Pescados podem chegar a ficar 33% mais caros se comparados com o ano passado
“A Quaresma ainda não afetou o preço aqui dentro, mas vai afetar e esse aumento está sustentado em vários fatores como: falta d’água, o próprio aumento da demanda que força a elevação nos preços dos peixes e o dólar, que interfere no custo do bacalhau, que é um produto importado”, pontuou o diretor do Mercado Municipal em Campos, Sidiney Garcez.
Segundo Garcez, essa elevação não será sentida para quem compra no varejo. “Dentro do varejo eu não acredito que terá muita alta, porque os comerciantes já se preparam e os produtos vem com preços mais razoáveis”, informou o diretor acrescentando que para a Semana Santa o comércio varejista adquire cerca de 60 a 70 toneladas de pescado.
O início da Quaresma, período de 40 dias que antecede a Páscoa e que começou nesta Quarta Feira de Cinzas (18/02), representa um aumento de 50% do consumo de pescados em todo o país. Porém, a severa estiagem que vem afetando as regiões, a grande demanda de peixes no mercado, o aumento do dólar, do combustível e do pedágio, devem interferir consideravelmente no preço dos produtos, que podem chegar a ficar 33% mais caros se comparados com o ano passado.
Em Campos, além dos altos preços, este ano, o consumidor também vai encontrar dificuldade para encontrar alguns dos peixes mais procurados para a Semana Santa: Corvina, Tainha e Curimatã, que podem custar até 3% além do normal devido a escassez no mercado por causa da seca.
Variação de preço também será encontrada no bacalhau, outro produto bastante solicitado nessa época, que com a alta do dólar, deve chegar ao mercado custando até 33% mais caro.
Em Campos, além dos altos preços, este ano, o consumidor também vai encontrar dificuldade para encontrar alguns dos peixes mais procurados para a Semana Santa: Corvina, Tainha e Curimatã, que podem custar até 3% além do normal devido a escassez no mercado por causa da seca.
Variação de preço também será encontrada no bacalhau, outro produto bastante solicitado nessa época, que com a alta do dólar, deve chegar ao mercado custando até 33% mais caro.
Segundo Garcez, essa elevação não será sentida para quem compra no varejo. “Dentro do varejo eu não acredito que terá muita alta, porque os comerciantes já se preparam e os produtos vem com preços mais razoáveis”, informou o diretor acrescentando que para a Semana Santa o comércio varejista adquire cerca de 60 a 70 toneladas de pescado.
Preocupado com a falta de peixes e no que isso, aliado aos altos preços, poderá acarretar nas vendas para a Semana Santa, o pescador Rivelino Alves Matias, 45 anos, disse que tem tentado aumentar o volume de produtos, mas por causa da seca, está tendo dificuldades.
“Está faltando muitos peixes, principalmente os mais procurados nessa época. A cada ano a gente aumenta o volume dos pescados, mas estamos receosos por causa da estiagem”, comentou Rivelino que há 30 anos trabalha como pescador.
“Está faltando muitos peixes, principalmente os mais procurados nessa época. A cada ano a gente aumenta o volume dos pescados, mas estamos receosos por causa da estiagem”, comentou Rivelino que há 30 anos trabalha como pescador.
Postado por: Kelly Maria
Fonte: Ururau
Fonte: Ururau
Thiago Macedo



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