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quinta-feira, 18 de novembro de 2021
Guarda Ambiental resgata tamanduá-mirim em Santa Clara
“Residentes da localidade ligaram para a GAM informando que havia um tamanduá no interior de uma residência. Prontamente os agentes foram até o imóvel e realizaram o resgate do mamífero, solto próximo a unidade de conservação, já que estava em boas condições de saúde”, revelou a secretária da pasta, Luciana Soffiati.
A orientação da Sema aos moradores do município que se depararem com animais silvestres é ligar para a GAM através do telefone (22) 98161-6713. “O serviço funciona todos os dias da semana, durante 24h. Nossos agentes promovem o resgate e a soltura com toda a segurança”, ressaltou a secretária.
Ascom SFI-RJ/Show Francisco
Engenheiro ambiental da Sema ganha prêmio do Inea com trabalho sobre desenvolvimento sustentável
Promovida pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), a competição teve como tema principal as soluções baseadas na natureza para o desenvolvimento sustentável. No total, 19 trabalhos inéditos concorreram apresentando reflexões teóricas e analises de dados e ações inovadoras, de baixo custo e complexidade, que possam ser colocadas em prática no Estado do Rio de Janeiro, em curto e médio prazo.
“Fico muito feliz por alcançar essa conquista e dar visibilidade às Soluções baseadas na Natureza (SbN), uma temática que eu venho me debruçando desde o Mestrado em Engenharia Ambiental. De maneira geral, espero que a contribuição científica desse trabalho se traduza em soluções práticas e inovadoras para desafios ambientais no Estado do Rio de Janeiro, sensibilizando proprietários rurais acerca da possibilidade de compatibilizar produção agrícola com conservação da natureza”, ressaltou Coutinho, acrescentando:
“O incentivo à pesquisa e à produção científica tem um papel transformador na sociedade, sendo essencial para o desenvolvimento, avanço do conhecimento e o aprimoramento de políticas públicas. É uma iniciativa excepcional do Inea em estreitar laços com a comunidade acadêmica no que se refere à busca de soluções conjuntas para as questões ambientais primordiais do nosso tempo”.
A secretária da pasta, Luciana Soffiati, parabenizou o engenheiro ambiental pela premiação. “É muito importante termos na Sema um profissional com um trabalho premiado pelo Inea sobre desenvolvimento sustentável. SFI vai ganhar maior visibilidade no Estado em relação ao meio ambiente, o que certamente fortalecerá ainda mais a equipe da administração da prefeita Francimara Barbosa Lemos”.
A entrega dos prêmios acontecerá no próximo dia 2 de dezembro. Além do trabalho de Nilson e Maria Inês, foram contemplados ainda “Manejo das águas urbanas: nova perspectiva para o Jockey Club Brasileiro”, de Bianca Dragoni Valente e Luiza Nogueira Cavalcanti, 1º lugar (R$ 14 mil); e “Prevenção de enchentes no Rio de Janeiro: As Soluções Baseadas na Natureza como adaptação a eventos climáticos extremos”, de Stella Manes da Silva Moreira e Aliny Patrícia Flauzino Pires, 2º lugar (R$ 10 mil).
Eclipse parcial da Lua poderá ser observado nesta madrugada

Um eclipse parcial da Lua poderá ser observado na madrugada desta sexta-feira (19/11). É também chamado de eclipse de microlua, quando o satélite está no ponto mais afastado da órbita ao redor da Terra.
“Isso acontece porque o caminho que a Lua percorre no entorno da Terra é uma elipse, ou seja, uma circunferência levemente achatada. Como ela está mais longe da Terra que a Lua cheia média, acaba ficando aparentemente menor, cerca de 7%’’, explica o professor do Instituto Federal de Santa Catarina Marcelo Schappo.
Mesmo sendo microlua, o eclipse poderá ser observado totalmente na América do Norte e em alguns países da América do Sul. Aqui no Brasil, apenas o início do fenômeno poderá ser observado, previsto para às 4h20, no horário de Brasília. O ápice deve ocorrer por volta das 6h, horário de Brasília.
As cidades do centro-norte do país terão melhores condições de visibilidade, entre elas as capitais Manaus, Rio Branco, Porto Velho, Boa Vista e Cuiabá. Isso porque nesses locais a Lua se põe após o ápice do eclipse, explica Schappo.
Os moradores de Macapá, Belém e Campo Grande também poderão acompanhar parte do fenômeno. Já quem mora nas cidades da faixa litorânea do país, dificilmente observará o obscurecimento lunar.
Marcelo Schappo destaca ainda que próximo do momento do ápice, a Lua poderá ser vista em tom levemente avermelhado ou alaranjado. Segundo o doutor em Física, isso ocorre “porque a luz do Sol interage com a atmosfera terrestre e é desviada para dentro da sombra do nosso planeta, atingindo a Lua. Porém, no processo de interação com a atmosfera, as colorações avermelhadas da luz do Sol passam com maior intensidade.’’
Embora os eclipses lunares - alinhamento do Sol, Terra e Lua - sejam considerados raros, nesse caso a sombra da Terra encobrirá cerca de 97% da Lua, por isso é considerada parcial e é um pouco mais frequente do que quando há a cobertura total do satélite.
Após o evento lunar desta sexta-feira (19), o próximo eclipse com boa visibilidade aqui no Brasil será uma total em maio de 2022.
Neste ano, ainda há previsão de chuva de meteoros Geminídeas, em dezembro. O ápice da visualização dos meteoros no céu noturno será na madrugada do dia 14 de dezembro.
PM apreende arma e centenas de munições na Fundação da Infância e Juventude em Campos

Mais de 400 munições e um rádio transmissor foram encontrados pela Polícia Militar (PM) no telhado da quadra de esportes da Fundação Municipal da Infância e Juventude (FMIJ), em Campos.
A ação ocorreu após a PM receber a informação de que dois homens estariam se escondendo no local. A polícia montou um cerco, mas os suspeitos não foram localizados.
Os bandidos fugiram abandonando armas e outras munições. Foram apreendidos, no local, um revólver calibre .38, 38 munições do mesmo calibre, quatro carregadores de fuzil calibre 556, 199 munições calibre 9mm, 136 munições calibre .40, 12 munições calibre 12, 20 munições calibre .45, duas munições calibre 380, cinco munições calibre 762, 27 munições calibre 556, cinco carregadores calibre 380, dois rádios comunicadores, além de seis bases para carregamento dos rádios comunicadores. O caso foi registrado na 134ª DP (Centro).
O Jornal Terceira Via questionou à Prefeitura de Campos como funciona a segurança do local e que providências serão tomadas a partir de agora. A Prefeitura respondeu por meio de nota que “A Guarda Civil Municipal atua na sede da Fundação Municipal da Infância durante o dia e a noite há um vigia que faz o monitoramento. Há uma grande movimentação no espaço, que atende a diversas atividades, no momento, além da testagem para Covid, há uma lavanderia, UBSF, creche, marcenaria, oficina, quadra de esportes e o Instituto Profissional São José. A presidência da FMIJ estuda a ampliação do esquema de segurança.”
Não vacinados são maioria entre os internados por Covid-19 no estado

Dados levantados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), por meio do SIVEP-Gripe, indicam que a maioria das internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), em que a causa é a Covid-19, é de pessoas não vacinadas ou com esquema vacinal incompleto. Os mais acometidos são os adultos com 49 anos ou menos. Os dados reforçam ainda mais a importância de se completar o ciclo vacinal, além da dose de reforço.
“Esses dados comprovam que quem recebe todos os imunizantes está mais protegido em relação aos não vacinados. O avanço na vacinação fez com que as internações hospitalares caíssem, levando a nossa taxa de ocupação para patamares bem baixos. A ocupação nas enfermarias está em 16,5%, e UTI, em 28,4%”, destaca o secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe.
Ainda de acordo com o levantamento sobre as internações, na faixa etária de 49 anos ou menos, 42,59% não tomaram a vacina, 39,57% foram imunizados de forma parcial e 9,82% completaram o ciclo. Para quem tem idade entre 50 a 64 anos, 23,7% não se imunizaram, 27,81% receberam uma dose e 19,01% as duas.
Já o grupo de idoso que mais recebeu a dose de reforço foi de 80 a 84 anos, com uma cobertura de 95,1%, vindo depois do grupo de 70 a 74, com 55,4% de imunização contra a Covid-19.
O secretário Alexandre Chieppe ressaltou também a importância da população receber a dose de reforço, disponível nos postos de saúde, e continuar mantendo as medidas de prevenção.
“Até o momento, apenas 10,6% dos idosos com idade entre 60 e 64 anos receberam as doses de reforço no estado, conforme registros do Programa Nacional de Imunizações (PNI), e 31,9% entre 65 e 69 anos. Coberturas que precisam aumentar para garantir imunidade completa. A pandemia ainda não acabou, por isso, é importante também que a população continue mantendo as medidas de prevenção”, adverte Chieppe.
Fonte: Governo do Estado do Rio de Janeiro/Show Francisco
Família cobra respostas sobre morte de menino de 2 anos após receber quatro tipos de vacinas no mesmo dia em Campos

Familiares cobram da Prefeitura de Campos e da secretaria municipal de Saúde respostas sobre a morte de Mickael de Jesus de Oliveira, de apenas dois anos, nesta quarta-feira (17), no Hospital Ferreira Machado (HFM). De acordo com os pais, o menino tinha Síndrome de Down, era cardiopata, já havia passado por cirurgia cardíaca e foi internado horas após receber quatro vacinas no posto de imunização da Cidade da Criança, na terça. O corpo da criança será sepultado na tarde desta quinta, no distrito de Santo Amaro.
Pai de Mickael, Matheus de Jesus dos Ramos contou à reportagem do Jornal Terceira Via que o menino estava com a carteira de vacinação atrasada devido à pandemia do novo coronavírus e foi levado à Cidade da Criança após orientação recebida no Centro de Referência e Tratamento da Criança e do Adolescente (CRTCA II).
“Por ele ser cardiopata, nós optamos por vacinar quando as coisas estivessem mais calmas e agora, com a diminuição dos casos de covid, minha esposa procurou a antiga Apic, e indicaram que o local para a aplicação das vacinas dele seria a Cidade da Criança. Lá, minha esposa foi atendida com ele, levou os papéis todos relativos à cirurgia dele e disseram que não tinha problema ele tomar as quatro vacinas de que precisava na mesma hora”, conta.
Ainda segundo o pai, Mickael recebeu as vacinas VIP, VOP, Tríplice Viral e Pentavalente. Porém, ao chegar à casa da família, na Vila Manhães, na Penha, o menino começou a ficar roxo e com o corpo rígido.
“Minha esposa pegou ele correndo e levou para a cidade da Criança. Eles chamaram o Corpo de Bombeiros e ele foi levado para o Hospital Ferreira Machado. Foi o tempo que eu cheguei do serviço. Lá, me disseram que ele estava estável, mas com a frequência cardíaca muito baixa. Ele ficou na UTIP”, disse.
Matheus afirma que funcionários do hospital entraram em contato com a família pela manhã, solicitando a foto do cartão de vacina. Em um novo contato, por volta das 10h, solicitaram os documentos da criança e dos responsáveis. Ao chegar com a documentação, ele recebeu a notícia da morte de Mickael.
“Meu filho estava saudável, brincava, dançava, fez uma cirurgia que foi um sucesso, vivia normalmente, tomava os medicamentos dele e nunca apresentou alteração nenhuma. Nós queremos uma resposta para a morte do meu filho”, cobra Matheus.
Segundo ele, contudo, a família não foi contatada pela secretaria municipal de Saúde, nem recebeu quaisquer explicações sobre a morte da criança. Matheus afirma que vai levar o caso à Justiça.
Em nota encaminhada ao Jornal Terceira Via, a Prefeitura informa que a “secretaria municipal de Saúde manifesta pesar e solidariedade aos familiares nesse momento de dor”.
No texto a pasta esclarece, também, que “não há contraindicação para a atualização da caderneta de vacina, ou correlação com o quadro pré-existente de cardiopatia, para a administração de duas ou mais vacinas, sendo prática admitida no mesmo dia conforme orientação do Ministério da Saúde. A Subsecretaria de Atenção Básica, Vigilância e Promoção da Saúde está acompanhando o caso e apurando a fatalidade, seguindo todos os parâmetros técnicos e científicos recomendados”.
Governo do Rio veta projeto de preservação de dunas em Cabo Frio

O projeto do deputado Carlos Minc para criar o Monumento Natural Estadual das Dunas do Peró foi rejeitado integralmente pelo governador em exercício, André Ceciliano, que substitui Cláudio Castro, em viagem ao exterior. Ele argumentou que as unidades de conservação devem ser criadas por atos do Executivo, após estudos técnicos e prévia consulta pública. A decisão do governador volta para a Alerj, que pode confirmar o veto ou derrubá-lo por maioria simples.
Ao explicar a razão do veto, Ciciliano destaca que as medidas propostas pelo projeto de Minc acabam por adentrar na função típica do Poder Executivo, “eis que definem com exatidão as tarefas a serem realizadas, impondo novas obrigações aos órgãos estaduais, desconsiderando a competência técnica dos mesmos para implementar estudos prévios definidores da política ambiental protetiva pretendida com a criação do monumento natural”. As dunas já estão na Área de Proteção Ambiental (APA) do Pau-Brasil.
Nas razões do veto, Ceciliano explica ainda que os monumentos naturais podem ser constituídos de áreas particulares, devendo haver compatibilidade entre o objetivo da conservação e a utilização da terra e dos recursos naturais do local pelos proprietários. Acrescenta que as áreas podem ser desapropriadas em caso de não concordância do proprietário em proteger o bem natural.
Apontadas como uma das principais concentrações de dunas da região sudeste do Brasil, as Dunas do Peró possuem relevância natural e turística para toda a região. Além disso, abrigam uma grande variedade de fauna e flora. O local é um produto turístico já explorado por hotéis da região, que fazem visitação guiada aos sábados. As dunas ficam ao longo da Praia do Peró, que tem 7,2 kms de extensão e a Bandeira Azul (selo internacional de qualidade) nos 500 metros da zona urbana.
Autor do projeto, o deputado Carlos Minc lamentou o veto. Disse que a delimitação do Monumento Natural das Dunas do Peró foi balizada, segundo o projeto de lei, por estudo técnico e fundamentada por uma grande e competente equipe técnica. Ele espera que o veto seja derrubado pela Alerj.
“O objetivo do projeto é garantir a preservação permanente da área de dunas, de uma riqueza enorme. O projeto determina ainda que seja criado um plano de manejo para a região, com a definição das atividades de turismo e infraestrutura de serviços. A proposta proíbe a criação de parques eólicos ou solares na região, bem como a extração de areia. Já a coleta de plantas e animais será permitida somente para utilização em projetos de revegetação de áreas protegidas. O monumento não impactará os empreendimentos com licenças já expedidas e que não tenham sido suspensas por determinação judicial”, explicou, acrescentou Minc.
O biólogo Octávio Menezes, morador e integrante do movimento Amigos do Peró, defende a preservação das dunas, mas de forma sustentável. Os ambientalistas locais, segundo ele, temem que ocorra na área as invasões que aconteceram no passado recente no vizinho bairro do Cajueiro (antigo campo de dunas), em Tamoios e nos distritos do vizinho município de Arraial do Cabo. Argumentam que o poder público não possui fiscalização eficiente e que a faixa do campo de dunas junto à rodovia RJ-102 (Cabo Frio-Búzios) já foi invadida por construções irregulares. Lamentou ainda que o projeto não tenha passado por uma ampla discussão com a sociedade antes de ser apreciado pela Alerj.
“No caso da Fazenda Marinha do Peró, os moradores e ambientalistas locais foram cosultados, tiveram tempo de ouvir técnicos especializados, e a opinião de todos foi levada para uma ampla audiência pública promovida pelo Ministério Público Federal (MPF) no Peró. O projeto foi aprovado após ampla discussão pública, o que não aconteceu com o projeto das dunas, que também podem ganhar uma proteção integral com a simples ampliação do Parque Estadual da Costa do Sol”, disse o biólogo.
Terceira Via/Show Francisco
Cinco cidades do Norte e Noroeste já estão prontas para receber o 5G
A Firjan vem atuando junto à Alerj e às Câmaras de Vereadores para que os municípios atualizem suas legislações e possam receber a tecnologia, que será fundamental para o desenvolvimento do estado. Federação reúne grandes empresas na segunda-feira (22/11) para debater as principais oportunidades trazidas pela tecnologia
Após o leilão do início do mês, o desafio agora é atualizar as legislações para que os municípios recebam a tecnologia 5G. E ela já está pronta para desembarcar em cinco cidades do Norte e Noroeste Fluminense – fora outras cinco já deram encaminhamento para a aprovarem a lei que permite a instalação das novas antenas. A Firjan vem atuando junto às Câmaras de Vereadores e ao Fórum de Desenvolvimento do Rio, da Alerj, para mobilizar e assessorar as autoridades municipais a adequarem suas legislações para a tecnologia, que vai trazer mudanças radicais na economia e no dia a dia dos cidadãos e das gestões públicas e privadas. Por isso, a Firjan promove nesta segunda-feira (22/11) o evento “5G e a Indústria Brasileira: impactos de curto e médio prazos”, que reúne grandes empresas para debater as principais oportunidades trazidas pela tecnologia.
De acordo com o cronograma da Anatel, as capitais e o Distrito Federal vão contar com a nova tecnologia já a partir do ano que vem, e em seguida virão as cidades que primeiro atualizaram sua legislação. Campos, por exemplo, foi a primeira do estado – e a quinta do Brasil – a aprovar a Lei do 5G. Além de Campos, São João da Barra e Cardoso Moreira já sancionaram a lei – enquanto em Macaé, ela já passou pela Câmara. São Francisco de Itabapoana, São Fidélis, Quissamã, Conceição de Macabu e Carapebus também deram encaminhamento, e a Firjan vem prestando assessoria jurídica às autoridades responsáveis.
“A federação começou este movimento ainda no ano passado, e neste ano reunimos representantes dos poderes legislativo e executivo em torno do tema. O 5G será uma revolução que vai atrair bilhões em investimentos e mudar a forma de se fazer negócio em todo o mundo”, destacou o presidente da Firjan Norte Fluminense, Francisco Roberto de Siqueira.
Já no Noroeste Fluminense, Itaperuna e Itaocara também aprovaram a lei neste segundo semestre, após a Firjan Noroeste Fluminense reunir autoridades em torno do tema. Municípios como Italva, Santo Antônio de Pádua, Bom Jesus do Itabapoana, Laje do Muriaé e Miracema também solicitaram o apoio jurídico da federação para compor o projeto de lei.
“A Firjan cumpre seu papel de apoiar no desenvolvimento regional. Mantemos nosso corpo jurídico à disposição para que o Noroeste saia na frente nesta mudança tão fundamental para o futuro próximo”, disse o presidente da Firjan Noroeste Fluminense, José Magno Vargas Hoffmann.
Ao todo, 14 municípios, desde o Leste ao Norte e Sul do estado, já estão com leis sancionadas, incluindo a capital. A federação vem desde o início do ano de 2020 se reunindo com autoridades municipais de todo o estado, inclusive prestando apoio jurídico sobre o tema.
Por conta dessas mudanças, o evento “5G e a Indústria Brasileira: impactos de curto e médio prazos”, promovido pela federação, vai reunir algumas associações e grandes empresas em torno do assunto. Com abertura do presidente Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, representantes da Petrobras, Vale, Enel Rio e da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), vão debater as principais oportunidades trazidas pelo 5G, as transformações nos produtos, processos e insumos, além de mostrar como as empresas líderes vêm se preparando para esse cenário.
O evento acontece entre as 10h e 12h da próxima segunda-feira (22/11), e poderá ser acompanhado pelo link: https://youtu.be/6k2lcTSf1Lk.
Tecnologia de Campos em Mato Grosso
O 5G poderá inclusive, fomentar novos negócios de Campos para outras regiões. É o caso de Rodrigo Martins, cuja tecnologia já está presente em Nova Xavantina, em Mato Grosso, a cerca de 600 quilômetros da capital Cuiabá. Diversos chips foram instalados nos bois da Fazenda Boa Esperança, tornando possível o monitoramento de temperatura e peso dos animais. Mas, sem o 5G, o que seria um avanço fica refém da precária conectividade.
“Quando o gado vai para o pasto, ele passa por uma balança. E do total extraímos uma média de quanto cada boi estaria pesando. Com a tecnologia, podemos acompanhar o peso e a saúde de cada animal, o que nos dá um ganho enorme de eficiência. O problema é que a atual conectividade não nos permite fazer esse acompanhamento em tempo real, para, por exemplo, investir em novas rações apenas naquele animal que perdeu peso”, explica o pecuarista Ricardo Remer.
Especializada na Internet das Coisas – interconexão entre objetos cotidianos – e na Indústria 4.0 – que utiliza a automação para melhorar a eficiência e produtividade, a empresa vem investindo também em dispositivos que melhoram, por exemplo, a gestão de recursos hídricos e energéticos.
“Muitas vezes, um vazamento de água só é identificado quando a conta chega no fim do mês – e no poder público é ainda pior, depois de vários meses, devido ao fluxo de pagamentos. No caso da energia, numa escola que está consumindo luz fora do horário de expediente, por exemplo, a lâmpada poderá ser desligada automaticamente ou à distância. Com o 5G, essa solução será potencializada em quantidade, confiabilidade e numa velocidade instantânea. Será uma enorme evolução no sistema de telecomunicações, com mudanças radicais em vários setores da sociedade”, afirma Rodrigo.
Revolução do 5G
O 5G pode comportar centenas de dispositivos conectados ao mesmo tempo, bem como pode atingir até 100 gigabytes por segundo – 100 vezes mais do que o 4G, tornando a nova tecnologia capaz até de concorrer com a banda larga. No entanto, o 5G exige de 5 a 10 vezes mais antenas do que o 4G, que também será ampliado a partir do leilão.
A instalação começa até meados do ano que vem pelas capitais, e a partir daí nas cidades que primeiro atualizaram sua legislação. Os novos equipamentos são menores, silenciosos e ocuparão espaços mais comuns, como postes de iluminação, sinais de trânsito, fachadas e telhados de prédios públicos – motivo pelo qual é necessária uma lei específica. A expectativa é de que até 2028, o 5G esteja instalado em todas as cidades brasileiras com até 30 mil habitantes.
A previsão é de o 5G movimente cerca de R$ 50 bilhões em investimentos a partir do ano que vem. Mas, para implementar a tecnologia, é necessário aumento expressivo no número de antenas. Dados da Anatel apontam que os investimentos feitos pelo 5G vão refletir no aumento médio de 1% no PIB por ano até 2035. A agência destaca que o objetivo é atingir 95% do território nacional.
Felipe Sáles
Assessor de Imprensa
Gerência de Imprensa e Conteúdo (GIM)
Firjan Norte e Noroeste Fluminense
(22) 99870-0358
www.firjan.com.br
Os mais acometidos são os adultos com 49 anos ou menos; dados reforçam importância de se completar o ciclo vacinal

Dados levantados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), por meio do SIVEP-Gripe, indicam que a maioria das internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), em que a causa é a Covid-19, é de pessoas não vacinadas ou com esquema vacinal incompleto. Os mais acometidos são os adultos com 49 anos ou menos. Os dados reforçam ainda mais a importância de se completar o ciclo vacinal, além da dose de reforço.
“Esses dados comprovam que quem recebe todos os imunizantes está mais protegido em relação aos não vacinados. O avanço na vacinação fez com que as internações hospitalares caíssem, levando a nossa taxa de ocupação para patamares bem baixos. A ocupação nas enfermarias está em 16,5%, e UTI, em 28,4%”, destaca o secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe.
Ainda de acordo com o levantamento sobre as internações, na faixa etária de 49 anos ou menos, 42,59% não tomaram a vacina, 39,57% foram imunizados de forma parcial e 9,82% completaram o ciclo. Para quem tem idade entre 50 a 64 anos, 23,7% não se imunizaram, 27,81% receberam uma dose e 19,01% as duas.
Já o grupo de idoso que mais recebeu a dose de reforço foi de 80 a 84 anos, com uma cobertura de 95,1%, vindo depois do grupo de 70 a 74, com 55,4% de imunização contra a Covid-19.
O secretário Alexandre Chieppe ressaltou também a importância da população receber a dose de reforço, disponível nos postos de saúde, e continuar mantendo as medidas de prevenção.
“Até o momento, apenas 10,6% dos idosos com idade entre 60 e 64 anos receberam as doses de reforço no estado, conforme registros do Programa Nacional de Imunizações (PNI), e 31,9% entre 65 e 69 anos. Coberturas que precisam aumentar para garantir imunidade completa. A pandemia ainda não acabou, por isso, é importante também que a população continue mantendo as medidas de prevenção”, adverte Chieppe.
Fonte: Governo do Estado do Rio de Janeiro/Show Francisco


