domingo, 13 de fevereiro de 2022

Casos de transtornos mentais crescem em todas as idades

Uso de ansiolíticos e antidepressivos está cada vez mais presente na rotina, inclusive das crianças

POR GABRIELA LESSA
(Foto: Carlos Grevi)

Quadros como depressão, ansiedade e estresse são diagnosticados em todas as faixas etárias. Segundo o médico psiquiatra Cláudio Teixeira, casos de transtorno mental estão começando cada vez mais cedo e, nas últimas décadas, vem se verificando um considerável aumento na população mais jovem. O uso de ansiolíticos (sedativos) e antidepressivos faz parte da rotina de muitas crianças, adolescentes, adultos e idosos, que foram diagnosticados com algum tipo de transtorno mental.

A estudante de jornalismo Amanda Monteiro, tem 27 anos e conta que começou a se automedicar ainda na infância, escondido da família. “Quando era criança aconteceram muitas coisas em minha vida, como a separação dos meus pais, que eu carrego comigo até hoje. Entre os meus 10/12 anos, descobri que um remédio (clonazepam) que a minha mãe tomava poderia me fazer dormir, me fazer ‘flutuar’ e esquecer de tudo. Sempre fui de observar muito as coisas e guardar pra mim. Isso me fazia mal e me causava angústia. Foi quando comecei a tomar o remédio da minha mãe escondido”, conta.

Um idoso, de 62 anos, que preferiu não se identificar, diz que teve acesso aos ansiolíticos já na fase adulta, ao observar exemplos de pessoas próximas que faziam uso. “É um remédio que te acalma, te ajuda a dormir. Chega uma idade em que passamos a ter insônia. Infelizmente, esse é um medicamento que cria dependência e depois você não consegue mais viver sem”, diz.
Isabela Barreto | Medicação permite que a menina tenha qualidade de vida

Já a pequena Isabela Barreto, de 6 anos, foi diagnosticada com Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), segundo a sua mãe, Camila Barreto. “Tudo começou em 2018, com a enurese noturna (xixi na cama), que acontecia todos os dias. Fizemos vários exames e tudo constava normal. Isso começou a deixá-la com baixa autoestima, chorava dia e noite e passou a ter vergonha de tudo. Dizia que ninguém a amava, não queria brincar com outras crianças e eu comecei a ver, nitidamente, que minha filha estava com depressão”.

São diferentes realidades, necessidades e histórias. No entanto, segundo o psicólogo Luis Cosmelli, o contexto em que a pessoa está inserida pode estar associado ao transtorno vivido. “Seja familiar, pelo nível socioeconômico, faixa etária, se está trabalhando, se está se sentindo amparado nas suas necessidades básicas, quais são seus sonhos e projetos de vida, as suas relações afetivas e a sua capacidade de resiliência, de resistir às crises internas e externas, diante de uma sociedade em crise. É o desequilíbrio nesse contexto que produz ou agrava os transtornos mentais”, analisa.

O médico psiquiatra Cláudio Teixeira explica que as últimas décadas têm sido marcadas por relevantes mudanças, deixando todos os campos existenciais mais frágeis: “Somos treinados desde a infância a viver com pressa. O mundo, como somos induzidos a acreditar, tornou-se um contêiner sem fundo de coisas a serem consumidas e aproveitadas. O viver, na nossa atual condição sociocultural, é marcado por uma infinita possibilidade de escolhas e pela falta de solidez e durabilidade”.

Realidade de quem enfrenta esses transtornos

Depressão | Amanda Monteiro se medicava escondido desde os 10 anos

Para a Amanda Monteiro, os anos seguintes ao início da automedicação se tornaram mais difíceis, pois ela percebeu que a alegria da rotina era momentânea e o remédio era apenas um paliativo. Aos 19 anos, ela desencadeou uma depressão, resultado de um acúmulo de acontecimentos em sua vida, inclusive a tentativa de suicídio. Foi quando iniciou o tratamento com um psiquiatra, que durou pouco tempo.

“Nesse período, passei cinco meses só querendo o meu quarto, a minha cama e o meu pijama, pois era o que me acalentava. Só queria ficar no escuro e tomar o meu remédio. Hoje, com 27 anos, tenho a sensação de que a minha depressão nunca passou e retornei o tratamento com o psiquiatra. Já tive muitos episódios de crise. Os momentos felizes me trazem medo, porque eu sei que um dia estarei feliz, mas no outro estarei mal. Atualmente tomo cinco remédios controlados, que têm me ajudado bastante e tento seguir a minha vida normal. Eu procuro sorrir e estar perto de pessoas que me fazem bem, para tentar esquecer como eu sou de verdade, porque, aqui dentro, eu sou triste. Mas eu me esforço para estar bem”, desabafa.

A mãe da Isabela Barreto conta que a filha teve melhora na enurese com a terapia, mas desencadeou outros comportamentos. “Ela começou a ter problemas com obediência, impulsividade e agressividade. Foi necessário também avaliação com neuropsiquiatra, que confirmou o diagnóstico de TAG e receitou uma medicação para controle de ansiedade. Minha filha também foi diagnosticada com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), mas não usa medicação para tal. Hoje, vejo como o tratamento a faz bem, pois ela recuperou a autoestima. Ela é outra criança”, relata.

Já a Gerlany Lyrio, de 46 anos, explica que, aos 39 anos, o ansiolítico se tornou necessário em sua rotina, até para ir à rua, pois foi diagnosticada com pânico. Ela acredita que as perdas de pessoas queridas desencadearam a doença. “Para fazer qualquer coisa fora de casa, seja para ir à consulta, para fazer a unha ou ir à farmácia, eu tinha que tomar rivotril. Eu passava muito mal, mas lutava. Eu não tinha pensamentos com desejo de morrer, o que eu tinha era a sensação de que eu estava morrendo e passava muito mal. Após o tratamento com psiquiatra e acompanhamento com psicólogo, me senti muito melhor”, conta.

Aumento de casos durante a pandemia
(Foto: Carlos Grevi)

De acordo com o psiquiatra Cláudio Teixeira, grande parte dos principais fatores predisponentes ou desencadeantes está relacionada às relevantes mudanças observadas recentemente na sociedade. “A mudança brusca de rotina que a pandemia causou na vida e no trabalho das pessoas trouxe impactos também para a saúde mental. Estudo recente realizado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e publicado em uma das mais importantes revistas médicas do mundo, demonstrou que quase que dobrou os casos de depressão e de sintomas como crise de ansiedade e estresse agudo, entre os meses de março e abril de 2020. A pandemia de Covid-19 tem se mostrado um evento traumático para muitas pessoas, levando ao aumento exponencial de sentimento de medo e estresse”, explica.

O idoso, de 62 anos, conta que a pandemia intensificou o uso e dependência do ansiolítico. “Antes da pandemia eu só tomava um comprimido e passei a tomar dois. Isso devido à solidão, ao estresse”, compartilha.

Uma pesquisa global liderada pela Universidade Estadual de Ohio (EUA) aponta que o Brasil é líder em índices de ansiedade e depressão na pandemia, quando comparado a outras 10 nações. O estudo entrevistou 13 mil pessoas de países que lidaram de formas diferentes com a crise sanitária, como o Brasil, Bulgária, China, Singapura, Espanha, Estados Unidos, Índia, Irlanda, Macedônia, Malásia e Turquia.

Segundo o levantamento, países que não tiveram uma ação concreta ou centralizada de combate à pandemia, como o Brasil, apresentaram números mais preocupantes. Dos 1.500 brasileiros, maiores de 18 anos, que participaram do estudo, 63% apresentaram relatos de ansiedade e 59% sintomas de depressão. De acordo com pesquisadores, uma das principais causas que levaram a esses quadros foi a privação das atividades de lazer fora do ambiente doméstico, como exercício físico ou encontros com amigos e familiares.

O que fazer durante momento de crise


O psicólogo Luis Cosmelli orienta a procurar ajuda multiprofissional se a pessoa não estiver dando conta de si e não se automedicar, não ficar só. “As doenças se transformam em ‘muletas’ para o não enfrentamento de questões crônicas. E, respeitando todas as diferenças de acesso aos sistemas de saúde, eu evocaria algumas conquistas humanas civilizatórias que têm conseguido ajudar a humanidade a enfrentar esses momentos críticos e transitórios: desligue um pouco o telefone e o acesso às redes sociais e procure os amigos reais, reúna a família e festejem o fato de estarem vivos”, finaliza.

Ansiolíticos x antidepressivos x transtornos mentais

Ansiolíticos e antidepressivos atuam em locais e de maneiras distintas no organismo.

• Os medicamentos da classe dos ansiolíticos, de forma geral, possuem efeito sedativo e/ou hipnótico (induzindo ao sono), mas não tratam os transtornos mentais em si.

• Os antidepressivos atuam na falha da produção de alguns neurotransmissores cerebrais (principalmente serotonina e noroadrenalina) com objetivo de se alcançar a remissão dos sintomas apresentados pelos pacientes com depressão.

• A ansiedade é um distúrbio psiquiátrico, em que há excesso de apreensão e expectativa de alguém em relação a diversos acontecimentos.

• A depressão é uma doença da mente e do corpo, que se caracteriza por afetar o estado de humor da pessoa, deixando-a com um predomínio anormal de tristeza e diminuição de sua energia.

• O pânico é um conjunto de manifestações de ansiedade com início súbito, rico em sintomas físicos e com duração limitada no tempo, com sensação de sufocação, de morte iminente, taquicardia, tonturas, sudorese, tremores, sensação de perda do controle ou de “ficar louco”.

• O estresse é uma reação natural do organismo, que ocorre quando são vivenciadas situações de perigo ou ameaça. Esse mecanismo coloca o indivíduo em estado de alerta ou alarme, provocando alterações físicas e emocionais.
Fonte:Terceira Via

sábado, 12 de fevereiro de 2022

FORAGIDO DA JUSTIÇA!

Elemento Luciano Alberto de Oliveira acusado de triplo homicídio em Macaé encontra-se em fuga em um veículo Gol cor prata placa LVC 2759 RJ. 

Após cometer os crimes por volta das 23:30h do dia 11/02/22 tomou destino ignorado.

Matou a esposa, o casal de tios da esposa, tentou matar a sogra e um sobrinho da esposa.


Filho do desembargador José Mota morre neste sábado

Filipe Neto e Mota, de 33 anos, sofreu um acidente e faleceu no hospital após complicações

(Foto: reprodução)

Filipe Neto e Mota, de 33 anos, faleceu neste sábado (12), no Hospital Copa Star, em Copacabana, Rio de Janeiro. Ele estava internado após sofrer um atropelamento. Filipe é filho do desembargador José Mota Filho, mais conhecido como Juca, e da advogada Conchita Mota.

A família é de Campos dos Goytacazes e informou que o enterro será realizado no cemitério do Caju, mas ainda sem informações definidas de dia e horário. A previsão é de que aconteça na tarde deste sábado ou neste domingo pela manhã. Não haverá velório.
Filipe Mota com os pais (Foto: reprodução)
Fonte:Terceira Via

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Covid-19: ocupação de leitos de UTI em Campos reduz 10%

Município registrou mais 24 mortes e 1.093 novos casos da doença nos últimos sete dias

(Foto: Divulgação)

De acordo com o mais recente boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, na noite dessa sexta-feira (11), Campos registrou 1.093 novos casos da Covid-19 nos últimos sete dias. Entretanto, houve redução na ocupação de leitos de UTI na Rede SUS e privada, que está em 71,95%. Na semana anterior, a ocupação estava em 81,25%. Com base nos dados colhidos nos cemitérios, foram registrados 24 óbitos no mesmo período.

O boletim coronavírus é divulgado semanalmente desde novembro do ano passado. O município encontra-se na Fase Amarela, ou seja, Nível 3 do Plano de Retomada das Atividades Econômicas e Sociais.

A orientação da Subsecretaria de Atenção Básica, Vigilância e Promoção da Saúde é que a população siga as recomendações de distanciamento social, evitando ambientes com aglomerações, mantendo os cuidados de prevenção, como lavar bem as mãos, usar máscara e álcool 70%.

Boletim Coronavírus 11/02/2022

Confirmados: 56.485

Óbitos confirmados: 1.789

Recuperados SRAG: 2.246

Recuperados SG COVID: 48.206

Recuperados SG não especificado: 22.920

Síndrome Gripal (SG): 152.412

Número de internações com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG): 6.091

Censo Diário de Ocupação de leitos nesta sexta-feira (11):

Ocupação da UTI – 71,95% na Rede SUS e Privada

Ocupação Clínica Médica – 63,81% na Rede SUS e Privada

Fila de espera – Não há paciente em fila.

Total de doses aplicadas até sexta-feira (11):

Primeira dose – 389.621

Segunda dose – 333.046

Terceira dose – 140.233

Dose única – 10.650

Fonte: Prefeitura de Campos dos Goytacazes

Enchente 2022: nível do Rio Muriaé oscilou em Italva nesta sexta-feira

https://www.italvaemfoco.com.br/Rio Muriaé oscilou em Italva

A Defesa Civil Municipal de Italva segue monitorando a situação do Rio Muriaé na região e nas mediações da cidade. Na medição feita às 16h deata sexta-feira, 11 de fevereiro, o nível do Rio Muriaé estava apresentando uma tendência de estabilidade, atingindo a marca de 4,80m (a mesma de 14h), apenas 4cm a menos nas últimas 12 horas.

Em Itaperuna o rio tem apresentado tendência de queda, porém está bem devagar. Mas esse quadro pode mudar, visto que o Rio Carangola voltou a subir e ainda há previsão de mais chuva para a região. Veja abaixo a evolução do rio em Italva nesta sexta (11).

Medições:

04 horas: 4,84m

06 horas: 4,80m

08 horas: 4,84m

10 horas: 4,83m

12 horas: 4,82m

14 horas: 4,80m

16 horas: 4,80m

Em Italva são 28 desabrigados e 45 desalojados. Até o momento 21 ruas foram atingidas por essa nova cheia, afetando 1150 pessoas.

Em Itaperuna o rio tem apresentado uma tendência de queda, porém está bem devagar. Mas esse quadro pode mudar, visto que o Rio Carangola voltou a subir e ainda há previsão de mais chuva para a região. Veja abaixo a evolução do rio em Italva nesta sexta (11).

Medições:

04 horas: 4,84m

06 horas: 4,80m

08 horas: 4,84m

10 horas: 4,83m

12 horas: 4,82m

14 horas: 4,80m

16 horas: 4,80m

Em Italva são 28 desabrigados e 45 desalojados. Até o momento 21 ruas foram atingidas por essa nova cheia, afetando 1150 pessoas.

Fonte: https://www.italvaemfoco.com.br/

Elemento preso, drogas e armas apreendidas em Esquina São Francisco de Itabapoana RJ


Após "levantamentos" de informações a guarnição do Patamo lll da 3ª Cia de Polícia Militar de São Francisco de Itabapoana, procedeu até a Estrada Principal da localidade de Esquina próximo a Igreja Católica por volta das 23.50 horas, para verificar tráfico ilícito de entorpecentes sendo propriedade de uma facção, onde lograram êxito em prender 01 elemento na prática de tráfico de drogas com os materiais 01 revólver cal.38 municiado com 06 munições cal.38, 72 sacolés de cocaína, 59 buchas de maconha, 01 aparelho celular, R$ 300,00 em espécie. O elemento de iniciais J.B.J, 35 anos, assumiu que vende a maconha a R$10 e a cocaína a R$ 25 e que pertence a uma facção.

Diante dos fatos policiais procederam a 147ª Dp onde foram encaminhados para a central de flagrantes que é a 146ª Dp.
Fonte:PM

Paraíba atinge cota de 10,04 metros e segue baixando

Foto:César Ferreira

Paraíba segue baixando em Campos

Com a diminuição no quadro de incidência de chuvas nas zonas de influência hídrica, o nível do rio Paraíba do Sul em Campos segue registrando diminuição nesta sexta-feira (11). Às 18h, o rio atingiu a cota de 10,04 metros, mantendo a taxa de redução de 2 centímetros por hora. Nas últimas 14 horas, o nível do rio baixou 27 centímetros.

Este panorama é dado a partir da identificação da perda de força da faixa de nebulosidade chamada de Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), que estava atuando desde a última terça-feira (08) na região Sudeste do Brasil, ocasionando precipitações significativas nesta região.

Para os próximos momentos, a tendência é de que a taxa de evolução de queda fique entre 2 a 4 centímetros por hora, sendo possível alteração, caso ocorram novas precipitações.

O Setor de Monitoramento da Secretaria de Defesa Civil continua realizando o monitoramento hídrico de forma ininterrupta e atualizando as informações em tempo real nas redes sociais do órgão.

Fonte: https://www.campos.rj.gov.br/

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Covid-19: estado do Rio de Janeiro retorna para a bandeira amarela com risco baixo

Divulgação

Cada bandeira representa um nível de risco e um conjunto de recomendações de isolamento social

A 68ª edição do Mapa de Risco da Covid-19, divulgada nesta sexta-feira (11.02) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), mostra que o estado do Rio de Janeiro voltou para a bandeira amarela, de baixo risco para Covid-19. A análise faz a comparação da quinta semana epidemiológica (SE) deste ano, a SE 05 (30 de janeiro a 05 de fevereiro), com a terceira, a SE 03 (16 a 22 de janeiro). O mapa desta semana apresenta uma melhora nas regiões Metropolitana I, que saiu da bandeira laranja (risco moderado) para bandeira amarela (baixo risco) e Serrana, que estava em bandeira vermelha (risco alto) e agora aparece em bandeira laranja (risco moderado).

As regiões Metropolitana II, Baixada Litorânea e Baía da Ilha Grande permaneceram com bandeira amarela (risco baixo). As regiões Médio Paraíba, Centro Sul e Norte continuam em bandeira laranja (risco moderado). Apenas a região Noroeste se mantém em bandeira vermelha (risco alto).

No período analisado, as internações tiveram uma redução de 71,34%, saindo de 1.267, na SE 03, para 363, na SE 05. Já os óbitos caíram 30,21%, saindo de 321, na SE 03, para 224, na SE 05. Os indicadores apontaram que, no período de 1º a 8 de fevereiro, a taxa de positividade para SARS-CoV-2 em testes RT-PCR realizados em unidades de saúde de todo o estado foi de 50%. Nesta quinta-feira (11.02), a taxa de ocupação de leitos para Covid-19 estava em 55% para UTI e 41% para enfermaria.

– Esta edição do mapa de risco consolida ainda mais a queda dos indicadores da Covid-19, mostrando que a Ômicron já atingiu o pico e agora está em queda sustentável na maior parte das regiões do estado. Nas regiões Norte e Noroeste, ainda estamos com o alerta ligado e, para isso, abrimos dois centros de testagem, um na UPA Campos e outro no Centro Poliesportivo de Itaperuna – ressaltou o secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe.

Cada bandeira representa um nível de risco e um conjunto de recomendações de isolamento social, que variam entre as cores roxa (risco muito alto), vermelha (risco alto), laranja (risco moderado), amarela (risco baixo) e verde (risco muito baixo). Os resultados apurados para os indicadores apresentados devem auxiliar a tomada de decisão, além de informar a necessidade de adoção de medidas restritivas, conforme o nível de risco de cada localidade.

Centros de testagem - A taxa de positividade para os testes de Covid-19 realizados nos centros de testagem abertos pelo Governo do Estado teve uma redução de 66%. O levantamento da Secretaria de Estado de Saúde comparou a semana epidemiológica 02 (09 a 15 de janeiro), quando foram realizados 15.746 testes e a taxa de positividade estava em 35,79%, e a semana epidemiológica 05 (30 de janeiro a 05 de fevereiro), quando foram realizados 3.151 testes e a taxa de positividade foi de 12,1%.

Com a baixa procura pelos testes e a queda na positividade, foram desativados o polo do IASERJ, Célio de Barros e os que funcionavam ao lado das UPAs Tijuca e Campo Grande II. O megacentro do Maracanã funcionou até esta sexta-feira (11.01). Já os centros instalados ao lado das UPAs Bangu, Marechal Hermes e Jacarepaguá serão desativados no dia 15 de fevereiro, assim como os que funcionam no PAM Coelho Neto e no PAM Cavalcante. Os polos da UPA Colubandê e do Hospital Estadual Dr. Ricardo Cruz funcionarão até o dia 28 de fevereiro. Os centros de testagem abertos ao lado da UPA Campos, em Campos dos Goytacazes, e no Centro Poliesportivo de Itaperuna seguem em funcionamento.
Fonte: Ascom RJ

Campos registra 24 óbitos e 1.093 novos casos da Covid-19

Divulgação

Dados foram divulgados nesta sexta-feira

A Secretaria Municipal de Saúde divulga nesta sexta-feira (11) mais um Boletim Coronavírus com os dados acumulados dos últimos sete dias. Neste período foram registrados 1.093 novos casos da Covid-19. Com base nos dados colhidos nos cemitérios, foram registrados 24 óbitos no mesmo período.

A orientação da Subsecretaria de Atenção Básica, Vigilância e Promoção da Saúde é que a população siga as recomendações de distanciamento social, evitando ambientes com aglomerações, mantendo os cuidados de prevenção, como lavar bem as mãos, usar máscara e álcool 70%.

Boletim Coronavírus 11/02/2022

Confirmados: 56.485

Óbitos confirmados: 1.789

Recuperados SRAG: 2.246

Recuperados SG COVID: 48.206

Recuperados SG não especificado: 22.920

Síndrome Gripal (SG): 152.412

Número de internações com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG): 6.091

Censo Diário de Ocupação de leitos nesta sexta-feira (11):

Ocupação da UTI – 71,95% na Rede SUS e Privada

Ocupação Clínica Médica – 63,81% na Rede SUS e Privada

Fila de espera – Não há paciente em fila.

Total de doses aplicadas até sexta-feira (11):

Primeira dose – 389.621

Segunda dose – 333.046

Terceira dose – 140.233

Dose única – 10.650
Fonte: SubCom