Articulações para a sucessão de Rosinha estão em curso. Garotinho tem nomes fortes para manter sua hegemonia política. A oposição deve ter 4 candidaturas
Foto: Campos 24 Horas e Divulgação
Enquanto o cenário político na maior parte das cidades do Norte Fluminense, com vistas às eleições majoritárias de 2016 continuam indefinido, como é o caso de São João da Barra, em Campos é possível vislumbrar no horizonte as possíveis futuras candidaturas. Ao contrário do pleito anterior, quando a Prefeita Rosinha Garotinho disputou a governança de Campos com outros seis candidatos da oposição, agora a disputa pela sua sucessão, após seu segundo mandato, deverá contar com menos candidaturas, caso prevaleça a maior facção da oposição em Campos que é a vaidade.
Caso se configure essa projeção, com base nas pré-candidaturas badaladas no momento, o campista terá que decidir no primeiro turno entre: Da situação, o jornalista e vereador Mauro Silva(PSDB), ou os secretários Francisco Arthur de Oliveira, o Doutor Chicão, Suledil Bernardinho, Fábio Ribeiro e Geraldo Venancio, e o presidente da Câmara, Edson Batista. Da oposição: o ceramista e vereador Nildo Cardoso, que em cima da hora deixou o PMDB e ingressou no PSD; o policial rodoviário e vereador Gil Viana, que deixou o PR e ingressou no PSB; o vereador Rafael Diniz (PPS), que consta ser o nome com maior relevância na oposição, em função das sua aproximação política com o governador Pezão e o ex-governador Sérgio Cabral.
O eleitorado de Campos provavelmente deverá ainda ter no rol da futura eleição majoritária o atual deputado estadual, Geraldo Pudim, que deixou o PR e ingressou no PMDB.
Contudo, no tabuleiro político da oposição, o “x” da questão, que é a vaidade dos pré-candidatos, que batem o pé para serem cabeça de chapa, deverá ser equacionado pelos “reais” lideres da oposição em Campos, que são o presidente da Alerj (Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro), Jorge Picciani e o governador Luiz Fernando Pezão. O governador e o presidente da Alerj são adversários de Garotinho, e não vão hesitar em colocar a máquina do Estado e o capital gordo do PMDB a favor de um único candidato da reduzir o número de candidatos de oposição para o embate com um ou dois candidatos do grupo político aliado a Garotinho e à Prefeita Rosinha.
A provável intervenção de Picciani, que tem mais poder de mando no PMDB fluminense do que Pezão, poderá resumir as candidaturas oposicionistas com Geraldo Pudim e Rafael Diniz, tendo na vice, respectivamente Caio Viana, filho do ex-prefeito Arnaldo Vianna, e Nildo Cardoso. Caso o apresentador de TV e vereador, Alexandre Tadeu deixe o PRB, que já anunciou forte aliança com o PR no Estado do Rio, não será novidade entrar na chapa de Pudim, descartando Caio, embora venha sendo apresentado na mídia como via alternativa com a força da juventude, apesar de não ser militante.
É esperar e conferir.
Foto: Campos 24 Horas e Divulgação
Caso se configure essa projeção, com base nas pré-candidaturas badaladas no momento, o campista terá que decidir no primeiro turno entre: Da situação, o jornalista e vereador Mauro Silva(PSDB), ou os secretários Francisco Arthur de Oliveira, o Doutor Chicão, Suledil Bernardinho, Fábio Ribeiro e Geraldo Venancio, e o presidente da Câmara, Edson Batista. Da oposição: o ceramista e vereador Nildo Cardoso, que em cima da hora deixou o PMDB e ingressou no PSD; o policial rodoviário e vereador Gil Viana, que deixou o PR e ingressou no PSB; o vereador Rafael Diniz (PPS), que consta ser o nome com maior relevância na oposição, em função das sua aproximação política com o governador Pezão e o ex-governador Sérgio Cabral.
O eleitorado de Campos provavelmente deverá ainda ter no rol da futura eleição majoritária o atual deputado estadual, Geraldo Pudim, que deixou o PR e ingressou no PMDB.
Contudo, no tabuleiro político da oposição, o “x” da questão, que é a vaidade dos pré-candidatos, que batem o pé para serem cabeça de chapa, deverá ser equacionado pelos “reais” lideres da oposição em Campos, que são o presidente da Alerj (Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro), Jorge Picciani e o governador Luiz Fernando Pezão. O governador e o presidente da Alerj são adversários de Garotinho, e não vão hesitar em colocar a máquina do Estado e o capital gordo do PMDB a favor de um único candidato da reduzir o número de candidatos de oposição para o embate com um ou dois candidatos do grupo político aliado a Garotinho e à Prefeita Rosinha.
A provável intervenção de Picciani, que tem mais poder de mando no PMDB fluminense do que Pezão, poderá resumir as candidaturas oposicionistas com Geraldo Pudim e Rafael Diniz, tendo na vice, respectivamente Caio Viana, filho do ex-prefeito Arnaldo Vianna, e Nildo Cardoso. Caso o apresentador de TV e vereador, Alexandre Tadeu deixe o PRB, que já anunciou forte aliança com o PR no Estado do Rio, não será novidade entrar na chapa de Pudim, descartando Caio, embora venha sendo apresentado na mídia como via alternativa com a força da juventude, apesar de não ser militante.
É esperar e conferir.
Campos24horas/Show Francisco



Nenhum comentário:
Postar um comentário