Homem de 73 anos tem diagnóstico de pneumonia e médicos afirmam que não há vagas na UTI, diz família

Em estado grave, com diagnóstico de pneumonia, febre alta e sem conseguir falar, um idoso de 73 anos aguarda há 12 dias por uma vaga na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Geral de Guarus (HGG), segundo a família. “Nunca vi o meu pai daquele jeito, ele parece que está quase morrendo. Os médicos afirmam que não tem vaga na UTI e depois falam que tem uma fila de espera”. O desabafo é do taxista Mateus Ribeiro da Costa Zeferino, filho do idoso Manoel Domingos Zeferino. Angustiado, o jovem busca auxílio para a recuperação do pai, que ainda tem a saúde debilitada por causa de um enfisema pulmonar.
Manoel Domingos deu entrada no hospital na última semana com dificuldades para respirar. Na unidade de saúde, o diagnóstico foi de infecção urinária e suspeita de bronquite. O idoso foi medicado e recebeu alta dois dias depois. Já em casa, o quadro piorou no dia seguinte e com muita falta de ar, ele foi levado novamente para o hospital.
“Quando fomos pela segunda vez, o meu pai já estava muito fraco. Fizeram o raio-x e outros exames e deixaram ele no repouso masculino. Como meu pai não conseguia respirar, colocaram ele na Unidade de Pacientes Graves (UPG) para respirar com a ajuda de aparelhos e constataram uma pneumonia ‘passada’, como se fosse uma pneumonia mal curada”, contou o filho do aposentado.
Com uma pequena melhora, o paciente foi encaminhado para outro quarto na tarde desta quarta (13), mas na madrugada desta quinta-feira (14), a situação voltou a piorar e ele precisou ser transferido para a UPG novamente.
“Os médicos estão atendendo bem, mas meu pai precisa da vaga na UTI senão eu não sei o que pode acontecer. Ele está em estado grave e muito debilitado, mas falam que não tem a vaga, e que vão tentar até amanhã”, lamentou o jovem.
Em nota, a Secretaria de Saúde de Campos informou que "O paciente está internado na UPG recebendo tratamento com equipe formada por profissionais intensivistas. Apesar do município ter avançado na disponibilização do número de leitos, ainda existem dificuldades, principalmente, porque Campos atende pacientes de municípios de toda a região Norte/Noroeste do estado. Em 2008, havia apenas 81 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Campos. Hoje são 143", disse um trecho da nota.
Priscilla Alves/Terceira Via/Show Francisco
Em estado grave, com diagnóstico de pneumonia, febre alta e sem conseguir falar, um idoso de 73 anos aguarda há 12 dias por uma vaga na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Geral de Guarus (HGG), segundo a família. “Nunca vi o meu pai daquele jeito, ele parece que está quase morrendo. Os médicos afirmam que não tem vaga na UTI e depois falam que tem uma fila de espera”. O desabafo é do taxista Mateus Ribeiro da Costa Zeferino, filho do idoso Manoel Domingos Zeferino. Angustiado, o jovem busca auxílio para a recuperação do pai, que ainda tem a saúde debilitada por causa de um enfisema pulmonar.
Manoel Domingos deu entrada no hospital na última semana com dificuldades para respirar. Na unidade de saúde, o diagnóstico foi de infecção urinária e suspeita de bronquite. O idoso foi medicado e recebeu alta dois dias depois. Já em casa, o quadro piorou no dia seguinte e com muita falta de ar, ele foi levado novamente para o hospital.
“Quando fomos pela segunda vez, o meu pai já estava muito fraco. Fizeram o raio-x e outros exames e deixaram ele no repouso masculino. Como meu pai não conseguia respirar, colocaram ele na Unidade de Pacientes Graves (UPG) para respirar com a ajuda de aparelhos e constataram uma pneumonia ‘passada’, como se fosse uma pneumonia mal curada”, contou o filho do aposentado.
Com uma pequena melhora, o paciente foi encaminhado para outro quarto na tarde desta quarta (13), mas na madrugada desta quinta-feira (14), a situação voltou a piorar e ele precisou ser transferido para a UPG novamente.
“Os médicos estão atendendo bem, mas meu pai precisa da vaga na UTI senão eu não sei o que pode acontecer. Ele está em estado grave e muito debilitado, mas falam que não tem a vaga, e que vão tentar até amanhã”, lamentou o jovem.
Em nota, a Secretaria de Saúde de Campos informou que "O paciente está internado na UPG recebendo tratamento com equipe formada por profissionais intensivistas. Apesar do município ter avançado na disponibilização do número de leitos, ainda existem dificuldades, principalmente, porque Campos atende pacientes de municípios de toda a região Norte/Noroeste do estado. Em 2008, havia apenas 81 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Campos. Hoje são 143", disse um trecho da nota.
Priscilla Alves/Terceira Via/Show Francisco




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