilidade é uma motivação a mais.

- Estou ansiosa para começar logo. As linhas de crédito do SuperaRJ são uma oportunidade para que as pessoas possam ter continuidade com os seus negócios, mesmo que seja preciso mudar o formato, como foi no meu caso. Já estou com várias ideias para os lanches e penso até em uma linha vegana - afirmou.

O novo negócio ainda vai gerar empregos. Inicialmente, um motoboy será contratado para realizar as entregas.

- Iniciativas como essa são essenciais para que os impactos da pandemia possam ser amenizados. As dificuldades estarão presentes, mas programas assim dão oportunidade de recomeço para quem se viu sem nenhuma perspectiva - comentou Janaína.

Até R$ 50 mil em financiamentos
Os financiamentos atendem a micro e pequenas empresas; cooperativas e associações de pequenos produtores; microempreendedor individual; agricultores familiares; profissionais autônomos, inclusive agentes e produtores culturais; empreendimentos da economia popular solidária; empreendedores sociais, empreendedores que atuam em comunidades e negócios de impacto social.

- Esse número de R$ 50 milhões é muito significativo e importante para o Governo do Estado. A AgeRio está trabalhando incansavelmente no programa SuperaRJ para conseguir cada vez atender e entregar essa linha de crédito não só no município do Rio, mas em grande parte do interior - disse o presidente da AgeRio, André Vila Verde.

Novas inscrições temporariamente suspensas

As inscrições para micro e pequenas empresas seguem suspensas devido ao grande volume de solicitações. Informações sobre novas inscrições podem ser conferidas no site www.agerio.com.br.

Núcleo de Imprensa do Governo do Estado do Rio de Janeiro

Mapa da Covid -19 no Estado do RJ: indicadores estão em queda, mas com tendência de alta em algumas regiões fluminenses

Governo RJ 

Algumas regiões, como o Noroeste, estão com risco alto para Covid-19; o Norte Fluminense segue com risco baixo

A 44ª edição do Mapa de Risco da Covid-19 divulgada, nesta sexta-feira (20), pela Secretaria de Estado de Saúde mostra que o estado do Rio de Janeiro teve redução de 16% no número de óbitos provocados pela doença e de 6% nas internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG). A análise compara as semanas epidemiológicas 31 (de 01 de agosto a 07 de agosto) e 29 (18 de julho a 24 de julho) de 2021. Esta é a sexta semana consecutiva que o estado apresenta bandeira amarela, entretanto, embora os indicadores epidemiológicos ainda estejam caindo, essa redução vem diminuindo em relação a semanas anteriores e, em algumas regiões, indicam tendência de alta.

- O cenário epidemiológico vem apresentando um aumento no número de casos e, por isso, de forma antecipada, colocamos em prática, o Plano de Contingência da Covid-19. Ele nos permite tomar decisões com mais tranquilidade, como a abertura de leitos, as medidas de flexibilização, entre outras ações assistenciais - explica o secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe.

O Plano de Contingência é separado em cinco etapas, que são disparadas de acordo com a mudança no cenário epidemiológico. Dentro dessa ativação, na última semana, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) definiu a abertura de mais 20 leitos no Hospital Estadual Dr. Ricardo Cruz (HERCruz) e a manutenção dos leitos Covid do Hospital Regional do Médio Paraíba Dra Zilda Arns Neumann (HRZA), que estavam sendo transformados para atender pacientes não Covid. O planejamento também prevê um chamamento público para contratação de leitos de CTI e a conversão de 18 leitos de UTI Covid no Hospital Universitário Pedro Ernesto.

Das nove regiões do estado, cinco estão na bandeira amarela: Metropolitana II, Norte, Baixada Litorânea, Centro-Sul e Baía de Ilha Grande. As regiões Metropolitana l, Noroeste e Serrana estão em bandeira vermelha; e a Médio Paraíba, na faixa laranja. Cada bandeira representa um nível de risco e um conjunto de recomendações de isolamento social, que variam entre as cores roxa (risco muito alto), vermelha (risco alto), laranja (risco moderado), amarela (risco baixo) e verde (risco muito baixo). Os resultados apurados para os indicadores apresentados devem auxiliar a tomada de decisão, além de informar a necessidade de adoção de medidas restritivas, conforme o nível de risco de cada localidade.

Núcleo de Imprensa do Governo do Estado do Rio de Janeiro

sábado, 21 de agosto de 2021

Prefeita Francimara prestigia visita do ministro da Educação à região

A prefeita de São Francisco de Itabapoana (SFI), Francimara Barbosa Lemos, acompanhada do vice-prefeito Raliston Souza, prestigiou a visita do ministro da Educação, Milton Ribeiro, que esteve na Região Sudeste para o lançamento da Pedra Fundamental do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) campus Presidente Kennedy, no Estado do Espirito Santo. A cerimônia aconteceu na quinta-feira (19), na EMEIEF Barra de Marobá, na Praia de Marobá.

“Devido à proximidade de SFI com o Ifes, poderemos aproveitar a unidade federal para capacitar os nossos moradores através de parceria, visando a qualificação deles para as vagas que surgirão durante a construção e após o início das atividades do Porto Central, em Presidente Kennedy. Inclusive, já realizamos alguns cursos profissionalizantes, através da Secretaria Municipal de Trabalho e Desenvolvimento Humano, preocupados em absorvermos parte da mão de obra que será contratada, um compromisso assumido pela direção do Porto Central, ressaltou a prefeita Francimara, acrescentando:

“Através do secretário municipal de Educação e Cultura, Robson Santana, que também nos acompanhou durante a visita, solicitamos ao ministro Milton Ribeiro essa integração para que SFI possa ter acesso a estes cursos técnicos, além da possibilidade de instalação de um polo federal no nosso município”.

O marido da prefeita Francimara e ex-prefeito Frederico Barbosa Lemos, que também esteve presente, destacou que o Porto Central permitirá o impulsionamento econômico da região.

“Francimara está atenta e buscando este entendimento junto ao governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, e ao prefeito de Presidente Kennedy, Dorlei Cruz, que são parceiros de SFI. A cidade está se preparando desde já para que a população esteja pronta para aproveitar ao máximo os impactos positivos deste grande empreendimento”, ressaltou Frederico.
Fonte AsCom SFI


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Operação Tapa-Buracos em várias vias de SFI e asfaltamento de rua na área central

A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana (SFI), através da Secretaria de Obras, Serviços Públicos e Urbanismo, está realizando Operação Tapa-Buracos em diversas vias públicas do município com material produzido na Usina de Asfalto, inaugurada no primeiro mandato da prefeita Francimara Barbosa Lemos. Além disso, iniciou os trabalhos para o asfaltamento de uma rua na área central.

“Na semana passada, realizamos a operação nas localidades de Morro Alegre, Imburi e Bom Jardim. Na quarta-feira (18), os trabalhos aconteceram em vias públicas do Centro da cidade para manter as boas condições de trafegabilidade dos veículos”, informou o secretário da pasta, Luiz Gonzaga da Silva (Luiz da Fazenda), acrescentando:

“Nesta sexta-feira (20), seguimos com a colocação de meio-fio na Rua Amélia Buechem, também na área central, que é uma etapa de preparação para asfaltamento de um trecho de aproximadamente 200 metros, que já foi iniciado. Os trabalhos contam com o apoio de sinalização dos agentes da Empresa Municipal de Trânsito de São Francisco de Itabapoana (Emtransfi)”.

Francimara destacou a importância da aquisição da Usina de Asfalto para o município. “Uma prova de que estamos no caminho certo, demonstrando responsabilidade ao administrar o dinheiro público. A Usina de Asfalto, além de reduzir os custos, ainda agiliza os serviços de manutenção nas vias públicas de SFI”, ressaltou a prefeita.
Fonte AsCom SFI




Prefeitura vai retomar a Feira do Comércio e do Artesanato de SFI Destaque

 

A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana (SFI) vai reeditar a Feira do Comércio e do Artesanato (Fecoarte). A previsão é de que o evento aconteça de 8 a 12 de outubro deste ano, respeitando todas as medidas de prevenção à Covid-19. O objetivo é valorizar e aquecer o comércio, além de promover maior integração entre os lojistas e consumidores, proporcionando opção de lazer e entretenimento aos moradores do município e visitantes.

“Estivemos reunidos na quinta-feira (19), na Secretaria de Governo e Relações Institucionais (SeGov), que vai coordenar as ações, com os responsáveis pelas secretarias envolvidas no projeto. A Fecoarte é anual e chegou a ser realizada em SFI de 2009 a 2011, quando na ocasião eu era o secretário de Turismo e a Francimara estava à frente da Secretaria de Assistência Social. Agora, em seu segundo mandato de prefeita, ela manifestou o desejo de reeditar a feira, que foi um grande sucesso na época”, ressaltou o secretário de Governo, Jairo Batista, acrescentando:

“Para quem ainda não conhece, a Fecoarte tem um estilo parecido com o da Fepe (Feira de Preços Especiais) de Campos. Teremos produtos com promoção, principalmente devido à mudança de estação, queijos artesanais, manteiga, goiabada, artesanato, quadros, entre outros. Haverá ainda oficinas culturais, exposições, Praça de Alimentação, música ao vivo e espaço destinado para atender o Micro Empreender Individual (MEI)”.

Jairo informou que a Fecoarte será montada no estacionamento da Prefeitura de SFI, na Praça dos Três Poderes, no Centro, com estandes para os expositores. “Já estamos levantando os custos da estrutura. Vamos promover um cadastramento para saber quais os lojistas interessados em participar e depois nos reuniremos, possivelmente daqui a 15 dias”, revelou.

Participaram da reunião na SeGov os secretários municipais Enaldo Barreto (Agricultura), Robson Santana (Educação e Cultura) e Márcio Calixto (Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio), além de Júnior Junqueira, diretor do Departamento de Geração de Trabalho e Renda (GTR), órgão vinculado à Secretaria Municipal de Trabalho e Desenvolvimento Humano (SMTDH), e o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL/SFI), Romário Bernardo.

A prefeita Francimara Barbosa Lemos destacou que a Fecoarte será uma grande oportunidade para os lojistas e demais empreendedores do município terem uma data comercial a mais durante o ano para vender os seus produtos e aumentar o faturamento.
Fonte AsCom SFI

Prefeitura promove 12º Conferência Municipal de Assistência Social Destaque

Servidores de diversos órgãos da Prefeitura de São Francisco de Itabapoana (SFI) ligados ao setor participaram nessa quinta-feira (19) da 12º Conferência Municipal de Assistência Social. O evento foi realizado de forma híbrida na Câmara Municipal com transmissão ao vivo pelas redes sociais, através da Assessoria de Comunicação.

O encontro começou com uma palestra conduzida por Ketnen Barreto, que é doutora pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). O tema foi “Assistência Social: Direito do povo e Dever do Estado, com financiamento público, para enfrentar as desigualdades e garantir proteção social”.

Para o secretário municipal de Trabalho e Desenvolvimento Humano, Fagner Azeredo, a ocasião foi essencial para reafirmar o papel da assistência social e direcionar o trabalho da pasta para os próximos anos. “A importância do setor ficou ainda mais clara neste contexto pandêmico. Além disso, foi o momento de olharmos para dentro para construirmos juntos algo novo, principalmente, quando o povo tem papel determinante na escolha de seu próprio futuro”, afirmou.

A conferência contou ainda com leitura e aprovação do regimento interno e divisão dos participantes em cinco grupos, cada um com um eixo temático. Entre os assuntos abordados estão as corresponsabilidades dos entes federativos para a garantia dos direitos socioassistenciais e a atuação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) em situações de calamidade pública e emergências.

Apresentação dos trabalhos, juntamente com a aprovação de propostas e votação para escolha de delegados para as conferências estadual e federal, encerraram o evento.
Fonte AsCom SFI

Prefeita Francimara se reúne com diretores da empresa que vai assumir os serviços de água e esgoto em SFI Destaque

A prefeita de São Francisco de Itabapoana (SFI), Francimara Barbosa Lemos, acompanhada do vice-prefeito Raliston Souza e de integrantes do seu Governo, recebeu diretores da Empresa Águas do Rio, do Grupo Aegea, que assumirá os serviços de água e esgoto no município em substituição à Cedae. O encontro aconteceu na sexta-feira (20), na Sala de Reuniões da prefeitura, quando foram apresentados alguns investimentos a serem realizados pela empresa em SFI, além da formalização da doação de materiais para auxiliar a vacinação contra a Covid-19.

Pedro Freitas e José Carlos Almeida, diretores da Águas do Rio responsáveis pelas operações nos municípios do interior do Estado, explicaram que a meta da empresa é garantir em 12 anos que 99% da população tenham acesso a água tratada e 90% com coleta e tratamento de esgoto. A previsão de investimentos no município em 35 anos é de R$ 173,549 milhões, sendo R$ 44,951 milhões em cinco anos: R$ 7,877 milhões em água e R$ 37,074 milhões em esgoto.

“Estou muito feliz com essa notícia! No início do meu primeiro mandato, em 2017, buscamos emendas parlamentares em Brasília, conseguimos R$ 6 milhões na Funasa (Fundação Nacional de Saúde) para as obras de implantação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da área central do município e obtivemos a licença ambiental do Inea (Instituto Estadual do Ambiente), dando o primeiro passo para transformar em realidade o sonho de termos esgoto tratado, o que será um marco na história de SFI”, destacou a prefeita Francimara, sem conter a emoção.

Durante a reunião, a Águas do Rio formalizou a doação para o município de três geladeiras, 20 caixas térmicas com termômetro acoplado e três computadores portáteis (notebooks) objetivando contribuir com a imunização contra a Covid-19.

“Cuidar das pessoas faz parte da essência da nossa empresa. Queremos contribuir com a população viabilizando a campanha de vacinação com a doação desses materiais. Essa é a primeira de muitas ações que vamos desenvolver nas cidades onde iremos atuar”, declarou Freitas.

A prefeita agradeceu a doação ressaltando que “o material doado é essencial e fará toda a diferença no nosso esquema de vacinação, principalmente os computadores, que irão proporcionar mais agilidade na atualização dos dados da nossa cidade”.

A Águas do Rio, a partir da assinatura do contrato de concessão de saneamento com o Governo do Estado, ocorrida no último dia 11, deu início à operação assistida, que é a fase de transferência da gestão para a empresa prevista para durar 180 dias. Neste período, a Cedae permanece totalmente responsável pelos sistemas de distribuição, mas com acompanhamento dos profissionais da Águas do Rio nas atividades.,
Fonte AsCom SFI

Rio de Janeiro lidera alta da gasolina no Sudeste

Combustível foi encontrado nos postos a R$ 6,12

reprodução

Combustível foi encontrado nos postos a R$ 6,120

A Região Sudeste registrou aumento de 1,04% no preço médio da gasolina no início de agosto, na comparação com o fechamento de julho. O combustível foi encontrado nos postos a R$ 6,120. Contribuiu ao aumento na região, o preço médio mais caro do País registrado no Rio de Janeiro, de R$ 6,458. A maior alta dos postos regionais também foi apresentada no estado, de 1,16%, apontou o Índice de Preços Ticket Log (IPTL).

“Os demais combustíveis também apresentaram aumentos. O etanol avançou 0,79% e foi encontrado a R$ 4,864. O diesel comum e o diesel S-10, com altas de 0,32%, foram comercializados a R$ 4,666 e R$ 4,736, respectivamente”, pontua Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil.

Além da gasolina, o Rio de Janeiro registrou o etanol mais caro da região, a R$ 5,354, embora o aumento de 0,22% em relação ao fechamento de julho tenha sido o mais baixo do Sudeste. Em Minas Gerais, o diesel e diesel S-10 apresentaram os valores mais altos por litro, a R$ 4,763 o tipo comum, e R$ 4,826 o S-10. No Espírito Santos, o gás natural veicular (GNV) mais caro foi comercializado, a R$ 4,355 o metro cúbico.

Nos postos de São Paulo, todos os combustíveis foram encontrados pelos preços médios mais baixos da região. O diesel comum esteve à média de R$ 4,581, e o S-10, a R$ 4,633. Já o etanol foi comercializado a R$ 4,205; a gasolina, a R$ 5,621; e o GNV, a R$ 3,345.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados à Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.
Fonte: O Dia

Estudo identifica presença do novo coronavírus em órgãos de um feto

Agência Brasil

Pesquisas demonstraram vestígios do vírus no cordão umbilical

Um estudo brasileiro demonstrou, pela primeira vez, a presença do novo coronavírus (Sars-CoV2) causador da covid-19, em diferentes órgãos de um feto, tais como coração, traqueia, rins, cérebro e fígado. Pesquisas anteriores já haviam demonstrado vestígios do vírus no cordão umbilical e na placenta, mas é a primeira vez que ele é detectado em tecidos do feto. Também foi a primeira vez que foi possível observar que o Sars-CoV2 provocou uma infecção pulmonar no feto de uma mãe que estava infectada com o vírus.

“Nós conseguimos, de maneira inédita, demonstrar a presença do vírus nos tecidos fetais, através de técnicas sofisticadas. Esse vírus, quando acomete uma grávida, passa para o feto e pode circular nos tecidos fetais e, nesse caso específico que publicamos [em revista científica], a covid-19 acabou levando ao óbito esse feto, o que é uma coisa rara”, disse Arnaldo Prata, médico pediatra e pesquisador do IDOR - Instituto D´Or de Pesquisa e Ensino, um dos responsáveis pelo estudo, em entrevista à Agência Brasil.

O caso foi observado no feto de uma mulher de 33 anos, que estava entre a 33ª e 34ª semana de gravidez e que, em outubro do ano passado, teve diagnóstico positivo para a covid-19. Ela não apresentou quadro grave da doença: teve apenas uma febre leve, dores no corpo e na cabeça.

Quando foi diagnosticada com a doença, ela foi orientada a permanecer em isolamento social por 14 dias e procurar um médico em caso de alterações no quadro e piora. Seus exames feitos no dia da confirmação do diagnóstico para a covid-19 não mostraram quaisquer alterações ou problemas na gravidez. Naquela época, ainda não havia muito conhecimento sobre como a covid-19 se comportava com as grávidas e nem vacina. A orientação que existia até então é que, apresentando casos leves, a grávida deveria se manter em isolamento e só voltar ao médico após 14 dias, desde que o caso não se agravasse. Mas esse estudo apresenta mudanças para essa diretriz.

Após o isolamento
Passado o período de isolamento para a doença, essa gestante retornou ao médico. “Após 14 dias dessa consulta, ela percebeu que o bebê não estava mais se mexendo e aí ela retornou à maternidade. E então foi constatado o óbito do feto”, disse Prata. A família autorizou que os pesquisadores estudassem o caso.

Com esse estudo, os pesquisadores observaram que havia vestígios do novo coronavírus não só na placenta, mas em diversos órgãos desse feto, como o pulmão. Mas que essa infecção no pulmão não tinha sido responsável por sua morte. Segundo os pesquisadores, o feto morreu por causa de uma grave trombose na placenta materna, que interrompeu o fluxo de sangue e oxigênio para a criança.

“Só a presença do vírus nos tecidos fetais não necessariamente significaria que teria havido uma infecção do feto pelo vírus. Poderia significar que o vírus passou pela placenta e circulou pelo feto. Mas conseguimos identificar, através de um exame de imunohistoquímica, a presença de células de defesa, os linfócitos, no pulmão deste feto. Ele tinha uma pneumonia causada pela covid-19. Então o feto também teve uma doença causada por essa infecção. Mas essa não foi a causa morte”, explicou ele.

“Sabe-se que, durante a gravidez, acontece uma tendência maior à coagulação. A gestação propicia isso. Mas a própria covid-19 também tem uma tendência à coagulação. No caso dessa gestante, ela infelizmente, por conta da covid-19, teve um estado de coagulação muito alto. E essa coagulação aconteceu na placenta, que ficou obstruída por coágulos e impediu a passagem do sangue materno ao feto”, explicou.

Essa mãe, segundo ele, não sentiu quaisquer sintomas relacionados à trombose. “A trombose pode acontecer na placenta sem que a gestante sinta nada. Então, a grande mensagem desse artigo publicado é que a covid-19 costuma não ser grave para a gestante, mas precisa de atenção”, disse ele. “A grande lição é que, talvez para uma gestante com covid-19, ela precisa retornar [ao médico] antes dos 14 dias [de isolamento]. Ela precisa ter acompanhamento de seus marcadores de coagulação [como o dímero D] e de infecção”, alertou.

Quatro meses após a morte do feto, a mãe passou por novos exames para identificar se ela tinha alguma característica que possibilitava esse quadro de trombose, tal como a trombofilia, o que não foi identificado nos exames. Isso, segundo Prata, reforçou aos pesquisadores que o quadro de trombose decorreu da covid-19, que pode predispor a casos de coagulação.

Apesar desse caso, Prata alerta as gestantes que os casos de complicações na gravidez relacionados à covid-19 são extremamente raros. “A perda fetal de uma gestante que tenha contraído covid-19 é uma coisa rara. Não é comum. Existe, mas é rara”, disse ele. “A chance de perda do feto é pequena. Mas temos que estar atentos para essas situações onde isso pode acontecer”, destacou ele.

Além disso, hoje já há vacinas contra a covid-19 que são indicadas e estão sendo aplicadas em mulheres grávidas, tais como a Pfizer/BioNTech.

Passado tudo isso, essa mulher está novamente grávida e agora vacinada contra a covid-19. “Ela já tomou a vacina e está muito esperançosa”, falou Prata.
O estudo

O estudo foi realizado de forma conjunta por pesquisadores de diversos institutos e universidades como a Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o Departamento de Pediatria do Instituto D’or de Pesquisa e Educação e a Escola de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, e foi publicado esta semana na revista científica Frontiers in Medicina.
Fonte: Agência Brasil

Veja quem recebe o depósito da 5ª parcela do auxílio emergencial neste fim de semana

 


Fila na Caixa Econômica Federal para o recebimento do auxílio emergencial Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo/Extra

A Caixa Econômica Federal vai depositar, neste fim de semana, a quinta parcela do auxílio emergencial 2021 para três grupos de trabalhadores. Neste sábado (dia 21), será a vez de os nascidos em fevereiro e março — sem direito ao Bolsa Família —. terem a quantia creditada em suas contas poupanças sociais digitais.

No domingo (dia 22), o depósito vai beneficiar os aniversariantes de abril. Vale lembrar, no entanto, que os saques ainda não estarão liberados. Isso somente ocorrerá no início de setembro. Confira abaixo o calendário completo.

Até a data prevista para retirada, os recursos poderão ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem. O app permite o pagamento de boletos (como contas de água, luz, gás e telefone) e de compras feitas em farmácias, supermercados e lojas (via cartão virtual gerado na hora ou QR Code).

Os valores do auxílio emergencial 2021 correspondem a R$ 150 (para quem mora sozinho), R$ 250 (para famílias com dois ou mais integrantes) e R$ 375 (para mães chefes de família).

Os trabalhadores contemplados com o depósito neste fim de semana se inscreveram para ter o benefício ainda em 2020. O cadastramento foi feito por aplicativo, site ou agência dos Correios.

São informais, desempregados, microempreendedores individuais (MEIs), autônomos e inscritos no CadÚnico sem direito ao programa social de transferência de renda, que continuam elegíveis ao pagamento em 2021.

CALENDÁRIO DA QUINTA PARCELA

Datas de depósito

Nascidos em janeiro - 20 de agosto

Nascidos em fevereiro - 21 de agosto

Nascidos em março - 21 de agosto

Nascidos em abril - 22 de agosto

Nascidos em maio - 24 de agosto

Nascidos em junho - 25 de agosto

Nascidos em julho - 26 de agosto

Nascidos em agosto - 27 de agosto

Nascidos em setembro - 28 de agosto

Nascidos em outubro - 28 de agosto

Nascidos em novembro - 29 de agosto

Nascidos em dezembro - 31 de agosto

Datas de saque

Nascidos em janeiro - 1º de setembro

Nascidos em fevereiro - 2 de setembro

Nascidos em março - 3 de setembro

Nascidos em abril - 6 de setembro

Nascidos em maio - 9 de setembro

Nascidos em junho - 10 de setembro

Nascidos em julho - 13 de setembro

Nascidos em agosto - 14 de setembro

Nascidos em setembro - 15 de setembro

Nascidos em outubro - 16 de setembro

Nascidos em novembro - 17 de setembro

Nascidos em dezembro - 20 de setembro.
Fonte Agência Brasil

Unicef: efeitos de mudanças no clima podem afetar 1 bilhão de crianças

Agência 

BrasilInundações, ondas de calor e poluição do ar estão entre os impactos

Um relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) revelou, nesta sexta-feira (20), que 1 bilhão de crianças e adolescentes estão expostos aos efeitos das mudanças climáticas em todo o mundo.

Os maiores impactos citados foram ciclones, inundações, ondas de calor, escassez de água, poluição do ar e doenças transmitidas por vetores. Os casos afetam principalmente as populações da Nigéria, Chade, República Centro-Africana, Guiné e Guiné-Bissau.

De acordo com análise feita pelo Unicef, o número corresponde a cerca de metade dos 2,2 bilhões de jovens que vivem no mundo. Eles enfrentam exposição a múltiplos choques climáticos e ambientais que causam impactos nos serviços de água, saneamento, saúde e educação. O estudo concluiu que os impactos podem piorar com a aceleração das mudanças climáticas.

Diante dos problemas, o Unicef propôs a redução da emissão de gases de efeito estufa, com o corte de pelo menos 45% até 2030, com objetivo de manter o aquecimento global em 1,5 grau Celsius, a inclusão de jovens nas deliberações sobre o clima e a garantia de que a recuperação da pandemia de covid-19 ocorra com baixo de nível de emissões de carbono.

O estudo sobre o tema pode ser acessado na página do Unicef.
Fonte: Agência Brasil

Rio reduz homicídios, mas ainda registra nove mortes por dia

 

Ascom

Dados foram divulgados pelo Instituto de Segurança Pública

Os homicídios dolosos no estado do Rio de Janeiro caíram 9% nos sete primeiros meses deste ano, na comparação com o mesmo período de 2020. No total, foram 1.975 mortes, chegando ao menor valor para os meses desde 1991, quando iniciou a série histórica do Instituto de Segurança Pública (ISP). Mesmo com esta queda, ainda há uma média de nove homicídios dolosos por dia no estado.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (20), pelo ISP. Em julho, foram registrados 249 homicídios, o que representa uma redução de 3% se comparado com julho do ano passado. Este também foi o menor valor para o mês desde 1991.

O indicador crimes violentos letais intencionais, que agrega homicídios dolosos, lesão corporal seguida de morte e latrocínio, teve queda de 8% entre janeiro e julho e de 4% em julho deste ano na comparação com 2020. Os dados são os mais baixos para o indicador desde 1999 tanto para o acumulado quanto para o mês.

Um dado que reforça os altos índices de homicídios no estado é a grande circulação de armas ilegais, principalmente fuzis, que têm um poder de letalidade muito maior do que armas curtas. Apenas no mês de julho, 560 armas foram apreendidas em todo o estado, sendo 24 fuzis. O número é 4% maior que o registrado no mesmo mês de 2020. Entre janeiro e julho, 4.248 armas foram retiradas de circulação, 240 delas, fuzis. Isso significa que, em média, mais de um fuzil foi apreendido por dia em 2021 no estado.

No combate à criminalidade, é grande o número de pessoas que perdem a vida em operações policiais, conhecido por morte por intervenção de agente do Estado. Foram 903 mortes nos sete primeiros meses de 2021 e 99 em julho. Na comparação com 2020, o indicador registrou aumento de 9% em relação ao acumulado do ano e aumento de 90% em relação a julho de 2020.

Os dados completos podem ser acessados na página do ISP na internet
Fonte: Agência Brasil

Presidente veta fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões para 2022

Presidente sancionou parcialmente a Lei de Diretrizes Orçamentária 

Agência Brasil

A pasta também confirmou que houve veto das despesas previstas para o ressarcimento das emissoras de rádio e de televisão pela inserção de propaganda partidária.

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta sexta-feira (20), com vetos parciais, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022. O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional há pouco mais de um mês e o prazo para sanção terminava justamente nesta sexta. Ponto mais polêmico da proposta, o aumento do Fundo Eleitoral, de R$ R$ 2 bilhões para mais de R$ 5,7 bilhões, foi vetado pelo presidente. A LDO sancionada será publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU) na segunda-feira (23).

Pelo texto aprovado no Congresso, a verba do Fundo Especial de Campanha seria vinculada ao orçamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), prevendo 25% da soma dos orçamentos de 2021 e 2022. Por esses cálculos, o valor do Fundo praticamente triplicaria em relação ao orçamentos das eleições de 2018 e 2020. Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República informou que o novo valor do fundo será definido pelo TSE e incluído no Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) do ano que vem.

"Em relação ao Fundo Eleitoral, a Lei Orçamentária contará com o valor que será definido pelo Tribunal Superior Eleitoral para o ano de 2022, com base nos parâmetros previstos em lei, a ser divulgado com o envio do Ploa-2022". A pasta também confirmou que houve veto das despesas previstas para o ressarcimento das emissoras de rádio e de televisão pela inserção de propaganda partidária.

Alegando questões fiscais, o presidente também vetou dois dispositivos das chamadas emendas de relator-geral do orçamento (RP-8 e RP-9). "Trata-se de dispositivos inseridos pelo Poder Legislativo e que já foram vetados em anos anteriores", informou a Presidência da República.

Metas
Para 2022, a LDO fixou uma meta de déficit primário de R$ 170,47 bilhões para o Orçamento Fiscal e da Seguridade Social e de déficit de R$ 4,42 bilhões para as empresas estatais.

Quanto aos aspectos macroeconômicos, a LDO de 2022 foi elaborada considerando o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) de 2,5% para o ano que vem. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), principal indicador da inflação, foi fixado em 3,5%. Já a taxa básica de juros, a Selic, foi projetada em 4,74%, e a taxa de câmbio média do dólar em R$ 5,15.

Em relação ao salário mínimo, o projeto prevê que, para o ano que vem, o valor passará para R$ 1.147, com correção monetária do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Para ser confirmado, o aumento do salário mínimo precisa ser aprovado Projeto de Lei Orçamentária de 2022.

O que é a LDO
A Lei de Diretrizes Orçamentárias indica as políticas públicas e respectivas prioridades para o exercício seguinte, no caso 2022. Ela define as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas para o exercício subsequente, orientando a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) do ano seguinte. O Poder Executivo envia ao Congresso Nacional, que deve discuti-la e votá-la.

Entre as definições estão a meta fiscal, os programas prioritários e o salário mínimo. Além disso, o texto pode autorizar o aumento das despesas com pessoal, regulamentar as transferências a entes públicos e privados, disciplinar o equilíbrio entre as receitas e as despesas e indicar prioridades para os financiamentos pelos bancos públicos, entre outras. É com base nessas diretrizes da LDO que o Poder Executivo apresenta o orçamento de 2022 para a União, que deve ser enviado até o próximo dia 31 de agosto.
Fonte: Agência Brasil