Será implantada nesta sexta-feira (23), às 15h, no Hospital Escola Álvaro Alvim, a pedra fundamental das obras de ampliação para a construção do setor de radioterapia. O acelerador linear, equipamento para tratar os pacientes de câncer, vai ser adquirido com recursos do ministério da Saúde, que está liberando, por convênio, R$ 2,5 milhões.
A conquista do equipamento para Campos representa a consolidação de um compromisso feito com a Liga Campista e Norte Fluminense de Combate ao Câncer, instituição fundada em 1957 para construir um hospital, que foi, duas décadas depois, entregue, com as obras ainda inacabadas, à Fundação Benedito Pereira Nunes, mantenedora do Álvaro Alvim.
O hospital de ensino é responsável, desde a criação da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), em 2008, que atende pacientes da região com cirurgias, quimioterapia, exames e tratamento ambulatorial. O acelerador linear representa, segundo o diretor do HEAA, Jair Araujo Junior, o cumprimento de uma missão histórica.
— Estamos completando um ciclo, que teve início há mais de 50 anos, e hoje podemos proporcionar aos pacientes de câncer de toda a região tecnologia de ponta no tratamento. Foi um processo longo, que contou com a sensibilidade do ministro Alexandre Padilha e do deputado Garotinho, que conversou com o ministro em sua vinda a Campos, mostrou a necessidade, e então foi formada a parceria que resultou no convênio — conta o diretor.
A conquista do equipamento para Campos representa a consolidação de um compromisso feito com a Liga Campista e Norte Fluminense de Combate ao Câncer, instituição fundada em 1957 para construir um hospital, que foi, duas décadas depois, entregue, com as obras ainda inacabadas, à Fundação Benedito Pereira Nunes, mantenedora do Álvaro Alvim.
O hospital de ensino é responsável, desde a criação da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), em 2008, que atende pacientes da região com cirurgias, quimioterapia, exames e tratamento ambulatorial. O acelerador linear representa, segundo o diretor do HEAA, Jair Araujo Junior, o cumprimento de uma missão histórica.
— Estamos completando um ciclo, que teve início há mais de 50 anos, e hoje podemos proporcionar aos pacientes de câncer de toda a região tecnologia de ponta no tratamento. Foi um processo longo, que contou com a sensibilidade do ministro Alexandre Padilha e do deputado Garotinho, que conversou com o ministro em sua vinda a Campos, mostrou a necessidade, e então foi formada a parceria que resultou no convênio — conta o diretor.

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