segunda-feira, 10 de abril de 2023

Parabéns, Felicidades, Muitas Glórias e Vitórias para o ADRIEL BARRETO

Primeiramente agradecer à Deus pela sua amizade e depois dizer para você amigo, muitas glórias e vitórias!

Fiquei feliz e lisonjeado pelo convite feito a minha pessoa para participar da festa do seu aniversário que ocorreu no último sábado, 08, em sua residência no centro a caminho da localidade de Macuco em São Francisco de Itabapoana.

O amigo Adriel Barreto recebeu parentes e amigos para um almoço regado a churrasco e chopp, entre os amigos as presenças do ex vereador Chico Terra e do atual vereador Eleno Barreto. 

Sucesso, saúde e paz amigo.

Redação













 

Mulher assassinada na madrugada em praia de Santa Clara em São Francisco de Itabapoana


Um crime brutal aconteceu no início da madrugada desta segunda-feira (10), por volta de 00.40 minutos após meia noite na rua 10 de junho na praia de Santa Clara, de São Francisco de Itabapoana. Uma mulher foi assassinada com pelo menos uns 11 tiros pelo seu ex companheiro. O crime teria ocorrido na rua do Bar do Dadaia a 100 metros do bar. A vítima, Priscila de Souza Gomes, 28 anos, deixa três filhos menores e uma filha era do casal.

O resgate esteve no local, mais a vítima segundo um enfermeiro que fizera o atendimento constatou o óbito.

Segundo informações repassadas pela PM, a vítima e o autor estavam na companhia de quatro pessoas, bebendo numa residência, quando o ex marido suspeito teria ficado com ciúmes. Houve uma discussão e o ex companheiro teria disparado contra a mulher. Em seguida, o suspeito que é Agente de Trânsito em São Francisco, tomou rumo ignorado e está sendo procurado pela polícia.

Testemunhas foram direcionadas para a 147ª Delegacia de Polícia para prestarem esclarecimentos.

Policiais no local acautelando o corpo a espera do rabecão. São quase 4 horas da tarde e o corpo ainda no local. Segundo informações o estado do Rio região norte noroeste tem somente dois rabecões um esta com defeito e somente um em atividades para atender toda essa região de praia e serra, lamentável.
Redação

sábado, 8 de abril de 2023

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Policiais da Patrulha Rural e Dpo 15, detém elemento furtando bois numa fazenda em Estrada da Muritiba São Francisco de Itabapoana

Em cumprimento de uma operação, policiais militares da 3ª Cia, compareceram nesta noite de sexta feira, 07, em duas viaturas uma do Dpo 15 e outra Patrulha Rural, na Estrada de Muritiba, próximo a praia de Gargaú em São Francisco de Itabapoana. 

Numa ação, onde um elemento foi detido e juntamente com uma testemunha que é proprietário da fazenda onde o roubo de 06 bois estavam sendo efetuados, proprietário localizou um caminhão que estava transportando os animais, caso foi parar na 147ª Delegacia de Polícia.

Os bois foram devolvidos e o elemento detido responderá pelo delito.
Fonte:PM

Em epidemia, Campos fecha o primeiro trimestre de 2023 com quase 1.200 casos de dengue

ÉDER SOUZA 
CRD tem recebido cerca de 140 pessoas por dia / Foto: Rodrigo Silveira

Campos fechou o 1º trimestrre de 2023 com 1.119 casos de dengue confirmados. Os dados são de 01 de janeiro até 31 de março. No mesmo período do ano de 2022, apenas 1 caso foi confirmado. A Secretaria de Saúde do município também confirmou a primeira morte em sete anos pela doença. Um idoso de 84 anos, morador de travessão, morreu em janeiro deste ano.

A cidade já vive uma epidemia de dengue. Com isso, o município já realizou cinco grandes mutirões em bairros para eliminar focos do mosquito causador não só da dengue, mas também da zika e chikungunya.
O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) concluiu no dia 31 de março o cronograma de mutirões pós Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa). Considerando todas as ações, iniciadas em 20 de janeiro, os agentes vistoriaram 19.602 imóveis, dos quais 4.368 tratados com larvicida. Ao todo, 539 focos foram eliminados, 532 pneus recolhidos, 516 sacos contendo inservíveis foram recolhidos e 64 caixas d'água foram retiradas. O município está em situação de epidemia de dengue desde o dia 8 de março.

Através dos mutirões, o Centro de Controle de Zoonozes reforça com a população os cuidados primários de combate ao vetor. Entre eles, estão ações como a limpeza do quintal; descarte correto de materiais inservíveis; fechamento de saco plástico de lixo; lavar a vasilha de água de animais domésticos; e retirar a água acumulada de plantas, lajes e calhas.

O especialista em dengue e diretor do Centro de Referência, Drº Luiz José de Souza diz que o movimento de pacientes na unidade tem aumentado a cada semana. Por dia, entre 100 e 140 pessoas procuram atendimento com sintomas da dengue. Ele alerta para outros cuidados que podem ajudar no combate ao mosquito. O uso de repelentes e de roupas claras logo pela manhã ajudam a espantar o mosquito.
“A informação nesse momento é muito importante. Além da limpeza dos quintais que não pode deixar de ser feita, outras técnicas ajudam. A doença é transmitida pela picada do mosquito fêmea, que geralmente ataca pela manhã. Nesse horário, é ideal o uso de repelentes e também de roupas claras e mais largas. Inseticida nos ambientes também é um aliado ao combate. ”, disse.
Especialista alerta para aumento de casos após a Páscoa / Foto: Rodrigo Silveira

O médico ainda alerta que os casos de dengue devem aumentar após o período de Páscoa. Segundo ele, como a procura no CRD tem sido de pessoas de diversos bairros, isso mostra que a doença está presente em diferentes pontos da cidade. E na semana santa, a circulação de pessoas entre os bairros acaba sendo maior, já que existem os encontros familiares.

“O aumento pode ser dado através da circulação de pessoas entre os bairros para as confraternizações e também a junção de chuva e calor. ”, concluiu.

Método Wolbachia deve ser utilizado em Campos
Um método conduzido pela Fiocruz, com financiamento do Ministério da Saúde (MS), deve ser utilizado em breve em Campos. Foi o que adiantou o Drº Luiz José. Segundo o médico, o município está aguardando uma resposta da Fiocruz para que o modelo seja aplicado na cidade e seja um aliado às técnicas já conhecidas de combate. Quando presente no Aedes aegypti, a bactéria Wolbachia impede que os vírus da dengue, zika, chikungunya e febre amarela se desenvolvam no inseto, contribuindo para a redução destas doenças. Segundo a Fiocruz, os estudos referentes ao método revelam que o estabelecimento estável de Wolbachia no ambiente geograficamente diversificado do Rio de Janeiro parece ser mais complexo do que tem sido observado em outros locais. No entanto, mesmo os níveis intermediários de Wolbachia (cepa wMel) já podem reduzir a incidência de dengue e chikungunya.
Fonte: Fmanhã

No Dia do Jornalista, uma reflexão sobre como frear escalada da violência contra profissão

Representantes da categoria defendem luta contra a impunidade

Brasília (DF) 06/04/2023 Dia do jornalista é comemorado no dia 7 de Abril Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Gritos, empurrões, socos. Mentiras, ameaças e intimidações. Jornalistas passaram a sofrer, em pleno expediente ou até fora dele, violências de diferentes tipos que tentavam calar quem trabalha com a palavra e com a imagem.

No ano de 2022, segundo o mais recente relatório divulgado pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), profissionais no país foram vítimas de 557 ataques, 23% a mais do que no ano anterior, o que demonstrou uma escalada “sem precedentes” de violência.

Entidades que defendem a categoria avaliam que é urgente e possível reverter esse cenário com a participação de diferentes setores da sociedade e de medidas do Poder Público.

O ano de 2022 foi marcado pela violência política contra profissionais, com 31,6% das agressões relacionadas diretamente à cobertura eleitoral. Na maior parte das ocasiões (56,7%), segundo o documento, agressores foram agentes estatais, como gestores públicos eleitos ou funcionários públicos, como as forças de segurança.

“O relatório de monitoramento da Abraji mostra muito claramente esse crescimento. É importante dizer que esse fenômeno não é uma exclusividade brasileira, mas, no Brasil, há particularidades”, explica a presidente da Abraji, Katia Brembatti.

Descredibilizar a imprensa para que não seja um um fiscal efetivo de governo (uma das funções da atividade) teve uma própria trajetória no país. “Foi mais acentuado a partir das jornadas de junho de 2013 e nos anos seguintes a partir de discursos políticos. Mas o que a gente viu a partir da campanha eleitoral de 2018 não tem precedentes”, explica.

A violência foi incorporada por pessoas comuns também. “Houve uma relação entre as ações dos apoiadores ao discurso do então presidente da República Jair Bolsonaro (2018-2022). Muitas vezes, os apoiadores não ficavam só nos discursos, o que já é grave, mas passavam para a agressão física”, afirma Katia Brembatti.

De acordo com a presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Samira de Castro, as agressões por parte das forças do estado contra jornalistas a partir das jornadas de junho de 2013 serviram de estopim perigoso.

“Depois vimos crescer uma violência que a gente pode caracterizar como generalizada na sociedade. São pessoas comuns que agridem jornalistas. Essas pessoas querem se basear em informações fraudulentas repassadas pelas redes de mensagens”, avalia.

As entidades avaliam que a escalada da violência é reversível, ainda que reconheçam que o cenário de agressões não vai acabar de um dia para o outro.

“Uma forma de reverter é trabalhar pela sensibilização dos poderes e de toda a sociedade. As discordâncias deveriam ser embasadas em argumentos e não com a prática de crimes. Outra mudança urgente é lutar contra a impunidade”, diz a presidente da Abraji.

Para as entidades, os setores devem agir tanto em conjunto quanto isoladamente. “A gente também precisa de políticas públicas”, diz a presidente da Abraji, em entrevista à Agência Brasil.

As entidades avaliam como positiva a criação do Observatório Nacional da Violência contra Jornalistas e Comunicadores Sociais instalado pelo Ministério da Justiça.

Katia Brembatti entende que esse observatório deve ser mais do que um contador de casos, ou enumerador de estatísticas, mas também uma política de tomada de providências.

Para a presidente da Fenaj, Samira de Castro, a criação do observatório foi um primeiro passo importante. “Esse observatório vai ter um poder importante de avaliar as estatísticas, os casos, as denúncias que chegam e, a partir desse levantamento, produzir um diagnóstico para viabilizar essas políticas públicas”. Por isso, entende que essa medida ajuda a chancelar um protocolo nacional de segurança em prol da categoria e contra a impunidade. “Podem, por exemplo, fazer articulações junto ao Congresso Nacional para que se aprove uma lei federalizando as investigações de crimes contra jornalistas”

Para a presidente da Abraji, o Brasil precisa que a polícia, o Ministério Público e o Poder Judiciário estejam atentos para o fato de que esses casos não são violências comuns.

“Quando você ataca uma profissional de imprensa, se ataca o que essa pessoa faz e a democracia. Para uma reversão do cenário, é preciso que exista uma rede de suporte para as pessoas atacadas porque elas precisam saber quais são os seus direitos e saber como recorrer.

Estar atento às vulnerabilidades das regiões também é fundamental. “O que a gente percebe é que os principais alvos estão em cidades pequenas, em que a disputa política costuma ser muito acirrada”, afirma.

“Até pouco tempo atrás, o Brasil não era, em geral, um lugar perigoso para ser jornalista. Hoje virou quase uma questão de guerra ir pra rua”, diz a presidente da Abraji.

Violência contra a mulher
No ano de 2022, foram registrados 145 ataques explícitos de gênero com agressões contra mulheres jornalistas. As presidentes das entidades entendem que, além dos números, é necessário contextualizar que a gravidade da agressão é mais cruel e virulenta. 

“Há ataques contra a reputação das mulheres jornalistas e especialmente contra as mulheres jornalistas pretas. Elas são vítimas de agressões recorrentes graves e que vão minando a saúde mental dessas profissionais.”

Um divisor de águas a respeito da escalada da violência ocorreu nos atos terroristas de 8 de janeiro. Um outro dossiê publicado neste ano pela Abraji contabilizou, ao menos, 45 agressões contra jornalistas da data dos atentados até o dia 11 daquele mês .

“Aquele dia foi trágico. Espero que seja um dia histórico e que jamais se repita. A gente sabe que esse movimento de ampliação das agressões, que foi construído ano a ano, não desaparece do dia pra noite, mas temos esperança que isso diminua”, avalia Kátia.

Fonte: Agência Brasil

Multas por desmatamento na Amazônia aumentam 219% no 1º trimestre

Apreensões na região tiveram alta de 133%

Reprodução Agência Brasil

O número de multas por desmatamento e outras infrações na região amazônica, no primeiro trimestre de 2023, aumentou 219%, se comparado à média do mesmo período dos anos de 2019 a 2022. Os dados são do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Somam-se às multas, as apreensões de bens e produtos relacionados às infrações ambientais, que tiveram alta de 133%, e o número de embargos de propriedades, que cresceu 93%, no mesmo período. O Ibama aponta que essas medidas descapitalizam os infratores e impedem que obtenham financiamentos bancários, além de restringir o comércio de produtos ilegais.

Se observadas somente as operações realizadas contra os invasores do território indígena Yanomami, localizado nos estados do Amazonas e Roraima, desde 6 de fevereiro até o momento, o Ibama destruiu 285 acampamentos de garimpeiros, oito aeronaves, 23 barcos, três tratores e 124 motores. Também foram apreendidos 21 mil litros de combustível, 22 toneladas do minério cassiterita, 5 kg de mercúrio, entre outros equipamentos de apoio logístico ao garimpo ilegal.

Em todo o Brasil, as autuações ambientais do instituto aumentaram 78%, de janeiro a março deste ano, em relação ao mesmo intervalo de meses, dos quatro anos anteriores.

O Ibama justifica que os aumentos das multas, apreensões de bens e produtos e embargos de propriedades ocorreram devido à retomada das atribuições do órgão ambiental do governo federal e o comando do combate ao desmatamento pela área ambiental.

Fonte: Agência Brasil

Capes aumenta para R$ 225 milhões recursos para pós-graduação

Investimento é R$ 47 milhões maior que em 2022

Fachada do edifício-sede da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) investirá R$ 225 milhões neste ano em duas ações para a formação de alunos de mestrado e doutorado no país. De acordo com a fundação, que é vinculada ao Ministério da Educação, o investimento é R$ 47 milhões maior que em 2022.

Os recursos são para os programas de Apoio à Pós-Graduação (Proap) e de Excelência Acadêmica (Proex), destinados à manutenção de equipamentos, aquisição de materiais de laboratórios, participação em eventos e publicação de conteúdos científicos. Os valores dos programas não eram reajustados desde 2015 e, segundo a entidade, o objetivo do incremento é melhorar as condições para formação e pesquisa no país.

O Proap investe em instituições participantes do Programa Demanda Social e do Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições Comunitárias e Ensino Superior (Prosuc), que visam proporcionar melhores condições para a formação de mestres e doutores. Com o Proex, a Capes busca manter o padrão de qualidade dos cursos com nota 6 e 7, as mais altas da avaliação da própria fundação.

Além disso, em 2023, a Capes incluiu as instituições comunitárias de ensino superior no Proap. Serão beneficiados 219 programas de pós-graduação com aporte de R$ 9,1 milhões.

Segundo a fundação, as regras para o cálculo dos valores a serem repassados aos programas de pós-graduação, que têm como base o número de alunos matriculados, são similares àquelas aplicadas desde 2016. Algumas alterações serão feitas, como a unificação dos valores para todas as áreas do conhecimento, o reajuste no valor per capita dos dois programas de apoio, maior recurso unitário para os programas com notas 6 e 7, e, em caso de perdas, essas são limitadas a 10% do valor recebido no ano anterior.

O processo de formalização dos auxílios, para o repasse dos recursos aos 3,3 mil programas apoiados pela Capes, teve início na última terça-feira (4). Com o reajuste, o valor mínimo concedido a cada programa de pós-graduação passou de R$ 5 mil para R$ 20 mil.

Dos programas atendidos, 2.658 receberão verbas pelo Proap e 669 pelo Proex. Deste total, 114 funcionam em redes associativas.

Segundo a Capes, instituições de ensino e pesquisa de todas as regiões do país serão beneficiadas. No Norte, 204 programas de pós-graduação receberão R$ 9,3 milhões, e no Nordeste, serão 679 beneficiados com R$ 37,9 milhões. No Sudeste, a concessão alcança 1.404 programas com R$ 115 milhões. No Sul, são 749 com R$ 47,8 milhões e, no Centro-Oeste, serão 291 com R$ 15,1 milhões.

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 7 de abril de 2023

Força-tarefa do Ministério da Justiça para combater violência nas escolas



O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) começou, nesta quinta-feira (6), a Operação Escola Segura, com o objetivo de realizar ações preventivas e repressivas contra ataques nas escolas de todo o país. A operação conta com a participação das delegacias contra crimes cibernéticos das principais regiões brasileiras, que atuarão de forma alinhada com as estratégias da pasta.

De acordo com o secretário Nacional de Segurança Pública, Tadeu Alencar, a integração entre as forças de segurança estaduais e o MJSP será fundamental para enfrentar essa onda de criminalidade no ambiente escolar. “Numa questão como essa, que comove o país, nós temos que dar as mãos, juntar esforços, temos que reunir uma energia muito grande porque vem a indignação, vem a comoção, mas vem a nossa responsabilidade de fazer esse enfrentamento”, afirmou Alencar.

As autoridades da área de segurança pública reforçam a necessidade de ampliação do diálogo com as plataformas responsáveis pelas redes sociais em atuação no Brasil. De acordo com delegados presentes no lançamento da Operação Escola Segura, a cooperação entre todos os atores envolvidos será fundamental para prevenir e reagir aos casos de violência nas escolas, bem como para identificar pessoas que incentivem ataques.

Na próxima segunda-feira (10), está prevista uma reunião com representantes das redes sociais para alinhar um protocolo de ação. Segundo especialistas em segurança pública, muitos jovens são recrutados por essas redes, que se tornou uma espécie de “vitrine” para grupos extremistas que impulsionam discurso de ódio.

Outro ponto importante é o papel da mídia na divulgação destes tipos de casos. Segundo o MJSP, as recomendações vão no sentido de não divulgar os nomes dos autores, nem quaisquer tipos de imagens, vídeos ou símbolos que os identifiquem, sob nenhuma hipótese. Essa medida previne o chamado “efeito contágio”, que pode desencadear outros ataques ou eventos semelhantes em um curto período e em uma área geográfica próxima.

Dentro do pacote de ações do Ministério da Justiça para o combate à violência, a pasta deve investir R$ 150 milhões no apoio às rondas escolares ou ações similares. A medida, autorizada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, será feita por meio de um edital, a ser divulgado já na próxima semana. Os recursos sairão do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e serão ofertados aos estados e municípios, que detém a competência constitucional para fazer o patrulhamento ostensivo.
Fmanhã