sábado, 31 de janeiro de 2026

Mobilidade Urbana e Inclusão nas Cidades

 A mobilidade urbana é um fator determinante para a inclusão social nas cidades, pois influencia diretamente o acesso da população a oportunidades de trabalho, educação, saúde e lazer. Um sistema de mobilidade eficiente e inclusivo é essencial para reduzir desigualdades e promover o direito à cidade para todos os cidadãos.

A exclusão social no espaço urbano muitas vezes está associada à falta de acesso ao transporte adequado. Populações que vivem em áreas periféricas ou com infraestrutura precária enfrentam longos deslocamentos e custos elevados, o que limita suas oportunidades. A mobilidade urbana inclusiva busca superar essas barreiras por meio de políticas públicas integradas e sustentáveis.

O transporte coletivo desempenha papel central na promoção da inclusão urbana. Sistemas acessíveis, confiáveis e de qualidade garantem que diferentes grupos sociais possam se deslocar com segurança e autonomia. A ampliação da cobertura do transporte público reduz desigualdades territoriais e fortalece a coesão social.

A acessibilidade é um componente essencial da mobilidade inclusiva. Veículos adaptados, estações acessíveis, sinalização adequada e calçadas seguras permitem que pessoas com deficiência, idosos e crianças utilizem os sistemas de transporte com independência. Cidades inclusivas são aquelas que consideram a diversidade de seus usuários.

Os modais ativos, como caminhada e bicicleta, também contribuem para a inclusão urbana. A criação de infraestrutura segura para pedestres e ciclistas amplia as opções de deslocamento e promove estilos de vida mais saudáveis. Além disso, esses modais são acessíveis economicamente e ambientalmente sustentáveis.

A mobilidade urbana inclusiva está diretamente relacionada à sustentabilidade ambiental. Ao priorizar o transporte coletivo e os modais ativos, as cidades reduzem emissões de poluentes e o consumo de energia. A inclusão social e a proteção ambiental caminham juntas no planejamento urbano sustentável.

A tecnologia tem ampliado as possibilidades de inclusão na mobilidade urbana. Aplicativos acessíveis, informações em tempo real e sistemas inteligentes facilitam o uso do transporte público e melhoram a experiência dos usuários. A inovação deve ser utilizada para ampliar o acesso e reduzir desigualdades.

A participação social é fundamental para o desenvolvimento de sistemas de mobilidade inclusivos. Ouvir as demandas da população e envolver diferentes grupos no planejamento garante soluções mais justas e eficazes. A mobilidade urbana deve refletir as necessidades reais dos cidadãos. Obras

Em síntese, a mobilidade urbana é um instrumento poderoso de inclusão social nas cidades. Ao garantir acesso equitativo ao transporte e priorizar a sustentabilidade, é possível construir cidades mais justas, eficientes e humanas. Investir em mobilidade inclusiva é investir em igualdade de oportunidades e qualidade de vida urbana.

Fonte: Izabelly Mendes.

Sábado da Família vai reunir crianças e adolescentes na Praça dos Pescadores, em Guaxindiba

A Praça dos Pescadores, em Guaxindiba, vai receber, na tarde deste sábado (31), mais uma edição do Sábado da Família, evento que reúne crianças e adolescentes para uma série de atividades. Este é uma das iniciativas promovidas pela Prefeitura de São Francisco de Itabapoana durante o “Verão do Seu Jeito”.

A partir de 15h, o público poderá se entreter com oficinas de arte, pintura facial e tererê, além de pula-pula e brinquedos infláveis. Para deixar a tarde ainda mais animada, haverá distribuição de algodão doce, pipoca, picolé e água. O evento contará ainda com show do cantor Gustavo Alves e muita animação cultural, conduzida pela equipe do Departamento de Cultura da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Tecnologia (SMECT).

Neste final de semana, o evento integra dos festejos de Nossa Senhora dos Navegantes, padroeira de Guaxindiba.

O “Verão do Seu Jeito” é uma realização da Prefeitura de São Francisdo de Itabapoana por meio da Secretaria Municipal de Turismo, Secretaria Municipal de Esporte, Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Tecnologia e Secretaria Municipal de Saúde, com apoio dos demais órgãos da administração municipal.
AsCom

Cessão Provisória de profissionais da Educação acontece nesta segunda-feira (02/02)

A partir desta segunda-feira (02/02), a Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Tecnologia (SMECT), abrirá as inscrições para Cessão Provisória aos auxiliares de serviços gerais e aos professores I e II concursados para escolas e creches. As inscrições poderão ser feitas de 8h às 17h, pelo site https://www.smecsfi.net/

Aos auxiliares de serviços gerais e professores I e II concursados para escolas, só será permitido solicitar cessão para escola. Aos auxiliares de serviços gerais e professores concursados para creches, só será permitido solicitar cessão para creche.

De acordo com o secretário municipal de Educação, Cultura e Tecnologia, Gustavo Terra, na terça-feira (03/02) será feita a análise das inscrições para a cessão. A divulgação do resultado, bem como a retirada do memorando, acontecerá na quarta-feira (04/02), a partir das 15h, no Departamento de Recursos Humanos da SMECT. A análise dos pedidos terá como critério o tempo de serviço do servidor na rede.
AsCom

São Francisco garante classificação e segue na Copa Verão 2026

Com os jogos desta quinta-feira (29/01), que encerraram a segunda rodada da Copa Verão 2026, apenas o time de São Francisco já garantiu a classificação para a semifinal. Nos confrontos da noite, o time Boi Canário levou a melhor em cima do Barrinha com o placar de 1x0. No segundo jogo da noite, o placar foi de 2x2 entre o Praça e o Praça da Fé.


A terceira rodada da competição começa nesta sexta-feira (30/01). A partir das 19h45, os times de Praça e Guaxindiba, da categoria Principal, se enfrentam no primeiro jogo da noite. Em seguida, a partida será entre Santa Clara e Bom Jardim, a partir das 20h45. Os próximos jogos das categorias Máster e Principal acontecem nos dias 2, 4, 5 e 6 de fevereiro.


Os jogos da Copa Verão 2026 acontecem no Estádio Nelson Silva, conhecido como Campo do Fiinho, em Guaxindiba, nas modalidades FUT7 e society. Ao todo, 12 times participam da competição, sendo oito na categoria Principal e quatro na categoria Máster. Na categoria Principal, serão três rodadas, semifinal e final. Na categoria Máster, serão seis rodadas e a final.


A Copa Verão 2026 é uma realização da Prefeitura de São Francisco de Itabapoana por meio da Secretaria Municipal de Esporte.
AsCom

Inscrições para curso de instalador de Drywall serão abertas nesta segunda-feira (02/02)

A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Trabalho e Desenvolvimento Humano (SMTDH), vai abrir inscrições na próxima segunda-feira (2/02) para o curso de instalador de sistema Drywall. Os interessados poderão se inscrever no Departamento de Trabalho e Renda (GTR), que fica na sede da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Humano, na Avenida Edenites da Silva Viana, 141.

Para se inscrever é necessário ser maior de idade e levar documentos pessoais, como identidade e CPF, além do comprovante de escolaridade. O curso terá início no dia 23 de fevereiro, das 18h às 21h, na sede da SMTDH. A carga horária será de 120 horas. Estão sendo disponibilizadas 20 vagas. O curso acontece devido a uma parceria da Prefeitura com o sistema Firjan.

Mais capacitações - Também na segunda-feira (02/02), serão abertas as inscrições para os cursos de Taifeiro e Saloneiro. Os interessados poderão se inscrever até o dia 13 de fevereiro, das 9h às 16h. A carga horária é de 64 horas, com aulas práticas e teóricas. O início do curso está marcado para o dia 23 de fevereiro.

Podem se inscrever, ainda, os interessados em fazer o curso de Almoxarifado, que também terá aulas teóricas e práticas. O prazo de inscrição vai até o dia 13 de fevereiro, com início das aulas marcado para 9 de março, com aulas das 9h às 16h.
AsCom

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

ATENÇÃO, POPULAÇÃO DE SÃO FRANCISCO DE ITABAPOANA! MUDANÇA IMPORTANTE NA SAÚDE

O Cartão Nacional de Saúde (SUS) agora passou a usar o CPF como número principal de identificação dos usuários.

Essa mudança já está valendo desde sexta-feira (30/01) e substitui o antigo número do cartão SUS.
O que muda na prática?
Agora, ao chegar em uma unidade de saúde, o cidadão precisa informar apenas o CPF para ser identificado no sistema. Não será mais necessário decorar ou procurar o número antigo do cartão SUS.
Precisa fazer um novo cartão?
Não precisa!
Quem já tem cartão SUS pode ficar tranquilo. Todos os dados foram vinculados automaticamente ao CPF.
Por que essa mudança foi feita?
Para acabar com cadastros duplicados
Facilitar o acesso às informações do paciente
Tornar o atendimento mais rápido e organizado
Os novos cartões do SUS já estão sendo emitidos com o CPF como número principal.
Compartilhe essa informação! Informação também é cuidado com a saúde.
— Vereador João Eleno

Firjan SENAI Campos e Macaé têm mais de 700 vagas gratuitas de qualificação a partir de fevereiro

São 31 turmas em 15 cursos que incluem áreas como Gestão e Negócios, Infraestrutura, Produção Industrial, Produção Alimentícia, Controle e Processos Industriais

As unidades Firjan SENAI Campos e Macaé estão com inscrições abertas para 775 vagas gratuitas em cursos de qualificação profissional, todas com início previsto entre fevereiro e abril, a depender de cada turma. As aulas abrangem diferentes formatos (presencial e semipresencial), e as inscrições já estão abertas e devem ser feitas presencialmente na unidade de interesse. Os detalhes estão disponíveis no edital neste link.

As inscrições serão encerradas automaticamente para cada oferta assim que o número de inscritos atingir o limite de vagas. Em Campos, são 18 turmas e em cursos de Almoxarife, Assistente de Operações em Logística, Eletricista Industrial, Eletricista Predial, Instalador de Sistemas Drywall, Operador de Movimentação E Armazenagem De Material, Operador de Produção Industrial, Padeiro, Soldador de Aço Carbono Eletrodo Revestido 6g. Já em Macaé, são 13 turmas em Assistente de Operações em Logística, Controlador e Programador de Produção, Almoxarife, Eletricista Instalador Residencial, Instalador de Sistemas Drywall, Desenhista de Projetos Elétricos Industriais

Ao todo, são mais de oito mil vagas em todo o estado do Rio. No Noroeste Fluminense, há ainda 270 oportunidades nas unidades da Firjan SENAI em Itaperuna e Pádua, todas presenciais. Na unidade de Itaperuna são nove turmas: Confeiteiro, Montador de Móveis Planejados, Auxiliar de Plataforma, Mecânico de Climatização Residencial, Instalador de Sistemas Drywall, Costureiro Sob Medida – Modelagem, Corte e Costura, Eletricista Predial, Desenvolvedor de Projetos Maker em Fablab, Operador de Sistemas Computacionais em Rede. Já em Pádua são duas: Programador Back-End e Controlador e Programador de Produção.

Pré-requisito e inscrições
Para participar, os candidatos devem preencher os pré-requisitos específicos dos cursos desejados, incluindo idade e escolaridade, além de renda familiar mensal per capita bruta de até 1,5 salário-mínimo federal, comprovada por meio de uma autodeclaração. É fundamental também ter acesso a um computador ou notebook, já que parte dos cursos será realizada de forma on-line, seguindo a estratégia EAD.

Escritório de Carreira

Os alunos ainda contam com o “Escritório de Carreira”, da Firjan SENAI SESI, que vai conectar, de forma personalizada, os estudantes às oportunidades de emprego na indústria – que tem o maior salário de admissão entre todos os setores da economia, segundo pesquisa da Firjan.

O “Escritório de Carreira” oferece trilhas de formação para o mercado de trabalho, mentorias, workshops e um sistema de matchmaking – o “Conexão Vagas”, que combina e conecta perfis de alunos às demandas das empresas. Os alunos devem procurar a própria unidade onde estão matriculadas para participar das atividades.
Firjan

Firjan lança publicação e promove debate sobre futuro do gás natural no Rio de Janeiro e no país

Com o “Perspectivas do Gás no Rio 2025-2026”, Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro reafirma o potencial do energético no estado fluminense

Para levar luz às questões do mercado de gás natural sob a ótica da indústria e do poder público, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) reuniu especialistas e representantes do mercado durante o lançamento da publicação "Perspectivas do Gás no Rio 2025–2026”, promovido pela Firjan SENAI SESI. O evento, em 27/1, na Casa Firjan, discutiu tendências, desafios e oportunidades da cadeia de gás natural no estado e contou com patrocínio de Mattos Filho Advogados.

Luiz Césio Caetano, presidente da Firjan, destacou que o gás natural é um importante aliado para a segurança energética. Para ele, “a abertura do setor, a evolução regulatória, as mudanças no regime tributário e a necessidade de ampliar e otimizar a infraestrutura colocam o gás no centro das decisões estratégicas para o desenvolvimento econômico do estado”.

O ano de 2026 é considerado decisivo para alcançarmos os avanços esperados no mercado de gás, na avaliação de Caetano. “O Brasil – e, em especial, o Rio de Janeiro – reúne condições únicas para ampliar a oferta, reduzir custos e fortalecer a competitividade da sua indústria”, afirmou, ressaltando que o futuro do gás natural no Rio de Janeiro passa pela capacidade de avançar de forma coordenada. “Transformar produção em desenvolvimento exige escolhas bem fundamentadas e diálogo permanente entre o setor público, a indústria e os demais agentes do mercado”.

Baixe a publicação e acesse os dados dinâmicos no Observatório Firjan no link https://observatorio.firjan.com.br/inteligencia-competitiva/perspectivas-do-gas-no-rio-2025-2026

Vladimir Paschoal, conselheiro da Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa), afirmou que o evento da federação é um marco na avaliação da cadeia de gás. “Este ano temos desafios muito intensos no mercado de gás, ajustes de regulações e debates”, disse, enfatizando que, por isso, celebra este evento com a participação efetiva de vários associados da Firjan. “É justo que outros agentes também possam efetivamente migrar, buscar uma molécula mais barata e gerar empregos, que é o ciclo de desenvolvimento que a gente pretende”, complementou.

Já o secretário Nacional substituto de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia, Marlon Arraes, exaltou a importância da publicação da Firjan SENAI SESI, uma referência no debate qualificado, e disse que o relatório cumpre um papel essencial de organizar as informações e qualificar o planejamento energético. “A transparência de dados bem tratados, diagnóstico consistentes e diálogo institucional são condições essenciais para a construção de políticas públicas estáveis previsíveis e eficazes. E é exatamente isso que permite atrair investimentos, reduzir custos, ampliar o uso do gás natural e integrá-lo de forma inteligente à agenda de transição energética, incluindo o avanço do biogás do biometano.”

A apresentação da 8ª edição do estudo “Perspectivas do Gás no Rio 2025-2026" foi feita por Savio Bueno, gerente de Cenários de Petróleo, Gás, Energias e Naval da Firjan. “Entre os conteúdos apresentados na publicação, a federação apresentou uma análise do gás natural como um vetor de desenvolvimento industrial a preços competitivos, destacando a importância da busca por equilíbrio entre menores preços aos consumidores e remuneração adequada aos investimentos ao longo da cadeia”, afirmou.

Tributação: reforma, modelos e incentivos
O primeiro painel, que tratou de “Tributação: reforma, modelos e incentivos”, foi moderado por Guilherme de Castro e Souza, especialista de Petróleo, Gás, Naval e Energias da Firjan SENAI SESI, que ressaltou que o mercado do gás tem passado por um novo paradigma. O especialista enfatizou que “isso pode ser resultado da abertura, das modificações regulatórias, do novo modelo tributário que vai ser implementado, das novas infraestruturas que vêm sendo implementadas ou até mesmo dos novos modelos de negócio”.

Na opinião de Heloísa Borges, diretora de Estudos do Petróleo, Gás e Biocombustíveis da Empresas de Pesquisa Energética (EPE), o mercado de gás andou mais devagar do que se gostaria e mais rápido do que a se pôde perceber. “Agora avançamos para os novos desafios e um deles é trazer clareza sobre todas as perspectivas do gás do Rio, mostrando o seu potencial para a indústria. O gás é um combustível para algumas indústrias de transição, para outras, de destino, é alternativa de descarbonização, é minha alternativa de modernização, mas precisamos de preço competitivo. Não podemos fugir disso, de entender que a indústria do Rio de Janeiro precisa de competitividade”, pontuou.

Gabriel Kropsch, fundador da Sinergás, também considera que esse mercado andou bastante no ano passado e “este ano, falando do ponto de vista do biometano, sem dúvida, vai ser de virada: não tem mais como não acontecer. Temos muita coisa para andar, mas acho que é muito bacana termos essa oportunidade de todo ano vir na Firjan e refletir, e olhar o que está bom e o que vem por aí”.

A tributação na área de negócios foi o ponto central da fala de Eduardo Pontes, sócio-fundador da Infis Consultoria. “Estamos vivendo muitas mudanças tributárias, porém agora, a tributação ainda não consegue acompanhar os marcos regulatórios e as mudanças setoriais”, disse, acrescentando que o que se busca é que a tributação não seja um fator tão importante numa tomada de decisão do investimento ou no preço final do produto, a ponto de viabilizar ou não o uso daquela determinada fonte.

Infraestrutura de negócios: novos rumos para a transformação
O segundo painel do evento, “Infraestrutura de negócios: novos rumos para a transformação”, reuniu representantes estratégicos da cadeia de gás natural para discutir os desafios regulatórios, a visão de negócios e o amadurecimento do mercado brasileiro. Moderado por Bruno Chedid, sócio do escritório Mattos Filho, o debate contou com a participação de Sylvie D’Apote, presidente do Conselho de Usuários (CdU), Marcio Leal, sócio da Leal Cotrin Advogados, e Rodrigo Novo, gerente tributário da Origem Energia.

Bruno Chedid destacou a importância do diálogo entre os diferentes agentes do mercado. “A ideia aqui é falar de infraestrutura, mas principalmente de negócio, de previsibilidade e da visão dos usuários, trazendo perspectivas complementares do jurídico e do setor produtivo”, afirmou.

Mais do que discutir regulação, Chedid destacou ser fundamental entender como essas decisões impactam diretamente os investimentos e a competitividade do mercado. “O diálogo entre usuários, transportadores, reguladores e investidores é essencial para que o mercado avance de forma equilibrada e sustentável”, acrescentou.

Sylvie D’Apote explicou o papel do órgão criado a partir da Nova Lei do Gás. “O Conselho foi instituído para representar os carregadores, ou seja, os usuários dos serviços de transporte de gás natural. Nosso objetivo é defender pautas que envolvem tarifas, investimentos e regulações em um mercado que ainda está em abertura e amadurecimento”, disse.

Segundo ela, o momento é particularmente sensível para o setor. “O gás natural não tem mercado cativo, ele compete com outros energéticos. Para não ser substituído, precisa chegar ao consumidor final de forma competitiva, sem ser excessivamente onerado pela infraestrutura”, ressaltou.

Sylvie lembrou que, em 2025, a ANP iniciou a revisão das regras e metodologias tarifárias para os próximos ciclos regulatórios. Essas decisões vão impactar não apenas o período de 2027 a 2030, mas também os ciclos futuros.

Marcio Leal ressaltou a evolução do mercado de gás brasileiro, apesar dos entraves ainda existentes. “Nós avançamos muito. Não estamos no cenário ideal, mas não dá para negar que houve uma evolução significativa ao longo dos últimos anos”, avaliou. Para ele, eventos como o promovido pela Firjan são fundamentais. “São espaços que reúnem quem está no dia a dia do mercado: produtores, usuários, advogados e reguladores. É nesse ambiente que as dores aparecem e as soluções começam a ser construídas”, disse.

Uma visão pragmática do mercado sob a ótica dos carregadores e produtores foi apresentada por Rodrigo Novo. “Hoje, quem atua nesse mercado precisa entender não só de tributação, mas também de fluxo de caixa, viabilidade econômica e retorno dos investimentos. A visão de negócio deixou de ser opcional”, afirmou.

O gerente tributário da Origem Energia destacou o perfil diversificado da Origem Energia e sua atuação em diferentes frentes. “Temos um portfólio multiplataforma e participamos ativamente do desenvolvimento desse mercado. Apesar de ele já ter quase dez anos, ainda está em construção”, avaliou.

O painel reforçou que, embora o mercado de gás natural tenha avançado nos últimos anos, o equilíbrio entre regulação, investimentos e competitividade continua sendo o principal desafio para garantir segurança jurídica, atração de capital e expansão sustentável da infraestrutura no Brasil.

Desafios da transição energética
O painel de encerramento, moderado por Karine Fragoso, gerente-geral de Petróleo, Gás, Energias e Naval da Firjan, abordou os desafios da transição energética, o papel estratégico do gás natural e a urgência de ampliar investimentos para garantir segurança energética e competitividade industrial.

Karine Fragoso ressaltou que o país ainda enfrenta uma grande demanda reprimida por energia. “Temos ainda muito Brasil para construir e, para isso, precisamos de muita energia, de forma sustentável, mas também acessível para a indústria, que é uma das principais consumidoras”, afirmou.

Na avaliação de Angélica Laureano, diretora executiva de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, o gás natural segue como elemento central na transição energética brasileira. “A transição acontece por adição. O Brasil vai continuar precisando de muita energia até 2050, e isso inclui gás e petróleo, ao mesmo tempo em que avançamos em bioprodutos e fontes renováveis”, destacou. Segundo ela, manter a participação atual da Petrobras na matriz energética exigirá investimentos expressivos. “Para continuarmos representando cerca de 30% da matriz primária em 2050, precisamos praticamente dobrar a nossa capacidade energética”, explicou.

Já Claudia Brun, vice-presidente de Estratégia, Desenvolvimento de Negócios e MMP da Equinor, reforçou o compromisso da companhia com o Brasil. “O Brasil é um mercado estratégico para a Equinor. Temos uma previsão de investir cerca de US$ 25 bilhões até 2030, com projetos que trazem volumes relevantes de gás e óleo, além de geração de empregos e desenvolvimento tecnológico”, destacou. Ela citou projetos como os campos de Raia e Bacalhau, exemplos de iniciativas que fortalecem a segurança energética e ampliam a longevidade do portfólio da empresa no país.

A vice-presidente destacou ainda os desafios operacionais do mercado de gás. “O mercado já está aberto, mas é extremamente complexo. O custo transacional para operar gás natural ainda é muito alto, o que afasta consumidores que gostariam de migrar para o mercado livre”, avaliou. Para ela, a simplificação regulatória é essencial. “Há muita criatividade e novos produtos surgindo, mas precisamos reduzir a complexidade para viabilizar mais entradas”, completou.

Sobre descarbonização, a executiva ponderou que o cenário internacional impõe limites. Com um contexto geopolítico desafiador, em que governos precisam equilibrar segurança energética, preço acessível e sustentabilidade, nem sempre é simples definir quem paga a conta da transição, avaliou.

Encerrando o evento, Karine reforçou o potencial do Rio de Janeiro como polo energético e industrial. “O estado tem espaço para voltar a crescer no consumo de gás, especialmente na indústria. Garantia de suprimento e previsibilidade são fundamentais para destravar novos investimentos”, concluiu.

Baixe a publicação e acesse os dados dinâmicos no Observatório Firjan no link https://observatorio.firjan.com.br/inteligencia-competitiva/perspectivas-do-gas-no-rio-2025-2026


Firjan

Sustentabilidade e Qualidade de Vida

A sustentabilidade urbana é um fator determinante para a melhoria da qualidade de vida nas cidades, integrando planejamento, infraestrutura, tecnologia e responsabilidade ambiental. Cidades que investem em práticas sustentáveis conseguem equilibrar desenvolvimento econômico, preservação ambiental e bem-estar social, promovendo ambientes mais saudáveis, humanos e resilientes.

O planejamento urbano sustentável envolve a criação de espaços verdes, a arborização, a implementação de infraestrutura verde e a preservação de ecossistemas urbanos. Áreas verdes, parques, jardins e corredores ecológicos regulam o microclima, purificam o ar, absorvem poluentes e reduzem o efeito de ilhas de calor, tornando a cidade mais confortável e agradável para os habitantes.

A mobilidade urbana sustentável é outro elemento essencial. Incentivar o transporte público eficiente, o uso de bicicletas, a caminhada e sistemas de transporte compartilhado reduz congestionamentos, poluição e emissões de gases de efeito estufa. Além disso, promove acesso equitativo e inclusivo a diferentes regiões da cidade, garantindo que todos se beneficiem das melhorias urbanas.

A gestão de recursos naturais, como água e energia, está diretamente ligada à qualidade de vida. A sustentabilidade urbana prioriza o uso racional, a eficiência energética, a captação de água da chuva, a reutilização de águas cinzas e a instalação de fontes renováveis. Essas medidas reduzem impactos ambientais e custos, beneficiando diretamente a população.

O bem-estar social é fortalecido por meio de cidades mais verdes, inclusivas e acessíveis. Parques, praças e espaços públicos oferecem oportunidades de lazer, interação social e prática de atividades físicas, promovendo saúde física e mental. Áreas arborizadas e bem cuidadas aumentam o conforto, a segurança e o sentimento de pertencimento dos moradores.

A biodiversidade urbana também é um elemento crítico. Manter espécies nativas de fauna e flora contribui para o equilíbrio dos ecossistemas, serviços ambientais essenciais e resiliência urbana frente a mudanças climáticas e desastres naturais. A presença de animais, insetos polinizadores e vegetação nativa fortalece o ciclo natural dentro das cidades.

A participação cidadã desempenha papel fundamental na sustentabilidade e qualidade de vida. Canais digitais, consultas públicas e programas comunitários permitem que moradores contribuam para o planejamento urbano, relatem problemas, sugiram melhorias e acompanhem políticas públicas. Essa interação fortalece a governança e promove decisões mais eficazes e inclusivas.

Além disso, a tecnologia urbana potencializa a sustentabilidade e a qualidade de vida. Sistemas de monitoramento, análise de dados e inteligência urbana permitem gerenciar recursos, planejar transporte, controlar poluição, otimizar energia e identificar áreas de risco, tornando a cidade mais eficiente, segura e resiliente.

Em termos econômicos, a sustentabilidade urbana também impacta positivamente. Áreas verdes valorizam imóveis, reduzem custos com saúde pública e energia, atraem investimentos e fomentam turismo e lazer. A eficiência na gestão de recursos contribui para o crescimento econômico sustentável e a prosperidade das cidades. Obras

Em síntese, a sustentabilidade urbana é diretamente proporcional à qualidade de vida. Cidades que priorizam planejamento ambiental, mobilidade, infraestrutura verde, participação social e tecnologia criam ambientes mais humanos, saudáveis e resilientes. Investir em sustentabilidade significa investir em cidades mais equilibradas, inclusivas e preparadas para os desafios do século XXI.

Fonte: Izabelly Mendes.

Ossada humana é encontrada em canavial em São Francisco de Itabapoana

Restos mortais estavam em estrada vicinal na localidade de Vila dos Marias

Foto Ilustrativa/Arquivo

Uma ossada humana foi encontrada no fim da tarde desta quinta-feira (29) em uma estrada vicinal, em meio a um canavial, na localidade de Vila dos Marias, em São Francisco de Itabapoana.

Uma equipe policial foi acionada após informações sobre a presença de restos mortais no local e constatou que se tratava de um cadáver em avançado estado de decomposição, o que impossibilitou a identificação imediata.

Familiares de um homem desaparecido desde o dia 23 de janeiro estiveram na área e levantaram a hipótese de que a ossada possa pertencer ao parente, porém não há confirmação oficial até o momento.

Os restos mortais encontrados na localidade foram encaminhados para o Instituto Médico Legal de Campos dos Goytacazes. O caso foi encaminhado para a 147ª Delegacia de Polícia.
J3News

Retomada de voos comerciais em Campos é discutida por representantes da Codemca e Petrobras

Reunião avaliou demanda aérea em Campos e próximo passo é levar a Azul para a mesa de negociações

Participantes da reunião na Codemca (Divulgação)

A retomada dos voos comerciais no Aeroporto Bartolomeu Lisandro foi tema de reunião da Companhia de Desenvolvimento do Município de Campos (Codemca), na quinta-feira (29), com representantes da Petrobras para avaliar a real necessidade das operações aéreas no município. Durante o encontro, a equipe da estatal apresentou números das atividades no Heliporto de Campos, em Farol de São Thomé, e apontou viabilidade de demanda para o aeroporto campista.

Em novembro do ano passado, o presidente da Codemca, Thiago Virgílio, esteve em Brasília, em audiência com o ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, quando protocolou um documento defendendo a retomada dos voos. Segundo ele, os dados apresentados agora pela Petrobras reforçam o argumento de que há procura suficiente para justificar as operações comerciais.
Aeronave da Azul, última empresa de aviação comercial a operar em Campos

“Recebemos a equipe da Petrobras, que nos apresentou números que confirmam aquilo que a gente já vem dizendo, que a demanda é real. O próximo passo é trazer para a mesa de discussão a empresa aérea responsável pelos voos na nossa cidade, que é a Azul”, afirmou Thiago, destacando a importância das linhas para o desenvolvimento regional, turístico, empresarial e econômico.
Terminal do Aeroporto Bartolomeu Lisandro (Arquivo)

Os voos comerciais em Campos eram operados pela Azul, que em agosto do ano passado anunciou o encerramento das atividades no município, alegando aumento nos custos operacionais e necessidade de tornar as rotas mais rentáveis. A suspensão causou impactos na economia regional e na mobilidade de passageiros.

Também participaram da reunião o vice-presidente da Codemca, Afrânio Júnior, além de representantes da Petrobras: o gerente de Operações Aeroportos, Rawlinson Abreu; o gerente de Operações de Transporte Aéreo, Fabrício Marcenes; a coordenadora dos Aeroportos, Isabela Paes; e o coordenador de Relações Institucionais, Luiz Fabiano Nericke. O vereador Marcelo Feres acompanhou o encontro de forma on-line.

Fonte: Secom/PMCG

Hospital Ferreira Machado pede ajuda para identificar homem internado no CTI

Homem foi vítima de atropelamento, teve piora no quadro de saúde e está sedado e entubado

Por Yan Tavares
Foto: Silvana Rust

O Hospital Ferreira Machado (HFM) divulgou um comunicado na tarde desta quinta-feira (29), solicitando ajuda para identificar um paciente internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI). Ele foi vitima de atropelamento por uma moto, na última terça-feira (27).

De acordo com a unidade hospitalar, o homem informou ao ser atendido pelo Corpo de Bombeiros, que se chama Mosafá Ribeiro, tem 61 anos e é morador da rua Manoel Luiz Braga, no bairro do Fundão. Ele deu entrada no HFM com traumatismo cranioencefálico. Poateriormente, seu quadro clínico piorou. Agora, ele está sedado e entubado.

“Até o momento, nenhum familiar ou conhecido compareceu à unidade, e a identidade do paciente ainda não foi confirmada. Quem tiver qualquer informação que possa ajudar, deve procurar com urgência o Serviço Social do Hospital Ferreira Machado”, acrescenta a nota.
Fonte: J3News