Desde esta quarta (12), a Fundação Municipal de Saúde (FM) de Campos - responsável pelo hospitais Ferreira Machado e Geral Guarus - não fornecerá mais refeições para funcionários plantonistas



Medida afetará funcionários do Hospital Ferreira Machado PMCG
A partir desta quarta-feira (12), a Fundação Municipal de Saúde (FM) de Campos - que é responsável pelo Hospital Ferreira Machado (HFM) e Hospital Geral Guarus (HGG) -, não fornecerá mais refeições para os funcionários plantonistas. Um memorando foi colocado na porta dos refeitórios das unidades hospitalares informando que o fornecimento está interrompido em razão do desabastecimento. A medida visa assegurar a assistência nutricional aos pacientes e acompanhantes.
Um funcionário do HGG, que preferiu não se identificar, disse a redação do Jornal O Diário, que a partir desta semana será obrigada a trazer comida de casa para o trabalho. “A gente fica triste, porque os plantonistas sempre tiveram direito a refeição nos hospitais. Com essa medida agora, nós vamos ter que trazer o almoço e o lanche de casa”, relatou a funcionária.
Em nota, a prefeitura informou que a atual gestão municipal vem tendo que tomar medidas para reduzir o déficit que, no início do ano, era de R$ 57 milhões, por mês. Readequações financeiras tiveram que ser feitas, como o corte de mais de 500 cargos comissionados, revisão de contratos e redução de despesas. As medidas já fizeram com que a prefeitura reduzisse o déficit que, atualmente, é de R$ 35 milhões mensais, o que ainda é muito preocupante para a administração do município. A prefeitura segue priorizando serviços emergenciais e, também, o pagamento em dia dos servidores municipais.
Na nota, a FMS declarou que a medida seria "para garantir a assistência nutricional aos pacientes e acompanhantes", tendo que "suspender a alimentação dos funcionários". Uma circular foi divulgada na terça-feira (11) para que os servidores pudessem estar preparados quando fossem para o local de trabalho, levando a refeição de casa. A Secretaria de Gestão Pública acrescentou ainda, "que os servidores que ganham até R$ 3.409,37 recebem o Auxílio Alimentação da prefeitura no valor de R$ 200, contribuindo para a alimentação do funcionalismo".
Um funcionário do HGG, que preferiu não se identificar, disse a redação do Jornal O Diário, que a partir desta semana será obrigada a trazer comida de casa para o trabalho. “A gente fica triste, porque os plantonistas sempre tiveram direito a refeição nos hospitais. Com essa medida agora, nós vamos ter que trazer o almoço e o lanche de casa”, relatou a funcionária.
Em nota, a prefeitura informou que a atual gestão municipal vem tendo que tomar medidas para reduzir o déficit que, no início do ano, era de R$ 57 milhões, por mês. Readequações financeiras tiveram que ser feitas, como o corte de mais de 500 cargos comissionados, revisão de contratos e redução de despesas. As medidas já fizeram com que a prefeitura reduzisse o déficit que, atualmente, é de R$ 35 milhões mensais, o que ainda é muito preocupante para a administração do município. A prefeitura segue priorizando serviços emergenciais e, também, o pagamento em dia dos servidores municipais.
Na nota, a FMS declarou que a medida seria "para garantir a assistência nutricional aos pacientes e acompanhantes", tendo que "suspender a alimentação dos funcionários". Uma circular foi divulgada na terça-feira (11) para que os servidores pudessem estar preparados quando fossem para o local de trabalho, levando a refeição de casa. A Secretaria de Gestão Pública acrescentou ainda, "que os servidores que ganham até R$ 3.409,37 recebem o Auxílio Alimentação da prefeitura no valor de R$ 200, contribuindo para a alimentação do funcionalismo".


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