Pouco noticiada e ainda guardada a sete chaves, a rodovia Translitorânea tem despertado a expectativa de alguns municípios do interior do estado do Rio de Janeiro. E apesar de muitos desconhecerem os detalhes do projeto, a rodovia que serviria como alternativa para desafogar o fluxo de pessoas e cargas da BR 101, que se mostra saturada há tempo, ainda é esperada por alguns governantes, como os de Casimiro de Abreu e Rio das Ostras, que são vizinhos de Macaé, onde segundo o projeto iniciaria a estrada.
Em entrevista a Rádio Globo de Macaé (820 AM), do Grupo Folha no dia 27 de fevereiro, o prefeito de Casimiro, Antônio Marcos, falou das dificuldades. “O nosso município é um dos que mais sofrem com a BR 101. Tivemos em Brasília para pedir para que sejam construídos três retornos na duplicação para que a população possa ter acesso à cidade, pois o projeto não trazia algo que é primordial para os moradores”, explicou.
Antônio Marcos comentou ainda que uma estrada alternativa traria mais tranqüilidade. “Uma estrada que tirasse o trânsito pesado da nossa cidade seria ótimo”, disse o prefeito lembrando que hoje grande parte dos acidentes na BR 101 acontecem no trecho entre Casimiro e Silva Jardim.
Outro prefeito que falou recentemente sobre a estrada foi o de Rio das Ostras, Alcebíades Sabino. Procurado pela Folha, ele explicou que é primordial ter uma visão de futuro e comparou a Translitorânea à Rodovia do Sol, no Espírito Santo. “Percebemos que a cada dia o fluxo de veículos circulando nas principais estradas brasileiras e nas ruas urbanas tem crescido muito. E a ideia de construir a Translitorânea, interligando o litoral do Rio de Janeiro ao Espírito Santo, será positivo”, ressaltou, lembrando que a alternativa oferece a veranistas e moradores uma outra opção de acesso e contribui para a redução de acidentes.
Emenda — Na última semana o deputado estadual Roberto Henriques (PDT) lembrou sobre a rodovia, destacando que consta no Orçamento Anual do Estado, a “Emenda de Prioridade”, de número 3150, de sua autoria, que prevê a construção de uma estrada duplicada. “A Translitorânea, ligará o município de Macaé ao Estado do Espírito Santo, passando por Carapebus, Quissamã, Campos, São João da Barra e São Francisco de Itabapoana”, explicou.
Os conselhos Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e o Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA-RJ) não comentaram sobre a construção da Translitorânea, mas o Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Rio de Janeiro (DER) respondeu apenas que tem interesse que a obra seja executada.
Em entrevista a Rádio Globo de Macaé (820 AM), do Grupo Folha no dia 27 de fevereiro, o prefeito de Casimiro, Antônio Marcos, falou das dificuldades. “O nosso município é um dos que mais sofrem com a BR 101. Tivemos em Brasília para pedir para que sejam construídos três retornos na duplicação para que a população possa ter acesso à cidade, pois o projeto não trazia algo que é primordial para os moradores”, explicou.
Antônio Marcos comentou ainda que uma estrada alternativa traria mais tranqüilidade. “Uma estrada que tirasse o trânsito pesado da nossa cidade seria ótimo”, disse o prefeito lembrando que hoje grande parte dos acidentes na BR 101 acontecem no trecho entre Casimiro e Silva Jardim.
Outro prefeito que falou recentemente sobre a estrada foi o de Rio das Ostras, Alcebíades Sabino. Procurado pela Folha, ele explicou que é primordial ter uma visão de futuro e comparou a Translitorânea à Rodovia do Sol, no Espírito Santo. “Percebemos que a cada dia o fluxo de veículos circulando nas principais estradas brasileiras e nas ruas urbanas tem crescido muito. E a ideia de construir a Translitorânea, interligando o litoral do Rio de Janeiro ao Espírito Santo, será positivo”, ressaltou, lembrando que a alternativa oferece a veranistas e moradores uma outra opção de acesso e contribui para a redução de acidentes.
Emenda — Na última semana o deputado estadual Roberto Henriques (PDT) lembrou sobre a rodovia, destacando que consta no Orçamento Anual do Estado, a “Emenda de Prioridade”, de número 3150, de sua autoria, que prevê a construção de uma estrada duplicada. “A Translitorânea, ligará o município de Macaé ao Estado do Espírito Santo, passando por Carapebus, Quissamã, Campos, São João da Barra e São Francisco de Itabapoana”, explicou.
Os conselhos Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e o Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA-RJ) não comentaram sobre a construção da Translitorânea, mas o Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Rio de Janeiro (DER) respondeu apenas que tem interesse que a obra seja executada.
Fonte: Folha da Manhã



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