segunda-feira, 28 de março de 2022

Campos chega aos 187 anos, mas com perdas no seu patrimônio cultural

Arquitetos e historiadores apontam a demolição da Igreja Mãe dos Homens como início da desfiguração do Centro

POR OCINEI TRINDADE
Shopping foi erguido em estacionamento onde funcionaram Igreja Mãe dos Homens e Santa Casa (Montagem Elton Nunes;Foto Silvana Rust)

No dia 28 de março de 1835, Campos dos Goytacazes deixou de ser vila e se tornou cidade. Historiadores reivindicam datas anteriores para celebrar o marco inicial, como 1º de janeiro de 1653, dia da posse da primeira Câmara de Vereadores; e 29 de maio de 1677, data da fundação da Vila de São Salvador dos Campos dos Goytacazes. Nos últimos 187 anos, Campos mudou bastante devido ao crescimento urbano. Seu patrimônio arquitetônico eclético é um dos mais relevantes do país. Perde apenas para o do Rio de Janeiro. A cada ano, edifícios públicos e particulares têm se deteriorado. Com isto, parte da história fica ameaçada de desaparecer. Arquitetos e urbanistas defendem maior empenho do poder público para a preservação do rico acervo material e histórico.

Campos conta com 325 prédios tombados pelo Conselho de Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural (Coppam), além de outros que são reconhecidos também pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). São construções relevantes como os solares do Liceu, Visconde de Araruama (Museu Histórico), da Baronesa, de Carapebus (Asilo do Carmo), dos Ayrizes; o Mercado Municipal, além de igrejas centenárias Nossa Senhora do Carmo, São Francisco, Nossa Senhora da Lapa e Donana, entre outras.
Canal Campos-Macaé no extinto Jardim de Alah

No período do Império, em 1844, foi iniciada a obra do Canal Campos-Macaé, com 109 quilômetros de extensão. Inaugurado em 1861, começou a operar com viagens a vapor em 1872. Deixou de funcionar em 1874 por tornar-se obsoleto. A falta de conservação ou abandono de todo patrimônio campista costumam ser denunciados por historiadores, memorialistas, arquitetos e urbanistas. Alguns apontam os anos 1960 como o início do processo de degradação do importante conjunto arquitetônico da cidade. Na ocasião, o prefeito era José Alves de Azevedo.
Fachada do antigo Trianon

“Considero a demolição da Igreja Mãe dos Homens, em 1961, juntamente com o antigo prédio da Santa Casa, o marco zero do declínio da nossa arquitetura histórica. Foram duas icônicas construções de extrema importância histórica, que, mesmo tendo tombamento do antigo Sphan, conseguiram revogar o ato junto ao então presidente do Brasil, Jânio Quadros, e levaram os prédios aos escombros”, destaca o pesquisador Genilson Soares, presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Campos. O arquiteto e urbanista José Luis Puglia tem a mesma opinião:
Agência bancária erguida onde era o Trianon

“É um fato totalmente estranho a retirada do tombamento da igreja. A partir daí, o centro da cidade entrou em um processo onde aconteceram inúmeras demolições de prédios importantes em sequência. A mais significativa, para mim, foi a demolição do Teatro Trianon, em 1975. As mudanças urbanas são inequívocas. O centro histórico se degradou. Hoje é um espaço sem vida e decadente”, avalia Puglia. A extinção do antigo teatro, apesar de ser propriedade particular, se deu na gestão do então prefeito Zezé Barbosa.

Além das construções históricas mencionadas, outras edificações desapareceram parcial ou inteiramente nos últimos 187 anos da cidade. Como exemplo, a Praça do Santíssimo Salvador, que passou por dezenas de intervenções desde o século 19, sendo a última na gestão do prefeito Arnaldo Vianna, em 2004; demolições dos prédios do Banco do Brasil e da Associação Comercial e Industrial de Campos (os novos foram inaugurados em 1974 e 1982, respectivamente); o Mercado Municipal “engolido” por estruturas metálicas. Em 1982, o prefeito Raul Linhares atendeu a uma reivindicação dos feirantes e encobriu o prédio histórico. Já em 2014, a prefeita Rosinha Garotinho iniciou a obra de um novo camelódromo, ocultando ainda mais o agora centenário Mercado Municipal.
Praça do Santíssimo Salvador (Século 19)

Em 1947, o famoso Jardim de Alah passou a se chamar Parque Alberto Sampaio. O local ficou abandonado por anos. Em 1988, o prefeito Zezé Barbosa decidiu reformá-lo e encomendou um grande projeto arquitetônico. Parte do canal foi coberto para abrigar diferentes áreas do parque. Há quase 20 anos o local deixou de cumprir a função de lazer e está decadente.
Ultima reforma da Praça São Salvador em 2004

“Nos dias atuais, vemos o Parque Alberto Sampaio totalmente degradado com a ação do ‘desenvolvimento’ urbano. Desde a criação do viaduto que corta o parque até a instalação do camelódromo, o lugar praticamente perdeu suas características paisagísticas. Campos é uma cidade que carece de áreas verdes, e esse era um dos poucos parques que tínhamos na área central”, avalia o arquiteto e urbanista Albite Coutinho.

Diversidade arquitetônica
Praça onde se situa o Cha Cha Cha no início do século 20
Local atual do Cha Cha Cha – Centro de Campos

Nos anos 1990, Campos foi apontada pela edição francesa Guia Michelin como a segunda cidade brasileira com maior variedade de estilos arquitetônicos. Este ecletismo só ficava atrás da capital, Rio de Janeiro. Ernani Alves integra a Associação Norte Fluminense dos Engenheiros e Arquitetos (Anfea). Para ele e alguns pesquisadores, Campos teve seu apogeu arquitetônico entre 1886 a 1940.

“A cidade possui referências de arquitetura colonial barroca com a Igreja do Carmo (1752); a Igreja São Francisco de Assis (1771); o Solar da Baronesa (1844). Na arquitetura neoclássica, temos o interior da Catedral; a fachada do antigo Palácio Nilo Peçanha (extinto Fórum de Justiça e atual Câmara Municipal). Na arquitetura eclética cito o Palacete Villa Maria (1918). Já na arquitetura modernista, citaria diversas obras do arquiteto Jofre Maia, a partir de 1935”, destaca Ernani.


Para o vice-presidente da Anfea, Rodrigo Porto, Campos se sobressai em construções ecléticas, em diversos estilos, riquíssimos histórica e arquitetonicamente. “Cito como exemplar a casa do ex-prefeito Barcelos Martins, em estilo art déco. Perdemos muito da nossa história enquanto patrimônio artístico, arquitetônico e cultural. Mas, Campos ainda segue como destaque no cenário nacional nesse sentido”.
Praça Quatro Jornadas com antiga sede do Banco do Brasil

O arquiteto e urbanista José Luis Puglia chama a atenção para outras construções de estilos variados em Campos. “Lembro da luta da Lyra de Apolo, buscando resgatar seu patrimônio tão seriamente atingido. Deve-se atentar para a antiga estação ferroviária, um dos poucos exemplares na nossa cidade da arquitetura art déco, e que é de propriedade da Prefeitura. As ruas Santos Dumont e Sete de Setembro ainda possuem inúmeros prédios de preservação e valorização”, observa.
Praça São Salvador com Igreja Mãe dos Homens ao fundo à esquerda

Para o arquiteto Albite Coutinho, demolições e abandonos de edificações importantes de Campos “podem ser definidos como rejeição da história em detrimento da vida moderna”, cogita. Ele diz ainda: “As transformações da paisagem urbana na área central trouxeram perdas irreparáveis das referências históricas da arquitetura, para dar lugar a um novo conceito de edificação; representando o novo desenvolvimento político e social, rompendo de vez com o passado e negando a importância da própria história da cidade”, cita.

O futuro das construções históricas

Todos os entrevistados afirmam que, para maior e melhor preservação do conjunto arquitetônico e histórico de Campos, é preciso maior desempenho por parte das autoridades locais. “Quanto aos prédios tombados pelo Coppam em péssimo estado, acho que, se não houver uma mudança rigorosa nas atitudes, simplesmente só nos restarão fotos como lembrança. A partir do momento em que o Conselho se posicionar com legitimidade, apresentando uma política de preservação e proteção do patrimônio, poderemos, ainda que com ressalvas, ter esperança de mudanças”, diz Ernani Alves.
Centenário Mercado Municipal

José Luis Puglia considera que o poder público deveria dar o exemplo cuidando do seu próprio patrimônio. “Destaco o Museu Olavo Cardoso e o Palácio da Cultura, só para citar dois exemplos. Sem uma política pública e um real incentivo para os proprietários de imóveis de interesse de preservação, essa realidade não mudará”, aponta.

Segundo Rodrigo Porto, Campos é uma cidade tradicionalista, e há apreço pelas referências arquitetônicas consideradas históricas. “Tivemos a perda do alto poder aquisitivo da sociedade local e o abandono por parte do poder público, que poderia e deveria ser um grande incentivador à proteção da memória, história e cultura”, considera.

Albite Coutinho observa que as edificações que conseguiram se safar da destruição por força legal ou tombamento, sofrem com o abandono e o descaso. “É difícil solucionar esse problema sem que haja ação efetiva do poder público. A questão cultural de nosso povo em preservar a história como mola mestra para o desenvolvimento ainda não está no nível mínimo desejado”.
Prédio antigo onde atualmente funciona a Justiça Federal ao lado da Catedral

De acordo com a presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Auxiliadora Freitas, também presidente do Coppam, o órgão tem se reunido com frequência. “O processo de reformulação da legislação sobre patrimônio está em análise. O documento está bastante defasado. Essa alteração está na Procuradoria Geral do Município. Queremos ver todo esse patrimônio preservado com nosso incentivo, dentro de ações que estão em fase de estudo. A Câmara de Dirigentes Lojistas de Campos também tem sido nossa parceira, nos ajudando na elaboração da demanda de descontos relativos aos comerciantes e donos de imóveis com base em leis do Coppam”, explica.
Antiga Avenida 15 de Novembro

Para o pesquisador Genilson Soares, nestes 187 anos de Campos dos Goytacazes é preciso pensar nas futuras gerações com educação patrimonial. “Não se consegue congelar um antigo centro histórico e transformá-lo em uma cidade cenográfica, mas é papel dos gestores e dos agentes preservacionistas, lutarem para que se conservem as construções mais representativas. A falta de preservação terá como consequência a perda da nossa própria identidade. A saída está nas novas gerações, na compreensão do universo sociocultural, da trajetória histórico-temporal em que estão inseridas. É um processo de autoestima, pois você só ama e preserva aquilo que conhece”, conclui.

Galeria de imagens de Campos de antes e agora






Igreja Mãe dos Homens e Santa Casa
Fonte:Terceira Via

Jovem mulher assassinada em Bom Jardim São Francisco de Itabapoana RJ


Uma jovem mulher de 26 anos conhecida por Viviane de Jesus dos Santos, foi assassinada a tiros na noite deste domingo, 27, na localidade de Bom Jardim, em São Francisco de Itabapoana. O Resgate da Saúde do Município chegou a ser acionado, por volta das 21h45, mas quando chegou ao local a vítima já estava morta.

Viviane era viúva de Carlos Augusto Custódio, conhecido como Cacalo, que havia sido assassinado próximo da caixa d'água em Santa Clara, em abril do ano passado.

A Polícia Militar fizeram buscas de possíveis suspeitos. A perícia da Polícia Civil e o rabecão do Corpo de Bombeiros foram acionados. O crime foi registrado na 147ª Delegacia Legal do centro.

A vítima foi chamada ao portão pois um camarada que ela conhecia queria falar com ela, e o sujeito acabou dando uns tiros nela que veio a óbito, ela deixou dois filhos 1 menino de 7 anos que é especial e uma menia de 6 anos.

Um aparelho celular da vítima de marca Motorola, e um papel que estava colado num pé de jaca com a inscrição X9 vai morrer, foi entregue ao perito de plantão que compareceu ao local.

Segundo moradores ela havia entrado num novo relacionamento e que estaria morando em Campos, como o relacionamento não deu certo ela voltou pra casa no último sábado,27, infelizmente foi morta.
Redação

domingo, 27 de março de 2022

SJB tem sete casos de Covid na semana

Divulgação

Desde o início da pandemia, São João da Barra soma 6.737 testes positivos para a doença, com 6.465 recuperados e 195 óbitos.

São João da Barra registrou nos últimos sete dias sete novos casos de Covid-19. A tendência segue de desaceleração da pandemia e a diminuição em relação à semana anterior é de 53,3%.

O município permanece pela segunda semana consecutiva sem pacientes internados por Covid. 18 casos suspeitos aguardam resultado de exames. Quatro óbitos são investigados.

Desde o início da pandemia, São João da Barra soma 6.737 testes positivos para a doença, com 6.465 recuperados e 195 óbitos.

Número de casos por distrito:

1° Distrito - 2.337

2° Distrito - 1.330

3° Distrito - 1.287

4° Distrito - 245

5° Distrito - 1.017

6° Distrito - 521

Total - 6.737
Fonte: Ascom

Micareta Viver Quissamã terá diversas atrações em abril

Ascom

Nos próximos dias a Secretaria Municipal de Cultura, Patrimônio Histórico e Lazer vai anunciar a programação completa da Micareta Viver Quissamã

O carnaval fora de época, Micareta Viver Quissamã, já movimenta a cidade que se prepara para receber um grande fluxo de turistas, com o fortalecimento de diversos setores do comércio e geração de empregos e renda. Mesmo com a abrangente estratégia de vacinação contra a Covid-19 adotada por Quissamã, ficou acordado com os representantes das agremiações a não realização dos desfiles no mês de fevereiro.

Assim, uma nova data foi estipulada para os eventos - tendo como referência o feriado de Tiradentes, em 21 de abril.

"O carnaval é reconhecidamente um período com forte tradição, que movimenta o turismo e a economia. Toda estrutura está sendo organizada para que setores como hotelaria, gastronomia e pequenos comerciantes atuem incrementando a economia do município", destacou a prefeita Fátima Pacheco.

Nos próximos dias a Secretaria Municipal de Cultura, Patrimônio Histórico e Lazer vai anunciar a programação completa da Micareta Viver Quissamã, que deve contar com atrações em nível nacional, além dos tradicionais desfiles de blocos e bois malhadinhos.

"A cadeia produtiva que envolve o carnaval é abrangente. O trabalho está sendo feito por meio de ações conjuntas de diversas secretarias para que os quissamaenses possam trabalhar e aproveitar o carnaval fora de época, uma retomada dos eventos de maior porte no município", avaliou a secretária Municipal de Cultura, Patrimônio Histórico e Lazer, Kitiely Freitas.

Auxílio ao Carnaval
A Prefeitura de Quissamã publicou, na quinta-feira (24), no Diário Oficial, a Lei Nº 2191, na qual fica autorizada a concessão de auxílio financeiro, por meio da Secretaria de Governo, aos Bois Malhadinhos e blocos de carnaval de rua do município.

A seleção dos Bois Malhadinhos e blocos de carnaval será precedida de Chamamento Público e se dará mediante a apresentação e aprovação de Plano de Trabalho, conforme normas e critérios estabelecidos no respectivo edital, cuja análise caberá à Comissão Especial para tanto designada, por ato do Poder Executivo.

O valor do auxílio será de R$ 10 mil, para cada Boi Malhadinho, limitado ao quantitativo máximo de nove bois selecionados, e R$ 6,5 mil para cada bloco de rua, limitado ao quantitativo máximo de sete blocos selecionados.
Fonte: Ascom

Adesão a parcelamento do Simples Nacional vai até 29 de abril

Agência Brasil

A renegociação abrangerá os débitos com o Simples Nacional vencidos até a competência de fevereiro de 2022, com parcelas pagas em março.

Os micro e pequenos empresários e os microempreendedores individuais terão até 29 de abril para aderirem ao parcelamento especial de dívidas com o Simples Nacional. O Diário Oficial da União publicou na edição do dia 22 resolução que define as regras para o Programa de Reescalonamento de Débitos do Simples Nacional (Relp).

A adesão ao parcelamento poderá ser feita na Secretaria Especial da Receita Federal; na Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), no caso de débitos inscritos em dívida ativa; e nas secretarias de Fazenda dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, para débitos com governos locais. A renegociação abrangerá os débitos com o Simples Nacional vencidos até a competência de fevereiro de 2022, com parcelas pagas em março.

Vetada pelo presidente Jair Bolsonaro no início do ano, a renegociação especial de débitos com o Simples Nacional foi restabelecida pelo Congresso, que derrubou o veto há duas semanas. No dia 18, o Diário Oficial da União publicou a lei complementar que estabeleceu o Relp.

Criado como medida de socorro a pequenos negócios afetados pela pandemia de covid-19, o Relp prevê o parcelamento de dívidas com o Simples Nacional em mais de 15 anos, com desconto na multa, nos juros e nos encargos legais. Os débitos poderão ser parcelados em até 188 meses (15 anos e oito meses). Desse total, as empresas pagarão uma entrada parcelada em até oito vezes mais 180 prestações.

Cada parcela terá valor mínimo de R$ 300 para as micro e pequenas empresas e de R$ 50 para o microempreendedor individual. Haverá desconto de até 90% nas multas e nos juros de mora e de até 100% dos encargos legais.

Modalidades

Haverá várias modalidades de parcelamento, que variam conforme o impacto da pandemia sobre o faturamento das empresas. Por meio da comparação entre o volume financeiro de março a dezembro de 2020 em relação ao observado no mesmo período de 2019, os contribuintes inscritos no Simples Nacional poderão fazer a adesão com parcelas de entrada e descontos diferentes. Empresas que fecharam durante a pandemia também podem participar.

A resolução estabelece os valores mínimos de entrada, que deverá ser parcelada em até oito meses, antes do pagamento do restante da dívida. A divisão foi feita da seguinte forma:
Perda de faturamento Valor da entrada
Menos de 15% 12,5% da dívida consolidada
A partir de 15% 10% da dívida consolidada
A partir de 30% 7,5% da dívida consolidada
A partir de 45% 5% da dívida consolidada
A partir de 60% 2,5% da dívida consolidada
A partir de 80% ou empresa fechada durante a pandemia 1% da dívida consolidada

Fonte: Agência Brasil

Projeto “Família na Escola” é desenvolvido em Campos em parceria com governo federal

Unidades municipais de ensino recebem famílias para uma série de atividades feitas com profissionais da educação

Foto Divulgação -Wellington Rangel

Com o tema “A Educação da Inteligência, da Vontade e da Afetividade”, o projeto “Família na Escola” desenvolveu o último dos quatro módulos esta semana, na Creche Escola João Siqueira dos Santos. O primeiro módulo aconteceu no início de fevereiro e os temas desenvolvidos foram “Direitos e Deveres das Crianças” e “Lar Como Primeiro Espaço Educativo”. Ainda em fevereiro foi discutido “Marcos do Desenvolvimento Infantil” e, no início deste mês, “Interação Família e Escola”. No total participaram 30 famílias e todas receberam certificados. A certificação foi acompanhada pelo Secretário de Educação, Ciência e Tecnologia (Seduct), Marcelo Feres.

Para Pâmela Ribeiro Rosa Barreto, mãe da Ester, 3 anos, o projeto é muito importante. “Eu aprendo muito sobre o desenvolvimento da minha filha. Gostei muito”, disse. Já a professora, Leila Carla Pereira, ressalta a importância da mediação entre a família e a escola. “É de grande importância para que os pais sejam conhecedores de tudo aquilo que é direito, dever e de tudo que pode requerer para si e, também, para os filhos. Esse projeto é algo que vai trazer um novo tempo para todas as escolas e unidades de ensino do município”, acredita.

A auxiliar de turma do Centro Escola João Siqueira dos Santos, Mirian Cordeiro das Dores, acha importante o desenvolvimento do projeto nas escolas. “É essencial para a conscientização do papel dos pais, dos professores. Uma vez que os pais são para educar e a escola é para ensinar”, acrescentou.

De acordo com o pedagogo e facilitador, João Paulo de Oliveira Paula, o “Família na Escola” é um projeto de promoção da parceria entre a família e a escola, destinado aos profissionais de educação e às famílias de crianças da Educação Infantil e do Ensino Fundamental (anos Iniciais), por meio da formação das habilidades parentais, da garantia dos direitos da criança e do acompanhamento pedagógico, com foco no fortalecimento dos vínculos familiares e no desenvolvimento integral da criança.

“Esse é um projeto do Governo Federal, desenvolvido por meio do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e, aqui em Campos, ele acontece por meio do Programa Saúde na Escola (PSE). Ao longo do curso a gente faz apresentações, rodas de conversa e dinâmicas”, finaliza João.

Campos foi a primeira cidade do país a implantar o projeto. A primeira escola que recebeu o “Família na Escola” foi a Escola Municipal 29 de Maio, em dezembro. Fevereiro e março foi a vez da Creche Escola João Siqueira dos Santos e, a próxima unidade, em abril, será o Ciep Custódio Siqueira.

Fonte: SubCom/PMCG

Crustáceo que era farto em Gargaú entra para a lista das vidas em extinção no planeta

POR COLUNA DO BALBI



Crustáceo que era farto em Gargaú entra para a lista das vidas em extinção no planeta
O guaiamum, crustáceo que era farto dos mangues de Gargaú, em São Francisco de Itabapoana, entrou para a lista das espécies ameaçadas de extinção no mundo. Hoje ainda existem alguns criadouros nesta área, mas não como antes. Está desaparecendo em todo o Brasil e também no estado da Flórida, nos Estados Unidos. Na verdade, desde 2017 foi dado o alerta de que o guaiamum corre risco de extinção, mas só agora entrou na lista das espécies ameaçadas no planeta.

Plantio de soja no município já é uma realidade e está na 4ª safra
A fazenda Santa Olga, em Santa Cruz, passa a atrair as atenções após quatro safras consecutivas de soja em 50 hectares. Mostra que é possível produzir o grão em terras do Norte Fluminense. A produção mira o mercado internacional. Outros agricultores dos municípios estão se animando com o resultado.


Estrada do Carvão mantém sua produção rural e planta pitaya
A Estrada do Carvão, em Campos, continua com sua vocação rural com gente plantando quase de tudo em pequenos terrenos. Parte desta produção é vendida da famosa “Feira da Roça”, mas tem gente vendendo na própria estrada e o número de fregueses cresce. Conseguem juntar os fatores preço e o orgânico. Agora estão plantando a cara e sofisticada pitaya.

Empresários de Campos participam da 32ª Super Expofood no Riocentro
O presidente da ADERJ (Associação de Atacadistas e Distribuidores do Estado do Rio de Janeiro), Joilson Maciel Barcelos Filho, participou na semana passada da abertura da 32ª Super Rio Expofood, no Riocentro, no Rio de Janeiro. O coordenador do Sebrae na região, Guilherme Ache, levou uma caravana de empresários de Campos para o mega evento.
32ª Expofood no RioCentro

Itaperuna é citada por participantes do BBB
Faculdades de Itaperuna, a maior cidade do Noroeste do Estado, foram citadas em uma conversa de dois participantes do BBB, o maior reality da televisão brasileira. A conversa foi propositiva entre os participantes Lucas, universitário em Viçosa (MG), e o atleta P.A. Falaram de forma positiva sobre a cidade e que lá “o bicho pega”.

Governo do Estado cria grupo para viabilizar fábrica de fertilizantes
A respeito da nota dada aqui na coluna de que o Açu poderá ter uma fábrica de fertilizantes, o Governo do Estado do Rio de Janeiro criou um grupo de trabalho para elaborar um plano com ações estratégicas para fomentar a produção deste produto, fundamental para a agricultura do país.


Igreja Nossa Senhora do Carmo passa por nova reforma

A Igreja de Nossa Senhora do Carmo, na Rua Treze de Maio, Centro de Campos dos Goytacazes, está tendo sua fachada toda reformada. É uma construção do século XVIII, com características barrocas. Construída em 1752, a Igreja foi levantada pela Ordem Terceira do Monte Carmelo.

História do futebol de Campos vira tese na Universidade Federal Fluminense
Campos é rica na história do futebol, como relata o historiador Sérgio Mello. Ele conta que a Liga Campista de Desportos, criada em 1944 pode ter dado origem de forma mais contundente ao patrocínio no futebol. As usinas de açúcar tinham times, e bancavam os jogadores. Isso aconteceu nas usinas Sapucaia, São João, Paraíso, Cambaíba e Queimados. A história do futebol em Campos virou tese do professor de História da Universidade Federal Fluminense (UFF), Leonardo Soares Santos. Um craque.


Cachaças locais fazem sucesso em carvalho francês

As cachaças Barra Velha e Tellura Amburana, produzidas em Farol de São Thomé, Campos, receberam duas medalhas de prata nas categorias “armazenadas em carvalho francês” e “armazenadas em madeiras brasileiras”. As premiações foram recebidas durante a 28ª Expocachaça, realizada em Belo Horizonte, Minas Gerais. O evento, considerado a vitrine mundial da cachaça, permite a visibilidade da cachaça artesanal e suas formas de consumo.


Aplicativos de mobilidade incluem moto para transportar passageiros em Campos

Os principais aplicativos de mobilidade urbana em Campos acabam de incluir em seus serviços a motocicleta. Com a corrida de automóvel mais cara, principalmente nos chamados horários dinâmicos, a motocicleta passa a ser uma opção para economizar. A corrida sai a R$ 5,00 em distâncias médias. As mais longas, como da Penha ao Centro, chegam a custar R$ 10,00. Os aplicativos exigem regras de segurança como o uso de capacete.

Na novela, Poços de Caldas vira Campos dos Goytacazes

As filmagens da novela Além da Ilusão ambientalizando Campos dos Goytacazes na verdade aconteceram em Poços de Caldas, no interior de Minas Gerais. Isso em 2021. Depois a Globo decidiu montar uma cidade cenográfica em seus Estúdios.
Magda Cotrofe

Magda Cotrofe vai desfilar na Praça São Salvador com vestido de estilista que é ícone da moda brasileira
Como essa coluna adiantou na versão online, Magda Cotrofe, campista top model das passarelas brasileiras nos anos 80/90, vai desfilar em Campos, no próximo dia 31, no evento Centro Fashion Day, na Praça São Salvador. Ela vai usar vestido de festa do estilista Silvio Cruz, atual ícone da moda brasileira que tem ateliê em Nova York, e já aportou em Campos. O evento, que vai misturar moda, artesanato e gastronomia, promovido pela CDL e o Sebrae, já conta com mais de 10 lojas da cidade. Magda, nascida e criada em Campos, de onde partiu para o mundo, nunca esquece suas origens.

Caixa em busca de locais para funcionamento definitivo da AgroCaixa
A Caixa Econômica Federal está avaliando algumas opções para onde vai transferir a agência da AgroCaixa, que está funcionando provisoriamente no terceiro andar do tradicional prédio, no Boulevard Francisco de Paula Carneiro (Calçadão), no Centro de Campos. O espaço é destinado ao produtor rural que busca financiamentos.

Cooperativa de crédito em Campos colabora com campanha social de Jiu-jitsu
Uma cooperativa de crédito de Campos vai bancar as passagens aéreas para a vinda de “Feijão”, ícone do jiu-jitsu no Brasil, para que, em julho, o lutador possa oferecer dois dias de imersão a crianças carentes do Parque São Silvestre do ‘Projeto Caneca’ de jiu-jitsu. A turminha é fera no esporte e chama a atenção em todos os campeonatos que participa pela conquista de prêmios, apesar de todas as dificuldades sociais enfrentadas.

Pelinca: bairro mais nobre da cidade sofre com barulho

Área é cercada por bares e restaurantes e a poluição sonora é uma queixa antiga


Se durante o período mais crítico da pandemia os moradores da área da Pelinca puderam desfrutar do silêncio, após a flexibilização das regras sanitárias o sossego acabou e não é só no fim de semana. Residentes da avenida mais badalada da cidade, onde há a maior concentração de bares e restaurantes, afirmam que de terça-feira a domingo o barulho provocado pelos estabelecimentos não dá trégua. Poderia se dizer que é um pesadelo, se eles pudessem dormir, o que muitas vezes não é o caso.

No edifício Ajax, que fica praticamente em frente a dois bares muito frequentados, a desordem vem causando problemas, inclusive com proprietários e inquilinos desistindo de morar no local.
“Meu filho não mora mais comigo, ele desistiu de tanto ir trabalhar sem dormir e foi morar em outro prédio”, conta uma aposentada que mora no edifício e prefere não se identificar.

Ela contou que uma vizinha, que é enfermeira, se mudou porque não estava conseguindo dormir. “Uma pessoa que faz plantões de 24 horas precisa ter um sono de qualidade quando está em casa. Ela não aguentou, o problema estava afetando a qualidade de vida dela”, conta a aposentada.

De acordo com o síndico do Ajax, Francisco Eduardo, esse relato da moradora foi mais um dos tantos de mudanças por causa do barulho. “Isso vai causando prejuízo aos proprietários que, com o apartamento vazio, têm que arcar com os encargos, como IPTU e condomínio”, relata.

O síndico conta que já tentou resolver a questão da desordem de várias formas: recorrendo à Fiscalização de Posturas, à Guarda Municipal, à Polícia Militar e até ao Ministério Público, mas nada surtiu efeito. “Os bares têm ‘olheiros’ e, quando a viatura da Postura vem, eles baixam o som.

Quando a viatura passa, eles aumentam novamente e, como a Postura não costuma passar muitas vezes, eles ficam livres para fazer a baderna”, diz.
Ainda segundo Francisco Eduardo, o som alto é o maior problema, mas, além disso, tem os carros que param em frente à entrada da garagem, as pessoas que fazem uso de drogas ilícitas em frente à portaria e até pessoas que fazem necessidades fisiológicas praticamente no portão do prédio.

“Até nosso direito de ir e vir é cerceado, porque eles param em frente à garagem, estacionam os carros e saem e, se a gente precisar entrar ou sair, tem que acionar a Guarda. Isso porque nós pagamos um IPTU de mais de R$ 2.000.00, só da garagem do edifício. Todos os nossos impostos são pagos rigorosamente em dia, mas nossos direitos não são respeitados. O que acontece aqui é o retrato do descaso com os direitos do cidadão”, diz o síndico, indignado.

Os moradores de outro edifício, na mesma região, além de todas as queixas já mencionadas, também reclamam da utilização indevida das calçadas. “Eu acho uma afronta não poder passar pela calçada porque um bar resolveu expandir o espaço dele para o espaço público”, reclama uma moradora.
Com relação ao som alto ela faz coro com os moradores do Ajax.

“Não dá para dormir, não tem como assistir a um filme, assistir a um programa de TV, essa balbúrdia atrapalha a nossa vida e as autoridades fingem que tudo isso é normal, que é uma obrigação nossa aceitar. A gente recorre a todos os órgãos possíveis e na outra noite acontece tudo de novo”, reclama.


“Choque de Ordem”

Questionada a respeito do problema, a Secretaria de Ordem Pública informou que tem realizado um Choque de Ordem na área de Pelinca há três semanas e que nesse período foram emitidas 113 notificações e a remoção de dois veículos. Para o Secretário de Ordem Pública, Jackson Sousa, devido à extensão territorial do município, é humanamente impossível permanecer na Pelinca com uma equipe a noite toda, já que, segundo ele, as demandas da cidade ocorrem em diversos bairros.

“Estamos implementando há três semanas um Choque de Ordem na área da Pelinca e atendendo a outras denúncias, de forma integrada com a PM e os Grupamentos da Guarda Municipal, visando o ordenamento, para manter a tranquilidade e a segurança. Seguimos atentos às denúncias e às solicitações, que devem ser feitas pelo telefone (22) 9 8168-3645 “, disse.

Lei do silêncio

A norma brasileira da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) regulamenta que o ruído em áreas residenciais não deve ultrapassar os limites de barulho estabelecidos – 55 decibéis para o período diurno, das 7h às 20h, e 50 decibéis para o período noturno, das 20h às 7h. A Lei Municipal nº 8061, que regulamenta o Código de Posturas, prevê penalidades para os infratores. A poluição sonora também é crime, previsto no artigo 54 da Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal 9.605/1998), que especifica que “a poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana” está sujeita a pena de reclusão de um a quatro anos, e multa.
Fonte: Terceira Via

Projeto Corredor Norte-Sul promete melhorar trânsito

Além da implantação de novas ciclofaixas, haverá recapeamento asfáltico, tapa-buraco e reforma da ciclovia Patesko

POR GIRLANE RODRIGUES
Pacote de obras: maior intervenção em 20 anos (Fotos Carlos Grevi)

Há cerca de 20 anos não se via uma mudança estrutural no trânsito central de Campos como o que está acontecendo e uma parte deve ser concluída nos próximos dias. Milhões de reais, fruto de verbas federais e estaduais, estão sendo investidos no recapeamento asfáltico, reforço na infraestrutura para evitar que trechos sejam danificados, expansão de ciclofaixas, operações tapa-buracos, implantação e reforço de sinalização, recuperação da ciclovia Patesko e criação do Corredor Norte-Sul, com inversão de sentidos em ruas centrais.
Região central de Campos

Uma das frente das obras, que foram iniciadas em fevereiro, começa a ser entregue nas próximas semanas, período em que passará a valer, também, a inversão de sentidos no trânsito das Ruas dos Goytacazes (do Gás), Marechal Floriano (Ouvidor), Marechal Deodoro (Príncipe) e Saturnino Braga, da Travessa Júlio Feydit e de trechos das Ruas dos Andradas, 21 de Abril, Ipiranga, Coronel Francisco Manhães (atrás do edifício Salete) e da Avenida Rui Barbosa (Beira Rio).
Mobilidade: O novo sentido das ruas entra em vigor logo após o término das obras na área central

O subsecretário de mobilidade urbana, Sérgio Mansur, acompanha de perto os trabalhos. Com vasta experiência em transporte e trânsito, o engenheiro civil explicou o motivo das mudanças. “A finalidade é criar este Corredor Norte-Sul, para gerar um fluxo mais direto e perimetral, de modo a evitar o aumento do trânsito no Centro”. Por este motivo, a partir das próximas semanas, a Rua dos Goytacazes passará a ter o trânsito invertido entre a Avenida 28 de Março e a Ponte Saturnino de Brito (Lapa), e a circulação só será permitida neste sentido.

A Rua Marechal Floriano (Ouvidor) continuará sendo mão única em toda sua extensão, mas o sentido será invertido: Beira-Rio/Av. 28 de Março. A Rua Marechal Deodoro será mão única no sentido 28 de Março/Rua Tentente Coronel Cardoso (Formosa). A Rua dos Andradas também terá a mão invertida. A partir da Rua Oliveira Botelho, ela segue em sentido único até a Avenida Rui Barbosa (Beira Rio). Antes, quem descia a ponte da Lapa em sentido ao Centro, podia seguir direto pela Avenida Rui Barbosa ou entrar na Rua Saturnino Braga em sentido a Rua do Gás. Agora, quem não quiser seguir até o Centro, terá que entrar na Rua Marechal Floriano (Ouvidor). A Rua Saturnino Braga terá a mão invertida e o fluxo só poderá seguir no sentido Rua do Gás/Beira Rio.
Cruzamento da Rua Saldanha Marinho com Ouvidor (Marechal Floriano)

Quem transita pela Beira Rio, no Centro, em sentido à Lapa, só poderá seguir neste sentido até a Rua Marechal Floriano. Antes, o acesso seguia até a Rua Saturnino Braga. A Travessa Julio Feydit — que tinha sentido Beira Rio/21 de Abril — terá a mão invertida. O trecho da Rua 21 de Abril — entre as Ruas Marechal Floriano e Travessa Júlio Feydit — também será alterado e passará a ser mão única desde a Rua Marechal Floriano até a Rua dos Goytacazes.
Cruzamento da Rua do Gás (Goytacazes com Saldanha Marinho

As Ruas Ipiranga e Coronel Francisco Manhães, que eram de mão dupla entre a Marechal Floriano e a Rua do Gás, passam a ter mão única. A Ipiranga, no sentido Marechal Floriano/Rua do Gás, e a Coronel Francisco Manhães, no sentido oposto.

Segundo Mansur, desde que trabalhou no setor de trânsito e transporte da Prefeitura de Campos, há cerca de 15 anos, na então Empresa Municipal de Trânsito (Emut), quis implantar as alterações. Segundo ele, essas vias serão sinalizadas e novas ciclofaixas serão criadas. “Isto é para incentivar a mobilidade, o uso da bicicleta e a redução na emissão de poluentes”, disse Mansur. Além disso, outras ruas pela cidade estão sendo asfaltadas e passando por operação tapa-buraco em outras frentes de trabalho.

Ciclovia Patesko e Avenida 28 de Março
Trânsito caótico |Carros, motos e bicicletas disputam espaço

A ciclovia Patesko será reformada, assim como trechos da Avenida 28 de Março serão reformulados. Mansur explica que algumas áreas de travessia sobre a ciclovia serão reformadas para nivelamento, evitando ressaltos e, consequentemente, melhorando a fluidez no trânsito.
Sérgio Mansur |Subsecretário de mobilidade acompanha os trabalhos

“Na Região do Parque São Caetano e Santo Amaro, vamos fechar um dos retornos existentes na 28 de Março; vamos ampliar a faixa adicional entre a Avenida José Alves de Azevedo (Beira-Valão) e a Rua Barão de Miracema. Também vamos fechar a travessia que existe na esquina com a Rua Carlos de Lacerda. Vamos fechar uma das duas travessias no trevo da 28 de Março para acesso a Avenida Presidente Kennedy, no bairro Jóquei Clube. São projetos independentes, apesar de estarem interligados”, explica.
Fonte:Terceira Via

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