Luiz Carlos dos Santos Filho, de 36 anos, iria embarcar às 9 horas desta quarta feira (11) com o objetivo de treinar os funcionários para resgate em espaço confinado
Luiz Carlos dos Santos Filho, 36 anos, instrutor de segurança no trabalho. O instrutor de segurança no trabalho Luiz Carlos dos Santos Filho, de 36 anos, escapou de ser mais uma vítima da explosão no navio-plataforma Cidade de São Mateus, que aconteceu na tarde desta quarta feira (11), no litoral de Aracruz, Norte do Estado. Na véspera, ele recebeu um telefonema informando sobre o adiamento do embarque.
"A empresa ligou no dia 10 informando que o embarque tinha sido adiado. No dia 11 (dia da explosão), o coordenador operacional mandou um e-mail confirmando o adiamento do embarque", contou.
Luiz Carlos iria embarcar às 9 horas desta quarta feira (11) com o objetivo de treinar os funcionários para resgate em espaço confinado. Em novembro do ano passado, o instrutor aplicou um treinamento para resgate em altura.
Sobre o fato de ter sido "salvo" pelo telefonema, o instrutor disse que tem dois pensamentos. "Um que eu poderia estar envolvido, ter sido uma das vítimas. Outro que eu poderia estar lá para ajudar, poderia ter somado. Tenho certeza que as vítimas tentaram conter o princípio de incêndio".
Luiz Carlos ainda conta que, após o ocorrido, recebeu uma ligação do coordenador perguntando: 'Luiz, você acredita em Deus?'. "Respondi que sim, claro. E ele disse: 'Pois é, a plataforma que você ia trabalhar teve um explosão com vítimas'. Cheguei a ficar branco. Tenho família, filho pequeno'", finalizou.
Foto: Reprodução/Facebook
Luiz Carlos dos Santos Filho, 36 anos, instrutor de segurança no trabalho. O instrutor de segurança no trabalho Luiz Carlos dos Santos Filho, de 36 anos, escapou de ser mais uma vítima da explosão no navio-plataforma Cidade de São Mateus, que aconteceu na tarde desta quarta feira (11), no litoral de Aracruz, Norte do Estado. Na véspera, ele recebeu um telefonema informando sobre o adiamento do embarque.
"A empresa ligou no dia 10 informando que o embarque tinha sido adiado. No dia 11 (dia da explosão), o coordenador operacional mandou um e-mail confirmando o adiamento do embarque", contou.
Luiz Carlos iria embarcar às 9 horas desta quarta feira (11) com o objetivo de treinar os funcionários para resgate em espaço confinado. Em novembro do ano passado, o instrutor aplicou um treinamento para resgate em altura.
Sobre o fato de ter sido "salvo" pelo telefonema, o instrutor disse que tem dois pensamentos. "Um que eu poderia estar envolvido, ter sido uma das vítimas. Outro que eu poderia estar lá para ajudar, poderia ter somado. Tenho certeza que as vítimas tentaram conter o princípio de incêndio".
Luiz Carlos ainda conta que, após o ocorrido, recebeu uma ligação do coordenador perguntando: 'Luiz, você acredita em Deus?'. "Respondi que sim, claro. E ele disse: 'Pois é, a plataforma que você ia trabalhar teve um explosão com vítimas'. Cheguei a ficar branco. Tenho família, filho pequeno'", finalizou.
Gazeta/Show Francisco


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