Grupo acusa ECT e Empreza de lavagem de dinheiro

Na segunda-feira (8), os terceirizados que prestam serviço à Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) de Macaé, na unidade Riviera paralisarão suas atividades e representantes entrarão na Justiça do Trabalho e Ministério Público Federal contra a empresa contratante e a de comunicação, por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica e descumprimento de lei trabalhista.
O documento solicitará que o Ministério Público Federal determine o fechamento da unidade. Logo após o protocolo da ação federal, os terceirizados irão para a frente do prédio do Centro de Distribuição Domiciliar (CDD) Riviera para expor aos usuários da empresa o problema de falta de pessoal para a distribuição de correspondência e descumprimento das leis trabalhistas desses funcionários.
Segundo Marcos Andrade, um dos representantes dos terceirizados, a situação na CDD está crítica porque não há como cumprir a demanda de entrega de correspondência.
O Centro de Distribuição Domiciliar (CDD) é responsável pela distribuição de correspondências dos bairros Sol y Mar, Campo do Oeste e Riviera 2, Rivieira, Cavaleiros, Novos Cavaleiros, Parque de Tubos, Valentina Miranda, Bela Vista, todo o complexo da Aroeira.
Um carteiro, em período normal de trabalho, tem a responsabilidade de entrega até 40 unidades/dia, mas com o atraso estavam saindo com as sacolas da ECT abarrotadas com mais de 120 correspondências e não cumpriam com o cronograma.
No local trabalham treze carteiros terceirizados pela firma Empreza (prestadora de serviço à ECT). Por dia, o fluxo de correspondência é de 20 mil unidades.
Os contratados afirmam que a Empreza vem agindo de maneira desleal, pois contrata os funcionários e os coloca para trabalhar diretamente na distribuição de correspondência.
“A pessoa fica por dois meses e quando começa a aprender é mandada embora. Nesse período – explica Marcos Andrade – o trabalhador tem descontando fundo de garantia e INSS, só que esse dinheiro não é recolhido aos cofres federais, caracterizando fraude e lavagem de dinheiro”.
Outra denúncia junto ao Ministério Público Federal é de que, os funcionários não são registrados na Empreza e mesmo assim recebem uniforme da ECT assim como o material para distribuir, sem qualquer garantia ou segurança de que, a correspondência seja realmente entregue e não sofra qualquer violação.
“O Correios está entregando material de segurança nacional, que são as correspondências, para pessoas sem qualificação, porque não tem tempo para aprender e não são oficialmente funcionários oficiais da ECT”, detalha Marcos Andrade.
Tânia Garabini/Terceira Via/Show Francisco
Na segunda-feira (8), os terceirizados que prestam serviço à Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) de Macaé, na unidade Riviera paralisarão suas atividades e representantes entrarão na Justiça do Trabalho e Ministério Público Federal contra a empresa contratante e a de comunicação, por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica e descumprimento de lei trabalhista.
O documento solicitará que o Ministério Público Federal determine o fechamento da unidade. Logo após o protocolo da ação federal, os terceirizados irão para a frente do prédio do Centro de Distribuição Domiciliar (CDD) Riviera para expor aos usuários da empresa o problema de falta de pessoal para a distribuição de correspondência e descumprimento das leis trabalhistas desses funcionários.
Segundo Marcos Andrade, um dos representantes dos terceirizados, a situação na CDD está crítica porque não há como cumprir a demanda de entrega de correspondência.
O Centro de Distribuição Domiciliar (CDD) é responsável pela distribuição de correspondências dos bairros Sol y Mar, Campo do Oeste e Riviera 2, Rivieira, Cavaleiros, Novos Cavaleiros, Parque de Tubos, Valentina Miranda, Bela Vista, todo o complexo da Aroeira.
Um carteiro, em período normal de trabalho, tem a responsabilidade de entrega até 40 unidades/dia, mas com o atraso estavam saindo com as sacolas da ECT abarrotadas com mais de 120 correspondências e não cumpriam com o cronograma.
No local trabalham treze carteiros terceirizados pela firma Empreza (prestadora de serviço à ECT). Por dia, o fluxo de correspondência é de 20 mil unidades.
Os contratados afirmam que a Empreza vem agindo de maneira desleal, pois contrata os funcionários e os coloca para trabalhar diretamente na distribuição de correspondência.
“A pessoa fica por dois meses e quando começa a aprender é mandada embora. Nesse período – explica Marcos Andrade – o trabalhador tem descontando fundo de garantia e INSS, só que esse dinheiro não é recolhido aos cofres federais, caracterizando fraude e lavagem de dinheiro”.
Outra denúncia junto ao Ministério Público Federal é de que, os funcionários não são registrados na Empreza e mesmo assim recebem uniforme da ECT assim como o material para distribuir, sem qualquer garantia ou segurança de que, a correspondência seja realmente entregue e não sofra qualquer violação.
“O Correios está entregando material de segurança nacional, que são as correspondências, para pessoas sem qualificação, porque não tem tempo para aprender e não são oficialmente funcionários oficiais da ECT”, detalha Marcos Andrade.
Tânia Garabini/Terceira Via/Show Francisco




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