terça-feira, 15 de dezembro de 2015

MP/RJ determina limpeza de terrenos com riscos de proliferação de aedes




Divulgação

A população pode colaborar com o trabalho do CCZ, denunciando este tipo de conduta à Ouvidoria do MPE, pelo telefone 127

Por determinação do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), a Superintendência de Limpeza Pública realizou mais uma vez, nesta segunda-feira (14/12), uma limpeza em dois terrenos na Rua Projeta I, no Novo Jóquei. No local foram recolhidas garrafas pet, garrafas de vidro, papelão e fero velho, que serviam de criadouros para o mosquito Aedes Aegypti. Em seguida, agentes de endemias do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) atuaram nos locais e nenhum foco do mosquito foi encontrado. A ação contou com o Grupo de Apoio à Promotoria (GAP).

O assessor jurídico e diretor de Política de Logística Reversa da Superintendência de Limpeza Pública, Luciano Escáfura, informou que o trabalho no local prossegue até esta terça-feira (15/12) e todo material reciclado recolhido está sendo encaminhado para a Cooperativa Cata Sol, no Parque Aldeia, onde atuam cerca de 30 ex-catadoras do antigo aterro controlado da Codin.

Escáfura informou que outra limpeza já tinha sido realizada nos terrenos, em setembro deste ano, após denúncia anônima feita ao MPRJ. Na época, foram encontrados vários focos do mosquito e todos eliminados pelo CCZ.

"O Ministério Público instaurou um inquérito civil público e determinou que realizássemos a limpeza nos terrenos. Assim fizemos. Na audiência realizada na última quinta-feira (10), no Ministério Público, o promotor Marcelo Lessa foi informado, através de fotos, que os terrenos se tornaram depósitos de lixo novamente. Ele mais uma vez determinou a limpeza e informou que se o proprietário voltar a sujar poderá responder a um inquérito criminal, por estar colocando a vida dele, de sua família e da população em risco", disse.

O assessor acrescentou que o proprietário foi orientado a construir uma tapagem onde ficariam os resíduos sólidos a serem armazenados de forma correta, evitando, assim, criadouros do mosquito Aedes aegypti, que transmite as doenças dengue, chikungunya e zika vírus.

A população pode colaborar com o trabalho do CCZ, denunciando este tipo de conduta à Ouvidoria do MPE, pelo telefone 127.

Fonte Ascom/Show Francisco



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