terça-feira, 6 de novembro de 2012

Pesquisa indica vitória de Barack Obama em eleição mundial

Em pesquisa da GlobeScan/Pipa, atual presidente americano ainda é o favorito para vencer a eleição em 20 de 21 paísesEm pesquisa da GlobeScan/Pipa, atual presidente americano ainda é o favorito para vencer a eleição em 20 de 21 países 

Foto: Carolyn Kaster / AP O Globo

 
 
RIO — Enquanto os americanos estão divididos entre os dois candidatos à Presidência, o restante do mundo parece já ter se decidido e Barack Obama seria o vencedor se os demais países participassem desta eleição. De acordo com a pesquisa da GlobeScan/PIPA, encomendada pela BBC e realizada em 21 países, o democrata receberia 50% dos votos em 20 países, enquanto que o republicano Mitt Romney teria apenas 9% dos votos, ganhando em apenas uma nação. Mais de 21.700 pessoas foram entrevistadas entre os dias 3 de julho e 3 de setembro deste ano.
A pesquisa aponta a França como o mais favorável à reeleição de Obama, com 72% de preferência para o presidente contra 2% pró-Romney. O ranking de apoio a Obama segue com Austrália (67% a 6%), Canadá (66% a 9%) e Nigéria (66% a 11% ). O Brasil aparece empatado com o Reino Unido e o Panamá, todos com 65% de apoio ao candidato da situação. Apenas 6% dos brasileiros votariam no Partido Republicano.
O único país em que Romney venceu, na pesquisa, foi o Paquistão, com apenas 14% das intenções de voto. Obama chegou perto, e receberia 11% dos votos. Um dado que chamou a atenção do instituto foram os 75% de paquistaneses que não quiseram opinar. O republicano também recebeu grande apoio no Quênia (18%), país de seu pai, e na Polônia (16%).
A pesquisa também comparou os resultados atuais com os percentuais da pesquisa de 2008, quando Obama enfrentou John McCain. Nos quatro anos do governo atual, o apoio ao democrata caiu no Quênia, na Polônia, na Alemanha, na China e no México. Na Alemanha e no Quênia, o prestígio dos republicanos também se reduziu, enquanto aumentou nos outros três países. A Nigéria foi o único país em que os percentuais se mantiveram iguais, tanto para republicanos (11%) quanto para democratas (66%). No Brasil, os democratas aumentaram mais 14 pontos percentuais dos entrevistados, e os republicanos perderam 2 pontos.

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