sexta-feira, 16 de maio de 2014

Arquivo Público de Campos dos Goytacazes foi referência em simpósio no México


Campos apresentou o trabalho de política de educação patrimonial do Arquivo

As atividades do Arquivo Waldir Pinto de Carvalho, de Campos, foram consideradas modelo entre todos os projetos apresentados no I Simpósio Ibero Americano, realizado nos dias 12 e 13 deste mês, na cidade do México. Participaram do evento, profissionais de vários países, como Espanha, Colômbia, Argentina e Portugal. O trabalho sobre a política de educação patrimonial desenvolvida pelo Arquivo foi apresentado pela historiadora Larissa Manhães.

Segundo Larissa, o professor da Universidade de Coimbra deve fazer uma visita técnica no segundo semestre às instalações do Arquivo Público. Acompanhada do gerente Carlos Freitas, a historiadora fez uma visita técnica no Arquivo General de la Nacion, que funciona em um prédio histórico, uma antiga penitenciária da capital, que abrigou diversos presos, inclusive o assassino do comunista Leon Trotsky.

“Conhecemos as instalações, incluindo o laboratório de restauração. Hoje o acervo do Arquivo General conta com as publicações do Arquivo Público de Campos. Além de conhecerem o trabalho desenvolvido em Campos, os mexicanos conhecerão mais um pouco da história da cidade”, informou a historiadora.

Administrado pela Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, o Arquivo Público Municipal Waldir Pinto de Carvalho é referência na restauração de documentos históricos no interior do Estado. O espaço funciona de segunda a sexta, das 9h às 16h.

Este ano, começa o trabalho de restauração dos altares de São Miguel e Nossa Senhora das Dores, que foram recuperados pelo Iphan e devolvidos à municipalidade. A decisão judicial proferida pela juíza da 3ª Vara Cível do Rio de Janeiro, no ano passado, determinou a volta dos altares, que estavam sob a tutela do Museu Histórico Nacional.

O diretor do Arquivo Público, Carlos Freitas, explica que um estudo minucioso esta sendo feito, para que comecem os trabalhos no segundo semestre. “O trabalho de restauração é demorado, devido à complexidade e as condições em que se encontram os altares”, destaca.

Fonte: O Diaria/Show Francisco



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