Redução nos gastos foi proveniente de uma renegociação de contratos da área, sobretudo os de compra de medicamentos, vacinas e insumos.
Ricardo Barros diz que já foram liberados mais de R$ 6,2 bilhões em emendas. Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
A reaplicação de R$ 1,7 bilhão para o custeio e o investimento em saúde foi anunciada, nesta quinta-feira (13), pelo governo federal, após ter promovido uma redução de R$ 3,5 bilhões nos gastos da pasta ao longo do último ano.
O Ministério da Saúde explicou que a redução nos gastos foi proveniente de uma renegociação de contratos da área, sobretudo os de compra de medicamentos, vacinas e insumos.
O recuo médio foi de 20% nos custos das contratações. Do valor anunciado para ser reaplicado, R$ 771,2 milhões serão utilizados no custeio da atenção básica de saúde, enquanto os R$ 1 bilhão restantes serão destinados à compra de ambulâncias e vans.
Da quantia destinada ao investimento, mais de R$ 500 milhões serão repassados diretamente a 1.787 municípios, para a compra de 6,5 mil ambulâncias. O anúncio foi feito no Palácio do Planalto, em solenidade que reuniu dezenas de secretários municipais de Saúde e que contou com a presença do presidente Michel Temer.
Na opinião de Temer, “para que a União seja forte, é preciso que os municípios sejam fortes”. E acrescentou: “quero homenagear também o Congresso Nacional, se não fosse a ação conjunta do Congresso Nacional com o Executivo, nós não teríamos chegado onde chegamos”.
“Estamos, em 14 meses, fazendo o que se faria em 4, 5 ou 6 anos. Imagina o que faremos com mais um ano e meio”, acrescentou Temer. Segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, o presidente liberou até o momento mais de R$ 6,2 bilhões.
Esse montante é referente a emendas parlamentares destinadas à área. “O presidente nos tem permitido contrariar interesses para prestar um melhor atendimento de saúde ao povo brasileiro”, disse.
FONTE: Agência Brasil


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