Basta uma rápida comparação entre dois episódios, ocorridos em diferentes países, para perceber

As diferentes maneiras de condenar criminosos (Foto: panoramio)
Dizem que a justiça é cega. Mas ela também pode ser míope, lenta ou relativa. Basta uma rápida comparação entre dois episódios, ocorridos em diferentes países, para perceber a velocidade e a efetividade, também, dos julgamentos e das penas impostas aos condenados.
Por desviar documentos considerados secretos dos Estados Unidos ao site WikiLeaks em 2010, o soldado Brad Manning foi condenado, em 2012, a 35 anos de prisão em Fort Leavenworth, no estado americano do Kansas.
Já o ex-cirurgião Farah Jorge Farah foi condenado esta semana a 16 anos de prisão por matar e esquartejar a paciente Maria do Carmo Alves. O crime aconteceu em 2003. Ele fora submetido a um primeiro julgamento em 2008 – que acabou anulado porque a defesa de Farah alegou que os laudos que comprovavam sua semi-imputabilidade não haviam sido considerados. Farah estaria fora de si quando matou Maria e cortou seu corpo em cirúrgicos pedacinhos.
Anteontem, Farah ouviu a sentença, pegou sua bengala e foi pra casa. Isso mesmo. Ainda cabe recurso e ele aguardará em liberdade por novo julgamento.
Voltando a Bradley, ele também tem seus problemas. Em tratamento hormonal para mudar de sexo e o nome para Chelsea, o presidiário assiste ao embate entre seu advogado e o Pentágono, uma vez que não é permitido fazer este tratamento no sistema prisional federal.
Terceira Via/Show Francisco
As diferentes maneiras de condenar criminosos (Foto: panoramio)
Dizem que a justiça é cega. Mas ela também pode ser míope, lenta ou relativa. Basta uma rápida comparação entre dois episódios, ocorridos em diferentes países, para perceber a velocidade e a efetividade, também, dos julgamentos e das penas impostas aos condenados.
Por desviar documentos considerados secretos dos Estados Unidos ao site WikiLeaks em 2010, o soldado Brad Manning foi condenado, em 2012, a 35 anos de prisão em Fort Leavenworth, no estado americano do Kansas.
Já o ex-cirurgião Farah Jorge Farah foi condenado esta semana a 16 anos de prisão por matar e esquartejar a paciente Maria do Carmo Alves. O crime aconteceu em 2003. Ele fora submetido a um primeiro julgamento em 2008 – que acabou anulado porque a defesa de Farah alegou que os laudos que comprovavam sua semi-imputabilidade não haviam sido considerados. Farah estaria fora de si quando matou Maria e cortou seu corpo em cirúrgicos pedacinhos.
Anteontem, Farah ouviu a sentença, pegou sua bengala e foi pra casa. Isso mesmo. Ainda cabe recurso e ele aguardará em liberdade por novo julgamento.
Voltando a Bradley, ele também tem seus problemas. Em tratamento hormonal para mudar de sexo e o nome para Chelsea, o presidiário assiste ao embate entre seu advogado e o Pentágono, uma vez que não é permitido fazer este tratamento no sistema prisional federal.
Terceira Via/Show Francisco



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