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quarta-feira, 29 de dezembro de 2021
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Usina de gases medicinais inicia funcionamento no Hospital Manoel Carola
A prefeita Francimara Barbosa Lemos destacou que o investimento integra o projeto de ampliação do hospital. “É mais uma realização que vai aprimorar a assistência prestada, garantindo que não falte oxigênio para os pacientes”, afirmou.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a usina tem capacidade de produzir 20 m3 de oxigênio medicinal por hora.
“A despesa mensal deste insumo já chegou a R$ 100 mil. Com a usina, a redução dos custos é de mais de 90%. Os custos por mês passam a ser de R$ 9.800”, explicou o secretário municipal de Saúde, Sebastião Campista, destacando que o dinheiro economizado será destinado a aquisição de medicamentos e outros materiais.
Homem morre esmagado por caçamba de caminhão na Codin
O acidente aconteceu nesta terça-feira e o caso foi registrado na 146ª Delegacia de Guarus

Um homem morreu, nesta terça-feira (28), após se acidentar enquanto operava um caminhão munck, no bairro Codin, subdistrito de Guarus, em Campos. Testemunhas acionaram o Corpo de Bombeiros, que encontrou o homem já sem vida, prensado pela caçamba do caminhão.
Segundo a corporação, o corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Campos e o caso foi registrado na 146ª Delegacia de Polícia, em Guarus.
Fonte:Terceira Via
Governo do Rio de Janeiro vai à Justiça para barrar aumento no preço do gás natural
Medida visa impedir acréscimo médio de 50% que a Petrobras pretende colocar em vigor a partir de 1º de janeiro de 2022

O Governo do Estado do Rio de Janeiro acionou a Justiça, nesta terça-feira (28), para impedir o aumento médio de 50% no preço do gás natural que a Petrobras pretende colocar em vigor a partir de 1º de janeiro de 2022. O pedido de liminar em ação civil pública movida pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) tem como base o argumento de que a estatal está praticando preço abusivo valendo-se da condição de monopólio.
O governador Cláudio Castro ressaltou que irá lutar para que o reajuste não seja implementado. E apontou os riscos que o aumento poderá acarretar na vida da população e da economia fluminense, que está em processo de ampla retomada.
“O Governo do Rio de Janeiro não concorda com esse aumento abusivo que vai afetar a vida de milhões de cidadãos, da dona de casa e dos motoristas profissionais às empresas e indústrias. O reajuste impactaria na empregabilidade e na instalação de novas empresas que não se instalariam no Estado sem segurança jurídica”, declarou Cláudio Castro.
O governador destacou ainda os trabalhos implementados durante os últimos meses para o crescimento da economia do Rio de Janeiro. “Tem sido um trabalho árduo, com resultados importantes, como a recuperação de 100% dos empregos perdidos durante a pandemia da covid-19 e atração de grandes empresas”, detalhou.
“Por isso, vamos brigar para que esse aumento não aconteça. Iremos judicializar e barrar esse reajuste absurdo, extremamente prejudicial para o Estado do Rio de Janeiro. Estou ao lado da população, juntos vamos encontrar um caminho justo para todos”, finalizou o governador.
Petrobras vai recorrer de decisão que suspende aumento de gás no Rio
O reajuste seria aplicado a partir de 1° de janeiro de 2022
Edifício sede da Petrobras na Avenida Chile, centro da cidade.
A Petrobras vai recorrer da decisão da Justiça do Rio de Janeiro que suspendeu reajuste de 50% no preço do gás fornecido à distribuidora Naturgy. O pedido para a suspensão foi feito pela Mesa Diretora e pela Comissão de Direitos do Consumidor da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).O reajuste seria aplicado a partir de 1° de janeiro de 2022. Segundo a Petrobras, o reajuste está de acordo com contratos firmados com as distribuidoras. Segundo a empresa, a alta demanda por gás natural liquefeito (GNL) e as limitações da oferta internacional resultaram num aumento expressivo do preço do produto.
A empresa informou ainda que houve ações judiciais semelhantes em outros estados e três liminares de suspensão de reajuste foram concedidas, incluindo a do Rio. A empresa informou que recorrerá de todas elas.
“Para oferecer melhores condições aos clientes, a Petrobras ofereceu às distribuidoras de gás natural produtos com prazos de 6 meses, 1 ano, 2 anos e 4 anos e mecanismos contratuais para reduzir a volatilidade dos preços, como, por exemplo, referência de indexadores ligados ao GNL e ao Brent, opção de parcelamento e possibilidade de redução dos volumes nos contratos de maior prazo”, informa a nota da estatal.
Fonte: Agência Brasil
Petrobras vai recorrer de decisão que suspende aumento de gás no Rio
O reajuste seria aplicado a partir de 1° de janeiro de 2022
Edifício sede da Petrobras na Avenida Chile, centro da cidade.
A Petrobras vai recorrer da decisão da Justiça do Rio de Janeiro que suspendeu reajuste de 50% no preço do gás fornecido à distribuidora Naturgy. O pedido para a suspensão foi feito pela Mesa Diretora e pela Comissão de Direitos do Consumidor da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).O reajuste seria aplicado a partir de 1° de janeiro de 2022. Segundo a Petrobras, o reajuste está de acordo com contratos firmados com as distribuidoras. Segundo a empresa, a alta demanda por gás natural liquefeito (GNL) e as limitações da oferta internacional resultaram num aumento expressivo do preço do produto.
A empresa informou ainda que houve ações judiciais semelhantes em outros estados e três liminares de suspensão de reajuste foram concedidas, incluindo a do Rio. A empresa informou que recorrerá de todas elas.
“Para oferecer melhores condições aos clientes, a Petrobras ofereceu às distribuidoras de gás natural produtos com prazos de 6 meses, 1 ano, 2 anos e 4 anos e mecanismos contratuais para reduzir a volatilidade dos preços, como, por exemplo, referência de indexadores ligados ao GNL e ao Brent, opção de parcelamento e possibilidade de redução dos volumes nos contratos de maior prazo”, informa a nota da estatal.
Fonte: Agência Brasil
Guarda-vidas salvam 4 pessoas de afogamento em SFI
Na parte da manhã, duas mulheres foram resgatadas da lagoa e à tarde, além de uma criança, os guarda-vidas socorreram ainda uma jovem aparentando ter entre 20 e 25 anos. Todos são visitantes do município, passam bem e não precisaram ser hospitalizados.
A pedido da prefeita Francimara Barbosa Lemos, o secretário da pasta, Erbson Gomes Pires, o Bibinho, percorreu os postos de salvamento durante o fim de semana, período de maior movimento, constatando a normalidade no serviço.
Os 53 guarda-vidas, três deles do sexo feminino, foram contratados após rigoroso processo seletivo com aulas de capacitação em salvamento marítimo promovido pela Secretaria de Administração.
"Antecipamos o início da atuação dos guarda-vidas, que começaram a trabalhar na quinta-feira (23), para dar mais segurança aos banhistas, já que muita gente começa a frequentar nossas praias e lagoas na véspera do Natal. Eles estão distribuídos por 26 postos de salvamento, das 8h às 17h, todos os dias, até o primeiro domingo depois da Quarta-feira de Cinzas", ressaltou a prefeita Francimara.
Vice-prefeito participa de reunião com governador
O encontro aconteceu no Palácio Guanabara e foi articulado pelo Consórcio Publico Intermunicipal de Desenvolvimento do Norte e Noroeste Fluminense (Cidennf) com o objetivo de pedir o veto do projeto de lei 5.190/2021.
Caso seja aprovada, a legislação criará um novo tributo sobre empresas de petróleo, o que, segundo especialistas, poderia causar desinvestimento na região.
“A convite da prefeita de Quissamã, Fátima Pacheco, participei e reforcei nosso entendimento sobre a importância do veto. O governador, por sua vez, se comprometeu a vetar e orientar os deputados aliados para que mantenham o veto”, contou o vice-prefeito, que estava acompanhado do secretário municipal de Planejamento e Desenvolvimento, Florentino Cerqueira.
Manifestantes interditam BR-356 em três pontos em protesto contra falta de ônibus
Moradores atearam fogo a galhos e impedem o tráfego em ambos os sentidos da rodovia

Moradores das localidades de Três Vendas, Sapucaia e Estrada da Boa Vista, em Campos, interditam, na manhã desta quarta-feira (29), a BR-356, que liga Campos a Itaperuna, no Noroeste Fluminense. Eles protestam contra a falta de ônibus. Esta é a segunda manifestação na região motivada pelo mesmo problema nas últimas 48 horas.
Os moradores afirmam que a região deixou de ser atendida pelos coletivos há duas semanas. O maior número de manifestantes se concentra em Três Vendas, na altura do quilômetro 118. Eles atearam fogo a galhos e impedem o tráfego em ambos os sentidos da rodovia. O ato é acompanhado, no local, pelas Polícias Rodoviária Federal e Militar.
Nesta segunda-feira, em edição suplementar ao Diário Oficial do Município, o Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) notificou a Empresa Rogil, que atende a região, determinando que “RETORNE IMEDIATAMENTE o atendimento das seguintes linhas: Rodoviária X Três Vendas Via Sapucaia; Rodoviária X Santa Cruz; Rodoviária X Itereré; Rodoviária X Rio Preto Via Itereré; Rodoviária X Rio Preto Via Deserto; Rodoviária X Lagoa de Cima; Rodoviária X Imbé Via Lagoa de Cima; Rodoviária X Serrinha; Nova Brasília X Bela Vista Via Parque Imperial e UENF X Centro X Shopping Estrada”, sob pena de possibilidade de suspensão da ordem de serviço.
Mais informações em instantes.
temporal alaga ruas e derruba muro de cemitério em Itaperuna
Moradores fizeram imagens dramáticas e compartilharam nas redes sociais; houve queda de árvores, deslizamento de encostas e muitos estragos

Uma tempestade que caiu na noite de terça-feira (27) deixou muitas ruas da cidade de Itaperuna, Noroeste Fluminense, alagadas. Moradores do bairro São Matheus fizeram vídeos e compartilharam nas redes sociais imagens dramáticas. Em alguns trechos, carros ficaram cercados pela forte correnteza. Os registros aconteceram nas ruas João Boechat Filho e Benedito Nicolau. O muro do cemitério São José do Avaí, no bairro Aeroporto, caiu com a enxurrada. Em outro bairro, um poste de energia foi derrubado pela força das águas. Algumas famílias ficaram desalojadas.

A reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Itaperuna e a Defesa Civil Municipal para saber sobre a avaliação dos estragos na cidade. De acordo com as primeiras informações, três famílias estão desalojadas, por enquanto.
Na manhã desta quarta-feira (28), o nível da água nas ruas baixou, porém há muita lama espalhada em diversos pontos da cidade. Há informações de queda de árvores e deslizamento de barrancos. Moradores relataram que o vento forte fez muitos estragos, destelhando casas e danificando estabelecimentos comerciais.
Moradores da cidade de Natividade, também tiveram problemas com ruas alagadas depois que o temporal atingiu a região. O nível do Rio Carangola subiu bastante e ameaça casas que ficam às margens. Por enquanto não há informações sobre v´ítimas nas cidades do Noroeste Fluminense.
Esta matéria se encontra em atualização.
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Governador Cláudio Castro diz que vai vetar lei que cria novas taxas para o setor de petróleo
Decisão é para garantir a manutenção das empresas e empregos; pedido foi feito por prefeitos da região

O governador Cláudio Castro anunciou que não vai sancionar o Projeto de Lei n. 5.190/2021, que cria novos tributos para empresas de petróleo no estado e foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Castro confirmou sua decisão ao receber, nesta terça-feira (28), uma comitiva de prefeitos dos municípios da Bacia de Campos e representantes de empresas e instituições do setor de petróleo e gás que se reuniram para pedir o veto.
“Não podemos mais aumentar o custo do Rio de Janeiro, onerar as operações da indústria e gerar insegurança jurídica para o estado. O que precisamos é de previsibilidade para os investidores. Mudanças de regras precisam passar por um amplo processo de diálogo com todos os envolvidos, das prefeituras impactadas às empresas do setor”, afirmou Cláudio Castro.
Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais, Vinicius Farah, a lei impactaria a atração de investimentos e a geração de emprego e renda no estado.
“A lei geraria desestímulos à atividade petroleira no estado, prejudicando a economia dos municípios e inibindo investimentos”, explicou.
Estiveram presentes na reunião os prefeitos de Macaé, Campos, Bom Jesus, Cardoso Moreira, São Francisco de Itabapoana, Quissamã, Cordeiro, São Fidelis e Carapebus, e representantes do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo da Bacia de Campos (Ompetro) e da Associação Brasileira de Produtores Independentes de Petróleo (ABPIP).
Ascom


