Pedido foi feito pelo Ministério Público Eleitoral ao juiz da 100ª Zona Eleitotal, que, no entanto, impôs três medidas cautelares ao ex-presidente do PR de Campos.
Repórter: João Fernandes
O juiz titular da 100º Zona Eleitoral de Campos, Ralph Manhães, negou um pedido de prisão domiciliar proposto pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) em desfavor do ex-presidente do Diretório Municipal do PR no município, Wladimir Garotinho, nas investigações do caso conhecido como Chequinho. No entanto, o magistrado impôs três medidas cautelares para Wladimir.
Na decisão, o juiz proibiu Wladimir de manter contato com os envolvidos nas investigações da Operação Chequinho, exceto o seu pai, o ex-governador Anthony Garotinho, outra medida imposta é que ele não pode comparecer a Câmara de Vereadores de Campos e também não se ausentar da comarca de Campos por mais de oito dias.
Repórter: João Fernandes
O juiz titular da 100º Zona Eleitoral de Campos, Ralph Manhães, negou um pedido de prisão domiciliar proposto pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) em desfavor do ex-presidente do Diretório Municipal do PR no município, Wladimir Garotinho, nas investigações do caso conhecido como Chequinho. No entanto, o magistrado impôs três medidas cautelares para Wladimir.
Na decisão, o juiz proibiu Wladimir de manter contato com os envolvidos nas investigações da Operação Chequinho, exceto o seu pai, o ex-governador Anthony Garotinho, outra medida imposta é que ele não pode comparecer a Câmara de Vereadores de Campos e também não se ausentar da comarca de Campos por mais de oito dias.


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