sábado, 3 de fevereiro de 2018

Ministro da Fazenda diz a empresários que país está vivendo momento significativo

O Brasil está vivendo um momento significativo e relevante, pois está saindo da maior recessão dos últimos tempos, cujos efeitos ainda vão ser sentidos pela sociedade, disse nesta sexta-feira (2) o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, a empresários, na Associação Comercial do Rio de Janeiro, que o Brasil está vivendo um momento significativo e relevante, pois está saindo da maior recessão dos últimos tempos, cujos efeitos ainda vão ser sentidos pela sociedade. A expectativa do ministro Henrique Meirelles é que a reforma trabalhista possa gerar 6 milhões de novos empregos no Brasil.


O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, fala na Associação Comercial do Rio de Janeiro. – Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Segundo Meirelles, ao se comparar os 12 meses até maio de 2016, quanto assumiu o governo Michel Temer, aos 12 meses findos em janeiro desse ano, verifica-se que a inflação, que era naquela ocasião da ordem de 9,3%, hoje caiu para 2,9%. Os juros, por sua vez, atingiam patamar de 14,25% e, agora, estão em 7% ao ano. O risco Brasil, que se mostrava elevado, com 368 pontos, hoje está em 145 pontos. O Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), de acordo com Meirelles, estava negativo em 5,4% até maio de 2016, e em dois anos, chegou a um crescimento de 1,4%, com expectativa de expansão para 2,7% nos próximos 12 meses.

Também o índice de confiança de empresas e consumidores medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) se acha em trajetória ascendente, destacou o ministro. Meirelles citou a população ocupada no país, que chegou a 89,5 milhões de brasileiros entre o final de 2016 e o começo de 2017, e hoje está acima de 91,5 milhões, prevendo-se a criação de mais 2,5 milhões de postos de trabalho em 2018. Ele reconheceu que o Brasil ainda tem 11 milhões de desempregados, mas disse que o ritmo de crescimento da economia e do emprego é muito forte, o que o leva a acreditar em dias melhores. “A retomada [da economia] com queda da inflação gera ganho do poder de compra muito forte”, disse.

FONTE: Redação com Agência Brasil

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