Ururau
Sentença foi lida pelo juiz
Depois de dois dias de julgamento saiu na noite desta quinta-feira (05/07) a sentença dos acusados de matar a analista judiciária Patrícia Manhães.
O ex-marido Uenderson de Souza Mattos foi condenado a 28 anos e dez meses de prisão e a perda do cargo de guarda municipal.
Genessi José Maria Filho, apontado como intermediário também foi condenado a 26 anos e oito meses de prisão e também perde o cargo público no Grupamento Ambiental do município.
Jonathan Bernardo Lima foi considerado inocente no caso.
O crime
A analista judiciária Patrícia Manhães Gonçalves Mattos, de 41 anos, foi morta a tiros dentro do Grupamento Ambiental da Guarda Civil Municipal, no subdistrito de Guarus, em Campos, na noite do dia 13 de abril de 2016.
Patrícia foi assassinada quando aguardava o marido dentro do carro, um Chevrolet Spin preto, no estacionamento da base da GCM, onde funcionou a antiga Central de Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro (Ceasa), quando teria sido abordada pelo suspeito.
Ela chegou a ser levada para o Hospital Ferreira Machado (HFM), mas não resistiu e morreu minutos após dar entrada na unidade médica.
Na manhã do dia 25 de maio, o marido de Patrícia, o GCM Uenderson Mattos, foi preso em casa, onde também foram apreendidos documentos.
O jovem que teria sido na época apontado como executor também foi detido e anteriormente foi preso outro guarda municipal Genessi José Maria Filho, que já tem oito passagens por homicídio.
Depois de dois dias de julgamento saiu na noite desta quinta-feira (05/07) a sentença dos acusados de matar a analista judiciária Patrícia Manhães.
O ex-marido Uenderson de Souza Mattos foi condenado a 28 anos e dez meses de prisão e a perda do cargo de guarda municipal.
Genessi José Maria Filho, apontado como intermediário também foi condenado a 26 anos e oito meses de prisão e também perde o cargo público no Grupamento Ambiental do município.
Jonathan Bernardo Lima foi considerado inocente no caso.
O crime
A analista judiciária Patrícia Manhães Gonçalves Mattos, de 41 anos, foi morta a tiros dentro do Grupamento Ambiental da Guarda Civil Municipal, no subdistrito de Guarus, em Campos, na noite do dia 13 de abril de 2016.
Patrícia foi assassinada quando aguardava o marido dentro do carro, um Chevrolet Spin preto, no estacionamento da base da GCM, onde funcionou a antiga Central de Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro (Ceasa), quando teria sido abordada pelo suspeito.
Ela chegou a ser levada para o Hospital Ferreira Machado (HFM), mas não resistiu e morreu minutos após dar entrada na unidade médica.
Na manhã do dia 25 de maio, o marido de Patrícia, o GCM Uenderson Mattos, foi preso em casa, onde também foram apreendidos documentos.
O jovem que teria sido na época apontado como executor também foi detido e anteriormente foi preso outro guarda municipal Genessi José Maria Filho, que já tem oito passagens por homicídio.
Fonte: Ururau


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