Nas comemorações de seus 119 anos, o Instituto Superior de Educação Professor Aldo Muylaert (Isepam), unidade da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) em Campos, será palco para a exposição itinerante “O Mercado e o Tempo” até o dia 11 deste mês. A exposição, iniciada nessa quarta-feira (4), tem o patrocínio do Sesc e irá percorrer diversas escolas públicas municipais, estaduais e federais do município durante um semestre. No Isepam, a exposição estará à disposição do público em todo o horário de expediente da unidade escolar.
“O Mercado e o Tempo” conta uma breve história do Mercado Municipal de Campos dos Goytacazes, através de painéis interativos, idealizados pelos designers Angella Codeço e Elisael Barros. Segundo a coordenadora de Pesquisa e Extensão, professora Vera Vasconcelos, a iniciativa propicia um resgate histórico. “É preciso estimular a sociedade a preservar o Mercado como um ponto turístico de nossa cidade”, afirmou.
O projeto começou a se delinear em 2012 a partir de um trabalho de conclusão de curso (TCC) de Elisael Barros e Angella Codeço na graduação em Design Gráfico do Instituto Federal Fluminense (IFF) campus Centro.
“O Mercado e o Tempo” conta uma breve história do Mercado Municipal de Campos dos Goytacazes, através de painéis interativos, idealizados pelos designers Angella Codeço e Elisael Barros. Segundo a coordenadora de Pesquisa e Extensão, professora Vera Vasconcelos, a iniciativa propicia um resgate histórico. “É preciso estimular a sociedade a preservar o Mercado como um ponto turístico de nossa cidade”, afirmou.
O projeto começou a se delinear em 2012 a partir de um trabalho de conclusão de curso (TCC) de Elisael Barros e Angella Codeço na graduação em Design Gráfico do Instituto Federal Fluminense (IFF) campus Centro.
- O projeto escolhido para a apresentação do TCC foi um Projeto Editorial de livro sobre o Mercado Municipal de Campos dos Goytacazes, apresentado e aprovado em outubro de 2013. Depois da apresentação do TCC, continuamos trabalhando na produção do livro sobre o Mercado, originado do TCC – destacou Elisael.
Em seguida, os designers propuseram ao Sesc o projeto da exposição, com o cunho educativo (conhecimento histórico), uma vez que a exposição é itinerante, voltada para escolas publicas municipais, estaduais e federais de Campos. “O conteúdo de texto inserido nos painéis foi extraído, basicamente, de uma dissertação de mestrado sobre o Mercado Municipal, do Carlos Roberto Bastos Freitas, mestre em Políticas Sociais pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf). A concepção, direção de arte e idealização dos painéis são de minha autoria e da Angella Codeço.
O público poderá conferir na exposição doze painéis interativos, que variam de tamanho (0,80 cm x 0,80 e 1,60m x 0,80cm) com abas que se abrem, como se fossem janelas, com uma estética diferenciada, que inclui, além das fotografias, e ilustrações e textos, um trabalho visual original. De acordo com Elisael, o calendário para a apresentação das escolas ainda está em fase de elaboração e em breve será divulgado.
- O objetivo da exposição é fazer com que as pessoas tenham acesso a um pouco da história do Mercado, mostrando, dessa forma, a trajetória desde a sua gênese até os dias atuais, ressaltando a sua importância no contexto sócio, político, econômico e cultural do Município de Campos – disse.
Um ponto de destaque na exposição, segundo Elisael, é a translação da praça do Mercado. “Muitas pessoas não sabem, por exemplo, que o Mercado já funcionou na praça Prudente de Moraes (Chá chá chá), que se chamava Largo das Verduras, em meados do Século XIX, além de vários outros locais”, frisou.
Ao ser perguntando sobre o fato de a Prefeitura não ter feito uma audiência pública para consultar a população sobre a função a ser dada ao Mercado e seu entorno após as obras de reforma, Elisael respondeu que a exposição, ainda que não tenha sido idealizada com o intuito de promover o debate, pode contribuir para o mesmo, uma vez que, coincidentemente, começa a ser realizada no momento em que se inicia a reforma do Mercado. “Acreditamos que, com o conhecimento a cerca da história do Mercado e, consequentemente, de sua importância no contexto da sociedade campista, isso poderá ser um fator de incentivo a reflexão sobre o destino do Mercado”, disse.
Em seguida, os designers propuseram ao Sesc o projeto da exposição, com o cunho educativo (conhecimento histórico), uma vez que a exposição é itinerante, voltada para escolas publicas municipais, estaduais e federais de Campos. “O conteúdo de texto inserido nos painéis foi extraído, basicamente, de uma dissertação de mestrado sobre o Mercado Municipal, do Carlos Roberto Bastos Freitas, mestre em Políticas Sociais pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf). A concepção, direção de arte e idealização dos painéis são de minha autoria e da Angella Codeço.
O público poderá conferir na exposição doze painéis interativos, que variam de tamanho (0,80 cm x 0,80 e 1,60m x 0,80cm) com abas que se abrem, como se fossem janelas, com uma estética diferenciada, que inclui, além das fotografias, e ilustrações e textos, um trabalho visual original. De acordo com Elisael, o calendário para a apresentação das escolas ainda está em fase de elaboração e em breve será divulgado.
- O objetivo da exposição é fazer com que as pessoas tenham acesso a um pouco da história do Mercado, mostrando, dessa forma, a trajetória desde a sua gênese até os dias atuais, ressaltando a sua importância no contexto sócio, político, econômico e cultural do Município de Campos – disse.
Um ponto de destaque na exposição, segundo Elisael, é a translação da praça do Mercado. “Muitas pessoas não sabem, por exemplo, que o Mercado já funcionou na praça Prudente de Moraes (Chá chá chá), que se chamava Largo das Verduras, em meados do Século XIX, além de vários outros locais”, frisou.
Ao ser perguntando sobre o fato de a Prefeitura não ter feito uma audiência pública para consultar a população sobre a função a ser dada ao Mercado e seu entorno após as obras de reforma, Elisael respondeu que a exposição, ainda que não tenha sido idealizada com o intuito de promover o debate, pode contribuir para o mesmo, uma vez que, coincidentemente, começa a ser realizada no momento em que se inicia a reforma do Mercado. “Acreditamos que, com o conhecimento a cerca da história do Mercado e, consequentemente, de sua importância no contexto da sociedade campista, isso poderá ser um fator de incentivo a reflexão sobre o destino do Mercado”, disse.
Fonte: Folha da Manha/Show Francisco
Talita Barros
Foto: Rodrigo Silveira
Foto: Rodrigo Silveira




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