Objetivo foi reivindicar equiparação e benefícios que soaram como oportunistas e eleitoreiros
Segundo o técnico de instrumentação cirúrgica Nickolas Ferreira, a insatisfação surgiu após a categoria médica da emergência do Hospital Ferreira Machado (HFM) e do Hospital Geral de Guarus (HGG) ser beneficiada com aumento na sua gratificação. “Os médicos ganham um aumento em gratificação na média de 300%, enquanto isso, o restante das classes de apoio, que envolve técnicos, enfermeiros, fisioterapeutas, assistentes sociais, tiveram apenas os 10% relacionado ao aumento base, anual”, questionou o técnico.
No dia 1º de abril, o poder executivo encaminhou projetos de lei em regime de urgência à Câmara Municipal e os interesses da classe médica e de enfermagem esquentaram as discussões entre os vereadores durante a sessão. Na ocasião, foi aprovado o projeto de lei nº 0011/2014, que propõe a unificação de carga horária de médico plantonista para doze horas. O outro projeto, de número 0013/2014, que altera a carga horária dos servidores ocupantes dos cargos de técnico e auxiliar de enfermagem do município de Campos, também foi aprovado e não agradou os enfermeiros.
Um dos representantes do movimento nesta terça-feira, o fisioterapeuta Rubem Junior, disse que é contra a forma em que a Lei foi colocada na Câmara para aprovação.
“A gente denota que não estamos sendo contemplados, por isso, estamos insatisfeitos. Vale lembrar que o movimento não é do sindicato, nem de associação, mas dos funcionários, que estão unidos e lutando pela causa. Enquanto uma categoria for privilegiada, as demais vão continuar se reunindo e cobrando por seus direitos. O movimento continua”, garantiu.




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