Moradores reclamam da localização do transporte movido a pedais que foi deixado em um cruzamento atrapalhando o trânsito

Apelidado de “jubiraca”, o veículo estaria atrapalhando o trânsito (Foto: JTV)
Nas últimas duas semanas, moradores do bairro Julião Nogueira, em Campos, passaram a conviver com um veículo abandonado na Rua Professor Castro, esquina com a Avenida Cora de Alvarenga. Eles reclamam do posicionamento próximo a um cruzamento, o que dificulta o trânsito no local. Motoristas dizem que o veículo feito com quatro rodas e pedais, uma espécie de charrete ou bicicleta de carga dupla, atrapalha por estar em uma esquina.
A moradora do bairro, Gisela Rodrigues, disse que se surpreendeu com o veículo deixado ali. “Ninguém sabe a quem pertence. Além de estar atrapalhando o tráfego, está com galhos de árvores, roupas e objetos em cima. A chuva que tem caído está acumulando água também”, disse. Alguns moradores sem saber como identificar o transporte original, se é uma bicicleta ou carroça, passaram a chamá-lo de “jubiraca”. Foi deixado em frente a uma igreja evangélica, e os membros da instituição também não souberam dizer sua origem.
Apelidado de “jubiraca”, o veículo estaria atrapalhando o trânsito (Foto: JTV)
Nas últimas duas semanas, moradores do bairro Julião Nogueira, em Campos, passaram a conviver com um veículo abandonado na Rua Professor Castro, esquina com a Avenida Cora de Alvarenga. Eles reclamam do posicionamento próximo a um cruzamento, o que dificulta o trânsito no local. Motoristas dizem que o veículo feito com quatro rodas e pedais, uma espécie de charrete ou bicicleta de carga dupla, atrapalha por estar em uma esquina.
A moradora do bairro, Gisela Rodrigues, disse que se surpreendeu com o veículo deixado ali. “Ninguém sabe a quem pertence. Além de estar atrapalhando o tráfego, está com galhos de árvores, roupas e objetos em cima. A chuva que tem caído está acumulando água também”, disse. Alguns moradores sem saber como identificar o transporte original, se é uma bicicleta ou carroça, passaram a chamá-lo de “jubiraca”. Foi deixado em frente a uma igreja evangélica, e os membros da instituição também não souberam dizer sua origem.
Outra moradora, Rosa Gomes, disse que procurou a superintendência de Postura da Prefeitura de Campos para reclamar do veículo e dos transtornos no trânsito. “Utilizei o whatsapp e um funcionário me informou que a reclamação foi registrada, mas até agora, nada foi feito”, revelou. Em nota, a Postura informou que, por questões legais, a remoção de veículos abandonados pode ser realizada pelo órgão municipal, somente, vinte e sete dias úteis após a ocorrência registrada na superintendência.
A nota afirmou que “há registro de ocorrência no órgão – de veículo estacionado no local mencionado – no último dia 26 de julho, sendo necessário aguardar este prazo legal para reboque, para comprovação do estado de abandono. Uma equipe do Centro de Controle de Zoonoses será encaminhada ainda esta semana ao local para vistoria no veículo”, concluiu.
A nota afirmou que “há registro de ocorrência no órgão – de veículo estacionado no local mencionado – no último dia 26 de julho, sendo necessário aguardar este prazo legal para reboque, para comprovação do estado de abandono. Uma equipe do Centro de Controle de Zoonoses será encaminhada ainda esta semana ao local para vistoria no veículo”, concluiu.


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