domingo, 10 de outubro de 2021

Covid-19: Campos não registra óbitos nas últimas 24 horas

Divulgação

Boletim foi divulgado na noite deste sábado

A Secretaria de Saúde informa que das notificações compulsórias exportadas neste sábado (09), foram confirmados novos casos. A pasta vem convocando os estabelecimentos de saúde que atualizem os registros e lançamento de resultados, já que o sistema Notifica e-SUS passou por uma reformulação em sua metodologia de registro de notificações. Com base nos dados colhidos nos cemitérios, nenhum óbito foi registrado nas últimas 24 horas. Por lentidão na exportação de dados do Notifica e-SUS, a atualização acontece com informações do Sivep-Gripe

O município encontra-se na Fase Amarela, ou seja, nível 3 do Plano de Retomada das Atividades Econômicas e Sociais. A orientação da Subsecretaria de Atenção Básica, Vigilância e Promoção da Saúde é que a população siga as recomendações de distanciamento social, evitando ambientes com aglomerações, mantendo os cuidados de prevenção, como lavar bem as mãos, usar máscara e álcool 70%.

Boletim Coronavírus – 08/10/2021

Confirmados: 51.706

Óbitos confirmados: 1.694

Recuperados SRAG:: 1521

Recuperados SG COVID: 36605

Recuperados SG não especificado: 24.566

Síndrome Gripal (SG): 134.879

Número de internações com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG): 5851

Censo Diário de Ocupação de leitos nesta sexta-feira (08):

Ocupação da UTI – 62,65% na Rede SUS e Privada

Ocupação Clínica Médica – 34,29% na Rede SUS e Privada

Fila de espera: 03 pacientes em fila.

Total de doses aplicadas até esta sexta-feira (08): 616.633

Primeira dose – 354.577

Segunda dose – 237.764

Terceira dose – 13.642

Dose única – 10.650

Fonte: Supcom

Operação Lei Seca retira 15 mil motoristas alcoolizados das ruas

Ascom

Novos protocolos estão sendo utilizados nas blitzes de fiscalização desde o ano passado

Nesta sexta-feira (8/10), completou um ano da retomada das operações de fiscalização da Operação Lei Seca em todo o estado. As blitzes estiveram suspensas durante quase sete meses, de 19 de março a 7 de outubro de 2020, devido à pandemia da Covid-19. Neste período foi desenvolvido um protocolo sanitário em conjunto com a Secretária de Estado de Saúde, por meio da Superintendência de Vigilância Sanitária, para um retorno seguro da Operação.

Neste último ano, 115.093 motoristas foram abordados em 2.533 blitzes de fiscalização e 15 mil motoristas foram flagrados sob efeito de álcool. O percentual de alcoolemia, que antes da pandemia era de 4,5%, agora alcançou a média de 13% e, em alguns locais, chegando a 47% de casos de alcoolemia em uma única ação de fiscalização.

- O objetivo da Lei Seca é salvar vidas. Por isso, estamos atuando diariamente em todo o estado com todos os cuidados para que a blitz seja segura tanto para o nosso agente quanto para a população – explica o superintendente da Operação Lei Seca, tenente-coronel Fabio Pinho.

Como funciona a blitz atual

Neste novo modelo da blitz, após o uso dos aparelhos eles são higienizados com hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária).

Durante a abordagem, o motorista e o policial ficam separados por uma barreira protetora de plástico transparente. Neste momento, o motorista apresenta os documentos para que o agente do Detran faça a verificação.

Em todas as blitzes são disponibilizados totens de álcool em gel com acionamento via pedal para os motoristas abordados e para os agentes que atuam na Operação.

A reorganização na estrutura da blitz da Lei Seca leva em consideração um maior distanciamento entre as pessoas. E todos os profissionais que atuam na Operação utilizam máscaras.

- A Operação Lei Seca atua há 12 anos salvando vidas e com a retomada das atividades cotidianas e o aumento dos casos de alcoolemia registrados pela Operação neste último ano, estamos reforçando as ações educativas e de fiscalização -, afirma o tenente-coronel Fabio Pinho.

A conscientização não para

Durante o período da quarentena, com as blitzes de fiscalização suspensas, as ações educativas continuaram sendo realizadas em diversos bairros da Região Metropolitana do Rio e na Baixada Fluminense, a fim de orientar motoristas sobre as medidas de prevenção contra o coronavírus. Foram distribuídas máscaras descartáveis e foi reforçada a mensagem para que as pessoas evitassem aglomeração. Palestras virtuais e lives nas redes sociais oficiais também foram feitas para que a conscientização sobre os riscos da mistura álcool e direção continuasse sendo realizada.

Neste último ano com a retomada, os agentes de educação, que são cadeirantes vítimas de acidentes de trânsito, atuaram em 749 ações de conscientização para reforçar a mensagem “nunca dirija depois de beber”.
Fonte: Ascom

Marília Mendonça faz desabafo após circular especulações de que foi traída

Reprodução

Marília Mendonça fez um desabafo na tarde desta sábado


Marília Mendonça fez um desabafo na tarde desta sábado. Isso depois de começar a circular a informação de que ela teria sido traída pelo ex e pai de seu filho, o cantor sertanejo Murilo Huff. O próprio chegou a negar a informação e a artista fez o mesmo. Além disso, Marília acrescentou que já arranjaram para ela diversos novos pretendentes.

"De ontem para cá já arrumaram 30 caras e afirmaram que eu estou com eles… Agora afirmam que o Murilo me traiu… Ah, vai para pu#@ que par#$… Vocês são previsíveis demais. Respeitem as pessoas e parem pelo menos de mentir", desabafou a cantora nas redes sociais.

Marília demonstrou forte descontentamento sobre as especulações em relação à sua vida pessoal. "Começou a invenção de história desse povo que não tem o que fazer. E eu já tinha até previsto, né? Parem de mentir envolvendo vidas… Isso ainda vai acabar mal. Não acreditem em nada que vocês não ouvirem da minha boca ou da boca da pessoa envolvida. Cansada de tudo isso", disparou a artista, depois de Murilo tentar se explicar ao se deparar com a informção da traição.

"Acordei com alguns perfis de fofoca me mencionando dizendo que eu traí a Marília. O que não é verdade. O motivo do nosso término não tem nada a ver com isso. Será que não entendem que essas mentiras prejudicam a vida das pessoas?" questionou ele, também através de sua página.

Pais do pequeno Leo, Marília e Murilo colocaram um ponto final no relacionamento no fim do mês passado. Sobre as especulações, a artista disse que acha ridículo ter que ficar comparecendo em redes sociais para desmentir essas informações.

"Pegam o estereótipo de Marília Mendonça, de sofrimento, e colocaram na cabeça de vocês... E é sempre a mesma história. Pelo amor de Deus, existe outras pessoas envolvidas. Existe o meu filho, o pai do meu filho. Existia um relacionamento em que fui muito feliz. Mas, gente, não tem historinha de novela. Por que sempre tem que ter um final trágico?", afirma ela, que continua:

"Isso passou dos limites. "
Fonte: Extra

Anvisa aprova ampliação do prazo de validade da vacina da Janssen

Agência Brasil

Segundo a agência de vigilância, avaliação de dados de estudos demonstrou que vacina se manteve estável por 6 meses.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou por unanimidade neste sábado (9) a extensão do prazo de validade da vacina contra a Covid-19 da Janssen de 4,5 meses para 6 meses, sob condições de armazenamento de 2°C a 8°C.

A empresa Janssen-Cilag Farmacêutica solicitou a alteração do prazo no dia 15 setembro para a autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental.

Segundo a Anvisa, a aprovação foi baseada "em uma criteriosa avaliação dos dados de qualidade dos estudos que demonstrou que a vacina se manteve estável pelo período (6 meses)."

No Brasil, a vacina da Janssen está autorizada para uso emergencial desde 31 de março deste ano.

O imunizante é o único aprovado pela Anvisa em dose única e, quando armazenado entre temperaturas de -25°C e -15°C, possui prazo de validade de 24 meses, a partir da data de fabricação.

Janssen fora da vacinação em 2022

Na apresentação do plano de vacinação contra a Covid para o ano que vem, na sexta-feira (8), o Ministério da Saúde informou que a CoronaVac e a vacina da Janssen não estão no cronograma porque ainda não têm o registro definitivo no Brasil.

A proposta prevê as vacinas que já possuem esse registro, que hoje são as da AstraZeneca e as da Pfizer.

O ministério planeja um estoque inicial de 354 milhões de doses, que seriam usadas da seguinte forma: uma dose de reforço para pessoas de 18 a 60 anos; e duas doses de reforço para maiores de 60 anos ou com baixa imunidade, os imunossuprimidos.

O novo ciclo de vacinação começaria seis meses depois de a pessoa ter completado a imunização ou seis meses depois da dose de reforço, no caso dos idosos. O ministério ainda avalia se haverá necessidade de dose de reforço para a população de 12 a 17 anos.

Se houver aprovação da Anvisa, o governo diz que tem vacina suficiente para imunizar toda população infantil, de seis meses a 11 anos.

Dose de reforço

Em setembro, a Johnson&Johnson disse que uma segunda dose Janssen aumentou a eficácia para 94% nos Estados Unidos contra as formas moderadas e graves da Covid-19. A dose de reforço foi administrada cerca de dois meses após a primeira.

Os dados ainda não foram revisados ??por pares, mas serão submetidos para publicação nos próximos meses.

A Johnson&Johnson já forneceu os dados para a FDA (agência americana) e planeja enviar a outros reguladores, à Organização Mundial da Saúde (OMS) e outros grupos consultivos de vacinas em todo o mundo.

No Brasil, a Anvisa também pediu mais informações à empresa sobre o andamento de estudos sobre a necessidade de dose de reforço ou de revacinação do seu imunizantes contra a Covid-19.
Fonte: G1

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Cai índice de alto risco por Covid-19 em todo o Estado do Rio

Informações fazem parte de relatório divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde

Foto Ilustrativa

A 51ª edição do Mapa de Risco da Covid-19, divulgada na sexta-feira (8) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), aponta redução de 35% nas internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e de 39% no número de óbitos provocados pela doença. Pela primeira vez, desde o início do ano, nenhum município ficou com índice de alto risco; e pela sexta semana consecutiva, o estado segue com a classificação geral de baixo risco (bandeira amarela). A análise compara as semanas epidemiológicas 38 (de 19 a 25 de setembro) com a 36 (de 05 a 11 de setembro).

“Esta é a segunda semana consecutiva que o estado do Rio registra o menor número de óbitos. Esse dado é muito importante porque mostra que a vacinação está fazendo efeito. Para que possamos continuar mantendo os indicadores baixos precisamos avançar agora na aplicação da dose de reforço dos idosos e profissionais de saúde”, afirma Alexandre Chieppe, secretário de Estado de Saúde.
Ilustração do Governo do Rio de Janeiro

A taxa de ocupação de UTI passou de 48%, no levantamento anterior, para 45%; e a de enfermaria, de 24% para 23%, as menores desde o início do ano de 2021. Com isso, alguns leitos estão sendo revertidos para tratamentos de outras especialidades.

Das nove regiões do estado, sete estão em bandeira amarela: Metropolitanas l e II, Serrana, Baixada Litorânea, Médio Paraíba, Centro-Sul e Baía da Ilha Grande. As regiões Norte e Noroeste estão na faixa laranja e nenhuma está na vermelha.

Cada bandeira representa um nível de risco e um conjunto de recomendações de isolamento social, que variam entre as cores roxa (risco muito alto), vermelha (risco alto), laranja (risco moderado), amarela (risco baixo) e verde (risco muito baixo). Os resultados apurados para os indicadores apresentados devem auxiliar a tomada de decisão, além de informar a necessidade de adoção de medidas restritivas, conforme o nível de risco de cada localidade.

Vigilância genômica – O programa de vigilância genômica da Covid-19 no estado analisou 488 amostras com data de coleta no mês de setembro. Apenas uma delas foi identificada como Gamma. A variante Delta permanece em predomínio no estado e a Mu (B.1.621), originária da Colômbia, não voltou a ser identificada. Ainda não foram liberados resultados de amostras coletadas no mês de outubro.

É importante ressaltar que o sequenciamento do coronavírus não é um exame de rotina nem de diagnóstico, é feito como vigilância genômica, para identificar modificações sofridas pelo vírus SARS-CoV-2 no estado e embasar políticas sanitárias.

Fonte: Governo RJ

Depois de dois anos, a festa de Natal volta para o Centro, com música e luzes no Museu

POR COLUNA DO BALBI

(Foto: Aldo Vianna/Prefeitura de Campos dos Goytacazes)

Grupo de investidores de São Paulo e Rio das Ostras procuram áreas em Campos

Apesar da crise, tem gente nova chegando. Um grupo de investidores de Rio das Ostras está procurando uma área de quatro mil metros quadrados na área do Parque Rodoviário, leia-se Contorno. Ao mesmo tempo, outro grupo, este de São Paulo, procura área de 20 mil metros quadrados em Guarus, nas proximidades do Km 10. A confirmar, mas este segundo seria para o setor de indústria.

Eleição para presidência da Beneficência Portuguesa terá chapa de oposição

Dezembro promete uma Beneficência Portuguesa agitada, por conta das eleições para a direção da instituição mantenedora do hospital. A direção atual terá chapa de oposição, encabeçada pelo empresário Eduardo Pedra. Nos bastidores, já existe uma campanha acirrada.

Presidente da recém criada Rio Indústria, o empresário Chinezinho agenda visita a Campos


O poderoso empresário do setor alimentício, Sérgio Duarte, o “Chinezinho”, que criou no ano passado a entidade Rio Indústria, incluiu uma visita a Campos em sua agenda. Ele também é presidente do Sindicato das Indústrias de Alimentos do Rio. Vem trocar ideias com empresários da região.

Campos é a segunda cidade do Estado que mais tem pontos de energia solar

Campos passou a ocupar lugar de destaque no universo da energia solar. No Estado do Rio de Janeiro, é a segunda cidade a produzir essa energia. Ficando atrás somente da capital. São 2.811 pontos de distribuição de energia, enquanto a cidade do Rio de Janeiro tem 6.332. Dentro de um quadro de proporcionalidade, o número expressivo é para comemorar, segundo o empresário do setor, Guilherme Castro, da Kuara.

Criação rara de Pirarucu, peixe da Amazônia, no sítio de Paulo Feijó


O ex-deputado Paulo Feijó, está criando em tanques no seu sítio Bela Vista, na estrada Campos-São Fidélis, um peixe nobre, o Pirarucu, com alevinos trazidos no Norte do país, mas preciosamente da Amazônia. Na região Sudeste, é uma das raras experiências que deram certo. O peixe, que chega a ter mais de um metro, mas pode chegar até a dois, é encontrado no Estado do Rio somente em restaurantes sofisticados. Pode-se dizer que é uma iguaria rara e cara.

Depois de dois anos, a festa de Natal volta para o Centro, com música e luzes no Museu


A presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Auxiliadora Freitas, confirmou que este ano teremos Natal. Depois de dois anos sem nenhuma luz por conta da pandemia, existe um reinício de festa no fim do túnel. O Museu de Campos, na Praça São Salvador, vai ser todo iluminado e as sacadas do sobrado terão música, bem ao estilo do que acontece em Curitiba. Outras atrações estão sendo pensadas para a área central da cidade.

Passou o Dia das Crianças, mas, antes do Natal, comércio aposta na Black Friday

O Dia das Crianças foi a última data do calendário promocional do comércio antes da maior delas, ou seja, o Natal. O setor em todo o país viveu um ano difícil com os efeitos da pandemia. Porém, o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Campos (CDL), José Francisco Rodrigues, acredita que a recuperação efetiva começará exatamente neste Natal. E lembra que antes, em novembro, tem a Black Friday.

Clarissa Garotinho passa o feriadão em Campos, com marido, filho e enteado

A deputada federal Clarissa Garotinho está passando o feriadão em Campos. Veio com o marido Marcos Alvite, com o filho Vicente e o enteado Bernardo. Optou por ficar na casa de seus pais, na Lapa. Ela chegou na sexta-feira passada e quase não teve compromissos políticos. Tirou esses dias para curtir a família.

Nudez na avenida Pelinca e bom senso diante do surto alheio

Na semana que passou, foi registrada uma cena de nudez misturada com uma crise psicótica em plena Avenida Pelinca, próximo a um shopping. Uma mulher apareceu completamente nua. Visivelmente transtornada, ela entrou em um prédio e a PM foi acionada, assim como os bombeiros. Coberta, foi levada para um hospital. A cena foi filmada e postada, mas não bombou tanto nas redes, o que mostra que o ser humano ainda continua tendo um lado bom.

Igreja de São Fidélis vai virar Santuário em abril de 2022


Essa coluna havia publicado que a Igreja da Matriz de São Fidélis, que em 2021 completou 212 anos, será santificada pelo Vaticano. Porém, tem mais: em 24 de abril de 2022, ela vai se transformar em santuário. A construção desta igreja começou em 1799, e a primeira missa ocorreu em 1809. Em abril do ano que vem completam-se 400 anos da morte do santo. Tudo isso pode mudar o cotidiano de São Fidélis com peregrinações de fiéis vindos de todas as partes do país.

O homem que montou a primeira academia de ginástica de Campos completa 92 anos


Os parabéns da coluna esta semana vão para o homem que formou os músculos de várias gerações em Campos. Rubens Muniz está completando 92 anos, mostrando como se pode chegar com muita saúde a essa idade. Ele foi proprietário, tecnicamente falando, da primeira academia de ginástica de Campos, quando fundou em 1956 o Ginásio Floriano. Também fundou a primeira sauna coletiva de Campos e foi precursor na cidade em massoterapia. Parabéns.

Cinema remoto com aquele Abraço

O filme “Abraço” (2019) será exibido dentro do Projeto Cine Darcy da Uenf, na segunda-feira (11), às 19h, no canal do Youtube e do Facebook do Cine Darcy. O evento presta homenagem ao Dia do Professor e debaterá sobre a importância da luta pelos direitos à Educação. Após a exibição, haverá um debate com a participação de DF Fiuza, roteirista e diretor de cinema e já produziu quatro filmes que abordam o tema Educação; os professores Leila Moraes (UFS), Gabriel Rabello (UFF) e Luciane Silva (UENF). O Cine Darcy é um cinema universitário fundado em 2020, ligado à Assessoria de Cultura da Universidade Estadual Norte Fluminense Darcy Ribeiro.

Volta ao teatro essa semana

O “Grupo Faz de Conta” vai se apresentar no Teatro Municipal Trianon em dois horários, 17h e 18h30, no dia 17 de Outubro, com o espetáculo “Memórias do Faz de Conta”. O trabalho faz lembranças das histórias do repertório do grupo que tem 23 anos de trajetória, e é pioneiro na cidade de Campos dos Goytacazes, com mais de mil apresentações no currículo e participação em diversos festivais. Durante a pandemia, o Faz de Conta não parou. Esteve em eventos online e lives contando histórias. O grupo é composto por Lala Ferreira, Neide Brasil e Iara Lima.

Projeto aquaviário de passageiros ligará o Porto do Açu a Paraty


Está na mesa do governador Cláudio Castro o projeto de um sistema de transporte aquaviário de passageiros e cargas que ligaria o Porto do Açu a Paraty, na divisa com São Paulo, passando pelo Rio de Janeiro. De autoria da Companhia de Desenvolvimento Rodoviário e Terminais (Coderte), o projeto inclui a construção de um grande Terminal Marítimo Fundão/Galeão para atender aos usuários do Aeroporto Internacional e realizar a conexão marítima entre a Praça XV (ponto de partida e chegada das barcas) e Enseada de Botafogo, na Zona Sul. O modelo de financiamento do empreendimento seria por meio de Parceria Público Privada (PPP).

O sistema prevê a implantação de terminais em 11 cidades: São João da Barra (no Açu), Macaé, Búzios, Cabo Frio, Arraial do Cabo, Maricá, Saquarema, Rio de Janeiro, Itaguaí, Mangaratiba, Angra dos Reis e Paraty.

Não é fácil aceitar o câncer de mama

Neste Outubro Rosa, a história de quem precisou entender a doença para conseguir vencer

POR LETÍCIA NUNES
Ana Cristina Matos (Foto Carlos Grevi)

A trajetória da vida não é algo planejado. E, por mais que as pessoas tentem, o curso da existência mostra todos os dias que não é possível saber o que vai acontecer amanhã. Mas, a assistente social Ana Cristina Matos, de 45 anos, acreditava nos seus planos e achava – como a maioria dos indivíduos – que tudo estava sob controle. Em 2019, no dia do aniversário, 1º de fevereiro, ela recebeu o diagnóstico de câncer de mama. Depois de uma longa jornada, veio a cura e também o seu lado escritora. No próximo dia 14 de outubro, no mês de conscientização à doença, haverá o lançamento da obra “Nem tudo é vaidade”, um relato sobre aceitação e vitória.

“A vida começa aos 43 anos”. Era essa a frase escrita em uma camisa que Ana havia mandado fazer para usar no aniversário. Mal ela sabia que tal trecho faria tanto sentido naquele momento. “A Ana antes do câncer de mama era a Ana que estava reconstruindo a vida. Eu havia me divorciado e sofria o impacto da separação. Minha autoestima era muito baixa. Eu sou uma pessoa cuidadosa com a minha saúde e, por eu ter a disfunção mamária, obrigatoriamente, eu tinha que fazer anualmente os exames. Em 2018, eu deveria fazer os procedimentos, mas recebi a notícia de que minha irmã mais velha havia sido diagnosticada com câncer no intestino. Fiquei envolvida nos cuidados com ela e o tempo passou. Em janeiro do ano seguinte, fui procurar o médico, como de costume. Na ultrassom, ele notou algo um pouco diferente, mas devido à disfunção, não pensei que fosse grave. Foi necessário fazer um complemento e aí eu comecei a suspeitar de algo errado”, lembra.


Diagnóstico

Ana Cristina revela que o diagnóstico de câncer veio e o primeiro pensamento foi a morte. Era algo complemente novo e ela não sabia o que fazer. “Como atuo na área da saúde, tenho muitos amigos especialistas e as opiniões deles se dividiram. Ouvi falar de cirurgia, de retirada da mama e tudo aquilo me assustou. Eu passei por cinco médicos diferentes, porque eu queria entender toda a situação e também pensava na minha vaidade. Como eu ficaria? Só que o tempo estava passando”, conta.

Acolhimento

Por ter passado por vários especialistas, a ficha de Ana Cristina foi parar no setor de oncologia do Hospital Dr. Beda. A gerente administrativa do setor, Viviane Vieira, já conhecia a assistente social por causa do trabalho e porque as duas são da cidade de Quissamã, município vizinho. “Eu estava de plantão, quando a Viviane me ligou. Com todo cuidado, por causa do assunto, ela disse que estava com a minha ficha e perguntou se era realmente eu. Ela também me questionou o porquê de eu não ter procurado ajuda antes. Eu respondi que estava muito perdida. Aquela conversa foi um divisor de águas. Eu recebi todas as orientações, fui acolhida. Eu consegui trilhar um caminho que me levou a fazer a cirurgia e ficar curada. Havia ainda o risco de o tumor se espalhar, mas, por um milagre, isso não aconteceu. Eu agradeço todo carinho que eu recebi no OncoBeda, fui muito bem tratada e isso faz muita diferença”, revela Ana.
Capa do livro da autora

Nem tudo é vaidade

A ideia do livro surgiu através de uma pergunta da filha da Ana Cristina. A menina questionou a mãe se ela já estava curada. Naquele momento, o lado escritora foi aflorado novamente. O objetivo era dar o testemunho de fé e assim ajudar a salvar vidas. “Eu já tinha cinco títulos para cinco livros, mas nunca pensei em escrever sobre câncer. Veio uma inspiração e me surgiu o título ‘Nem tudo é vaidade. Quem perde para si ganha para Deus’. A publicação é uma oferta de gratidão por eu ter recebido a vida novamente. Eu penso tenho que dar aquilo que ganhei de graça. Não há dinheiro nenhum que pague o que Deus fez por mim. Agora, eu quero salvar outras pessoas através do livro”, ressalta.

Para 2021, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) fez uma projeção de 66 mil novos casos de câncer de mama no Brasil. O diagnóstico precoce eleva as chances de cura da doença. E falar sobre o assunto diminui não só o medo, mas aumenta a confiança das mulheres. A paciente deve ser acompanhada por uma equipe multidisciplinar. A campanha Outubro Rosa acontece todos os anos e incentiva o combate, a conscientização e a detecção da doença no país. Neste mês, são realizadas diversas ações voltadas para a sociedade e também como forma de encorajar quem está passando pelo problema.

“A mensagem que eu tenho que deixar é que o medo de morrer vem, mas nós precisamos ter fé. Acreditem que os desafios são para tratar e para curar, primeiramente, a nossa alma e depois o corpo físico”, garante Ana Cristina.
Fonte:Terceira Via

Cemitério para pobres em Campos assusta pelo aspecto de abandono

Área conhecida como "cova rasa" ou "lugar para enterrar indigentes" espanta, principalmente por ser de responsabilidade da Prefeitura

POR OCINEI TRINDADE


O maior cemitério de Campos dos Goytacazes contém muitos registros históricos importantes, mas também vários problemas e reclamações. A área, que leva o nome do bairro, Caju, reúne um complexo com outras três unidades católicas e uma judaica, além de setores abertos à comunidade em geral. Contudo, o que chama a atenção é a área destinada aos mais pobres, sem condições de pagar por um sepultamento. Conhecida como cova rasa ou área de indigentes, a administração municipal denomina “área social” o local que frequentemente é tomado por mato, insegurança, aspecto de abandono e ações de suspeitos por tráfico de drogas e violação de sepulturas. A sensação de perplexidade e indignação são frequentes ali.


Durante alguns dias, a reportagem do Terceira Via percorreu a extensa área do Cemitério do Caju. Ficou constatada na área aberta ao público a danificação de alguns túmulos, com tampas e lápides quebradas. Isto também ocorre nos cemitérios das irmandades católicas São Francisco, Nossa Senhora do Carmo, Nossa Senhora do Terço, além do Cemitério Israelita voltado para a comunidade judaica. Estes cemitérios ficam dentro do Caju, mas são de responsabilidade dos religiosos. Cabe à Companhia de Desenvolvimento de Campos (Codemca) da Prefeitura Municipal, administrar todo o Caju, além de outros 23 cemitérios públicos espalhados na zona rural e nos distritos.
Julio César Xavier

Segundo o gerente Júlio César Xavier, o custo anual de manutenção das unidades passa de R$ 1,5 milhão, com pagamento de pessoal e equipamentos. A Prefeitura de Campos passou a recadastrar os proprietários de túmulos e a cobrar taxa anual de conservação no valor de R$134,03. Quanto ao espaço social do Caju destinado aos pobres e indigentes que estava em péssimo estado de conservação, Xavier se explica.

“A vigilância do cemitério pela Codemca é só durante o dia. Oficialmente, o Caju funciona até 17h. A danificação de sepulturas não é de responsabilidade nossa. A recuperação fica a cargo dos titulares ou permissionários. A área social tem recebido atenção e limpeza constantes. O mato cresce rápido. A administração orienta para que famílias cuidem da identificação das covas para que, em três anos, possam fazer exumação de corpo e transferi-lo para outro tipo de sepultura. Caso não cumpram o prazo, a administração pode retirar os restos mortais e acomodar em ossário. A aparência pode chocar ou parecer abandono. Não há custo nenhum nessa área para as famílias dos sepultados”, define.


Em média, o Cemitério do Caju realiza mensalmente 50 sepultamentos gratuitos. São cerca de 600 por ano que acontecem na chamada área social. Em outras regiões do cemitério há mais de 40 mil sepulturas registradas. Estima-se que, desde 1855, estejam sepultadas no local entre 160 mil a 200 mil pessoas, sem contar com os corpos da área social, pois pode haver remoção dos restos mortais periodicamente.


“Qualquer um de nós pode ser sepultado na área social. Isso aconteceu durante a pandemia. Por necessitar de tempo maior entre um sepultamento e outro, pessoas da mesma família não puderam ser colocadas nos túmulos, mesmo tendo dinheiro para comprar outra sepultura. Muitas foram para a cova rasa ou área social. Parentes optaram esperar até poder realizar exumação e transferir os restos mortais para o jazigo da família no período de três anos”, explica Julio Xavier.

Dias após ser procurada pela reportagem do Terceira Via para falar do abandono e sujeira, a administração providenciou a limpeza da área social do Cemitério do Caju, como demonstram as imagens do fotógrafo Carlos Grevi.

Taxas e projetos

Desde setembro, a Prefeitura de Campos passou a cobrar uma taxa de manutenção dos túmulos dos cemitérios públicos. O valor é de R$134,03. Desde 2018 a cobrança não era feita, segundo a Codemca. Alguns usuários se queixaram nas redes sociais sobre a cobrança e a situação atual dos cemitérios da cidade. “Infelizmente, hoje trabalhamos somente para pagar impostos e taxas… Pouco sobra para se alimentar e se vestir”, diz Franciere Balbi. “Com o cemitério daquele jeito, realmente está difícil sobreviver a tudo isso”, comentou Silvana Lúcia. “Tudo tem que pagar. O cemitério todo maltratado, sem segurança nenhuma. Dá até medo de entrar lá sozinha. Não sabemos onde vamos parar, de tanta cobrança”, desabafa Cláudia Márcia.


Nos cemitérios públicos de Campos, uma sepultura em área comum pode valer até R$8 mil. Não há venda direta, segundo a Codemca, mas uma concessão chamada de “perpetuação” que ficará a cargo da família do morto. Esta perpetuação em cemitério da zona rural custa R$1.072; na área urbana (Caju), custa R$1.700. Estima-se que nas irmandades católicas e judaica, o valor de sepulturas pode variar de R$ 17 mil a R$ 30 mil reais.

“No próximo Dia de Finados, a Prefeitura de Campos deve anunciar obras no Caju, com a construção de um gavetário que terá capacidade para sepultamento de 250 corpos. Há melhorias que estão em andamento. Até o fim do ano, mais investimentos em manutenção serão feitos. Nos próximos seis meses, a população vai perceber diferenças”, aposta Júlio Xavier. Ele disse que o projeto para instalação de um crematório público, iniciado na gestão de Rosinha Garotinho, poderá ser retomado. “Depende de várias coisas para isso ocorrer, incluindo estudos de impacto e licenças ambientais”, cogita.

A Prefeitura de Campos oferece o auxílio-funeral para famílias pobres. O serviço funciona na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social, Jardim Carioca, 24 horas por dia e com o atendimento pelo telefone: (22) 98175-2518

Segurança e serviços

A Defensoria Pública informou não ter relatos de problemas com os serviços prestados pelo Cemitério do Caju. A promotora pública Anik Rabelo disse ainda não ter recebido queixa de dificuldade no sepultamento de crianças e adolescentes, mas que está atenta a tais possibilidades. De acordo com o promotor Fabiano Rangel, “o Ministério Público atua após provocação, e se presentes os requisitos dispostos na Lei que autoriza a sua participação. Ele não atua em substituição ao serviço de Assistência Social do Município”, cita.


A Secretaria de Estado de Polícia Militar esclarece que a PM é responsável pelo policiamento ostensivo, efetuando prisões quando criminosos são detectados em flagrante delito. “O bairro do Caju conta com policiamento intensificado nas imediações da comunidade da Baleeira, próximo ao cemitério mencionado. O comando do 8ºBPM atua em apoio aos órgãos municipais para garantir a segurança da população”, diz a nota.

A delegada da 134ª de Polícia Civil, Natália Patrão, comentou sobre eventuais crimes no entorno ou dentro do Caju. “A 134ª DP faz um trabalho de inteligência e levantamento de informações quanto ao tráfico de drogas local. Já foram apreendidas drogas pela PM ao redor do cemitério”, esclarece.

Cemitério histórico


Para o pesquisador Hélvio Cordeiro, autor do livro “A história viva da morada dos mortos”, nos cemitérios estão enterradas a história de um povo, sua cultura e os seus antepassados. Em 25 de outubro de 1855, o cônego Antônio Pereira Nunes realizou o benzimento do local onde começariam a ser feitos os enterros nos trabalhos de cemitério. No dia 26, começaram os sepultamentos. Consta que a primeira pessoa a ser sepultada no Caju foi Josefa Pinheiro Feydit.
Hélvio Cordeiro

“A primeira irmandade a adquirir sua área no novo Cemitério Municipal de Campos de Nossa Senhora do Terço, em dezembro deste mesmo ano de fundação. Em fevereiro do ano seguinte, a segunda a demarcar sua área foi a Irmandade de São Francisco. Em outubro de 1861, um requerimento à Câmara, feito por um cidadão de nome João Ludolfo Anderson, solicitava uma área para construção do Cemitério dos Protestantes. A área cedida ficava ao lado direito da entrada e ficava separado dos demais por muros, com entrada independente. Na época ficou conhecido como Cemitério dos Protestantes ou dos Acatólicos”, conta Hélvio.

Uma das coisas que chama mais a atenção no Cemitério do Caju são as belas esculturas. “São poucas as pessoas que param para prestar atenção na beleza que ornamentam muitas sepulturas. São entalhes feitos com um capricho enorme e demonstram o talento do artista que não costuma deixar assinatura de autor. Países como Argentina e França têm como tradição passeio cultural e histórico nos cemitérios. É um museu a céu aberto, onde se pode apreciar a beleza dos traços mágicos e perfeitos dos escultores”, conclui.
Fonte:Terceira Via

sábado, 9 de outubro de 2021

Abordado pelos policiais militares o elemento que esfaqueou um comerciante em São Francisco de Itabapoana

  Nesta sexta feira, 08, por volta de 07.45 horas, policiais militares da 3ª Cia de São Francisco de Itabapoana, quando na assunção de serviço, avistaram o elemento de iniciais , W.R.S, 27 anos,  próximo a sede da 3ª CIA/8°BPM, sendo indivíduo já conhecido das guarnições, com envolvimento direto ao tráfico de drogas e homicídios, ligado à uma facção criminosa, sendo suspeito de um roubo a mão armada usando uma arma branca (faca), no dia 06/10, por volta das 23:00, na avenida Vereador Edenites da Silva Viana, frente aos Correios, centro da cidade, onde na ocasião o L.M. dos S, 21 anos, foi esfaqueado sendo roubado o seu celular, após o jovem foi conduzido pelo resgate municipal ao HFM, devido a gravidade dos ferimentos, onde permaneceu internado, sendo acionado maré-08, onde o setor bravo confeccionou o BOPM. Em diálogo sincero com o elemento, o mesmo nos informou que teria saído do tráfico de drogas e estaria sendo ameaçado por lideranças da facção, pois teria deixado uma dívida de R$ 1.180,00. Após ser pressionado pela dívida, o mesmo resolveu sair para cometer roubos, no intuito de angariar fundos para pagar a dívida, confirmando a autoria do roubo e da tentativa de homicídio, policiais procederam com o mesmo a 147ª DP (São Fco), 

Em sede policial judiciária, compareceu o jovem, que reconheceu o elemento, como o autor do roubo, após análises da Dra. del Pol, o elemento foi indiciado como autor no inquérito, relacionado ao roubo e as lesões sofridas pela vítima no ato do crime, sendo após liberado devido estar fora do prazo estabelecido por lei, do flagrante do crime praticado, dando esta por encerrada.
Fonte:PM

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