No ano passado, 2.184 crianças foram adotadas em todo o Brasil por meio do Cadastro Nacional de Adoção

Fonte: Alerj
A Frente Parlamentar Pró-Infância, Adolescência e Adoção da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) será instalada nesta segunda-feira (25/02), às 10h, no Auditório Senador Nelson Carneiro. A iniciativa da deputada Tia Ju (PRB) tem o objetivo de defender e garantir os direitos de crianças e adolescentes e fomentar a adoção de menores.
No ano passado, 2.184 crianças foram adotadas em todo o Brasil por meio do Cadastro Nacional de Adoção (CNA). A ideia é propor projetos de lei em conjunto na Assembleia Legislativa, além de acompanhar e dar visibilidade às proposições em tramitação na Alerj que beneficiem a infância, a adolescência e a adoção.
“Atualmente, há 45.296 pretendentes cadastrados no país e 9.388 crianças à espera de uma família. Entre as principais barreiras para concretizar as adoções estão a idade das crianças e o fato de possuírem irmãos, apesar de, muitas vezes, existir possibilidade de desmembrar um grupo de irmãos em duas ou mais adoções. Atualmente, das 9,3 mil crianças cadastradas no CNA, 6,4 mil têm entre sete e 17 anos e 56 % possuem irmãos. Em contrapartida, dos 45,2 mil pretendentes cadastrados, apenas 6,7 mil aceitam crianças com idade entre sete e 17 anos e 37 % aceitam adotar irmãos”, afirmou a deputada.
Fonte: Alerj
Fonte: Alerj
A Frente Parlamentar Pró-Infância, Adolescência e Adoção da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) será instalada nesta segunda-feira (25/02), às 10h, no Auditório Senador Nelson Carneiro. A iniciativa da deputada Tia Ju (PRB) tem o objetivo de defender e garantir os direitos de crianças e adolescentes e fomentar a adoção de menores.
No ano passado, 2.184 crianças foram adotadas em todo o Brasil por meio do Cadastro Nacional de Adoção (CNA). A ideia é propor projetos de lei em conjunto na Assembleia Legislativa, além de acompanhar e dar visibilidade às proposições em tramitação na Alerj que beneficiem a infância, a adolescência e a adoção.
“Atualmente, há 45.296 pretendentes cadastrados no país e 9.388 crianças à espera de uma família. Entre as principais barreiras para concretizar as adoções estão a idade das crianças e o fato de possuírem irmãos, apesar de, muitas vezes, existir possibilidade de desmembrar um grupo de irmãos em duas ou mais adoções. Atualmente, das 9,3 mil crianças cadastradas no CNA, 6,4 mil têm entre sete e 17 anos e 56 % possuem irmãos. Em contrapartida, dos 45,2 mil pretendentes cadastrados, apenas 6,7 mil aceitam crianças com idade entre sete e 17 anos e 37 % aceitam adotar irmãos”, afirmou a deputada.
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