Foram recapturados, cerca de 24 horas após a fuga, os dois adolescentes que conseguiram furar o esquema de segurança do Centro de Socioeducação Professora Marlene Henrique Alves (Cense) e deixar a unidade pulando um muro, depois de uma partida de futebol, na tarde da última segunda-feira (9). Os menores foram encontrados num matagal próximo à unidade, que está instalada na RJ -158, entre Campos e São Fidélis. A localização do Cense, em área rural, teria dificultado que os menores chegassem mais longe.
De acordo com o Sindicato dos Servidores do Degase (Sind-Degase), três agentes tomavam conta de cerca de 25 internos durante a atividade física. Na hora de retornarem para seus alojamentos, dois deles correram em direção a um muro e pularam. Ainda segundo o Sind-Degase, não havia energia elétrica no momento da fuga, impedindo que as imagens de segurança registrassem a ação.
A unidade atende a 25 municípios do estado, tem 220 internos para um efetivo de 15 agentes socioeducativos e apenas 80 camas. Os menores recapturados teriam passado a noite no matagal. Eles foram encaminhados a um hospital para avaliação de suas condições físicas e submetidos a exame de corpo de delito, antes de retornarem para o Cense.
O promotor de Justiça da 2ª Promotoria da Infância e Juventude de Campos, José Luiz Pimentel, esclareceu que a afuga dos adolescentes não caracteriza crime e, por isso, eles não serão diretamente penalizados. “A fuga pode influenciar de forma negativa a reavaliação feita periodicamente. A cada seis meses, todos eles são reavaliados e diversas coisas são levadas em consideração, dentre elas, o comportamento. Se a audiência destes menores que fugiram fosse nesta semana ou daqui a dois meses, por exemplo, a possibilidade deles terem progressão de regime seria quase nula”, avaliou.
Por meio de nota, a assessoria de comunicação do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Novo Degase) esclareceu que, imediatamente após a fuga, o caso foi comunicado ao Poder Judiciário e o registro de ocorrência foi feito na delegacia local. O órgão também instaurou procedimento de apuração pela Corregedoria do Departamento Geral de Ações Socioeducativas.
De acordo com o Sindicato dos Servidores do Degase (Sind-Degase), três agentes tomavam conta de cerca de 25 internos durante a atividade física. Na hora de retornarem para seus alojamentos, dois deles correram em direção a um muro e pularam. Ainda segundo o Sind-Degase, não havia energia elétrica no momento da fuga, impedindo que as imagens de segurança registrassem a ação.
A unidade atende a 25 municípios do estado, tem 220 internos para um efetivo de 15 agentes socioeducativos e apenas 80 camas. Os menores recapturados teriam passado a noite no matagal. Eles foram encaminhados a um hospital para avaliação de suas condições físicas e submetidos a exame de corpo de delito, antes de retornarem para o Cense.
O promotor de Justiça da 2ª Promotoria da Infância e Juventude de Campos, José Luiz Pimentel, esclareceu que a afuga dos adolescentes não caracteriza crime e, por isso, eles não serão diretamente penalizados. “A fuga pode influenciar de forma negativa a reavaliação feita periodicamente. A cada seis meses, todos eles são reavaliados e diversas coisas são levadas em consideração, dentre elas, o comportamento. Se a audiência destes menores que fugiram fosse nesta semana ou daqui a dois meses, por exemplo, a possibilidade deles terem progressão de regime seria quase nula”, avaliou.
Por meio de nota, a assessoria de comunicação do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Novo Degase) esclareceu que, imediatamente após a fuga, o caso foi comunicado ao Poder Judiciário e o registro de ocorrência foi feito na delegacia local. O órgão também instaurou procedimento de apuração pela Corregedoria do Departamento Geral de Ações Socioeducativas.
O Diario/Show Francisco
Virna Alencar



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