Duas remessas chegaram na cidade e outros 120 quilos estão a caminho.
Devido a seca, produção de leite foi reduzida em 40%.
Produção de leite foi reduzida em São João da Barra
(Foto: Divulgação/ São João da Barra)
Mais de 200 toneladas de ração para o gado de corte leiteiro foram compradas para garantir a manutenção da produção agropecuária em São João da Barra, no Norte Fluminense. O motivo são os efeitos da longa estiagem na região. Duas remessas de 64 e 60 toneladas já chegaram, e mais 120 estão a caminho.
Silagem de milho, ração volumosa e azevém foram os tipos de ração distribuídos. A boa notícia é que houve aceitação por parte dos animais, além do ganho de peso e reação na produção leiteira. São produzidos de 4.500 a 5 mil litros de leite por dia, mas por conta da seca, este número foi reduzido em até 40%. Além de prejudicar o movimento local, a queda na produção também diminuiu a venda de manteiga e do queijo para Campos dos Goytacazes.
A mortandade de animais é outro fator preocupante. Até a primeira semana de março, de acordo com a secretaria de Agricultura, aproximadamente 300 cabeças de gado não resistiram a forte seca. Atualmente, o município possui 35 mil cabeças de gado, entre corte e leiteiro. A ração veio do Paraná.
Do G1 Norte Fluminense/Show Francisco
Devido a seca, produção de leite foi reduzida em 40%.
Produção de leite foi reduzida em São João da Barra
(Foto: Divulgação/ São João da Barra)
Mais de 200 toneladas de ração para o gado de corte leiteiro foram compradas para garantir a manutenção da produção agropecuária em São João da Barra, no Norte Fluminense. O motivo são os efeitos da longa estiagem na região. Duas remessas de 64 e 60 toneladas já chegaram, e mais 120 estão a caminho.
Silagem de milho, ração volumosa e azevém foram os tipos de ração distribuídos. A boa notícia é que houve aceitação por parte dos animais, além do ganho de peso e reação na produção leiteira. São produzidos de 4.500 a 5 mil litros de leite por dia, mas por conta da seca, este número foi reduzido em até 40%. Além de prejudicar o movimento local, a queda na produção também diminuiu a venda de manteiga e do queijo para Campos dos Goytacazes.
A mortandade de animais é outro fator preocupante. Até a primeira semana de março, de acordo com a secretaria de Agricultura, aproximadamente 300 cabeças de gado não resistiram a forte seca. Atualmente, o município possui 35 mil cabeças de gado, entre corte e leiteiro. A ração veio do Paraná.
Do G1 Norte Fluminense/Show Francisco



Nenhum comentário:
Postar um comentário