segunda-feira, 10 de abril de 2017

Segurança do Estado poderá receber no dia 17

Salário de março dos ativos da Educação também deve ser pago no 10º dia útil

Rio – O martelo não foi batido ainda, mas a expectativa do governo estadual é de pagar o salário de março dos servidores da Segurança (bombeiros, agentes penitenciários, policiais civis e PMs) no décimo dia útil, dia 17 próximo.

Fontes do Palácio Guanabara afirmam que, apesar da dificuldade, o estado trabalha para priorizar o crédito dessas categorias. A medida visa evitar mais problemas com as classes, que já acumulam pendências: gratificações, desde o segundo semestre de 2015, e horas extras, desde setembro de 2016.

Além disso, os funcionários da Segurança aguardam o décimo terceiro, que não foi pago a diversas categorias do Executivo Estadual.

A Secretaria Estadual de Educação também deve pagar seus servidores ativos (incluindo o Degase) no décimo dia útil, como tem feito durante a crise, já que o crédito é feito com recursos do Fundeb — diferente da Segurança, cujo pagamento é feito com verbas do Tesouro Estadual.

Procurado pela coluna de O Dia, o secretário de Educação, Wagner Victer, informou apenas que vem trabalhando para conseguir pagar em dia os funcionários. Ele disse ainda que se reunirá na próxima terça-feira com a Secretaria de Fazenda para tratar do assunto.

Policiais suspendem greve

A insatisfação dos policiais civis com as condições de trabalho e os débitos que o estado tem com a categoria desencadearam uma greve iniciada em 20 de janeiro. No entanto, ontem, a classe decidiu em assembleia suspender o movimento por conta de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de quarta-feira.

A Corte proibiu servidores de Segurança Pública de exercerem o direito de greve por desempenhar atividade essencial à ordem pública.

Presidente do Sindpol, Márcio Garcia disse que a suspensão é por respeito à decisão judicial. “Mas lamentamos ter perdido o instrumento da greve, pois ficamos diferenciados dos demais trabalhadores civis”, declarou.

Ele lembrou que a decisão da Corte ordena que haja negociação entre as partes. “Na próxima segunda-feira estaremos no Ministério Público do Trabalho, com o MPRJ e o governo”, completa.
Campos 24 Horas/Show Francisco

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