Fotos: Ururau
Depois da visita do secretário de Assistência Social e Direitos Humanos Rodrigo Neves na última semana, a prefeita de Campos recebeu no final da tarde desta segunda-feira (09/01) o vice-governador do Estado, Luiz Fernando Pezão, que esteve cumprindo agenda regional. No encontro, além de convidar o vice-governador para compor a comitiva que estará formada pelos ministros da Integração Nacional, Fernando Bezerra e o dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, Rosinha Garotinho fez uma espécie de apelo para que o Instituto Estadual do Ambiente (INEA) possa finalmente intervir e tomar providências e resolver a precariedade das comportas dos canais.
“Assim
que assumi o governo foi liberada uma verba de R$ 90 milhões e no
projeto previa esse serviço, mas como a Prefeitura estava inadimplente
apresentamos a proposta para que o Estado gerisse as obras e os
ministros aceitaram. Agora, se o projeto foi mudado, não temos culpa.
Onde necessitava não fizeram. Se tivermos problemas com água vindo do
Imbé, por exemplo, e essa é outra preocupação que temos que ter, a água
para a Baixada e vai ser complicado. Para amenizar fizemos limpezas, mas
que na verdade são medidas paliativas. O certo seria poder abrir e
fechar as comportas diante das necessidades e hoje isso é impossível.
Está aberto e isso é muito prejudicial para a região”, declarou a
Prefeita.
Participaram da reunião também o Comandante do 5º GBM, Sila Pereira e os secretários municipais de Saúde, Paulo Hirano; da Assistência e Família, Izaura Freire; da Defesa Civil, Henrique Oliveira; de Obras, Edílson Peixoto e de Comunicação Social, Mauro Silva.
Pezão
colocou a Prefeita em contato com a presidente do Inea, Marilene Ramos
que declarou que as ações referentes as comportas estão previstas para a
segunda parte da recuperação dos canais.
Rosinha apresentou a Pezão as ações que a Prefeitura de Campos realiza para as comunidades afetadas pelas águas no município, assim como no distrito de Outeiro, em Cardoso Moreira, onde o rompimento do dique do Canal das Onças afetou mais de 80 famílias. O vice-governador reconheceu a eficiência do programa Morar Feliz, que removeu mais de 13 mil pessoas das áreas de risco para os novos conjuntos habitacionais, evitando transtorno ainda maior.
O vice-governador Pezão defendeu um projeto regional para ser desenvolvido em parceria entre o governo estadual e federal para minimizar os efeitos das cheias dos rios Paraíba do Sul e Muriaé. “Não é possível que se permita essa situação todos os anos. É enxugar gelo. Tem que se ter um projeto regional para ser executado pelo Estado e o Governo Federal de forma eficiente”.

ALGUMAS FAMÍLIAS RETORNARAM PARA TRÊS VENDASSobre as águas que ainda devem chegar do Rio Muriaé e ainda da possibilidade de fortes chuvas no Estado de São Paulo que acarretariam em maior volume de água no Paraíba, a Prefeita demonstrou apreensão. “A gente tem pedido insistentemente que as famílias deixem suas casas, aquelas que insistem em ficar nas lajes e segundo andar. Ainda vem muita água de Minas e é preciso que as pessoas compreendam nossa preocupação e ouçam a Defesa Civil. Ainda existe preocupação com possíveis águas de São Paulo, o que nos deixaria realmente em situação ainda mais complicada”.
Na localidade de Três Vendas, que tem em torno de 1000 residências e cerca de 4000 moradores, cerca de 500 famílias não aceitaram deixar suas casas quando houve o anúncio prévio de que as águas do Rio Muriaé tomariam o local. Esse número foi baixando com o trabalho de convencimento das autoridades e chegou a 414, sendo que, como a baixa do nível da água na localidade, o que aconteceu na última semana, algumas famílias retornaram e agora são 446, que estão recebendo amparo da Secretaria de Assistência e Família, com água potável, cesta básica, material higiênico, fraldas descartáveis e colchonetes.
Já a Secretaria de Saúde atua com atendimentos, quando esses são solicitados. Nesta segunda-feira a Vigilância Sanitária Estadual esteve no local e juntos os dois governos tomaram medidas para atuarem em conjunto. Nos abrigos, onde as famílias estão abrigadas, os profissionais da área da limpeza das escolas foram convocados para trabalharem.
Vice-governador apresenta projeto para ser desenvolvido com a União
Depois da visita do secretário de Assistência Social e Direitos Humanos Rodrigo Neves na última semana, a prefeita de Campos recebeu no final da tarde desta segunda-feira (09/01) o vice-governador do Estado, Luiz Fernando Pezão, que esteve cumprindo agenda regional. No encontro, além de convidar o vice-governador para compor a comitiva que estará formada pelos ministros da Integração Nacional, Fernando Bezerra e o dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, Rosinha Garotinho fez uma espécie de apelo para que o Instituto Estadual do Ambiente (INEA) possa finalmente intervir e tomar providências e resolver a precariedade das comportas dos canais.
Participaram da reunião também o Comandante do 5º GBM, Sila Pereira e os secretários municipais de Saúde, Paulo Hirano; da Assistência e Família, Izaura Freire; da Defesa Civil, Henrique Oliveira; de Obras, Edílson Peixoto e de Comunicação Social, Mauro Silva.
Rosinha apresentou a Pezão as ações que a Prefeitura de Campos realiza para as comunidades afetadas pelas águas no município, assim como no distrito de Outeiro, em Cardoso Moreira, onde o rompimento do dique do Canal das Onças afetou mais de 80 famílias. O vice-governador reconheceu a eficiência do programa Morar Feliz, que removeu mais de 13 mil pessoas das áreas de risco para os novos conjuntos habitacionais, evitando transtorno ainda maior.
O vice-governador Pezão defendeu um projeto regional para ser desenvolvido em parceria entre o governo estadual e federal para minimizar os efeitos das cheias dos rios Paraíba do Sul e Muriaé. “Não é possível que se permita essa situação todos os anos. É enxugar gelo. Tem que se ter um projeto regional para ser executado pelo Estado e o Governo Federal de forma eficiente”.
ALGUMAS FAMÍLIAS RETORNARAM PARA TRÊS VENDASSobre as águas que ainda devem chegar do Rio Muriaé e ainda da possibilidade de fortes chuvas no Estado de São Paulo que acarretariam em maior volume de água no Paraíba, a Prefeita demonstrou apreensão. “A gente tem pedido insistentemente que as famílias deixem suas casas, aquelas que insistem em ficar nas lajes e segundo andar. Ainda vem muita água de Minas e é preciso que as pessoas compreendam nossa preocupação e ouçam a Defesa Civil. Ainda existe preocupação com possíveis águas de São Paulo, o que nos deixaria realmente em situação ainda mais complicada”.
Na localidade de Três Vendas, que tem em torno de 1000 residências e cerca de 4000 moradores, cerca de 500 famílias não aceitaram deixar suas casas quando houve o anúncio prévio de que as águas do Rio Muriaé tomariam o local. Esse número foi baixando com o trabalho de convencimento das autoridades e chegou a 414, sendo que, como a baixa do nível da água na localidade, o que aconteceu na última semana, algumas famílias retornaram e agora são 446, que estão recebendo amparo da Secretaria de Assistência e Família, com água potável, cesta básica, material higiênico, fraldas descartáveis e colchonetes.
Já a Secretaria de Saúde atua com atendimentos, quando esses são solicitados. Nesta segunda-feira a Vigilância Sanitária Estadual esteve no local e juntos os dois governos tomaram medidas para atuarem em conjunto. Nos abrigos, onde as famílias estão abrigadas, os profissionais da área da limpeza das escolas foram convocados para trabalharem.

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