Partido e aliados políticos classificam prisão como injusta e denunciam perseguição

Integrantes do PT em frente à Casa de Custódia de Campos (Reprodução)
O dirigente do Partido dos Trabalhadores (PT) em Campos dos Goytacazes, Gilberto Gomes, passou por audiência de custódia nesta terça-feira (9), após ter sido preso em flagrante no último domingo (7) sob acusação de injúria racial. A detenção ocorreu nos instantes finais do desfile de 7 de Setembro, quando, segundo a denúncia, ele teria se dirigido a um bombeiro civil usando a expressão “preto monárquico” em tom ofensivo.
Durante a audiência, militantes do PT e aliados acompanharam a situação. Um grupo de dirigentes e apoiadores aguardava a saída de Gilberto da Casa de Custódia, com transmissão de vídeos pelas redes sociais. Entre os presentes estavam o ex-candidato a prefeito a ex-reitor do IFF, Jefferson Azevedo; a reitora Rosana Rodrigues e os ex-reitores da Uenf, Luiz Passoni e Raul Palacio; e a presidente do Sinprosep, Elaine Leão, além de outros integrantes do partido. A esposa de Gilberto declarou que o episódio representa uma “grande injustiça” e que a expectativa era de sua volta para casa ainda nesta terça-feira.
Gilberto negou a intenção de ofensa e afirmou que a frase foi usada em referência histórica ao período imperial brasileiro. A prisão foi determinada pela delegada de plantão Juliana Oliveira e gerou repercussão nas redes sociais e no meio político local.
O diretório municipal do PT divulgou nota de solidariedade, classificando a prisão como arbitrária e motivada por perseguição política. Segundo o texto, a acusação teria sido usada de forma “oportunista” para criminalizar a militância de Gilberto. O partido também criticou o uso do tema racial no caso, alegando que a pauta antirracista foi “instrumentalizada” por adversários.
“Seguiremos vigilantes e mobilizados, reafirmando que Gilberto não está só. Sua voz é a voz da resistência e da esperança em Campos e em todo o país”, concluiu a nota.
O dirigente do Partido dos Trabalhadores (PT) em Campos dos Goytacazes, Gilberto Gomes, passou por audiência de custódia nesta terça-feira (9), após ter sido preso em flagrante no último domingo (7) sob acusação de injúria racial. A detenção ocorreu nos instantes finais do desfile de 7 de Setembro, quando, segundo a denúncia, ele teria se dirigido a um bombeiro civil usando a expressão “preto monárquico” em tom ofensivo.
Durante a audiência, militantes do PT e aliados acompanharam a situação. Um grupo de dirigentes e apoiadores aguardava a saída de Gilberto da Casa de Custódia, com transmissão de vídeos pelas redes sociais. Entre os presentes estavam o ex-candidato a prefeito a ex-reitor do IFF, Jefferson Azevedo; a reitora Rosana Rodrigues e os ex-reitores da Uenf, Luiz Passoni e Raul Palacio; e a presidente do Sinprosep, Elaine Leão, além de outros integrantes do partido. A esposa de Gilberto declarou que o episódio representa uma “grande injustiça” e que a expectativa era de sua volta para casa ainda nesta terça-feira.
Gilberto negou a intenção de ofensa e afirmou que a frase foi usada em referência histórica ao período imperial brasileiro. A prisão foi determinada pela delegada de plantão Juliana Oliveira e gerou repercussão nas redes sociais e no meio político local.
O diretório municipal do PT divulgou nota de solidariedade, classificando a prisão como arbitrária e motivada por perseguição política. Segundo o texto, a acusação teria sido usada de forma “oportunista” para criminalizar a militância de Gilberto. O partido também criticou o uso do tema racial no caso, alegando que a pauta antirracista foi “instrumentalizada” por adversários.
“Seguiremos vigilantes e mobilizados, reafirmando que Gilberto não está só. Sua voz é a voz da resistência e da esperança em Campos e em todo o país”, concluiu a nota.
Fonte:J3News














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