VIRNA ALENCAR
O apostador de Campos que ganhou R$ 32.686.894,02 na Quina, no último dia 4 de setembro, sacou a bolada no dia seguinte, no entanto, a Caixa Econômica não divulgou informações do vencedor do concurso 5064, que levou o maior prêmio da história do jogo. Segundo o proprietário da lotérica Lumabe, na rua Voluntários da Pátria, próximo à avenida Pelinca, Ramon Fonseca Monteiro, de 58 anos, o cliente fez a aposta mínima (R$1,50), sendo a primeira vez que um jogador vence sozinho um concurso desta proporção no país. Em menos de um mês, outros apostadores foram contemplados com prêmios de menor importância, na lotérica, mas o suficiente para fazer a alegria dos campistas.
Ramon informou que no momento do sorteio realizado na noite de quarta-feira (4), no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo, estava em casa, assistindo filme, quando sua esposa disse que o jogo saiu para um campista, sendo o único contemplado. Os números sorteados foram: 06, 35, 58, 63 e 73. No dia seguinte, ele abriu o estabelecimento pela manhã, às 9h, e ao ligar as máquinas constava a sua loteria como premiada.
“Fiquei emocionado na hora, afinal, o apostador saiu daqui. Não temos informações sobre o vencedor, se é homem, ou mulher, por exemplo, porque a Caixa Econômica não informa. Mas, acredito que seja um dos nossos clientes, pois 90% das pessoas que passam por aqui são assíduas. Fiquei tão contente que resolvi estender uma faixa na frente do centro comercial que aponta para esse vencedor que levou o maior prêmio da história do jogo”, disse.
Perguntado sobre o que ele faria com R$ 32 milhões no bolso, ele não hesitou em responder: “Como proprietário da lotérica, baixaria as portas do estabelecimento. Seria a primeira coisa”, descontraiu.
Em menos de um mês, a lotérica pagou duas Quinas da Mega-Sena, valores que superaram R$ 20 e 30 mil, além de três Quadras nos valores de até R$ 900 e na Lotofácil foram cinco vencedores que ganharam R$ 2 mil e, por apenas um ponto, também não ficaram milionários levando para casa o total de R$ 2 milhões. “A sorte parece estar aqui. Sairá mais prêmios e espero ser o ganhador de algum deles”, finalizou.
Na tarde desta terça-feira (24), por volta das 16h, o campista Half Bichara, de 62 anos, resolveu tentar a Lotofácil. “Se eu ganhasse milhões de reais ajudaria muita gente. O ser humano não precisa de todo esse dinheiro, então para quê guardar?”, finalizou.
Ramon informou que no momento do sorteio realizado na noite de quarta-feira (4), no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo, estava em casa, assistindo filme, quando sua esposa disse que o jogo saiu para um campista, sendo o único contemplado. Os números sorteados foram: 06, 35, 58, 63 e 73. No dia seguinte, ele abriu o estabelecimento pela manhã, às 9h, e ao ligar as máquinas constava a sua loteria como premiada.
“Fiquei emocionado na hora, afinal, o apostador saiu daqui. Não temos informações sobre o vencedor, se é homem, ou mulher, por exemplo, porque a Caixa Econômica não informa. Mas, acredito que seja um dos nossos clientes, pois 90% das pessoas que passam por aqui são assíduas. Fiquei tão contente que resolvi estender uma faixa na frente do centro comercial que aponta para esse vencedor que levou o maior prêmio da história do jogo”, disse.
Perguntado sobre o que ele faria com R$ 32 milhões no bolso, ele não hesitou em responder: “Como proprietário da lotérica, baixaria as portas do estabelecimento. Seria a primeira coisa”, descontraiu.
Em menos de um mês, a lotérica pagou duas Quinas da Mega-Sena, valores que superaram R$ 20 e 30 mil, além de três Quadras nos valores de até R$ 900 e na Lotofácil foram cinco vencedores que ganharam R$ 2 mil e, por apenas um ponto, também não ficaram milionários levando para casa o total de R$ 2 milhões. “A sorte parece estar aqui. Sairá mais prêmios e espero ser o ganhador de algum deles”, finalizou.
Na tarde desta terça-feira (24), por volta das 16h, o campista Half Bichara, de 62 anos, resolveu tentar a Lotofácil. “Se eu ganhasse milhões de reais ajudaria muita gente. O ser humano não precisa de todo esse dinheiro, então para quê guardar?”, finalizou.
Fonte Fmanhã


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