segunda-feira, 5 de junho de 2023

Grupo Barcelos inaugura Estação de Reciclagem, em Campos

CATARINE BARRETO 


Estação de Reciclagem é inaugurado (Fotos: Genilson Pessanha)


Estação de Reciclagem é inaugurado (Fotos: Genilson Pessanha)

O Grupo Barcelos inaugurou nesta segunda-feira (05), Dia Mundial do Meio Ambiente, uma Estação de Reciclagem no supermercado Super Bom do Parque Tarcísio Miranda. A inciativa é da Recicle Bem, empresa do Grupo Barcelos criada inicialmente para reciclagem de resíduos do próprio Grupo, que ampliou a sua atuação junto à população em geral. Com a Estação, o cliente poderá levar resíduos recicláveis para ser entregue na loja e, em troca, ganhará um cashback que poderá ser utilizado para pagamento de compras em todas as lojas do Grupo Barcelos.
O projeto tem apoio da multinacional Unilever. "Aproveitando essa data tão importante, que é o Dia Mundial do Meio Ambiente, o Grupo Barcelos junto com a empresa Recicle Bem lançou este projeto onde estamos disponibilizando para a comunidade um ponto de entrega voluntária para que o consumidor traga os seus resíduos do pós-consumo até a estação", disse a coordenadora ESG do Grupo Barcelos e responsável pela Recicle Bem, Ana Paula Teles.

A orientação é de que antes de levar os resíduos recicláveis até a Estação, os interessados baixem o aplicativo “Recicle Bem” e se inscrevam. Qualquer tipo de material reciclável pode ser levado para a Estação. "Depois, o cliente pode trazer o material até a Estação e na hora ele ganhará um cashback pela entrega. O ponto de coleta vai ser só na loja da Tarcísio Miranda, mas o cashback pode ser usado em toda a rede Barcelos Atacadista, Green Market ou Super Bom", explicou a coordenadora.

Ana Paula destacou que o projeto é inovador, pois conta com o aplicativo que facilita a dinâmica para os clientes. "Temos esse trabalho importante, com um cunho muito forte de sustentabilidade e sei que nossos clientes irão abraçar essa ideia. Hoje estamos também distribuindo mudas de plantas para quem realizar a entrega dos resíduos", comentou.
A dona de casa Andreia Pontes, de 41 anos, aprovou a ideia e deixou sua contribuição. "Sem dúvidas, é um trabalho muito bom porque nós que temos que preservar o meio ambiente e, se cada um fizer sua parte, tudo pode melhorar. Então eu vejo isso como uma grande utilidade", opinou.
AsCom

Acusado de estupro de vulnerável é preso em Campos

MÁRIO SÉRGIO JUNIOR 
Um homem de 52 anos foi preso na tarde desse domingo (05), em Campos, por estupro de vulnerável contra uma criança, que teria sido sua enteada. O crime aconteceu em 2021, quando a menina tinha 10 anos, e a prisão foi efetuada por policiais da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) em cumprimento de mandado de prisão preventiva, expedido pela 3ª Vara Criminal de Campos no dia 25 de maio deste ano.

Segundo a Deam, a mãe da vítima compareceu a delegacia no dia 15 de abril de 2021 informando que sua filha teria sido abusada sexualmente pelo suspeito, com quem manteve um relacionamento de dois anos. A mãe da criança relatou que os abusos teriam ocorrido em sua própria casa, no Parque Esplanada, e que teriam tido início em janeiro de 2021. Ela também contou que o último abuso teria acontecido uma semana antes do registro na delegacia. A Deam informou que o inquérito policial foi finalizado no dia 25 de maio de 2021 e encaminhado à Justiça.

Com a expedição do mandado de prisão, os policiais da Deam localizaram o suspeito em um posto de combustíveis no Jardim Carioca, em Guarus, onde estaria trabalhando. Em revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado. Ele foi conduzido para a Deam, onde permaneceu preso.
Fmanhã

Semana Municipal do Meio Ambiente começa com atividade de conscientização em manguezal

Alunos da Escola Municipal Décio Machado, em São Francisco de Itabapoana (SFI), participaram na manhã desta segunda-feira (5) da primeira ação da Semana Municipal do Meio Ambiente, promovida pela prefeitura.

A secretária municipal de Meio Ambiente, Luciana Soffiati, acompanhou os estudantes em um mutirão de limpeza no mangue. Durante a iniciativa, ela e os agentes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema) destacaram a necessidade de preservar o ecossistema considerado o berçário da vida marinha.

— O engajamento e a participação ativa dos alunos do 5º ano superaram nossas expectativas. Eles se mobilizaram demais. Além do recolhimento dos resíduos, que juntou cerca de 20 sacos de lixo, ressaltamos que o manguezal é fonte de subsistência para muitos moradores — afirmou.


O subsecretário municipal de Meio Ambiente, Manoel Mendes, lembrou que o descarte irregular permanece, mesmo após a instalação de uma placa no local.

— O manguezal é uma Área de Preservação Permanente. Sendo assim, destruir esse espaço ou jogar lixo e entulho é considerado crime pela Lei Federal nº 9.605/98, prática que está sujeita a multa e detenção — alertou.


A programação prossegue nesta terça-feira (6) com palestra de educação ambiental na Escola Irmãos em Cristo (EIC), com a temática de resíduos sólidos e recursos hídricos. Já na quarta-feira (7), a Semana Municipal do Meio Ambiente com a continuidade do projeto de educação ambiental “Águas em Movimento”, na Escola Municipal Domingos Santos, em Ponto de Cacimbas.
AsCom

SEMANA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE ACONTECENDO EM SÃO FRANCISCO DE ITABAPOANA RJ



 

Repressão a manifestações ganhou força após 2013

Movimentos apontam uso indiscriminado de balas de borracha e gás

Brasília (DF) – Protestos de Junho de 2013, dez anos depois. Manifestações em Brasília (DF). – Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Desde o primeiro dia em que os manifestantes foram às ruas de São Paulo para protestar contra o reajuste das tarifas do transporte público, em 2013, houve repressão por parte da Polícia Militar. A partir dali, as ações policiais para conter e até impedir as manifestações de rua ganharam força e diversos níveis de sofisticação.

“A gente não pode deixar de entender junho de 2013 como um marco no processo de criminalização das lutas sociais”, defende Raísa Cetra, coordenadora da organização não governamental Artigo 19, com foco na liberdade de expressão. Para ela, falta no país o entendimento das manifestações como parte importante da democracia. “As ruas sempre foram vistas, para vários setores políticos, como ameaça. Inclusive para setores progressistas”, diz.

Assim, os protestos por direitos acabaram, segundo ela, sendo entendidos como uma ação de desestabilização política. “Ali, não houve a leitura de quem era o inimigo de fato e se entendeu que era a população que estava reivindicando por direitos. Naquele momento as pessoas estavam na rua por educação, por um transporte seguro, por saúde pública.”

Naquele momento as forças de segurança em diferentes níveis, em todo o país, se preparavam para a realização dos megaeventos esportivos – a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. “Você já estava em um processo de mudança da atuação das tropas de choque, isso é fato”, enfatiza Acácio Augusto, que coordena o Laboratório de Análise em Segurança Internacional e Tecnologias de Monitoramento da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A grande violência usada contra os manifestantes foi, segundo Augusto, um dos fatores que mobilizaram a solidariedade de diversos setores da sociedade, proporcionando o crescimento dos protestos.

“O estopim propriamente dito foi muito mais a violência policial do que o transporte”, enfatiza o coordenador.

Apesar da rejeição às formas de repressão empregadas, com a prisão de centenas de pessoas e o uso indiscriminado de balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo, o especialista avalia que os modelos de ação continuaram a ser aprimorados nos meses e anos seguintes. Após a jornada de protestos contra o aumento, vieram manifestações contra os gastos excessivos nas obras de preparação para a Copa do Mundo. “O primeiro ato contra a Copa eles vão aplicar o Caldeirão de Hamburgo, que é o isolamento de uma parte dos manifestantes com cordão policial. Acho que tem uma questão forte ligada à mudança de como a polícia passa enfrentar esses protestos”, diz.
Brasília (DF) – Protestos de Junho de 2013, dez anos depois. Manifestações em Brasília (DF). – Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Esse mesmo tipo de tática seria empregado, de acordo com Augusto, para manifestações semelhantes nos anos seguintes, como os protestos dos secundaristas contra a reorganização escolar, em São Paulo, em 2016. “Você tinha no máximo 200 estudantes secundaristas caminhando na [Avenida] Paulista, cercados pela polícia por todos os lados. A ideia de envelopar a manifestação vem daí. Com a tática muda, uma das características da manifestação autônoma é não ter carro de som, sem liderança explícita. Você tem as faixas e todo mundo no mesmo nível na rua. A resposta da polícia para essas manifestações era envelopar”, conta.

As vítimas
As ações violentas da polícia marcaram de forma definitiva a vida de algumas pessoas, como o fotógrafo Sérgio Silva. Na repressão ao ato de 13 de junho de 2013, na Rua da Consolação, ele perdeu a visão do olho esquerdo ao ser atingido por uma bala de borracha. As cenas daquele dia foram um ponto de virada na opinião pública e para vários meios de comunicação, que passaram a se pronunciar abertamente a favor das manifestações.

“É um dia que, com toda a certeza, jamais esquecerei”, conta Silva. O fotógrafo diz que parte dos manifestantes realmente fazia depredações no calor do momento, mas não consegue acreditar que essas ações justifiquem a forma como as forças policias agiam. “O que tinha ali eram jovens revoltados, alguns focados na pauta do aumento da tarifa, outros por outros motivos também. E a polícia agia de maneira desproporcional”, avalia.

Essas ações chegavam, segundo Silva, a afetar o trabalho da imprensa. “Nós tivemos muitos e muitos colegas que passavam por revistas que ultrapassavam o limite da abordagem policial e impedia que esses policiais trabalhassem”, relata.

O fotógrafo tenta uma reparação na Justiça pelo ferimento sofrido durante a repressão. Após ter o pedido negado em duas instâncias na Justiça de São Paulo, uma apelação ao Supremo Tribunal Federal determinou que a solicitação seja reconsiderada pelo tribunal estadual. “Eu estou a todo instante tendo que provar para o estado de São Paulo que eu tomei um tiro disparado pela polícia e perdi a visão”, reclama a respeito da forma como os magistrados têm tratado o seu caso.

Segundo ele, as alegações do governo estadual é que não há provas de que ele foi efetivamente atingido por uma bala de borracha. “Podem ter sido muitos outros objetos, como, por exemplo uma bola de futebol, a cabeça de um manifestante. Essas foram as palavras que eu ouvi nessa última audiência”, diz sobre a situação que classifica como absurda.

No mês seguinte, em 14 de julho, no Rio de Janeiro, a violência policial se tornaria um tema de mobilização social depois do desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza. Ele nunca mais foi visto após ser levado por policiais militares para a base da Unidade de Polícia Pacificadora na favela da Rocinha.

Em agosto de 2022, a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu manter a condenação do estado do Rio de Janeiro ao pagamento de pensão e de indenização por danos morais no valor de R$ 500 mil para a companheira e cada um dos filhos do pedreiro.

“É uma resposta importante do Judiciário, para mostrar para o Estado que ele tem que saber recrutar os seus agentes, se não ele é responsabilizado”, disse o advogado que defende os interesses da esposa e filhos de Amarildo, João Tancredo.

Segundo ele, apesar da concessão da indenização, os trâmites para que o dinheiro chegue efetivamente à família devem demorar pelo menos três anos. Na próxima terça-feira (6), o STJ deve ainda julgar um recurso para que a mãe de criação e a sobrinha do pedreiro também sejam contempladas.

O advogado criticou o tempo para que houvesse reparação à família. “Lamentável o tempo que esse processo demorou. É um processo simples, onde uma pessoa é retirada da sua casa, torturada e desaparecem com ela, por agentes do Estado que foram condenados. O tempo que ficou no STJ, foram três anos. Isso é muito ruim. Justiça que tarda, é justiça que falha.”

Militante do Movimento Passe Livre de Brasília, Paique Duques Santarém diz ainda que, além da repressão policial, os ativistas sofreram diversas calúnias, como as de que receberiam financiamento de agentes estrangeiros

“Essa repressão aos movimentos sociais de rua enfraqueceu não só nós, mas outros movimentos sociais de rua. Esse enfraquecimento foi um enfraquecimento da luta popular e da participação social na política”, diz.

Anos Bolsonaro
Com a chegada da extrema-direita ao poder, Raísa Cetra avalia que o cenário e retrocessos no direito à manifestação foram ainda maiores. “O que a gente viu nos anos de bolsonarismo é uma série de novas ferramentas de repressão e criminalização da luta popular, sobretudo passando por estratégias de silenciamento, desmobilização e tentativa de que as pessoas não fossem para as ruas”, analisa sobre os impactos da chegada de Jair Bolsonaro à Presidência em 2018.

“O uso de crimes contra a honra para criminalizar manifestantes foi uma ferramenta usada durante o bolsonarismo que a gente não via de maneira tão sistemática antes. Então, a gente teve muita gente presa por escrever ‘fora Bolsonaro’ em cartazes ou falar preposições contrárias ao governo em manifestações”, exemplifica.

Para a especialista, esse é “um outro formato de repressão que está mais próximo à censura do que aquela mobilização de um aparato repressivo enorme contra manifestantes”. Nesse sentido, Raísa acredita que as ações de repressão aos protestos dos últimos anos se aproximaram do período da ditadura militar (1964-1985), provocando medo na população, que deixa de se manifestar por temer represálias.

Fonte: Agência Brasil

Estados do Sul e Sudeste elaboram conjunto de ações em defesa da educação pública

Boas práticas em segurança escolar do Rio de Janeiro serão compartilhadas

POR OCINEI TRINDADE
Representantes da área de Educação se reúnem (Divulgação)

Secretários de Educação, responsáveis pela formação de mais de 24 milhões de estudantes das regiões Sul e Sudeste do país, unificaram um conjunto de ações em defesa de uma educação pública de qualidade. A agenda definiu como único desafio para a Educação desenvolver uma estratégia integrada para melhoria da aprendizagem dos estudantes dos sete estados.

No encerramento do 8º Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud), em Belo Horizonte, o Grupo Temático da Educação traçou cinco frentes de atuação dentro do Regime de Colaboração Educacional Sul-Sudeste.

Ao lado do Rio Grande do Sul, o Rio de Janeiro ficará responsável pela frente “Segurança nas Escolas”. “Este é o reconhecimento de todo o trabalho que vem sendo feito pelo governador Cláudio Castro, por meio do Comitê Intersetorial de Segurança Escolar para garantir a tranquilidade no acesso e permanência de nossos alunos nas escolas da rede. Há muito a se fazer, mas esta é uma lição que vamos trabalhar em regime de colaboração para, cada vez mais, promover a cultura de paz nas escolas”, ressaltou a secretária Roberta Barreto.

O estado do Espírito Santo cuidará da implantação de políticas públicas entre estados e municípios. São Paulo ficará com a frente Economia em Escala, com a missão de compartilhar atas e contratações para melhoria dos serviços educacionais. A quarta frente ficará a cargo do Paraná com a criação de um cadastro único de estudantes para ajudar no combate à evasão escolar, entre outras ações. E por último, Minas Gerais será responsável pela frente que terá como meta a Formação e seleção de professores para a rede pública de ensino.

No fim do encontro, todos os secretários levaram para seus estados o dever de se reunirem com as equipes técnicas, até 22 de junho, para traçar um cronograma de implantação de todas as ações do consórcio.

Sobre as ações desenvolvidas pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro para aperfeiçoar a segurança na rede, a secretária Roberta Barreto, deu início à força-tarefa que criou o SegPaz – Plano de Ações Integradas de Segurança e Cultura de Paz nas Escolas, coordenado pela major PM Raquel Ventura. A iniciativa está dentro das ações do Comitê Intersetorial de Segurança Escolar, criado em abril último, pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro com o objetivo de criar parcerias e desenvolver projetos, treinamentos e diversas atividades de prevenção para as escolas.

Dentro do SegPaz, foi lançada, no início de maio, a ferramenta Registro de Violência Escolar (RVE) para a comunicação interna de bullying, racismo, furto, agressão entre outras violações de direito, sejam elas presenciais ou virtuais. Idealizado pela major PM Raquel Ventura, que também é membro do CISE (Comitê Intersetorial de Segurança Escola), o sistema vai permitir o levantamento, mapeamento e monitoramento de dados para que as equipes gestoras e técnico-pedagógicas da coordenação da Seeduc-RJ, responsáveis pelo acompanhamento das ações de prevenção, possam atuar nos casos de violência e violação de direitos na perspectiva da promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente.

A Seeduc-Rj também deu início, em parceria com a Secretaria de Estado de Polícia Militar, ao projeto de treinamento para os educadores de escolas das redes estadual e municipais de ensino do estado do Rio de Janeiro, realizado por instrutores da Polícia Militar. O objetivo é que os profissionais, que desejem participar da inciativa, aprendam a identificar ações de perigo dentro das escolas e saibam como proceder até a chegada dos agentes de segurança. Cerca de 2 mil professores já participaram do treinamento.

Fonte: Governo RJ

Espaço da Ciência em São João da Barra sedia Feira de Meio Ambiente

Exposições de astronomia e de peixes ornamentais, apresentação de trabalhos escolares, gincana e teatro integram a programação

Foto ilustrativa (Divulgação)

A 15ª Feira Municipal de Meio Ambiente de São João da Barra acontece na próxima terça-feira (6), das 9h às 17h, no Espaço da Ciência Maria de Lourdes Coelho Anunciação, em Atafona. Exposições de astronomia e de peixes ornamentais, apresentação de trabalhos escolares, gincana e teatro integram a programação.

Promovido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Serviços Públicos em parceria com a Secretaria de Educação, o evento é aberto ao público. Durante todo o dia os visitantes terão a oportunidade de conhecer o Espaço da Ciência, participar das atividades e conhecer as práticas que visam a proteção e a preservação do meio ambiente.
Sede da Feira de Meio Ambiente em Atafona

A feira vai contar com estandes do Instituto Federal Fluminense (IFF), Universidade Estadual do Norte Fluminense(Uenf), Universidade Federal Fluminense (UFF) e de empresas e projetos desenvolvidos no município, incluindo Ferroport, CTA-Serviços em Meio Ambiente, Projeto Tamar, Praia ComVida, Geoparque Costões e Lagunas, Parque Estadual Lagoa do Açu (Pelag), Gás Natural Açu (GNA), Draxos, Anglo American, Porto do Açu, Reserva Caruara, Sesc, Marinha do Brasil, GoTrach, Vast, Bport, Clube de Astronomia de Campos, além das secretarias municipais de Meio Ambiente e Serviços Públicos, Pesca e Aquicultura, Desenvolvimento Econômico e Tecnológico e Saúde, com o Núcleo de Controle de Zoonoses (NCZ). Também irão participar artesãos de São João da Barra.

Fonte: Secom

Mortes por Aids em Campos são quase o dobro da média nacional

No município há quatro mil pessoas com o vírus e a maior taxa de infecção é entre jovens

POR OCINEI TRINDADE
Alerta | No Brasil, a taxa de mortalidade para cada 100 mil habitantes é de 4,7. Já em Campos é de 8.2 (Fotos: Silvana Rust)

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de um milhão de pessoas convivem com o vírus HIV no Brasil. Acredita-se que pelo menos 300 mil pessoas estão infectadas e não sabem por não terem sido testadas. Em Campos dos Goytacazes, há pouco mais de quatro mil pessoas que convivem com o vírus da Aids (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). Os números são da Subsecretaria de Atenção Básica, Vigilância e Promoção da Saúde / Centro de Doenças Infecto-Parasitárias (CDIP). Nos últimos anos, o número de pessoas infectadas vem crescendo em todo o país, sobretudo entre os mais jovens. Há estimativas que novos casos de HIV este ano em Campos superem os registrados em 2021 e 2022. Há indicadores de detecção da doença e de óbitos no município superiores à média nacional.
Enfermaria da Associação Irmãs da Solidariedade

De acordo com o site Indicadores e Dados Básicos de HIV/AIDS nos Municípios Brasileiros ( indicadores.aids.gov.br), foram notificados em 2022 o número de 15.412 casos no Brasil. A taxa de detecção por 100 mil habitantes é de 16,5. Já em relação a óbitos por Aids no Brasil, os dados mais recentes são de 2021, com 4.247 mortes. A taxa de mortalidade no país para cada 100 mil é de 4,7.

Em Campos dos Goytacazes, segundo o mesmo site, foram notificados entre 1981 e 2022 o número de 2.901 pessoas infectadas. Só em 2022 foram 49 casos. A taxa de detecção da doença para cada 100 mil pessoas é de 19,0 (superior à taxa nacional). Em 40 anos, Campos teve 1.170 mortes por Aids, segundo a pesquisa.O número de óbitos chegou 42 em 2021, com taxa de mortalidade para cada 100 mil de 8,2 (também superior à média de taxa nacional). Pesquisadores falam em números relativos, pois outras fontes podem apontar dados distintos e conflitantes relacionados à doença no país.

O médico infectologista e subsecretário de Saúde de Campos, Rodrigo Carneiro, em entrevista ao programa Manhã J3, disse que nas últimas décadas já passaram pelo CDIP, mais de 8.500 pessoas vivendo com HIV no município. “Muitas dessas pessoas já nos deixaram, outras transferiram de cidade. Em segmento regular, atualmente há cerca de quatro mil pessoas. Destas, pouco mais de três mil retiram medicação no órgão regularmente. Nós tínhamos uma média de 200 a 250 novos casos diagnosticados por ano antes da pandemia. Nos anos da pandemia isto caiu para 150 a 180. Com a demanda reprimida há entre 330 e 350 casos estimados. Fechamos 2022 com cerca de 300 novos casos. A gente acredita que isso em 2023 será maior”, comentou.
Associação Irmãos da Solidariedade

A Subsecretaria de Atenção Básica, Vigilância e Promoção da Saúde esclarece que devido à pandemia do coronavírus, entre 2020 e parte de 2022, a quantidade de testes de HIV realizados foi pequena, menor que a série histórica e, por esse motivo, fez-se menos diagnósticos. “Foram 41 notificações em 2023; 227 em 2022 e 178 em 2021; 91 em 2020; 184 em 2019; e 272 em 2018. Vale ressaltar que os dados são de munícipes e de não munícipes tratados em Campos, uma vez que o Centro de Doenças Infecto-Parasitárias (CDIP) é referência regional para esse atendimento”, informou em nota.

Em Campos, o Programa Municipal DST/Aids e Hepatites Virais funciona no CDIP, na Rua Conselheiro Otaviano, nº 241, Centro. A população tem acesso ao serviço de testagem para HIV e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (Ist’s); à assistência médica e educação em saúde. O serviço inicia-se com abertura de prontuário, através do resultado reagente, seguida de consultas regulares, dispensação de medicamentos, realização de exames regulares em parceria com Hospital Geral de Guarus e Hospital Plantadores de Cana. Também é possível fazer o teste de HIV nas Unidades Básicas de Saúde.

Aumento de casos em Campos e entre jovens

Segundo dados do Ministério da Saúde, a maior incidência de casos de HIV no país envolve jovens de 24 a 39 anos. São 52% do sexo masculino 48% do sexo feminino. Entre 2011 e 2021 mais de 52 mil jovens de 15 a 24 anos com HIV evoluíram para AIDS. Só em 2022, 16 mil novos casos de infecção foram notificados no país. O psicólogo e ativista social Salvador Correa, 38 anos, há mais de dez anos é soropositivo. Desde 2013 se dedica a combater o preconceito e a desinformação sobre HIV/AIDS. Ele analisa a maior frequência de infecção entre jovens:
Salvador Corrêa é psicólogo e ativista

“A taxa de detecção de casos de AIDS notificados em Campos é maior do que a taxa da região Sudeste e do que a taxa nacional. Assim como a mortalidade por Aids em Campos também tem taxa maior do que a nacional. É preciso fortalecer a política de prevenção nos seu âmbitos biomédicos (com disponibilidade de camisinha e gel, PEP e PrEP); estruturais (com legislação que garanta o transporte para acesso ao tratamento, leis contra a discriminação, ações educativas e aconselhamentos) e sociais (com garantias de proteção social em todos os níveis de atenção, com disponibilidade dos benefícios previstos em lei para cada caso). Muitas vezes escutamos que ‘o jovem perdeu o medo’. Essa frase é um grande equívoco. Na verdade, a prevenção pela via do medo e do pânico nunca funcionou e gerou muito estigma e preconceito. É preciso levar novamente a prevenção para um amplo debate com os jovens, incluindo as escolas. Educação sexual é sinônimo de vida e prevenção, não só prevenção ao HIV, mas também pode prevenir assédio e violência sexual”, afirma.
Fátima Castro

A assistente social e diretora da Associação Irmãos da Solidariedade, Fátima Castro, é referência há 35 anos em Campos ao apoiar pessoas com HIV/Aids. “A situação atual é preocupante, visto que temos como prevenir, controlar e tratar. O perfil sempre muda. Hoje são jovens, que realmente não vivenciaram o flagelo dos anos 1980, 1990 que Aids deixou. Amanhã este perfil pode mudar. Na verdade, todos que fazem sexo sem preservativos podem estar correndo risco, isso, desde quando a AIDS surgiu (1981). Todos nós estamos no mesmo barco quando temos vida sexual ativa. Nunca existiu grupo de risco e, sim, comportamento de risco”.
Alexandre Batista

O técnico em química Alexandre Batista convive com o vírus da Aids desde os 17 anos. Atualmente, ele tem 47. “Foi muito difícil quando descobri o vírus, foi um choque. Não sabia como lidar com a notícia e a quem recorrer. Conheci a Irmãos da Solidariedade muito debilitado, com 38 quilos. Comecei a me tratar e entender o que era a doença. Além do HIV, eu sou dependente químico e de vez em quando tenho recaídas. Hoje, aceito muito bem a questão de ser soropositivo. E os medicamentos antirretrovirais me ajudam porque eu vivo bem, sou indetectável, e não tem nenhuma doença oportunista”, conta.

Preconceito e campanhas informativas

Faz 35 anos que “A” convive com o vírus da Aids em Campos. Ela prefere não se identificar. “A” diz que ainda enfrenta preconceitos por ser transsexual e soropositiva. “O preconceito sempre vai existir, só que hoje está de forma mais velada. Viver com o HIV se tornou melhor por causa do tratamento eficaz. Minha vida é normal. As pessoas precisam ver a realidade dos fatos, a AIDS existe, é uma doença muito séria. Precisamos falar mais sobre isso, de mais orientação e informação. Há pessoas que acham que nunca vai acontecer com elas, que são imunes a isso. Todos nós precisamos de respeito”, diz.
“A” convive com vírus HIV há 35 anos

O subsecretário de Saúde, Rodrigo Carneiro, defende mais campanhas informativas sobre HIV/AIDS:

“Antes, o diagnóstico de HIV vinha acompanhado de um prognóstico de evolução muito ruim. Com a medicação tendo evoluído muito, as pessoas acabam tendo uma vida normal ao tomarem o remédio. Porém, permanece sendo uma doença crônica, sem cura. É necessário uma campanha de conscientização contínua, reunindo Ministério da Saúde, Secretarias de Estados e Municípios, gestores governamentais. Não se devem de investir em educação e prevenção. É preciso discutir educação sexual nas escolas, o que deixou de ocorrer nos últimos quatro anos no país. Além do HIV, há riscos de gestação na adolescência e riscos de outras DSTs”, avalia.

A assistente social Fátima Castro também defende mais campanhas educativas:
Assistência aos portadores do vírus HIV na Associação Irmãos da Solidariedade

“O uso do preservativo, a única forma eficaz de não se contaminar com vírus HIV e com as infecções sexualmente transmissíveis, na realidade sempre foi complicado. As pessoas até começam a usar no início de uma relação, mas, depois, acham que não precisam e abandonam a prática do preservativo. Acham que já conhecem o parceiro (a) e tudo bem. Depois dos antirretrovirais, à população deixou ainda mais o uso do preservativo. No imaginário coletivo elas pensam: ‘se tem como cuidar, porque me prevenir?´. Não há campanhas educativas que possam conscientizar a população. E o poder público, por sua vez, nada faz em relação a isso. Ninguém mais fala de Aids, como se não existisse”, observa Fátima.

Entre as campanhas desenvolvidas pelo CDIP estão o Julho Amarelo, que faz alusão ao mês de luta contra as hepatites virais; e o Dezembro Vermelho, que marca a mobilização nacional na luta contra o vírus HIV/Aids e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis.

Expectativa de cura

Fátima Castro e milhões de pessoas esperam pela cura da Aids. “A cada notícias que surge, me encho de esperança há décadas. Entristeço-me quando não podemos levar adiante. Teríamos que erradicar a doença. O fato de termos os medicamentos fazendo da síndrome uma doença crônica, já é uma vitória”, avalia. Já Salvador Corrêa aposta nos novos relatórios da ONU com perspectiva de cura. “As pesquisas apontam cada vez mais para novos caminhos de investigação. No texto ‘O dia da cura’, de Herbert de Souza, ele diz ‘a ideia da morte inevitável paralisa; a ideia da vida mobiliza… me dei conta de que a cura da Aids sempre havia existido: o seu nome é vida’, conclui.
Fonte:J3News

Mais um grave acidente envolvendo moto acontece no trecho 196 próximo a praia de Manguinhos em São Francisco de Itabapoana

Uma rodovia que se tornou muito perigosa devido aos diversos acidentes ceifando vidas acontecem neste trecho da rodovia 196, próximo a uma das entradas para a praia de Manguinhos em São Francisco de Itabapoana. É preciso que as autoridades possam tomar iniciativas para clarear mais as faixas e solicitar uma melhor sinalização.

Na noite deste domingo, 04, um homem morreu em trágico acidente entre moto e carro de passeio
 
A vítima fatal foi o senhor Zenildo pipoqueiro, 62 anos, morador da localidade de Divinéia, próximo a localidade de Coréia, zona rural do município.

Aos familiares e amigos pêsames da equipe Show Francisco.
Redação

Drogas arremessadas para dentro de presídio de Campos são apreendidas por policiais

Ação aconteceu na Unidade Prisional Dalton Crespo de Castro;

Drogas e telefones celulares foram apreendidos pela polícia (Divulgação)

A Polícia Militar de Campos dos Goytacazes divulgou neste domingo (4) uma apreensão de drogas feita dentro do Presídio Dalton Crespo de Castro, em Guarus. O material foi arremessado para dentro da unidade prisional durante a madrugada. A ação foi flagrada por integrantes da Polícia Penal da Subsecretaria de Inteligência do Sistema Penitenciário.

Por meio de uma denúncia, os agentes policiais investigaram que uma grande quantidade de material ilícito ingressava no presídio. Foi realizada uma operação de vigilância no entorno da unidade. Um policial penal flagrou objetos sendo arremessados na parte dos fundos do edifício.

Policiais militares do GAT II e Patamo II foram acionados. Eles fizeram buscas na região e encontraram uma mochila contendo grande quantidade de drogas. Ninguém foi preso até então.

Em uma parte de dentro do telhado do presídio foram recolhidos mais drogas e celulares. De acordo com informações da PM, 44 tabletes de maconha, dois pacotes da droga, 16 tabletes de cocaína, duas balanças de precisão e oito aparelhos celulares foram apreendidos.

A 146ª Delegacia de Polícia Civil de Guarus assumiu a investigação do caso.
Fonte:J3News

CDL pede redução do IPTU para imóveis no Centro de Campos

Proposta é conseguir uma redução significativa tributo por meio de negociação entre o Legislativo e o Executivo

Presidente da CDL Campos, Edvar Júnior (Arquivo)

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Campos (CDL), por ocasião da Audiência Pública realizada na quinta-feira passada (1) na Câmara de Vereadores sobre carga tributária, solicitou ao Legislativo entendimentos com o Executivo Municipal com vistas para uma redução do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) dos imóveis localizados no Centro da cidade.

Segundo o presidente da CDL, Edvar de Freitas Chagas, o objetivo é estabelecer uma negociação para que essa redução seja expressiva, como parte do projeto de revitalização da área central anunciada pela Prefeitura.

“O nosso objetivo é conseguir uma redução significativa do IPTU, mas em uma negociação entre o Legislativo e o Executivo, no sentido de que o projeto possa ser aprovado. Isso é importante para a revitalização da área central”, disse o presidente da CDL.

Edvar Júnior considera que a redução do tributo municipal somado a obras de mobilidade, acessibilidade, e a outras que estão programadas para a área central fará a região se revitalizar.
Fonte:J3News

Inovação tecnológica tenta revigorar a cana na região

Melhoramento genético e drones são alternativas para a atividade

POR CAMILLA SILVA
Canavial monitorado por drones em Campos (Fotos: Divulgação)

O tradicional setor sucroalcooleiro do Norte Fluminense aposta na inovação tecnológica para melhorar a produção de cana-de-açúcar. Neste ano, cerca de 6 mil agricultores devem produzir 1,8 milhão de toneladas, garantindo assim a moagem de três usinas na região e uma no Espírito Santo. De acordo com a Associação Fluminense dos Plantadores de Cana (Asflucan), apesar da grande quantidade, a produção está em queda em relação ao último ano, quando foram colhidas cerca de 2 milhões de toneladas, sendo insuficiente para atender à demanda. O setor discute a utilização de melhoramento genético, uso de drones e desenvolvimento de colhedoras, que visam facilitar e melhorar as condições de cultivo.

Na última semana, o VI Seminário da Cana-de-açúcar reuniu, em São Francisco de Itabapoana, produtores, gestores públicos e pesquisadores para discutir a questão. Em outubro, outro evento do setor está previsto para ocorrer em Campos.

Segundo o presidente da Associação Fluminense dos Plantadores de Cana (Asflucan), Tito Inojosa, os municípios de Campos e São Francisco concentram 90% das áreas cultivadas de cana-de-açúcar na região. “É necessário apresentar e tornar acessível as novas tecnologias aos pequenos produtores. Estamos atrasados em relação a outros estados”, acrescenta. Ele ressalta que a colheita prevista para este ano está abaixo da capacidade de moagem das usinas. “Só as usinas da Coagro (em Paraíso e Sapucaia) têm condições de moer 2,5 milhões de toneladas de cana. Fora a Canabrava e a Paineiras, que pegam perto de 360 a 400 mil toneladas de cana aqui no Estado do Rio”, ressalta.
Tito Inojosa

Ainda sobre as novas tecnologias usadas a serviço da produção, uma pesquisa de melhoramento genético é realizada pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em Campos. O objetivo é garantir com que agricultores tenham acesso a sementes de cana-de-açúcar que produzem mais biomassa e açúcar por hectare e que as lavouras tenham maior longevidade, ou seja, que o produtor consiga colher mais vezes, sem que seja necessário fazer o replantio.

Em Campos, centenas de possíveis variedades estão sendo testadas, mas poucas delas se tornarão comerciais. “Essa é uma pesquisa contínua e de longo prazo. Nós cruzamos espécies e testamos para encontrar aquelas que sejam mais produtivas e resistentes a pragas e doenças”, explica o pesquisador Willian Pereira.

De acordo com o pesquisador, a Coagro já possui algumas plantações sendo realizadas, mas um convênio da universidade com a Asflucan pretende deixar esse material acessível também para o pequeno produtor.

Colhedora em desenvolvimento
De acordo com pesquisadores da UFRRJ, a colheita da cana-de-açúcar é um dos principais gargalos da produção canavieira fluminense. Atualmente, de acordo com a universidade, 85% da área de produção de cana-de-açúcar do Estado ainda é realizada de forma manual com queima prévia. A prática de utilização do fogo como método despalhador e facilitador do corte resulta em diversos problemas, como aumento das emissões de gases de efeito estufa, produção de fuligem, aumento de doenças respiratórias, empobrecimento do solo, morte de animais e perda de biodiversidade, entre outros. A Lei Estadual 5.990/2011 propõe o fim gradual da queima da cana-de-açúcar e, em 2024, esta forma de colheita não será mais usada no estado.
Tecnologia local | Nova colhedora está sendo testada nos canaviais

Para lidar com a situação, um novo protótipo de colhedora de cana-de-açúcar está em avaliação. A UFRRJ divulgou que as grandes máquinas disponíveis no mercado “apresentam baixa eficiência em canaviais com baixa produtividade e em pequenas áreas, situação comum no Norte Fluminense. Além disso, o custo para aquisição e manutenção deste tipo de equipamento é elevado”.

A expectativa da Asflucan é de que o maquinário esteja disponível para agricultores em setembro deste ano.
Fonte:J3News