O Programa Petrobras Agenda 21 foi criado para proporcionar o desenvolvimento sustentável nas áreas de influência das nossas instalações e unidades operacionais, por meio de um processo participativo. Apoiamos as comunidades na construção e implementação das Agendas 21 Comunitárias. Nossa proposta é mostrar um caminho corporativo de participação democrática e social, ou seja, conhecer o presente para planejar o futuro. Dessa forma, buscamos:
· Programar os princípios e ações da Agenda 21 por meio de um processo de diálogo permanente com as comunidades das áreas de influência.
· Prover condições para organização, capacitação, acompanhamento e apoio à construção das Agendas 21 Comunitárias.
· Orientar os setores da sociedade com o objetivo de implementar as ações propostas no documento da Agenda 21 e da sustentabilidade do processo.
· Estabelecer e estimular parcerias interinstitucionais para viabilizar a execução dos Planos de Desenvolvimento Comunitários das Agendas 21 Comunitárias.
· Sistematizar as práticas de relacionamento do sistema Petrobras com as comunidades.
· Disponibilizar informações que apoiem a tomada de decisão no processo de análise e seleção de projetos que estejam alinhados aos programas de patrocínios corporativos.
· Incentivar a realização de atividades que desenvolvam o potencial socioeconômico existente nas comunidades.
O sistema estuarino-lagunar Gargaú pertence ao rio Paraíba do Sul e se apresenta com sucessões de faixas arenosas em sua desembocadura (SILVA, 2001) se caracterizando como uma planície costeira, apresentando comportamento instável devido à presença de inundações periódicas influenciadas pela maré (MME, 1983).
Toda dinâmica local favorece a presença de manguezais, ecossistema de grande importância econômica por ser fonte de recursos pesqueiros e extrativistas usados pela população local (LACERDA, 2003) além de exercer várias funções como: estabilizador dos sedimentos transportados; grande produtor primário e considerados verdadeiros viveiros de peixes, crustáceos e moluscos, que utilizam-no para alimentação, reprodução, desova, crescimento e proteção (ARAÚJO, MACIEL, 1979). Daí a importância de um amplo estudo para que este ecossistema se conserve e seja explorado de maneira que não se torne escasso (VANNUCCI, 2003). O manguezal da região é considerado o segundo maior do estado e é tombado como ‘área de Mata Atlântica’ pelo Decreto Estadual de 06/03/1991.
Localiza-se no Município de São Francisco de Itabapoana, região norte-fluminense, está descrito como limites, ao norte com o estado do Espírito Santo, ao sul com o município de Campos dos Goytacazes / São João da Barra, a leste com o oceano Atlântico e a oeste com Campos do Goytacazes. Possui uma extensão territorial de 1.122,437 km2, composto por 19 praias em 64 km2 de litoral. O número de habitantes perfaz um total de 41.354 na área total do Município, com densidade demográfica de 36,84 (hab/km²) e usa-se como gentílico, são franciscanos. O clima da região é quente e úmido, variando entre 15,8º C em julho e 31ºC em janeiro, com uma média anual de 23ºC. Sua economia está focada na indústria, no comércio, pesca artesanal, mineração, turismo, pecuária e agricultura, sendo o maior produtor de maracujá, goiaba, abacaxi e mandioca e segundo maior produtor de cana-de-açúcar do estado (WWW.ibge.gov.br/cidadeat/topwindow CENSO, 2010).
A Comunidade de Gargaú é um distrito do município de São Francisco de Itabapoana no estado do Rio de Janeiro,junto à foz do rio Paraíba do Sul.Sua população compreende em moradores fixos num total aproximado de 6.000 pessoas e mais o aumento veranista que dobra este número. O local é reconhecido pelos seus importantes manguezais,área de transição(estuário)a grande diversidade de micro,macro fauna e flora,e seus fortes ventos, importantíssimos para a recém instalada Gargaú Eólica, além de ter uma bela praia e um povo receptivo e carinhoso com os turistas.Conta com um grande numero de manifestações culturais que se estendem ao longo do ano, como os blocos de carnaval, alguns com mais 60 anos de tradição e o tradicional desfile cívico em comemoração à independência da Brasil. O patrimônio arquitetônico de Gargaú é um atrativo a parte, com casarões da década de 50, que infelizmente por carência de incentivo através dos órgãos competentes de preservação estão sendo destruídos, sem qualquer registro científico e cultural, e o Barracão, utilizado no passado para fazer as feiras da localidade é hoje um espaço cultural,e que necessita de projetos para a comunidade, no resgate da cultura local e regional.A economia gira em torno da pesca,que nos anos noventa apresentou uma melhora significativa com a presença abundante de peixes de recife (peruá) e diversas espécies do Rio Paraíba do Sul,além do camarão sete barbas,muito apreciado no verão juntamente com o caranguejo uçá, criando várias alternativas de geração de renda, como beneficiamento,turismo,comércio local.
A pesca predatória,o avanço para construção nas áreas de manguezal,nas várzeas e outras áreas sensíveis,por falta de fiscalização por técnicos especializados,estão dizimando ambientes que outrora serviam de berçários para várias espécies,atingem diretamente toda a cadeia ecologia e a biodiversidade local,caindo consideravelmente toda a economia local, forçando frigoríficos a desativação,venda de barcos e fechamento de peixarias e restaurantes.
· Programar os princípios e ações da Agenda 21 por meio de um processo de diálogo permanente com as comunidades das áreas de influência.
· Prover condições para organização, capacitação, acompanhamento e apoio à construção das Agendas 21 Comunitárias.
· Orientar os setores da sociedade com o objetivo de implementar as ações propostas no documento da Agenda 21 e da sustentabilidade do processo.
· Estabelecer e estimular parcerias interinstitucionais para viabilizar a execução dos Planos de Desenvolvimento Comunitários das Agendas 21 Comunitárias.
· Sistematizar as práticas de relacionamento do sistema Petrobras com as comunidades.
· Disponibilizar informações que apoiem a tomada de decisão no processo de análise e seleção de projetos que estejam alinhados aos programas de patrocínios corporativos.
· Incentivar a realização de atividades que desenvolvam o potencial socioeconômico existente nas comunidades.
O sistema estuarino-lagunar Gargaú pertence ao rio Paraíba do Sul e se apresenta com sucessões de faixas arenosas em sua desembocadura (SILVA, 2001) se caracterizando como uma planície costeira, apresentando comportamento instável devido à presença de inundações periódicas influenciadas pela maré (MME, 1983).
Toda dinâmica local favorece a presença de manguezais, ecossistema de grande importância econômica por ser fonte de recursos pesqueiros e extrativistas usados pela população local (LACERDA, 2003) além de exercer várias funções como: estabilizador dos sedimentos transportados; grande produtor primário e considerados verdadeiros viveiros de peixes, crustáceos e moluscos, que utilizam-no para alimentação, reprodução, desova, crescimento e proteção (ARAÚJO, MACIEL, 1979). Daí a importância de um amplo estudo para que este ecossistema se conserve e seja explorado de maneira que não se torne escasso (VANNUCCI, 2003). O manguezal da região é considerado o segundo maior do estado e é tombado como ‘área de Mata Atlântica’ pelo Decreto Estadual de 06/03/1991.
Localiza-se no Município de São Francisco de Itabapoana, região norte-fluminense, está descrito como limites, ao norte com o estado do Espírito Santo, ao sul com o município de Campos dos Goytacazes / São João da Barra, a leste com o oceano Atlântico e a oeste com Campos do Goytacazes. Possui uma extensão territorial de 1.122,437 km2, composto por 19 praias em 64 km2 de litoral. O número de habitantes perfaz um total de 41.354 na área total do Município, com densidade demográfica de 36,84 (hab/km²) e usa-se como gentílico, são franciscanos. O clima da região é quente e úmido, variando entre 15,8º C em julho e 31ºC em janeiro, com uma média anual de 23ºC. Sua economia está focada na indústria, no comércio, pesca artesanal, mineração, turismo, pecuária e agricultura, sendo o maior produtor de maracujá, goiaba, abacaxi e mandioca e segundo maior produtor de cana-de-açúcar do estado (WWW.ibge.gov.br/cidadeat/topwindow CENSO, 2010).
A Comunidade de Gargaú é um distrito do município de São Francisco de Itabapoana no estado do Rio de Janeiro,junto à foz do rio Paraíba do Sul.Sua população compreende em moradores fixos num total aproximado de 6.000 pessoas e mais o aumento veranista que dobra este número. O local é reconhecido pelos seus importantes manguezais,área de transição(estuário)a grande diversidade de micro,macro fauna e flora,e seus fortes ventos, importantíssimos para a recém instalada Gargaú Eólica, além de ter uma bela praia e um povo receptivo e carinhoso com os turistas.Conta com um grande numero de manifestações culturais que se estendem ao longo do ano, como os blocos de carnaval, alguns com mais 60 anos de tradição e o tradicional desfile cívico em comemoração à independência da Brasil. O patrimônio arquitetônico de Gargaú é um atrativo a parte, com casarões da década de 50, que infelizmente por carência de incentivo através dos órgãos competentes de preservação estão sendo destruídos, sem qualquer registro científico e cultural, e o Barracão, utilizado no passado para fazer as feiras da localidade é hoje um espaço cultural,e que necessita de projetos para a comunidade, no resgate da cultura local e regional.A economia gira em torno da pesca,que nos anos noventa apresentou uma melhora significativa com a presença abundante de peixes de recife (peruá) e diversas espécies do Rio Paraíba do Sul,além do camarão sete barbas,muito apreciado no verão juntamente com o caranguejo uçá, criando várias alternativas de geração de renda, como beneficiamento,turismo,comércio local.
A pesca predatória,o avanço para construção nas áreas de manguezal,nas várzeas e outras áreas sensíveis,por falta de fiscalização por técnicos especializados,estão dizimando ambientes que outrora serviam de berçários para várias espécies,atingem diretamente toda a cadeia ecologia e a biodiversidade local,caindo consideravelmente toda a economia local, forçando frigoríficos a desativação,venda de barcos e fechamento de peixarias e restaurantes.
Caminhamos para uma nova adoção de práticas sustentáveis,um novo conceito de Projetos, com inovação,criatividade, participação dos setores,público e privado e consequentemente buscando melhorar a qualidade de vida das pessoas, garantia de novas demandas e certamente abrindo dezenas de oportunidades, melhorando consideravelmente a renda familiar,incentivos maiores nos setores de Educação e Saúde,e principalmente na aplicação de recursos atendendo as diretrizes de responsabilidade social e ambiência.
Neste sentido deu-se início ao Fórum agenda 21 na localidade de Gargaú, Município de são Francisco de Itabapoana, em 10/03/2014, com representantes da Petrobras, do IRSE(Instituto de Estudos da Religião),setores de interesse e agentes comunitários.Foram convidados aproximadamente 40 pessoas, onde usou-se o contato telefônico e pessoal, e anúncio na rádio local e blogs de amigos.
No primeiro momento houve exposições e apresentações por parte do IRSE representada pela ., e pela senhora Neri Olabarriaga e Sra. Ana Olívia, por parte da Petrobras pela senhora Leila, que dissertaram da importância de formalização do documento agenda 21, assim como suas vertentes e possíveis chamadas de projetos que irão contribuir de forma significativa na melhoria e oportunidades para a comunidade de Gargaú.
Na pauta do fórum foram apontadas duas plataformas para desenvolvimento e elaboração de propostas, ouvindo o público presente e assim definindo alguns pontos como, apresentação de resultados de etapas anteriores e determinação da Secretaria executiva, esta na qual ficaram definidos os seguintes nomes representativos, na comunidade o Sr. José Roberto Alves Miranda, na Pesca artesanal o Sr. Airton Miranda Martins, no Poder Público Ilzomar Soares Filho,nas atividades culturais o Sr. Jean Marcos da S. Barbosa.
Para conhecimento do público foi distribuído o regimento Interno do Fórum da Agenda 21 comunitária da Comunidade de Gargaú - São Francisco de Itabapoana e a Estrutura de organização dos setores diagnosticados, envolvendo, Educação,Cultura e Lazer, Desenvolvimento Sócio Econômico, e Saúde, onde através do diálogo foram apresentados os resumos tendo a ficha de percepção – Etapa IV, estando assim neste fórum a quinta etapa, que irão se completar em mais dois encontros em 17/03/2014 e 31/03/2014.
Durante o evento tivemos momentos de harmonia e conversa com moradores, formadores de opinião, representantes do Poder público,através da secretaria de Educação e Cultura, Secretaria de Turismo,Indústria e Comércio,blog e rádio local, onde compartilhamos um delicioso lanche oferecido pela organização do evento.
Ressaltou-se ao final, a importância de frequência e assiduidade nas próximas reuniões para melhor desenvolvimento, e apresentação das possíveis contribuições para fechamento do documento agenda 21 e posteriormente o Plano de Desenvolvimento Sustentável.Estaremos concluindo a construção da Agenda 21 em sua comunidade e queremos reforçar a nossa parceria nesta última etapa. Contamos no momento com a presença da comunidade, o poder público e a sociedade civil.
Participaram da abertura do Fórum da Agenda 21 na sua comunidade Gargaú, diversos moradores onde articulamos uma Secretaria Executiva da Agenda 21 Comunitária, referenciada pelos participantes, foi apresentado o Diagnóstico Socioambiental, bem como o Regimento Interno, a serem aprovados pelos participantes.
Elaboramos no momento o início da construção do Plano de Desenvolvimento Sustentável, onde organizamos uma comissão de
Comunidade - José Roberto Alves Miranda
Pescadores - Airton Miranda Martins
Poder Público - Ilzomar Soares Filho
Atividades Culturais - Jean Marcos da S.Barbosa Quem esteve presente, pode ouvir a palestrante Neri Olibarriaga, e Ana Olivia, o Instituto contratado da Petrobras, é o IRSE, Instituto de Estudos Religiosos para acompanhar e desenvolver os trabalhos da Agenda 2. num verdadeiro exercício de cidadania, onde a opinião de cada um(a) fez a diferença na busca de um desenvolvimento consciente e sustentável.
Próxima reunião foi marcada para o dia 17 de Março de 2014
Local: Barracão de Cultura,
Bairro Gargaú, Município
São Francisco de Itabapoana
Hora: 17:30.

Matéria: Fenix Consultoria Ambiental e Júlio Cesar Dias
Foto: Júlio Cesar Dias
Postado: Jullyana Mello
Neste sentido deu-se início ao Fórum agenda 21 na localidade de Gargaú, Município de são Francisco de Itabapoana, em 10/03/2014, com representantes da Petrobras, do IRSE(Instituto de Estudos da Religião),setores de interesse e agentes comunitários.Foram convidados aproximadamente 40 pessoas, onde usou-se o contato telefônico e pessoal, e anúncio na rádio local e blogs de amigos.
No primeiro momento houve exposições e apresentações por parte do IRSE representada pela ., e pela senhora Neri Olabarriaga e Sra. Ana Olívia, por parte da Petrobras pela senhora Leila, que dissertaram da importância de formalização do documento agenda 21, assim como suas vertentes e possíveis chamadas de projetos que irão contribuir de forma significativa na melhoria e oportunidades para a comunidade de Gargaú.
Na pauta do fórum foram apontadas duas plataformas para desenvolvimento e elaboração de propostas, ouvindo o público presente e assim definindo alguns pontos como, apresentação de resultados de etapas anteriores e determinação da Secretaria executiva, esta na qual ficaram definidos os seguintes nomes representativos, na comunidade o Sr. José Roberto Alves Miranda, na Pesca artesanal o Sr. Airton Miranda Martins, no Poder Público Ilzomar Soares Filho,nas atividades culturais o Sr. Jean Marcos da S. Barbosa.
Para conhecimento do público foi distribuído o regimento Interno do Fórum da Agenda 21 comunitária da Comunidade de Gargaú - São Francisco de Itabapoana e a Estrutura de organização dos setores diagnosticados, envolvendo, Educação,Cultura e Lazer, Desenvolvimento Sócio Econômico, e Saúde, onde através do diálogo foram apresentados os resumos tendo a ficha de percepção – Etapa IV, estando assim neste fórum a quinta etapa, que irão se completar em mais dois encontros em 17/03/2014 e 31/03/2014.
Durante o evento tivemos momentos de harmonia e conversa com moradores, formadores de opinião, representantes do Poder público,através da secretaria de Educação e Cultura, Secretaria de Turismo,Indústria e Comércio,blog e rádio local, onde compartilhamos um delicioso lanche oferecido pela organização do evento.
Ressaltou-se ao final, a importância de frequência e assiduidade nas próximas reuniões para melhor desenvolvimento, e apresentação das possíveis contribuições para fechamento do documento agenda 21 e posteriormente o Plano de Desenvolvimento Sustentável.Estaremos concluindo a construção da Agenda 21 em sua comunidade e queremos reforçar a nossa parceria nesta última etapa. Contamos no momento com a presença da comunidade, o poder público e a sociedade civil.
Participaram da abertura do Fórum da Agenda 21 na sua comunidade Gargaú, diversos moradores onde articulamos uma Secretaria Executiva da Agenda 21 Comunitária, referenciada pelos participantes, foi apresentado o Diagnóstico Socioambiental, bem como o Regimento Interno, a serem aprovados pelos participantes.
Elaboramos no momento o início da construção do Plano de Desenvolvimento Sustentável, onde organizamos uma comissão de
Comunidade - José Roberto Alves Miranda
Pescadores - Airton Miranda Martins
Poder Público - Ilzomar Soares Filho
Atividades Culturais - Jean Marcos da S.Barbosa Quem esteve presente, pode ouvir a palestrante Neri Olibarriaga, e Ana Olivia, o Instituto contratado da Petrobras, é o IRSE, Instituto de Estudos Religiosos para acompanhar e desenvolver os trabalhos da Agenda 2. num verdadeiro exercício de cidadania, onde a opinião de cada um(a) fez a diferença na busca de um desenvolvimento consciente e sustentável.
Próxima reunião foi marcada para o dia 17 de Março de 2014
Local: Barracão de Cultura,
Bairro Gargaú, Município
São Francisco de Itabapoana
Hora: 17:30.
Foto: Júlio Cesar Dias
Postado: Jullyana Mello






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